Minha mãe me viu batendo uma!

Aquele dia começou como qualquer outro de 2009. Eu tinha 19 anos, a casa quieta, minha mãe tinha saído cedo e eu jurei que ela só voltava no final da tarde. Fumei um baseado no quintal, aquele cheiro doce subindo pro nariz, a cabeça leve, o corpo quente. Entrei no escritório, fechei a porta só por costume e liguei o desktop. Os fones de ouvido grandes, daqueles antigos que isolavam o mundo, e a tela cheia de putaria.
Tirei toda a roupa. Camisa, short, cueca. Fiquei pelado, o pau já começando a endurecer só de imaginar. Peguei o óleo de bebê na gaveta, esquentando na mão. Sentei na cadeira de costas pra porta, as pernas abertas, e comecei a passar o óleo na pica. Aquele brilho gostoso, a mão deslizando fácil, o pau engrossando rápido até ficar duro pra caralho, as veias saltadas, a cabeça inchada e molhada de pré-gozo.
Abria um vídeo, fechava, abria outro. Buceta sendo arrombada, cu engolindo pica, grelinho sendo chupado com barulho. Eu batia uma forte, a mão apertando a base e subindo até a cabeça, o óleo fazendo aquele som molhado. A cabeça leve do baseado misturava tudo. Eu gemia baixo, sem perceber o volume, a pica latejando na mão.
Não ouvi a porta da frente. Não ouvi os passos. Não ouvi nada.
Eu estava tão concentrado que só percebi quando gozei. O gozo saiu forte, jatos quentes caindo no peito, no barriga, escorrendo. O corpo tremeu, o pau pulsou na mão, e eu tirei os fones ofegante.
Foi aí que a voz veio, bem atrás de mim:
- Você está se divertindo?
Meu coração parou. Virei a cabeça e ela estava ali, na porta aberta, me olhando. Minha mãe, 37 anos, cabelo solto, camiseta justa, short curto. Os olhos dela desceram direto pro meu pau ainda duro, coberto de óleo e gozo, o peito sujo, as pernas abertas. Eu travei. Não tinha como me cobrir. O pau ainda latejava, pingando o resto do gozo no chão.
Ela não desviou o olhar. Ficou me examinando de cima a baixo, devagar, como se estivesse medindo cada centímetro. O silêncio pesou. Eu senti o rosto queimar de vergonha, mas a pica, traidora, não baixou. Continuou em pé, brilhando.
Ela passou por mim em direção ao meu quarto, sem dizer nada. Os passos dela ecoaram. Antes de sumir no corredor, a voz dela veio baixa, quase um sussurro:
- Agora eu entendo por que você sempre tem meninas te ligando a qualquer hora.
Meu estômago revirou. Gritei de volta, a voz falhando:
- O que você disse?
Ela parou, virou só o rosto, os olhos ainda queimando no meu corpo nu:
- Eu acho que você sabe o que eu disse. Vai tomar banho.
O tom não era de raiva. Era outra coisa. Algo quente, pesado.
Entrei no banheiro tremendo. A água escorrendo pelo corpo, lavando o gozo, mas a cabeça rodando. Quanto tempo ela ficou ali? Quanto tempo ela me viu batendo uma, a mão subindo e descendo na pica, o corpo se contorcendo? Será que ela viu eu gozar? Será que a buceta dela molhou vendo o filho pelado, a pica grossa, o gozo jorrando?
Saí do banheiro de toalha na cintura e voltei pro escritório pra limpar a porra do chão. Ela estava lá, já tinha passado o pano. O chão limpo. Ela se virou pra mim, os olhos escuros, a respiração um pouco mais rápida.
- Já limpei pra você.
Fiquei parado. A toalha mal cobria o pau que voltava a endurecer só de pensar nela me observando. Ela notou. O olhar dela desceu de novo, parou na marca que a toalha fazia, e voltou pro meu rosto.
- Você ficou quanto tempo aí? - perguntei, a voz rouca.
Ela deu um passo pra frente. O cheiro do perfume dela misturado com algo mais quente.
- Tempo suficiente pra ver tudo. Tempo suficiente pra ver como você goza forte. Tempo suficiente pra ver essa pica grande latejando na sua mão.
Meu pau subiu de uma vez, empurrando a toalha. Ela viu. Não desviou.
- Você gozou no peito e ainda ficou duro - continuou ela, a voz mais baixa, mais grossa. - Eu fiquei olhando. A buceta molhou. Eu apertei as pernas e continuei vendo. Você nem imaginava.
Eu engoli seco. O coração batendo na garganta.
- Mãe...
Ela chegou mais perto. A mão dela tocou a borda da toalha. Os dedos quentes.
- Tira isso.
A ordem saiu baixa, urgente. Eu puxei a toalha. A pica saltou pra fora, dura pra caralho, a cabeça vermelha, ainda brilhando um pouco do óleo que não saiu todo no banho. Ela olhou fixa, a língua passando nos lábios.
- Caralho... é maior do que eu lembrava das outras vezes que te peguei. - a voz dela saiu embargada. - Toda vez que eu te pegava mais novo era diferente. Agora você é homem. Essa pica é de homem.
A mão dela desceu e fechou em volta do meu pau. O aperto quente, firme. Eu gemi alto, as pernas tremendo.
- Porra, mãe...
