Fodida por um Incubus!



Eu sempre fui assim. Morena, magra, 25 anos, solteira e com uma buceta que não me deixa em paz. Desde os 18 eu gozo fácil pra caralho. Basta pensar em pau que a calcinha já fica molhada. Eu me masturbo quase todo dia, duas, três vezes. Às vezes no banheiro do trabalho, com o dedo enfiado até o fundo enquanto mordo a mão pra não gemer alto. Minha buceta é morena, carnuda, com os lábios grossos que ficam inchados quando eu fico excitada. O grelinho fica duro e saliente, pedindo dedo, língua, qualquer coisa. E os seios... grandes, pesados, com os bicos escuros que endurecem só de pensar em serem chupados.

Eu penso em sexo o tempo todo. Ando pela rua imaginando rola na boca, no cu, na buceta. Às vezes acordo de madrugada com a mão já enfiada entre as pernas, gemendo baixinho, a buceta latejando. Sexo com homem de verdade é raro. Não porque eu não queira. É a porra da burocracia. Sair, conversar, esperar. Cansativo. Prefiro ficar em casa, abrir as pernas na cama e gozar sozinha vendo vídeo de pau grosso entrando em cu apertado. Ou lendo contos eróticos de diversos temas e assuntos.
Foi assim que começou.
Primeiro foram os sonhos. Estranhos. Eu sentia peso no corpo. Alguém me segurando. Uma boca quente nos seios. Um pau grosso esfregando na minha buceta molhada. Eu acordava ofegante, com medo, a calcinha encharcada. Tentei parar de ver porno. Tentei não pensar em sexo. Não adiantou. Os sonhos voltavam mais fortes. Até que uma noite eu não acordei com medo. Acordei com a buceta latejando de prazer e um sorriso no rosto.
Fui pesquisar. Incubus. Demônio do sexo. Que fode mulheres enquanto dormem. No começo deu um frio na barriga. Depois... porra. Eu comecei a esperar por ele.
Agora eu durmo de barriga pra cima, pernas abertas, sem calcinha. Às vezes até com o dedo enfiado na buceta, me preparando. E ele vem.
Naquela noite eu estava especialmente puta. Tinha passado o dia inteiro com a buceta molhada. No almoço me masturbei no banheiro, gozei engasgando o gemido. À noite, no sofá, assistindo qualquer merda, eu já estava esfregando o grelinho por cima da calcinha. Quando fui pra cama, me deitei nua, as pernas bem abertas, a mão apertando um seio enquanto a outra descia até a buceta.
- Vem, porra... - murmurei no escuro. - Vem me foder.
Eu senti primeiro o peso. Como se alguém subisse na cama. O colchão afundou dos dois lados do meu corpo. Depois o cheiro. Almíscar, suor, sexo. Quente. Masculino. Meu coração acelerou, mas a buceta latejou forte, soltando mais mel.
Mãos grandes e quentes agarraram meus seios. Dedos grossos apertaram os bicos, puxando, torcendo.
- Ahhh, caralho... - gemí, arqueando as costas.
A boca dele desceu. Quente, úmida, sugando um mamilo com força. Língua grossa rodando, dentes roçando de leve. Eu soltei um gemido alto, a mão dele descendo pela minha barriga até a buceta. Dois dedos se afundaram de uma vez só, sem aviso, até a base.
- Porra! - gritei, abrindo mais as pernas. - Isso... enfia fundo...
Ele não falava. Só respirava pesado perto do meu ouvido enquanto os dedos fodiam minha buceta com força. O polegar esfregava o grelinho duro, girando, apertando. Eu já estava gozando. O orgasmo veio rápido, violento. A buceta apertou os dedos dele com força, jorrando mel pela mão. Eu tremei inteira, gemendo desesperada.
- Ahhh... ahhh, caralho... gozei...
Mas ele não parou. Os dedos saíram e eu senti a cabeça grossa do pau dele batendo no meu grelinho. Quente. Grossa pra caralho. Ele esfregou pra cima e pra baixo, sujando a rola com meu mel, e depois enfiou.
- AAAAAHHH PORRA! - gritei quando a pica entrou de uma vez.
Era grande. Grosso. Me abriu inteira. Eu senti cada centímetro entrando, esticando a buceta, batendo no fundo. Ele não teve piedade. Começou a foder com força logo de cara, o pau saindo quase inteiro e entrando de novo com estalo molhado.
- Isso... fode... fode essa buceta, caralho... - eu gemia, a voz quebrada. - Mais forte... porra... me arrebenta...
As mãos dele agarraram minhas coxas e abriram ainda mais. O corpo pesado me prensava na cama enquanto a pica entrava e saía com violência. Eu sentia as bolas batendo no meu cu a cada estocada. O som era obsceno. Molhado. Barulhento. Minha buceta fazia squelch a cada penetração.
Ele abaixou a cabeça e chupou meu seio de novo, mordendo o bico enquanto fodía. Eu gozei de novo. O segundo orgasmo veio em ondas, a buceta engolindo a rola dele com força, o corpo inteiro tremendo.
- Ahhh... ahhh... não para... não para porra... - eu implorava, a voz grossa de prazer.
Ele virou meu corpo como se eu não pesasse nada. Me colocou de quatro, a cara enfiada no travesseiro, a bunda pro alto. As mãos grandes abriram minhas nádegas e eu senti a língua quente no meu cu. Grossa, molhada, enfiando. Eu gritei no travesseiro.
