O apartamento estava quieto demais naquela noite. A luz do abajur do quarto jogava um tom dourado nas paredes, e o cheiro de sexo já pairava no ar antes mesmo de qualquer coisa acontecer de verdade. Minha esposa, Clara, estava sentada na poltrona perto da cama, de pernas cruzas, só de calcinha preta e sutiã meio aberto. Os seios pesados escapavam um pouco, os mamilos duros. Ela me olhava com aquele sorriso safado que eu conhecia desde o começo. — Vai, amor. Ela tá pronta. Olha pra ela. Nossa filha mais velha, Lara, de vinte e dois anos, estava de quatro na cama de casal. O corpo dela era uma porra de obra de arte: a bunda redonda e firme, a cintura fina, as costas lisas, o cabelo longo caindo pro lado. Ela tinha tirado a camiseta e a calcinha e agora só esperava, a buceta já molhada brilhando entre as coxas. Eu sentia o cheiro dela daqui. Doce, quente, de novinha safada que passou a vida toda olhando pro pai com fome. Clara tinha razão. Desde que a gente começou a brincar com a ideia, Lara não escondia mais nada. Os olhares demorados, as vezes que ela entrava no banheiro enquanto eu tomava banho “sem querer”, as pesquisas no celular que a mãe descobriu. Tudo apontava pra mesma merda: ela queria a pica do pai. Eu me aproximei, já de pau duro pra porra, a camisa aberta, o cinto desabotoado. A pica latejava dentro da cueca. Passei a mão na bunda dela, apertando, abrindo as nádegas. O cu rosadinho piscou pra mim. A buceta estava inchada, o grelinho saltado, brilhando de porra de tesão. — Porra, filha… que buceta gostosa. Tá molhada pra caralho. Lara gemeu baixo, empurrando a bunda pra trás. — Papai… faz logo. Quero sentir. Clara deu uma risadinha da poltrona. — Isso, filha. Fala pra ele. Diz o que você quer. — Quero a pica do papai na minha buceta. Quero ele me fodendo fundo. Por favor… Eu não aguentei. Tirei a cueca de uma vez. A pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça já pingando pré-gozo. Clara se mexeu na poltrona, a mão descendo pro meio das próprias pernas, massageando a buceta por cima da calcinha. Eu encostei a cabeça da pica na entrada da buceta da minha filha. O calor era absurdo. Ela estava escorrendo. Deslizei só a cabeça pra dentro e Lara soltou um gemido longo, quase um choro. — Ahh… porra… é grosso… — Relaxa, filha. O papai vai te abrir direitinho. Empurrei devagar. Centímetro por centímetro a pica sumia dentro daquela buceta apertada. As paredes dela se agarravam em mim, quentes, molhadas, pulsando. Quando enfiei até o fundo, as bolas batendo no grelinho dela, Lara gritou. — Meu Deus… papai… tá fundo pra caralho… Clara se levantou e veio pra perto. Ajoelhou ao lado da cama, uma mão no cabelo da filha, a outra apertando o próprio peito. — Isso, amor. Deixa o papai te foder. Você merece. Olha como a buceta dela engole a pica, amor… delícia. Eu comecei a meter. Devagar no começo, sentindo cada centímetro daquele cu de novinha se abrindo pra mim. O barulho era obsceno: xhuc, xhuc, a buceta molhada engolindo e cuspindo a pica. Lara gemía sem parar, a cara enterrada no travesseiro, a bunda tremendo a cada estocada. — Mais forte… porra… me fode mais forte, papai… Aumentei o ritmo. As mãos segurando os quadris dela com força, os dedos cravando na carne macia. A pica entrava e saía com violência agora, o pau todo molhado de porra dela. A cada metida fundo eu batia no fundo do útero e ela gritava. — Ahh! Ahh! Porra! Tá me matando… não para… Clara passou a mão por baixo, achando o grelinho da filha e esfregando em círculos rápidos enquanto eu metia. — Goza pro papai, filha. Goza nessa pica. Mostra pra ele como você é putinha. Lara começou a tremer. As pernas falharam. O gemido virou um choro desesperado. — Vou gozar… papai… vou gozar na sua pica… ahh porraaaa… A buceta apertou de um jeito que quase me fez gozar junto. Ela gozou forte, o corpo inteiro se contraindo, um jato quente molhando minhas bolas e a cama. Eu continuei metendo através do orgasmo dela, sentindo as contrações milimetricamente apertando meu pau. Clara estava louca. Tirou a calcinha de uma vez e se sentou na beira da cama, abrindo as pernas. — Chupa a mamãe enquanto o papai te fode, filha. Lara, ainda tremendo, girou o rosto e enfiou a língua na buceta da mãe. O cheiro de duas bucetas molhadas no ar era viciante. Eu metia mais forte agora, a bunda dela balançando, o cu se abrindo e fechando a cada estocada. — Porra, que visão… minha mulher e minha filha… as duas putas pra mim… Clara gemeu alto quando a língua da filha encontrou o grelinho. — Isso, filha… chupa a mamãe… ahh que delícia… Eu senti o gozo subindo. Parei fundo, a pica completamente engolida, e comecei a gozar. Jatos quentes e espessos enchendo a buceta da minha filha. Ela sentiu e gemeu contra a buceta da mãe. — Papai tá gozando… tá enchendo… porra… Quando tirei, a porra escorreu pela coxa dela, branca, grossa. Clara não perdeu tempo. Puxou a filha pra cima e lambeu a buceta dela, chupando a porra do marido direto da filha. — Delícia… a porra do papai na buceta da filha… Lara se virou e me olhou com os olhos vidrados, a boca suja da buceta da mãe. — Mais… quero mais… fode meu cu agora, papai. Eu não precisei de convite. A pica ainda estava dura, coberta de porra e do mel dela. Escorri a cabeça no cu apertado. Clara segurou as nádegas da filha, abrindo. — Enfia devagar… ela nunca levou no cu… Empurrei. O anel se abriu com dificuldade. Lara gritou, o corpo inteiro tensionado. — Ahh porra… dói… mas não para… Continuei. Centímetro por centímetro até o cu engolir a pica inteira. O aperto era insano. Mais apertado que a buceta. Comecei a meter devagar, sentindo o anel se soltar aos poucos. — Isso… toma no cu do papai… que cu gostoso, filha… Lara choramingava de prazer e dor misturados. Clara esfregava o grelinho dela sem parar. — Relaxa… deixa o papai te foder o cu… você é a putinha dele agora… O ritmo aumentou. O barulho de pele batendo em pele enchia o quarto. Eu metia fundo no cu da minha filha enquanto a mãe dela masturbava a buceta dela e se masturbava também. As duas gemiam juntas, uma sinfonia de putaria. Lara gozou de novo, o corpo inteiro se contorcendo, o cu apertando minha pica como se quisesse arrancar ela. Eu gozei pela segunda vez, despejando mais porra dentro do cu apertado dela. Quando tirei, a porra saiu em fio. Clara e Lara se beijaram, lambendo a boca uma da outra, sujas de saliva e porra. Clara olhou pra mim, ofegante. — Amanhã a gente chama a mais nova também. Ela já tá pedindo. Lara ainda tremia, a buceta e o cu pingando, o rosto vermelho de orgasmo. — Papai… pode me foder sempre que quiser… eu sou sua… Eu me deitei entre as duas. A esposa de um lado, a filha do outro. As mãos delas logo encontraram meu pau, ainda semi-duro, e começaram a masturbar juntas. A noite estava só começando.
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