Após me ajudar a depilar a buceta, meu maninho me comeu gostoso!

Aquele dia começou normal pra caralho, mas acabou sendo a coisa mais safada e intensa que já vivi na vida. Eu tava no banheiro, de calcinha e top, com a lâmina na mão, pronta pra depilar aquela buceta que tava virando um matagal. Preguiça de merda, né? Acumulava cabelo pra caralho e eu só empurrava com a barriga. Aí a porta abriu e meu irmão entrou. Não bateu, não avisou, só entrou e me pegou ali, lâmina na mão, perna aberta na beirada da banheira.
Eu quase morri de vergonha.
— Caralho, o que você tá fazendo aqui? — falei, tentando fechar as pernas.
Ele fechou a porta atrás dele, olhou pra mim e deu aquele sorrisinho safado que eu conheço desde moleque.
— Tava te ouvindo xingando essa lâmina. Quer que eu faça pra você?
Eu ri nervoso.
— Você? Depilar minha buceta? Tá maluco?
— Deixa eu. Ninguém nunca fez isso por você. Vou ter o maior cuidado do mundo.
Não sei se foi a voz baixa, o jeito que ele olhava pra minha calcinha ou o fato de que eu já tava molhadinha só de pensar, mas eu acabei aceitando. Coração batendo no peito igual tambor. Ele se aproximou, ajoelhou na frente de mim e pediu pra eu sentar direitinho na beirada da banheira, pernas abertas. Tirei a calcinha com as mãos tremendo e ele ficou olhando aquele mato todo.
— Porra… tá bem peluda mesmo — murmurou, quase sem querer. — Fica quietinha.
Ele pegou a tesourinha e começou a cortar os pelos mais longos com uma delicadeza que eu não esperava. Cada toque da tesoura na pele me fazia tremer. Eu olhava pro rosto dele, concentrado pra caralho, sobrancelha franzida, lábios entreabertos. Meu coração acelerou tanto que eu quase pedi pra ele parar. Mas eu não queria parar.
Quando terminou de aparar, ele molhou a mão, ensaboou aquela espuma quente bem na minha boceta e espalhou com os dedos. Os dedos dele deslizando entre os lábios, passando no grelinho sem querer… eu soltei um gemido baixo.
— Porra, irmão… cuidado.
— Calma. Tô te deixando lisa pra caralho.
A lâmina veio depois. Fria no começo, depois quente com o calor da minha pele. Ele raspava devagar, quase devoto, como se minha buceta fosse a coisa mais preciosa do mundo. Cada passada da lâmina me deixava mais molhada. Eu sentia o líquido escorrendo pela fenda, pingando na banheira. Vergonha e tesão misturados. Eu mal conseguia respirar.
— Tá escorrendo, hein — ele falou baixinho, sem tirar o olho do serviço. — Sua boceta tá pingando só de eu passar a lâmina.
— Cala a boca… — gemeei, mas a voz saiu quebrada.
Quando ele terminou, passou a mão devagar pra sentir se tava lisinha. A pele tava tão sensível que o toque dele me fez revirar os olhos. Ele olhou pra cima, me encarou e, sem avisar, abaixou a cabeça e beijou bem no meio da minha buceta recém-depilada.
Eu surtei.
Agarrei o cabelo dele com as duas mãos e puxei pra cima, beijando a boca dele com uma fome doida. Ele respondeu na mesma hora, língua quente, mão subindo e puxando meu top pra cima. Meus peitos saltaram livres e ele engoliu um mamilo enquanto a outra mão descia de novo pra minha boceta. Em segundos eu tava completamente nua, pernas abertas, ele ajoelhado entre elas.
— Abre mais — ordenou, voz rouca.
Ele abriu minhas coxas com as mãos e enterrou o rosto ali. A língua dele passou de baixo pra cima, lambendo a fenda inteira, e quando chegou no grelinho eu quase gritei. A pele tava tão sensível, tão lisa, que cada lambida era um choque. Ele chupava o grelinho com força, puxava com os lábios, depois enfiava a língua dentro da minha boceta enquanto um dedo entrava devagar.
— Aaaaah, porra… assim… continua — gemeei alto, sem vergonha nenhuma.
Ele metia o dedo fundo, curvava, e lambia ao mesmo tempo. Eu tava escorrendo tanto que a banheira já tava molhada debaixo de mim. Meus gemidos saíam desesperados, altos, sujos.
— Chupa essa buceta… assim… mais forte… aahh, caralho, sua língua…
Ele não parava. Dois dedos agora, entrando e saindo molhados, fazendo barulho de sucção enquanto a língua trabalhava o grelinho sem piedade. Eu sentia o orgasmo subindo rápido demais. Minhas pernas tremiam, eu puxava o cabelo dele com força, empurrando a buceta contra a boca dele.
— Vou gozar… porra, vou gozar na sua cara… aaaaah!
Eu gozei gritando, contrações fortes apertando os dedos dele, líquido escorrendo pela boca e pelo queixo. Ele continuou lambendo até eu quase chorar de sensibilidade. Quando levantou o rosto, tava brilhando de porra minha, olhos selvagens, boca molhada.
Ele se levantou, tirou a camiseta e o short num movimento só. O pau dele saltou duro pra caralho, grosso, veias saltadas, a cabeça já molhadinha de pré-gozo. Eu nem pensei. Peguei com as duas mãos, sentindo o calor e o peso, e levei à boca.
— Que pica linda… — murmurei antes de engolir.
