Após ver meu pai batendo uma na minha cama, dei uma surra de buceta nele!
Ontem eu cheguei em casa mais cedo. A porta do meu quarto estava entreaberta. Empurrei devagar e vi meu pai deitado na minha cama. Nu. Completamente nu. A mão dele subia e descia naquela pica grossa, veiuda, já molhada de pré-gozo. Ele se masturbava com força, os olhos semicerrados, a respiração pesada. Não me viu logo de cara. Só quando eu dei um passo pra dentro ele abriu os olhos e se sentou de uma vez, a pica ainda latejando na mão, pingando no lençol. A gente ficou se olhando. Eu não gritei. Não saí. Não fiz cara de nojo. Só fiquei parada, sentindo o coração bater forte e a buceta já começar a tremer. Ele percebeu. Viu que eu não ia embora. E, devagar, a mão dele voltou a subir e descer naquela pica. Mais devagar agora. Me olhando o tempo todo. Nenhum de nós falou nada por um tempo. Só o barulho molhado da mão dele esfregando o pau. Eu conseguia ouvir a respiração dele acelerando. Os olhos dele não saíam dos meus. De repente ele gemeu baixo, a boca aberta, e gozou. Jatos quentes e grossos saíram daquela pica, caindo nas minhas roupas jogadas na cama, no chão, um pouco até na minha perna. O cheiro forte de porra invadiu o quarto. A gente se olhou mais um segundo. Depois ele se levantou rápido, pegou a roupa e saiu sem falar nada. Eu fiquei ali. Olhei pro esperma branco e grosso escorrendo no meu short. Toquei com o dedo. Quente. Real. Levei o dedo à boca e provei. Salgado. Pesado. Depois me deitei na mesma cama onde ele estava, abri as pernas e enfiei dois dedos na buceta já encharcada, passando o gozo dele no meu grelinho inchado. Me toquei até gozar, gemendo baixo com o cheiro dele ainda no ar. Hoje eu não aguentei mais. Cheguei do trabalho e ele estava na sala. Eu fui direto pro meu quarto, deixei a porta aberta de propósito e tirei a roupa. Fiquei só de calcinha fina. Sentei na beira da cama e comecei a me tocar por cima do tecido, o grelinho já duro. Ele apareceu na porta poucos minutos depois. Parou. Olhou. A pica dele já marcava a bermuda. — Fecha a porta — eu falei, a voz rouca. Ele fechou. Travou. Ficou parado me olhando enquanto eu puxava a calcinha pro lado e mostrava a buceta molhada, os lábios inchados, o grelinho latejando. — Vem cá — eu disse. — Quero ver essa pica de novo. Ele se aproximou. Eu ajoelhei na frente dele, abri o zíper e puxei a bermuda pra baixo. A pica saltou pra fora, já dura, grossa, a cabeça roxa e brilhando de pré-gozo. Eu segurei com as duas mãos, passei a língua de baixo até em cima, lambendo a fenda e chupando o gosto dele. Ele gemeu alto. — Porra, filha... Eu enfiei a pica inteira na boca, engasgando, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta. Saliva escorria pelo queixo enquanto eu chupava com força, a mão apertando o saco dele. Ele segurava meu cabelo e empurrava a boca, fodendo minha garganta com vontade. — Isso... engole essa pica toda... caralho... Eu me afastei só o suficiente pra falar, a voz embargada: — Goza na minha boca hoje. Quero engolir tudo. Ele puxou a pica pra fora, me levantou e jogou na cama. Puxou a calcinha com força até rasgar. Abriu minhas pernas e enterrou a cara na buceta. A língua dele passou no grelinho, chupou, mordeu de leve, enfiou dentro e chupou o meu mel. Eu gritava, as unhas cravadas nas costas dele. — Assim, pai... chupa essa buceta molhada... porra... Ele subiu, posicionou a pica na entrada e empurrou de uma vez. A pica grossa abriu minha buceta toda, entrando até o fundo. Eu gritei. Ele começou a meter forte, a cama batendo na parede, o barulho molhado da pica entrando e saindo da minha buceta ecoando no quarto. — Tá tão apertada... caralho... — Mete mais forte... arrebenta essa buceta... Ele pegou minhas pernas e colocou nos ombros, metendo ainda mais fundo. Cada estocada fazia o grelinho latejar e a buceta escorrer. Eu gozei primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando a pica dele com força. — Tô gozando... aiiiiii porra... Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu gozava, o gozo escorrendo pelas minhas coxas. Depois virou de lado, me colocou de quatro e enfiou de novo. A pica entrava até o saco bater na minha buceta. Ele cuspiu na minha bunda, enfiou o polegar no meu cu e meteu mais forte. — Olha esse cu apertado... quero foder ele também... — Enfia... enfia o dedo mais fundo... arromba esse cu... Ele tirou a pica da buceta, colocou a cabeça no meu cu e empurrou devagar. Eu gritei alto quando a pica começou a entrar. Queimava. Esticava. Ele foi entrando centímetro por centímetro até enfiar tudo. Ficou parado um segundo, depois começou a meter. — Porra... que cu gostoso... tá me engolindo todo... — Mais forte... fode meu cu... arrebenta... Ele meteu com vontade, uma mão no meu cabelo puxando minha cabeça pra trás, a outra apertando minha bunda. Eu gemia desesperada, o grelinho latejando de novo. Ele tirou a pica do cu, enfiou de novo na buceta, depois voltou pro cu, alternando, me fodendo nos dois buracos. — Qual você quer mais, hein? A buceta ou o cu? — Os dois... fode os dois... enche os dois de porra... Ele me virou de novo, deitou em cima de mim e meteu fundo na buceta. Eu sentia a pica latejando. Ele estava perto. — Goza dentro... quero sentir a porra quente... — Vou encher essa buceta... Ele meteu mais três, quatro vezes e gozou. Jatos quentes e grossos enchendo minha buceta, escorrendo pra fora enquanto ele ainda metia. Eu gozei de novo só de sentir a porra dele dentro. Ele ficou por cima, a pica ainda latejando, o gozo vazando pelos lados. Depois ele tirou a pica e eu me ajoelhei de novo. Lambi a pica limpa, chupando o resto da porra misturado com meu mel. Ele gemeu baixo. — Ainda não acabou — eu falei, a voz rouca. — Quero mais. Ele me puxou pra cima, me sentou no colo de frente e enfiou de novo. Eu rodei o quadril, subindo e descendo na pica, o grelinho roçando nele. Ele chupava meus peitos, mordeu o mamilo, enquanto eu gozava outra vez, a buceta apertando. A gente ficou assim a noite inteira. Ele me fodeu na cama, no chão, contra a parede. Encheu minha boca, minha buceta e meu cu de porra. Eu engoli, escorri, senti o cheiro dele em todo o meu corpo. Quando finalmente paramos, eu estava deitada no peito dele, a buceta latejando, o cu arrombado, o gozo escorrendo pelas coxas. — Amanhã a gente continua — eu sussurrei. Ele só apertou minha bunda e respondeu: — Pode deixar. Essa pica agora é sua.
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