A noite estava quente pra caralho em Marrocos. O ar da casa de praia do meu tio cheirava a sal e a aquela umidade pesada que gruda na pele. Eu tava deitada na cama de casal do quarto de hóspedes, minha tia roncando baixinho do meu lado, e o celular iluminava meu rosto enquanto eu digitava pra ele. Dois dias tentando falar com o meu pai. Ele lá na Flórida, eu aqui do outro lado do oceano. Finalmente, lá pelas uma da manhã do meu horário, ele respondeu. - Filha… que horas são aí? - Uma da manhã. Tô com saudade de você. Eu mandei a foto. Aquela de biquíni preto, molhada ainda da piscina, o tecido grudado nos peitos, o tecido fino marcando o volume da buceta. Ele demorou quase um minuto pra responder. - Porra… olha esse corpo. Essas curvas… essa cintura… essa bunda. Você tá cada vez mais gostosa, filha. Meu coração acelerou. Eu já sabia que a gente ia atravessar a linha de novo. Sempre acontecia. Ele nunca foi pai de verdade, nunca deu bronca, nunca mandou. Cresci com minha tia e meu tio. Com ele a gente conversava como dois adultos, dois amigos que se excitavam um com o outro. - Tô molhada só de ler o que você escreveu – eu digitei, apertando as coxas uma na outra. - Mostra pra mim. Eu levantei devagar, sem fazer barulho. A tia continuava dormindo. Entrei no banheiro, trancando a porta. A luz amarela batia no espelho. Eu tirei a camiseta de dormir e o sutiã. Os peitos pesados, os bicos duros de tanto pensar nele. Abri a videochamada. A tela acendeu. Ele tava deitado na cama dele, só de cueca. O volume da pica já marcava forte. Quando ele me viu sem nada em cima, soltou um gemido baixo. - Porra, filha… esses peitos. Aperta eles pra mim. Aperta forte. Eu obedeci. Apertei os seios, os dedos afundando na carne macia, os bicos roçando na palma da mão. Ele puxou a cueca pra baixo. A pica dele saltou pra fora, grossa, veiuda, a cabeça já molhada de porra. Ele começou a bater uma devagar, a mão subindo e descendo o pau grosso. - Abre as pernas. Quero ver essa buceta. Eu puxei a calcinha pro lado. A buceta tava inchada, o grelinho saltado, a fenda brilhando de porra. Eu passei dois dedos bem devagar, abrindo os lábios, mostrando tudo. - Porra… tá pingando. Enfia os dedos. Enfia fundo. Eu enfiei dois dedos de uma vez. A buceta engoliu fácil. O barulho molhado ecoou no banheiro pequeno. Eu gemí baixo, mordendo o lábio pra não acordar ninguém. - Assim… mais fundo. Mexe o grelinho com o polegar. Imagina que é a língua do papai lambendo essa putinha. - Papai… – eu gemí, a voz embargada. – Tá tão gostoso… minha buceta tá escorrendo toda. Ele acelerou a mão no pau. A pica dele latejava, a cabeça inchada, a porra já escorrendo pela glande. Eu enfiei os dedos mais fundo, curvando, batendo no ponto certo. O gemido saiu mais alto dessa vez. - Cala a boca, putinha. Não pode fazer barulho. Fica quietinha enquanto se fode pros dedos. - Não consigo… ah… porra… – eu gemia entre os dentes, a buceta apertando os dedos, o grelinho latejando. Ele se masturbava mais rápido agora, a mão molhada de porra, o pau batendo contra a barriga. Os olhos dele estavam fixos na minha buceta na tela. - Mais rápido. Fode essa buceta com força. Quero ver você gozar pro papai. Eu enfiei três dedos. A mão molhada batia contra a pele, o som obsceno enchendo o banheiro. Minha outra mão apertava o peito, puxando o bico. Eu tava tremendo, a barriga contraindo. - Papai… tô quase… tô quase gozando… - Goza. Goza pra mim. Quero ver essa buceta pulsando. O orgasmo veio forte. Eu me curvei pra frente, os dedos ainda enterrados, a buceta se contraindo em volta deles, porra escorrendo pela mão, pela coxa. Eu gemia sem conseguir parar, o corpo inteiro tremendo, a boca aberta. Ele gozou no mesmo segundo. Jatos grossos de porra saíram do pau dele, espirrando na barriga, na mão, no lençol. Ele gemeu baixo, a voz rouca: - Porra… filha… gozei tanto… Mas ele não parou. Continuou masturbando o pau ainda duro, a porra escorrendo pelos dedos. - Continua. Continua se tocando. Quero ver você gozar de novo. Eu não conseguia respirar direito. Os dedos ainda estavam dentro, a buceta hiper-sensível. Eu comecei a mexer de novo, mais devagar no começo, depois mais rápido. O grelinho doía de tão inchado. Eu abri mais as pernas, sentando no vaso, as costas encostadas na parede fria. - Enfia mais fundo. Imagina que é a pica do papai entrando nessa buceta apertada. Imagina eu te fudendo de quatro, segurando seus cabelos, te chamando de putinha enquanto meto até o fundo. - Papai… me fode… me fode forte… – eu gemia, a voz quebrada. – Quero sua pica na minha buceta… no meu cu… quero engolir sua porra… Ele batia uma com força agora, o pau ainda molhado da primeira gozada. A segunda estava vindo rápido. - Abre o cu também. Mostra o cuzinho pra mim. Eu puxei a bunda com uma mão, abrindo as nádegas. O cuzinho apertado apareceu na tela. Eu passei o dedo molhado de porra por cima dele, apertando de leve. - Porra… esse cuzinho. Um dia eu vou te foder aí também. Vou abrir esse cu com a pica até você gritar. Eu enfiei o dedo no cu ao mesmo tempo que os outros dois ainda estavam na buceta. A sensação foi demais. Eu gemia agora sem controle, a boca aberta, a saliva escorrendo pelo queixo. - Ah… papai… tô gozando de novo… porra… não consigo parar… O segundo orgasmo me dobrou ao meio. Eu tremia tanto que quase caí do vaso. A buceta e o cu se contraindo juntos, porra escorrendo em fio, molhando o chão do banheiro. Eu gemia alto demais, a mão na boca pra abafar o som. Ele gozou de novo. Mais jatos, mais grossos, a porra espirrando longe. Ele gemeu meu nome baixo, a voz falhando: - Filha… porra… você me faz gozar tanto… Eu fiquei ali, sentada, ofegante, os dedos ainda dentro, o corpo inteiro mole. A tela mostrava ele limpando a porra da barriga com a própria mão, ainda olhando pra mim. - Limpa essa buceta. Limpa esse cu. Depois volta pra cama e dorme. Eu obedi. Lavei as mãos, limpei entre as pernas com papel higiênico, o tecido já encharcado. Vista de novo a camiseta. Abri a porta devagar. A tia ainda dormia. Voltei pra cama. O celular ainda estava ligado. Ele me olhou uma última vez. - Boa noite, filha. Sonha com a pica do papai te fudendo. - Boa noite, papai – eu respondi, a voz ainda rouca. – Vou sonhar. Desliguei a chamada. Deitei de lado, a buceta ainda latejando, o grelinho sensível demais, o cu um pouco aberto. O cheiro de sexo ainda tava nas minhas mãos. Fechei os olhos e dormi com o gosto daquele gemido dele ainda na cabeça.
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