Ela começou a bater devagar, a mão subindo e descendo, apertando a cabeça, o polegar passando na fenda molhada.
- Eu fiquei atrás de você uns bons minutos. Vi você trocando de vídeo. Vi a mão apertando forte. Vi você gemendo baixinho. Quando você gozou eu quase gozei junto. A buceta latejando, o grelinho duro, o short molhado.
Ela apertou mais forte, a mão deslizando rápida agora. Eu gemia sem controle, a pica latejando na mão dela.
- Continua - ela sussurrou. - Conta o que você tava vendo.
- Uma mina levando no cu... outra chupando grelinho... buceta molhada engolindo pica - a voz saía quebrada, o corpo já tremendo de novo.
Ela soltou meu pau só pra tirar a própria camiseta. Os peitos saltaram, os bicos duros. O short desceu junto com a calcinha. A buceta apareceu, os lábios inchados, o grelinho saltado, brilhando de molhado. Ela chegou de frente, pegou minha mão e colocou na buceta dela.
- Sente. Isso tudo é por causa da sua pica. Eu fiquei esfregando as pernas enquanto te via gozar.
Os dedos meus entraram fácil. Quente, apertado, escorrendo. Eu enfiei dois, depois três, o polegar no grelinho. Ela gemeu alto, a cabeça jogada pra trás.
- Isso... fode minha buceta com os dedos enquanto eu chupo essa pica.
Ela se ajoelhou. A boca quente engoliu a cabeça do meu pau de uma vez. A língua rodando, chupando fundo, o barulho molhado enchendo o escritório. Eu enfiei os dedos mais fundo na buceta dela, o polegar esfregando o grelinho em círculos rápidos. Ela gemia com a boca cheia, a vibração subindo pela minha pica.
- Porra, mãe... chupa forte... engole essa pica.
Ela engoliu até a base, a garganta apertando, os olhos marejados. A mão dela apertava meu saco enquanto a outra esfregava a própria buceta junto com meus dedos. O cheiro de sexo subia, o barulho de chupada e de buceta molhada misturado.
Eu puxei ela pelo cabelo, tirei a pica da boca e virei ela de quatro no chão do escritório. A bunda empinada, a buceta aberta, o cu apertadinho logo acima. Encostei a cabeça do pau e enfiei de uma vez. Ela gritou:
- Caralhooooo! Que pica grossa!
Comecei a foder forte. A pica entrando e saindo, o barulho molhado de cada estocada, a bunda dela batendo na minha virilha. Eu segurava a cintura dela e metia fundo, o pau sumindo inteiro, a cabeça batendo no fundo.
- Mais forte... fode essa buceta... arromba... - ela gemia desesperada, a cara no chão, o cu se abrindo e fechando a cada estocada.
Eu cuspi no cu dela e enfiei o polegar. Ela tremeu toda.
- Isso... mete no cu também... porra, meu filho tá me fodendo...
Tirei da buceta e enfiei no cu de uma vez. Apertado pra caralho, quente, engolindo a pica. Ela gritou alto, o corpo se contorcendo:
- Aaaaaah caralho! Meu cu tá apertando seu pau... vai fundo... arromba o cu da sua mãe!
Fodi o cu dela sem dó. Estocadas longas e fortes, a pica saindo quase toda e voltando até a base. A outra mão esfregava o grelinho dela sem parar. Ela gozou primeiro, a buceta jorrando no chão, o corpo todo tremendo, gemidos desesperados saindo sem controle:
- Tô gozando... tô gozando no pau do meu filho... aaaaaah porraaaaa!
Continuei fodendo o cu dela enquanto ela ainda gozava. Quando senti o gozo subindo, tirei e enfiei de novo na buceta. Gozei fundo, jatos quentes enchendo ela, o pau pulsando, o corpo inteiro tremendo. Ela sentiu cada jato e gemeu mais alto:
- Enche essa buceta... jorra tudo dentro...
Caímos no chão, ofegantes, a pica ainda dentro dela, o gozo escorrendo pelos lados. Ela se virou sem tirar meu pau de dentro, os olhos vidrados.
- Da próxima vez que você for bater uma... me chama. Eu quero ver de perto. Quero chupar. Quero sentar nessa pica até não aguentar mais.
Eu ainda estava duro dentro dela. Ela começou a se mexer devagar, a buceta apertando, o cu ainda latejando. A segunda rodada veio logo. Dessa vez ela montou em mim, a pica sumindo na buceta enquanto ela rebolava forte, os peitos balançando, o grelinho esfregando na minha barriga. Os gemidos dela eram altos, sujos, desesperados:
- Que pica gostosa... fode a mamãe... usa essa buceta... usa esse cu...
E usamos. Até o sol baixar. Até a casa cheirar só a sexo. Até eu gozar de novo, e de novo, e ela gozar escorrendo pela minha pica, pelo meu saco, pelo chão que ela tinha limpo mais cedo.
Naquela noite eu dormi no quarto dela. A pica ainda latejando, a boca dela ainda com gosto do meu gozo. E eu sabia que a partir daquele dia, toda vez que eu fosse me masturbar, a porta ficaria aberta.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha mãe me viu batendo uma!

Codigo do conto:
272843

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/09/2026

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