- Caralho... isso... chupa meu cu...
A língua fodia meu cu enquanto dois dedos entravam na buceta. Eu balancei a bunda pra trás, pedindo mais. Ele lambeu, chupou, enfiou a língua fundo. Depois tirou a língua e enfiou a pica de novo na buceta, agora por trás. As estocadas eram mais profundas. Eu sentia o pau batendo no fundo a cada vez, me arrombando gostoso.
- Mais fundo... porra... arrebenta essa buceta... - eu gemia, a voz abafada no travesseiro. - Me fode... me fode igual uma puta...
Ele agarrou meu cabelo e puxou a cabeça pra trás, me forçando a arquear ainda mais. A outra mão desceu e começou a esfregar meu grelinho com dois dedos enquanto a pica entrava e saía com força. Eu gozei de novo. O terceiro. As pernas tremeram, a buceta jorrou, molhando as coxas e o colchão. Eu gritei alto, sem vergonha nenhuma.
- AAAAAHHH... TO GOZANDO... PORRA... TO GOZANDO DE NOVO...
Ele não parou. Continuou fodendo enquanto eu tremia, o pau entrando na buceta ainda em espasmo. Depois tirou. Eu senti a cabeça grossa pressionar meu cu.
- Isso... enfia no cu... - eu pedi, a voz rouca. - Me fode no cu também...
Ele empurrou devagar. A pica grossa abriu meu cu centímetro por centímetro. Eu gemia alto, a dor misturada com prazer. Quando a cabeça passou, ele enfiou o resto de uma vez.
- CARALHO! - gritei, a voz quebrando. - Que pau grosso... arrebenta meu cu...
Ele começou a foder meu cu com a mesma força. As estocadas eram profundas, violentas. Eu sentia a pica esticando minhas paredes, entrando até o fundo. Uma mão dele desceu e enfio u três dedos na minha buceta, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo.
- Isso... fode os dois... porra... me usa inteira... - eu gemia, desesperada. - Mais forte... me arrebenta...
O som era nojento e gostoso. Pau entrando no cu com estalo, dedos fodendo a buceta molhada, minha respiração ofegante, gemidos altos e quebrados. Eu gozei de novo. O quarto. Dessa vez foi mais fundo, mais forte. O corpo inteiro tremeu, a buceta e o cu apertando tudo ao mesmo tempo. Eu quase desmaiei de prazer.
Ele tirou a pica do meu cu e me virou de novo. Me colocou de costas, abriu minhas pernas até quase rasgar e enfiou de novo na buceta. Agora ele estava mais rápido, mais bruto. As estocadas faziam a cama bater na parede. Eu segurava nos lençóis com força, os seios balançando a cada investida.
- Goza dentro... porra... enche essa buceta de porra... - eu implorava, a voz falhando. - Me enche... me marca...
Ele grunhiu baixo, a primeira vez que soltou algum som, e fodeu ainda mais forte. Três, quatro estocadas profundas e ele gozou. Eu senti o pau latejar dentro de mim, jatos quentes e grossos de porra enchendo minha buceta. Ele continuou metendo enquanto gozava, empurrando a porra mais fundo. Eu gozei junto, o quinto orgasmo, a buceta engolindo cada gota, apertando a rola dele como se quisesse sugar tudo.
Ele ficou dentro um tempo. A pica ainda dura, latejando. Depois tirou devagar. Eu senti a porra escorrer pelo meu cu e pela buceta, molhando o colchão. Ele ainda não tinha falado. Só se inclinou e chupou minha buceta, limpando a própria porra com a língua, chupando meu grelinho inchado até eu gemer de novo, sensível demais.
Quando ele sumiu, eu fiquei deitada, pernas abertas, a buceta e o cu latejando, a porra escorrendo. Eu estava destruída. Gozada. Completa.
No dia seguinte eu acordei com o corpo doendo gostoso. A buceta ainda sensível. O cu arrombado. E um sorriso no rosto. À noite eu já estava de novo de pernas abertas, esperando.
Ele voltou. E continua voltando.
Às vezes ele me fode devagar, me fazendo gozar várias vezes antes de enfiar no cu. Às vezes é bruto desde o começo, me arrebentando a buceta e o cu até eu não conseguir mais gemer, só soluçar de prazer. Às vezes ele me faz chupar a pica primeiro. Eu acordo com a boca cheia de pau grosso, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo enquanto ele enfia até a garganta. Depois me vira e fode.
Eu não sei se é real. Não sei se é delírio. Não me importo. Porque quando a pica dele entra, quando os dedos apertam meus seios, quando a língua chupa meu grelinho até eu gritar, nada mais importa. Eu gozo. Eu grito. Eu peço mais. E ele sempre dá.
Agora, enquanto escrevo isso, estou de pernas abertas na cama. A mão na buceta. O dedo esfregando o grelinho inchado. Já estou molhada só de lembrar. Em breve vou apagar a luz, abrir as pernas e esperar.
- Vem... - eu vou sussurrar no escuro. - Vem me foder de novo. Arrebenta essa buceta. Enfia no cu. Me faz gozar até eu desmaiar.
E ele vai vir. Sempre vem.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fodida por um Incubus!

Codigo do conto:
273434

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
29/09/2026

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