O apartamento tava gelado aquela noite. Eu tava deitado na cama queen, rolando o TikTok no celular, quando ela entrou no quarto só de vestido de dormir. Aquele tecido fino, quase transparente, colado no corpo dela. A bunda redonda balançava a cada passo, e o decote baixo deixava os peitos pesados quase saltando pra fora. Ela se jogou na cama de costas pra mim. - Tá frio pra caralho aqui, irmão... me abraça, vai. Eu cheguei pra perto sem pensar muito. Meu peito encostou nas costas dela, e a minha pica já tava meio dura só de sentir o calor daquele corpo. O tecido fino do vestido não escondia nada. A bunda dela encaixou perfeita contra a minha virilha. Eu senti o volume da minha rola pressionando bem no meio daquelas nádegas macias. Ela riu baixinho. - Hmm... parece que alguém tá acordado. Não disse mais nada. Só pegou minha mão e puxou pra frente, fazendo eu abraçar ela de verdade. Minha palma pousou bem em cima de uma das bandas daquela bunda. Eu apertei sem querer. Ou querendo. Ela soltou um suspiro curto e empurrou a bunda pra trás, esfregando de leve na minha pica. A noite passou assim. Eu mal dormi. Acordava de vez em quando sentindo o cheiro dela, o calor dela, o peso daquela bunda colada em mim. De manhã cedo, quando virei, o vestido tinha escorregado completamente. Um peito inteiro de fora, o mamilo escuro e duro pelo frio. Eu fiquei olhando como um idiota. Quase toquei. Quase. Ela foi embora pro trabalho como se nada tivesse acontecido. Mas eu passei o dia inteiro com a pica latejando só de lembrar. À noite ela voltou. Mesmo frio. Mesmo vestido. Dessa vez, porém, o clima tava diferente. Ela trancou a porta do quarto, tirou o casaco e veio direto pra cama. - Me abraça de novo - pediu, deitando de costas pra mim outra vez. Eu me colei. Dessa vez não disfarcei. Minha pica já tava dura pra caralho, e eu esfreguei ela de propósito no meio da bunda dela. Ela gemeu baixo. - Porra... tá ainda maior que ontem. Minha mão desceu pela cintura dela, subiu debaixo do vestido e apertou uma teta pesada. O mamilo tava durinho. Eu rolei ele entre os dedos enquanto empurrava a rola com mais força contra o cu dela, ainda por cima da calcinha fina. - Isso... aperta mais - ela sussurrou, rebolando. Eu puxei o vestido pra cima, expondo a bunda inteira. A calcinha era um fio dental minúsculo, engolido pelo meio daquelas bandas. Eu puxei o fio pro lado e passei o dedo na fenda. Estava encharcada. - Tá molhada pra porra, hein, irmãzinha... - Cala a boca e mete o dedo - ela respondeu, a voz já embargada. Empurrei dois dedos de uma vez na buceta quente e apertada. Ela soltou um gemido alto, agudo. - Ahhnnn... caralho... Mexi os dedos fundo, sentindo as paredes molhadas se contraindo. Com o polegar achei o grelinho inchado e comecei a esfregar em círculos. Ela rebolava desesperada, gemendo sem parar. - Assim... assim, porra... não para... Tirei os dedos, chupei o gosto dela e me posicionei melhor. Puxei a calcinha pro lado de vez, alinhei a cabeça grossa da minha pica na entrada molhada e empurrei de uma vez só. - AHHHH PORRA! Ela gritou. A buceta engoliu tudo de uma vez. Quente, apertada, escorrendo. Eu comecei a meter com força, segurando a cintura dela com as duas mãos, a bunda batendo na minha barriga a cada estocada. - Isso... fode essa buceta... mais forte... Eu obedeeci. Metia fundo, saindo quase inteiro e enterrando de novo até o saco bater naquela bunda. O barulho molhado enchia o quarto. Ela gemía alto, sem se importar com os vizinhos. - Ahh... ahh... sua pica tá destruindo minha buceta... não para... não para... Virei ela de bruços, levantei a bunda e continuei metendo. Com uma mão segurei o cabelo dela, com a outra espalmei a bunda e dei um tapa forte. O estalo ecoou. Ela gozou na hora. O corpo inteiro tremeu, a buceta apertou a minha pica como um punho, e um jato quente molhou minha virilha. - AHHHH CARALHO TO GOZANDO... TO GOZANDO NA SUA PICA... Continuei metendo enquanto ela ainda tremia. Quando ela amoleceu, tirei a rola pingando e esfreguei a cabeça no cu apertado dela. - Quer no cu também? Ela só empurrou a bunda pra trás em resposta. Cuspi na rola, alinhei e comecei a empurrar. O cu resistiu no começo, mas ela respirava fundo e empurrava de volta. Quando a cabeça entrou, ela soltou um gemido gutural. - Porra... tá grosso demais... vai devagar... Empurrei centímetro por centímetro até enterrar tudo. O cu dela apertava minha pica de um jeito doentio. Comecei a meter devagar, sentindo cada contração. Ela gemía sem parar, a voz já rouca. - Ahh... tá fudendo meu cu... tá fudendo meu cu gostoso... mais fundo... Aumentei o ritmo. A bunda dela batia forte na minha barriga. Eu segurei as duas bandas e abri bem, olhando a minha pica sumindo e aparecendo naquele cu apertado. O barulho era obsceno. Ela metia a mão embaixo e esfregava o grelinho desesperada. - Vou gozar de novo... porra... to gozando com o cu cheio de pica... O corpo dela tremeu outra vez. O cu apertou tanto que eu quase gozei junto. Segurei firme, continuei metendo até ela parar de tremer. Aí tirei, virei ela de frente e enfiei de novo na buceta molhada. - Chupa essa porra - falei, tirando a rola e colocando na boca dela. Ela engoliu até o fundo sem hesitar, a língua lambendo o gosto da própria buceta e do próprio cu. Enquanto chupava, eu apertava as tetas dela, beliscando os mamilos. - Isso... engole tudo... boa putinha... Ela tirou a boca só pra falar, a voz embargada de saliva: - Mete de novo... quero gozar mais uma vez nessa pica... Deitei ela de costas, abri as pernas bem e enfiei fundo. Dessa vez meti com tudo, sem piedade. A cama batia na parede. Ela gritou a cada estocada, as unhas arranhando minhas costas. - AHHH... AHHNNN... FODE... FODE ESSA BUCETA... TO QUASE... TO QUASE... Sentí ela apertar de novo. Dessa vez eu não aguentei. Enterrei até o fundo e gozei dentro, jatos quentes enchendo a buceta dela enquanto ela gozava junto, gritando sem parar. - AHHHH PORRA TO GOZANDO... ENCHE ESSA BUCETA... ENCHE... Ficamos parados um tempo, eu ainda dentro dela, os dois ofegantes. Quando saí, um fio grosso de porra escorreu da buceta inchada. Ela olhou pra baixo, passou o dedo, chupou e riu cansada. - Amanhã você me fode de novo, né? Eu só puxei ela pra cima de mim, a pica já começando a endurecer de novo só de ouvir. - Vai ficar a noite toda se quiser. Ela rebolou em cima da minha rola ainda meio mole, sentindo ela voltar a vida. - Então prepara essa pica... porque eu ainda não terminei. E começou a descer de novo, engolindo tudo de uma vez, gemendo baixo enquanto recomeçava a foder.
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