Meu nome é Mirella, tenho 26 anos e namoro o Gabriel, de 32 há 3 anos e meio. É um relacionamento bem normal, sem grandes novidades, assim como quase todos. Estamos morando juntos como um test-drive pro casamento tem 5 meses, alugamos uma casinha de 3 cômodos pra ver como vai ser nossa convivência e tem sido ótimo. Esse final de semana fomos numa festa aqui pertinho de casa, aniversário de um amigo, e a festinha foi intensa demais, muita bebida, muita droga, muita farra... E nem preciso dizer que ficamos bem loucos. Dancei muito, rebolei demais sendo encoxada por Gabriel, e fiquei com muito tesão, queria voltar logo pra casa pra meter muito até ficar assada... E fiquei muito decepcionada quando Gabriel disse que um amigo, o Castro, que mora muito longe, ia dormir em casa. Porra, a casa já é pequena, um quarto, cozinha e banheiro e eu tava no cio, doidinha pra sentar gostoso e gozar muito... E fiquei bem chateada. Ele não me consultou, não perguntou o que eu achava, não propôs nada... só avisou e eu que me foda - no caso, que não me foda. Enfim, fiquei meio puta, mas a festa continuou. E todos nós exageramos muito. Muito mesmo a ponto de getne passar mal e ir pro hospital, gente arrumar confusão e tal. A festa terminou umas 2 horas da manhã depois que a PM mandou a gente parar... E ai fomos embora pra casa, cambaleando. Castro e Gabriel eram muito próximos, amigos desde a primeira séria do fundamental, então era como ver dois irmãos bêbados. Chegamos em casa e a gente sempre tem uma cerveja ou vinho na geladeira, então abrimos a saideira e ficamos de boas, falando baixinho e tal pra não incomodar os vizinhos. Fui tomar um banho pra me preparar pra dormir. Acontece que minha casa é assim: você entra na cozinha. Pra direita, tem aporta do banheiro. Pra esquerda, o quarto. Eu entrei no banho e do nada Gabriel abriu a porta, desesperado, e começou a vomitar. Eu também desesperei e nem me liguei que a porta tinha ficado aberto. Box de vidro. Eu ainda saí do box pra entender o que tava acontecendo, vi Castro sentado na cadeira, rindo igual doido tentando se controlar pra não rir muito alto, e vi que ele olhou pra mim e até parou de rir. A cara que ele fez... De surpresa... De espanto... Sei lá... Corri e fechei a porta, envergonhada. Ajudei Gabriel o melhor que pude e terminei meu banho enquanto ele ficou sentado no chão se recompondo. Ai Gabriel entrou pra tomar banho. Sai de lá porque senão ia vomitar também. Castro, quando eu abri a porta, se ofereceu pra ajudar. -E ai cunhada, quer ajuda? -É melhor ajudar sim, senão o Gabi vai acabar se matando afogado... Ele veio na minha direção e ao passar por mim, disse bem baixinho: -Que saúde heim cunhada, poxa vida... Dei um tapa no ombro dele, bem forte. -Me respeita, menino! Ele riu, levou na brincadeira como sempre. Mas conforme eu ia pro quarto, os olhos dele me seguiram. Era nítido que ele tinha gostado do que viu. Não que eu seja gostosona, nem nada disso, mas eu me cuido muito, então também não sou de jogar fora. Fui pro quarto e enquanto me secava sentia umas pontadas, um fogo subindo... Sabia que eu tinha bebido muito mais que deveria... Mas era inegável que eu estava excitada pra caralho. Acho que ter sido flagrada por outro mexeu comigo. Juro que senti minha pepeka inchada... Até pensei que ia ser um dia de merda, porque certeza que Gabriel ia negar fogo por causa da ressaca... Gabriel terminou o banho quase ao mesmo tempo que sai do quarto. Ele estava ridículo. Toalha