Por mais de um ano, eu ouvia meu colega de quarto trepando com a namorada!
Por mais de um ano eu morei com o Marcos, meu amigo de faculdade, num apartamento pequeno de dois quartos lado a lado. A parede que separava nossos cômodos era fina pra caralho, daquelas que você escuta até o cara tossir do outro lado. A namorada dele, a Julia, vinha umas três vezes por semana. Eu achava ela gostosa pra porra desde o primeiro dia. Cabelo preto liso, peitos firmes que saltavam na blusa, bunda redonda que balançava quando ela andava pelo corredor. Ficava feliz pelo Marcos, sério. Mas também ficava com o pau duro só de pensar nela. No começo eu tentava ignorar. Colocava fone, aumentava o volume, tentava dormir. Não adiantava. Os primeiros gemidos dela atravessavam a parede como se não tivesse nada no meio. Eu ouvia o barulho da cama rangendo, o som molhado de boca sugando pau, o estalo da pica entrando na buceta. E eu, sozinho no escuro, com a mão dentro da cueca, apertando o pau que já estava inchado e latejando. Com o tempo eu parei de fingir. Quando ela chegava, eu já sabia. O barulho da chave na porta, a risada baixa dela, o beijo molhado no corredor. Eu ia pro meu quarto mais cedo, apagava a luz, deitava de lado com a orelha colada na parede e esperava. O coração batia forte. A mão já descia pro pau sem eu precisar pensar. Eles começavam sempre igual. Primeiro o silêncio, depois o barulho de roupa caindo no chão. Depois a voz dela, rouca: - Puta que pariu, Marcos... sua pica tá tão dura.. Ele respondia baixo, quase um grunhido: - Abre essa buceta pra mim, porra... Eu escutava o som da língua dele chupando o grelinho dela. Ela gemendo baixinho no começo, depois mais alto, mais desesperado. Eu imaginava a cabeça dela jogada pra trás, as pernas abertas, a buceta molhada pingando enquanto ele chupava aquela xota inchada. Minha mão subia e descia no pau com força, passando o polegar pela cabeça molhada de porra pré-gozo. Eles mudavam de posição rápido. Eu já conhecia o ritmo. Quando a cama começava a bater mais forte na parede, eu sabia que ele tinha enfiado a pica inteira de uma vez. O gemido dela saía rouco, quase um grito: - Aiiii porra... vai fundo... enche essa buceta... O barulho molhado de pau entrando e saindo era claro pra caralho. Slap, slap, slap. Eu batia punheta no mesmo ritmo, apertando a base do pau, segurando pra não gozar cedo. Queria ouvir tudo. Queria sentir cada segundo. Às vezes ela pedia pra ele meter no cu. Eu reconhecia o momento pelo tom de voz dela, mais baixo, mais sujo: - Mete no meu cuzinho... quero sentir essa pica grossa abrindo meu cu... O gemido que vinha depois era diferente. Mais fundo, mais desesperado. Eu imaginava o cu dela se abrindo em volta do pau dele, o anel apertando, a buceta vazia e molhada escorrendo. Eu gozava quase sempre nesse ponto. Porra quente escorrendo pelos dedos, manchando o lençol, enquanto do outro lado ela gritava: - Porraaa... tô gozando... enche meu cu... Eles não paravam. Depois do primeiro orgasmo dela ele continuava metendo. Eu escutava o som da pica saindo do cu e entrando de novo na buceta, misturando os fluidos. O cheiro quase chegava até mim na imaginação. Eu limpava a mão na própria camiseta e já voltava a bater outra punheta. O pau ainda sensível, mas duro de novo. Teve uma noite em que ela veio sozinha no final de semana. Marcos tinha viajado. Eu ouvi a porta abrir e o silêncio estranho. Depois o barulho dela no banheiro. Eu fiquei de orelha colada, esperando. Nada. Só o barulho dela se tocando. O gemido baixo, a mão molhada batendo no grelinho. Eu me masturbei ouvindo ela gozar sozinha, o gemido abafado pelo travesseiro. Quase bati na porta. Quase. Mas nunca fiz. Nunca contei pra ninguém. Só ficava ali, noite após noite, aprendendo o corpo dela pelo som. Sabia quando ela queria ser fodida devagar. Sabia quando queria levar porrada. Sabia o gemido exato que saía quando ele chupava o grelinho enquanto metia dois dedos no cu. Eu decorava tudo. Agora moro sozinho. O apartamento é melhor, mais silencioso, mais meu. Mas tem noites em que eu deito e sinto falta daquela parede fina. Sinto falta do barulho da cama batendo, do gemido dela gritando: - Mais forte... arrebenta essa buceta... Sinto falta de gozar com a mão suja de porra enquanto do outro lado ela gozava de verdade. Às vezes eu ainda acabo batendo punheta pensando nisso. Fecho os olhos e imagino a pica do Marcos entrando e saindo da buceta molhada dela, o cu apertando, o grelinho latejando. E eu gozo sozinho no escuro, com o mesmo desespero de antes. Ninguém nunca soube. E ninguém vai saber. Mas porra... que delícia foi aquela época.
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