Nathaniel sempre foi aquele tipo de moleque doce demais pra ser verdade. Olhar de cordeiro, voz baixa, mãos sempre limpas, cabelo penteado pra caralho. Os pais dele metiam ele na igreja todo domingo, tipo, o garoto de coral perfeito. Eu jurava que ele nunca tinha visto uma buceta de verdade na vida. Mas um dia eu peguei ele olhando umas fotos de peitos e bundas no Instagram, escondido no canto do sofá, e depois disso comecei a prestar atenção. Ele olhava pras mina na rua, na praia, até pra mim, e logo disfarçava, ficava vermelho até a orelha. Eu sentia o cheiro daquela curiosidade reprimida. E porra, eu quis ser a primeira a destruir aquilo. Uma tarde eu chamei ele pra ir ao cinema. Vista uma blusa preta colada que marcava os peitos duros e uma saia curta pra caralho. Toda vez que eu me abaixava pra amarrar o tênis ou pegar pipoca, a saia subia e ele engolia seco. Eu via o volume na calça dele crescendo, aquela pica média começando a latejar. No escuro da sala, no meio do filme, eu passei a mão na coxa dele. Ele deu um sobressalto. — Tia... o que você tá fazendo? Eu ri baixo, bem colada no ouvido dele. — Calma, querido. Relaxa. Deixa a tia cuidar de você. Minha mão subiu devagar, apertou o volume quente. Ele estava duro pra porra, a pica latejando dentro da calça. Eu abri o zíper com cuidado, puxei a cueva pra baixo e a pica dele saltou. Não era monstruosa, mas era grossa o suficiente, veias saltadas, a cabeça já molhadinha de porra prévia. Ele estava tremendo. — Por favor... alguém pode ver... — Ninguém vai ver porra nenhuma. Agora fica quieto e goza pra tia. Eu comecei a bater. Lento no começo, só a mão fechada subindo e descendo, o polegar esfregando a cabecinha molhada. Ele soltou um gemido abafado, tipo um chorinho desesperado. Eu masturbei mais rápido, sentindo a pica latejar na minha mão, quente, viva. O cheiro de porra já subia. Ele estava se contorcendo na poltrona, mordendo o lábio pra não gritar. — Assim... porra... tia... eu nunca... — Eu sei que você nunca. Por isso eu tô aqui. Goza na minha boca, Nath. Quero sentir essa porra quente. Eu me abaixei, engoli a pica dele de uma vez. A cabeça bateu no fundo da minha garganta e ele soltou um gemido alto, quase um grito. Eu chupei com vontade, língua girando, saliva escorrendo pelo pau, mão apertando o saco. Ele gozou em menos de um minuto. Jatos quentes, densos, enchendo minha boca. Eu engoli quase tudo, mas deixei um pouco na língua. Quando me levantei, tirei um pedaço de chocolate do bolso, coloquei na boca e misturei com a porra dele. Mastiguei devagar, olhando nos olhos dele enquanto ele ainda tremia. — Doce pra caralho. Sua porra com chocolate. Gostoso pra porra. Ele estava vermelho, ofegante, a pica ainda latejando, meia mole, suja de saliva e resto de porra. Eu limpei ele com a mão, chupei o resto e fechei o zíper. — Agora a gente vai pra minha casa. Eu já comprei camisinha. Chegamos no meu apartamento. Eu tranciei a porta, tirei a blusa e a saia na frente dele. Fiquei só de calcinha preta e os peitos soltos. Ele olhava como se estivesse vendo Deus. Eu puxei ele pro quarto, empurrei na cama e me sentei em cima da coxa dele. — Tira a roupa. Agora. Ele obedeceu, trêmulo. A pica já estava dura de novo, latejando contra a barriga. Eu abri o pacote de camisinha, coloquei com a boca, chupando até o fundo enquanto enrolava o látex. Depois me sentei em cima dele de verdade. A cabeçinha da pica esfregou na minha buceta molhada, no grelinho inchado. Eu estava pingando. — Entra. Devagar. Ele empurrou. A pica média, grossa, abriu minha buceta com dificuldade no começo. Eu soltei um gemido longo, profundo. — Aaaaah... porra... sua pica virgem tá me arrombando gostoso... Ele enterrou tudo de uma vez, até as bolas baterem no meu cu. Eu comecei a rebolar, apertando a buceta em volta da pica dele, sentindo cada veia. Ele gemía como um desesperado, mãos apertando minha bunda com força. — Tia... eu não aguento... tá tão apertado... sua buceta tá me sugando... — Então goza. Enche essa camisinha. Depois eu te chupo de novo. Eu rebolei mais forte, o som molhado da minha buceta engolindo a pica ecoando no quarto. Ele soltou um grito, as unhas cravadas na minha pele, e gozou. A pica latejou dentro de mim, enchendo a camisinha. Ele não durou nem três minutos. Mas o olhar dele... porra. Ele me olhava como se eu tivesse quebrado alguma coisa sagrada e ao mesmo tempo entregado o paraíso. Eu tirei a camisinha cheia, amassei na mão e mostrei pra ele. — Isso aqui é a sua virgindade. Agora você é meu. Depois eu me deitei de quatro, abri a bunda e mostrei o cu e a buceta ainda pingando. — Agora chupa. Aprende a lamber grelinho e cu. Eu quero gemer até perder a voz. Ele obedeceu. Língua trêmula no começo, depois mais faminta. Lambendo minha buceta, chupando o grelinho, enfia a língua no cu. Eu gemía alto, desesperado, rebolando na cara dele. — Isso... mais fundo... mama essa buceta... chupa meu cu também, porra... Ele mamou até eu gozar na cara dele, esguichando, molhando o queixo, o pescoço. Depois eu virei, enfiei a pica dele de novo na minha buceta, sem camisinha dessa vez, só a pele quente. Ele durou um pouco mais. Eu cavalguei até ele gozar de novo, jatos quentes batendo fundo dentro de mim. A gente ficou a noite toda. Eu o fiz chupar, foder, gozar, gemer, sujar a cama de porra e saliva. Ele me chamava de tia, de puta, de dona da pica dele. E eu gemía de volta, falando merda, pedindo mais, pedindo pra ele arrombar minha buceta e meu cu. Quando finalmente ele desmaiou, suado, a pica inchada e vermelha, eu fiquei olhando. Meu primo inocente de igreja. Agora com a boca cheirando a buceta e o pau cheio de arranhões da minha unha. Eu não me arrependi de porra nenhuma.
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