sobre os ombros, baldinho no meio das pernas, vomitando o puro suco da bile. O piruzinho dele molenga, mortinho da silva, balançava como uma pelinha solta. Ridículo mesmo. Levei ele pro quarto, ele se jogou na cama de bruços e coloquei o baldinho do lado dele no memento que ele gorfou. Levei um colchão pra cozinha, junto com um travesseiro e um cobertor, e voltei. Ouvi Castro saindo do banho. Ele perguntou se a gente ia continuar bebendo e respondi que não, ai ele disse que ia terminar as latas pra não jogar ouro no ralo. Enfim, fiquei ali deitada do lado do Gabriel, decepcionada, puta da vida... E com um tesão da porra. Gabriel, quando bebia desse jeito, apagava. Chegou a dormir na chuva um dia. Não tinha santo que o acordasse. Ali do lado dele comecei a me masturbar, uma siririca calma, sem pressa, mas Gabriel gemia de dor, parecia que ia vomitar, e me deu um nojo que eu achei que fosse vomitar também. Eu geralmente durmo só de blusinha, sem mais nada. Nesse dia eu estava comportadinha, de shortinho; mas mesmo assim coloquei uma camiseta do Gabi e sai do quarto. Dei de cara com Castro, sentado, mexendo no celular. Ele tinha ajeitado a cozinha, arrumado a cama que ia dormir e quando me viu, riu, meio que zoando o Gabriel. Eu ri também e me sentei na outra cadeira. Começamos a conversar coisas bestas, mas o olhar do Castro me comia viva. Ele nem disfarçava. Eu achei que fosse me incomodar, mas na verdade, me enchi de tesão. Fiquei uns 15 minutos ali com ele e voltei pro quarto. Castor apagou as luzes e foi dormir também. Uns 15 minutos depois, Gabriel acordou vomitando de novo. O cheiro era insuportável. Geralmente, quando um de nós ficava ruim assim, o outro ia dormir na cozinha, ou quem tava ruim ia dormir lá; mas e hoje com visita? Pensei em ligar pra minha mãe, mas ela ia reclamar por causa do horário, já que passava das 4:00. Saí do quarto de novo e me sentei. Castro assustou, mas continuou deitado. Fiquei ali sentada, sentindo ao mesmo tempo raiva e tesão. Eis que Castro fala do nada: -Nossa Mí, que pezinho lindo você tem! Ele deitado a menos de um metro dos meus pés, falando aquilo, e acendeu. Eu ri fingindo vergonha , cruzei as pernas sobre a cadeira e falei: -Vai dormir, menino! Para de besteira! -É sério mesmo, que pezinhos lindos demais... Deixa eu ver... Já vi até mais que eles... Eu me quebrei, segurei pra não rir alto. Mas resolvi entrar no jogo. Foda-se na verdade. Eu tava subindo pelas paredes! Abaixei meu pé e depois de uns segundos, senti as mãos do Castro segurar ele firmemente. Ele começou a massagear, enquanto a gente falava baixinho sobre a festa. Eis que, do absoluto nada, ele começou a beijar meus pés, depois lamber, na maior naturalidade do mundo. -Acho que você ta muito tensa, depois dessa massagem você vai dormir tranquilinha... - Ele disse entre um beijo e outro. -Ah, se massagem nos pés resolvesse de alguma coisa... -Resolve sim, confia no cunhado que é sucesso... -Não, é que eu queria massagem em outro lugar... Castro nem esperou. Começou a subir minhas perna dando beijo e lambida enquanto massageava minha panturrilha. Massageou meus joelhos... E minhas coxas... Beijando e lambendo... Fui ficando maluquinha, mas sabia que não tinha tempo ou espaço pra romance. Eu queria rola. E tinha que ser cena rápida. Segurei a cabeça dele, agarrando os cabelos e ao mesmo tempo que aproximei a cara dele, inclinei minha cintura pra cima... E com a outra mão, puxei meu shortinho pro lado e