Abri a boca o máximo que deu e enfiei fundo. A cabeça bateu no fundo da minha garganta e eu engasguei, mas continuei. Chupava forte, saliva escorrendo pelo queixo, mão massageando as bolas pesadas. Ele gemia baixo, segurando meu cabelo.
— Isso… chupa essa pica… mais fundo… porra, sua boca é quente pra caralho…
Eu ia e voltava rápido, deixando a pica toda babada, suja de saliva. Brincava com a língua na cabeça, chupava as bolas, voltava pro pau e engolia de novo. Ele pulava na minha boca, eu sentia ele latejando.
— Continua assim… tô perto… — ele gemeu, voz falhando.
Eu chupava mais rápido, mais sujo, fazendo barulho de puta. Quando ele puxou o cabelo pra sair da minha boca, a pica tava latejando, vermelha, brilhando de saliva. Ele começou a bater punheta rápido na minha frente, olhando pros meus peitos.
— Abre a boca… quero gozar em você…
Eu abri, mostrei a língua, e ele gozou. Jatos quentes e grossos bateram nos meus seios, no meu pescoço, um pouco na minha boca. Eu engoli o que caiu na língua e passei a mão nos peitos, espalhando a porra dele pela pele. Ele ainda jorrava, gemendo alto, enquanto eu ficava ali, seios cobertos de porra quente escorrendo.
— Porra… que porra gostosa… — eu gemi, olhando pra ele.
Ele ainda tava duro. Sem falar nada, me puxou pra cima, me virou de frente pra banheira e me empurrou pra frente. Eu apoiei as mãos na parede e ele abriu minhas pernas de novo. A cabeça da pica dele esfregou na minha boceta molhada, subiu e desceu, sujando de gozo misturado com o meu líquido.
— Enfia… por favor… enfia essa pica em mim — pedi, voz rouca.
Ele empurrou devagar. Eu senti cada centímetro entrando, esticando minha buceta molhada. Quando enterrou até o fundo, os dois gememos juntos.
— Que buceta apertada… caralho…
Ele começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte. A pica saindo e entrando, molhada, fazendo barulho. Eu empurrava o cu pra trás, pedindo mais. Ele me segurava pelos quadris e metia fundo, as bolas batendo na minha buceta.
— Mais forte… mete mais forte nessa boceta… aahh, porra…
Ele obedeceu. As estocadas ficaram pesadas, profundas. Eu gemia desesperada, a cabeça batendo quase na parede, seios balançando com a porra dele ainda escorrendo. Ele curvou o corpo, uma mão na frente apertando meu grelinho enquanto metia.
— Goza de novo… quero sentir essa buceta apertando minha pica…
Eu gozei de novo, gritando, contrações fortes sugando o pau dele. Ele não parou. Continuou metendo através do meu orgasmo, mais rápido, mais sujo. Depois tirou, me virou de frente e me sentou na beirada de novo. Ajoelhou e enfiou a pica de uma vez, segurando minhas pernas abertas.
Agora eu via tudo. Via a pica grossa sumindo dentro da minha buceta lisa, saindo brilhante de porra. Ele metia sem piedade, olhando pra mim.
— Olha pra essa pica comendo sua boceta… — ele falava entre gemidos. — Tá gostando, né, putinha?
— Tô… porra, tô adorando… mete mais fundo… aahh…
Ele acelerou. O banheiro inteiro cheirava a sexo, a pele, a porra. Eu sentia outro orgasmo subindo. Ele também. O pau dele latejava dentro de mim.
— Vou gozar dentro… posso?
— Goza… goza dentro dessa buceta… enche eu de porra…
Ele enterrou fundo e gozou. Jatos quentes batendo no fundo da minha boceta, enchendo. Eu sentia cada pulsada, cada jato. Gozei junto, apertando ele com força, gemendo alto e rouco. Quando ele parou de jorrar, ficou parado lá dentro, respirando pesado, testa colada na minha.
A pica ainda latejava. Quando ele saiu, um fio grosso de porra escorreu da minha boceta, descendo pela minha coxa. Eu tava destruída. Peitos sujos, boca inchada, buceta latejando e escorrendo.
Ele se ajoelhou de novo e lambeu o excesso que escorria, limpando a porra dele misturada com a minha. Eu tremia inteira.
— Porra… — foi a única coisa que consegui falar.
Ele levantou, me beijou na boca, deixando eu sentir o gosto da gente misturado.
— Ainda não acabou — murmurou no meu ouvido. — Quero te foder de novo. Quero ouvir você gemendo meu nome enquanto eu como essa buceta até você não aguentar mais.
E ele cumpriu. Me pegou no colo, me levou pro quarto e me fodeu de novo na cama. De quatro, de lado, eu em cima, ele em cima. Cada posição mais suja, mais intensa. Eu gemia sem parar, pedindo mais pica, mais dedo no cu, mais língua no grelinho. Ele me enchia de porra, me limpava com a boca e metia de novo. Até eu não conseguir mais fechar as pernas de tanto gozar.
Quando finalmente paramos, eu tava toda marcada, toda suja, toda dele. E a única coisa que eu conseguia pensar era que nunca mais ia depilar sozinha.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Após me ajudar a depilar a buceta, meu maninho me comeu gostoso!

Codigo do conto:
272847

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/09/2026

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