Completamente bêbada, meu namorado esfolou meu cuzinho!
Eu tava lá, completamente bêbada, o mundo girando um pouco e o corpo mole pra caralho. A gente tinha saído pro pub, bebido um monte, comido uns petiscos e ficado até perto da meia-noite. Eu já tava com a língua solta e as pernas bambas quando ele decidiu que era hora de ir embora. Pedi pra dormir na casa dele e ele topou na hora. Chegando lá, o cara tava tão porre quanto eu, tropeçando de um cômodo pro outro enquanto ia buscar uma toalha e uma camisa dele pra eu tomar banho. Eu me joguei na cama dele de lingerie, a calcinha preta fina e o sutiã que mal segurava os peitos. Quase dormindo, os olhos pesados, a cabeça afundada no travesseiro. Ele voltou, entregou as coisas e sentou do meu lado. Em vez de me deixar quieta, as mãos dele começaram a vagar. Primeiro na bunda, apertando, espalmando, subindo e descendo devagar. Depois os dedos deslizaram pra frente, passando suaves no meu grelinho, fazendo círculos lentos, molhando o tecido da calcinha com o meu próprio sumo. Eu soltei um gemido baixinho, quase um resmungo. - Não vai dar... tô quase dormindo... - murmurei, tentando virar o rosto pro outro lado. Ele não ligou. A voz dele saiu firme, grossa, carregada de tesão: - Eu quero o seu cu. Eu já tava deitada de barriga pra baixo, uma perna meio dobrada, a bunda empinada sem nem perceber. Ele puxou a calcinha até os joelhos, o tecido rasgando um pouco no caminho. Ouvi o barulho do lubrificante sendo espremido, o gel frio escorrendo entre as minhas nádegas. Os dedos dele espalharam tudo no meu cu, apertando a entrada, abrindo um pouco. Eu contrai, instintiva, mas o corpo tava pesado demais pra reagir de verdade. A primeira estocada veio seca, a cabeça da pica dele empurrando e entrando de uma vez. Eu abri os olhos de súbito, um grito preso na garganta. - Sai... quero dormir... - tentei, a voz fraca, quase um lamento. - Eu vou comer seu cu - ele rosnou, e enfiou tudo de uma vez só. A pica grossa abriu meu cu de uma cajadada, o lubrificante ajudando mas não o suficiente pra tirar a queimação. Eu soltei um gemido alto, desesperado, as mãos apertando o lençol. Ele começou a meter. Ora devagar, puxando quase até a cabeça sair e enfiando de novo até o saco bater na minha bunda. Ora rápido, estocadas curtas e secas que faziam o meu cu fazer barulho, aquele ploc ploc molhado e obsceno. Ora com força, socando fundo, a pica latejando dentro de mim, abrindo as paredes do meu intestino. Eu tava mole, o álcool me deixando sem força pra empurrar ele pra longe. Era como se eu fosse uma presa, quietinha, só aguentando o instinto animal dele. - Porra... que cu apertado... - ele uivava, a voz rouca. - Tá engolindo minha pica inteira, sua putinha. Eu gemia sem parar. Gemidos longos, desesperados, misturados com soluços. Cada vez que ele enfiava fundo, meu grelinho roçava no lençol e um choque de prazer subia pela coluna. A buceta escorria, o sumo escorrendo pelas coxas, mas ele não tocava nela. Só o cu. Só a pica dele martelando meu buraco. - Ahh... caralho... tá doendo... mas não para... - soltei sem querer, a voz embargada. O corpo traía, o cu apertando a rola dele a cada investida. Ele riu baixo, um riso sujo. - Não vou parar. Vou foder esse cu até gozar fundo. Você tá toda mole, toda minha... As estocadas ficaram mais intensas. Ele agarrou meus quadris, ergueu um pouco a bunda e começou a meter como um animal. A pica entrava e saía com violência, o barulho de pele batendo em pele ecoando no quarto. Eu gemia alto agora, gritos abafados no travesseiro. - Ahh! Ahh! Porra... sua pica tá rasgando meu cu... - choraminguei, as lágrimas de tesão e dor misturadas no rosto. - Isso... geme mais alto... deixa eu ouvir você gozar com o cu cheio - ele ordenou, metendo mais fundo, a cabeça da pica roçando um ponto dentro de mim que fazia minhas pernas tremerem. Trinta, quarenta minutos. Perdi a conta. O tempo virou uma bagunça de gemidos, suor e o cheiro de sexo no ar. Ele alternava: devagar e fundo, fazendo eu sentir cada veia da pica, depois rápido e bruto, socando até meu cu ficar vermelho e inchado. Eu tava babando no travesseiro, o corpo inteiro tremendo, o grelinho latejando sem ser tocado. A buceta contraía no vazio, pedindo atenção, mas ele só queria o cu. - Tô quase... porra... seu cu tá sugando minha pica... - ele uivou, a voz falhando. Eu senti ele inchar ainda mais dentro de mim. As estocadas ficaram desesperadas, curtas, fundo, fundo, fundo. Ele gozou com um gemido selvagem, o corpo inteiro estremecendo em cima do meu. A porra quente jorrou lá no fundo do meu cu, jato atrás de jato, enchendo tudo. Eu senti o líquido escorrendo pra fora enquanto ele ainda pulsava, o saco colado na minha bunda. Ele ficou assim uns segundos, ofegante, a pica ainda enterrada. Depois puxou devagar, o meu cu fazendo um barulho molhado ao soltar a rola. A porra escorreu pelas minhas coxas, quente e viscosa. Ele me ajeitou na cama, puxou a coberta por cima do meu corpo mole e deu um beijo na minha nuca. - Boa menina - sussurrou, a voz ainda rouca de tesão. Eu só consegui soltar um gemido baixo, o cu latejando, a buceta escorrendo e o corpo inteiro entregue. O sono veio pesado logo em seguida, o álcool e o orgasmo misturados me derrubando. Mas até dormindo eu ainda sentia a pica dele dentro de mim, o eco das estocadas e o calor da porra escorrendo.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.