abri as pernas... O safado nem esperou, não fez cerimônia. Caiu de boca com vontade. Meu grelo tava tão inchado que parecia um dedinho... E minha pepeka depiladinha na cera vibrando de tesão. Castro abocanhou tudinho... E a barba rala dele raspando na minha coxa, uma loucura, aquela pensamento de que é proibido, aquele medo de ser flagrada... Não levei um minuto pra gozar na boca dele. Tive que morder minha camisa pra não gritar... Me tremi todinha, descontrolada. Queria mesmo é gemer alto e soltar aquele tesão acumulado, mas não pude, o que aumentou ainda mais meu tesão. Castro não parou de lamber, beijar e chupar e pra me complicar ainda mais, ficou esfregando com a mão... Quase que eu gritei. Fiz ele parar mas no processo a cadeira arrastou e fez muito barulho. Na hora, levantei e Castro se afastou. Fui devagar até a porta do quarto, abri e Gabriel estava roncando como um trator velho. Fechei a porta e fiz um gesto pro Castor deitar no colchão. O safado deitou já tirando a bermuda e mostrando o pau. Fiquei até aliviada porque a rola dele era um pouco menor e mais fina que a do Gabriel, ou seja, ele não ia desconfiar de nada. Sussurrei pro Castro colocar a camisinha. Ele pegou na carteira, abriu e enquanto ele colocava, eu me posicionei sobre ele. Toda tesuda, pisei na cara dele fazendo pose de má e ele adorou. Ai, sem demora, tirei o shorts, cuspi na minha mão, melei minha pepeka toda e sentei. Simplesmente o pau dele entrou todinho sem nem sequer travar. Esperei ele se ajeitar e assim que ele agarrou minha cintura, comecei a cavalgar. Castro me comia muito bem, mexendo o corpo em sincronia, agarrando minha bunda, alisando meus seios... Ai levantei a camisa e ele começou a mordiscar e lamber meus mamilos, inchados e saltados pra fora... Foram uns 5 minutos de cavalgada. Teve alguns momentos que eu perdi o controle e fez barulho, mas logo a gente se controlava. Cavalguei uns 5 minutos antes dele me virar e me deitar no colchão pra vir por cima. Muito gostoso ele metendo em mim, me beijando, me amassando, enquanto olhava pra porta. Eu provocava, dizendo pra ele gozar logo antes que o Gabriel acordasse, mas o puto tava num fogo danado e parece que eu incentivar ele estava deixando ele ainda mais animado pra continuar. Ele prendeu minhas pernas com os braços e socou sem dó. Não fez barulho, pelo menos não muito, e eu adorei sentir aquele macho em fodendo toda. Cada estocada era um deleite... E gozei de novo no pau dele, me tremi todinha. Ele aproveitou e me virou de bruços. Ergueu minha cintura e começou a me comer de quatro. Eu arrebitei bem a bunda pra ele pra sentir melhor, mas depois de um tempinho eu cedi e deitei de bruços, com ele socando sem parar. E nessa posição ele me fodeu gostoso por vários minutos, até perdi a conta. Quando ele finalmente cansou, me comeu de ladinho, comigo de costas pra ele. Depois me fez virar pra ele e me comeu de ladinho enquanto a gente se beijava e falava umas putarias. Ai ele me virou de barriga pra cima e me comeu de um jeito que eu nunca tinha sido comida antes. Ele fechou minhas pernas, encaixou a rola na minha bucetinha e basicamente me cavalgou. Achei aquilo muito, muito bom, algo novo pro meu repertório. Ele me sapecou até dizer chega e eu gozei de novo. Eis que ele tira a camisinha e despeja em cima de mim um rio de porra. Voou porra na minha cara, seios, barriga... leite quentinho, branquinho, grossinho... Do jeitinho que eu amo... Não resisti e experimentei um pouquinho... E quando Castro viu, veio por cima de mim e me fez chupar a rola melada dele. Mamei com gosto até ele amolecer. Deixei limpinho. Ele se deitou do meu lado ficamos um ou dois minutos num lovezinho... Até que cai na real e levantei. Corri pro banheiro e tomei uma ducha. Quando sai, Castro já estava vestido, deitado, feliz da vida. Tomei uma água, enchi uma garrafinha e sem falar nada voltei pro quarto. Capotei, dormi igual criança, exausta. Acordei as 10 horas da manhã. Cheiro de comida. Gabriel ainda estava morto deitado na cama todo fodido, fedendo a vômito e mesmo quando tentei acordar ele, sem resposta. Abri a janela pra tirar aquele cheiro horrendo e fui pra cozinha. Castro tinha acordado e já tinha feito arroz. Estava preparando carne de panela. Agiu normalmente, sem esboçar nenhuma mudança em seu jeito. Ele se resumiu a pedir desculpas por ter fuçado na geladeira e ter feito comida, mas pelo contrário, eu agradeci ele, já que seria um trabalho a menos pra mim. Cuidadoso, ele tinha arrumado a cozinha, limpado o chão, lavado a louça, um doce de menino. Eu voltei pro quarto, tentei acordar Gabriel que mandou deixar ele dormir. Eu avisei que ia almoçar e ele nem deu atenção. Me troquei, coloquei uma roupa mais comportada e almocei com Castro. Ele não tentou nada. Depois de comer, ficamos conversando sobre assuntos da festa mais um tempo e ele chamou carro de aplicativo. Enquanto a gente esperava perto do portão, ele segurou minha mão e disse: -Na próxima festa aqui perto vou vir dormir aqui de novo... Só pra te fazer uma massagem nos pés e te chupar gostoso de novo pra você gozar na minha boca mais uma vez. -O que a gente fez foi errado... -Mas foi bom né? Gozou três vezes... O proibido é mais gostoso, né? Eu só ri. O carro do aplicativo chegou, nos abraçamos brevemente - o Castro apertou minha bunda - e ele foi embora. Voltei pra casa e fui cuidar da vida, lavar roupa, e esperar o Gabriel acordar. Ele acordou umas 15h, tomou uma ducha e ficou até as 19hrs zuado, tomando soro caseiro e sem conseguir comer. Só foi comer de noite. Elogiou muito a comida do Castro. -É, a comida dele é muito boa mesmo... - Falei sem pensar, mas Gabi nem reparou nada. De noite, deitados na cama vendo seriado, me bateu um tesão anormal. Só de lembrar o que eu tinha aprontado me dava medo e tesão. Gabriel já tava bem melhor e eu aproveitei pra cavalgar gostoso no pau dele - pensando no Castro. Gozei muito, até porque a rola do Gabi é maior e mais grossa - mas o tesão de ter feito o que fiz era o tempero que me deixava maluquinha. A semana toda eu fiquei no cio. Gabriel até estranhou, mas gostou de me ver implorando a pica dele uma vez depois da outra. Acho que uma "trava" mental minha quebrou. No fim, gostei do que fiz. É errado, é imoral e é perigoso, mas valeu a pena. Gabriel está feliz porque eu vivo escalando as paredes de tanto tesão. Castro gostou, porque é homem né, e teve uma fêmea facinho pra ele. E eu gostei, porque, bom, sempre tive esse pensamento, esse fetiche secreto. Mal vejo a hora de ter outra festinha... Só pra ver se Castro vai vir dormir aqui de novo. Mas não excluo a possibilidade de trombar com ele escondida só pra me satisfazer um pouquinho... E até quero começar a tentar falar com Gabi sobre uma terceira pessoa. Pensei em começar chamando uma amiga minha, só pra ele morder a isca... Mas isso vai ficar mais pra frente, quando eu tiver ainda mais coragem.
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