Sozinho com minha tia, não aguentei as provocações dela!



Era um final de semana e só estava eu e ela na casa dela. Meu tio tinha viajado e eu só fiquei sabendo quando cheguei. Disse a ela que iria embora e voltaria no próximo final de semana.
- Mas por que você vai embora?
- Ahh tia... O tio não tá aqui, é melhor eu ir pra depois não dar falação...
- Para de graça garoto! Não tem problema nenhum se você quiser ficar aqui comigo! Sou sua tia, seu tio não liga de você vir aqui, seria até bom se você ficasse fazendo companhia pra mim!
- Já que não tem problema... Eu fico então tia! Mas só não posso ficar até tarde, se não eu perco o ônibus...
- Eeeeeeee... Que bom que você vai ficar!!! Vou ligar pra sua mãe e falo que você vai dormir aqui em casa, pode ser?
- Pode ser... Mas você tem colchão aí pra mim colocar na sala?
- Vish... O que tinha, seu tio levou na viagem! Mas se você não se importar, pode dormir lá na cama comigo!!!
Na mesma hora eu fiquei sem reação, mas em seguida dei um sorriso safado olhando o corpo dela e falando:
- Hummmm eu quero... Tia...
- Mas o que é isso muleque? é só dormir mesmo, não é pra você pensar besteira não...
- Tô brincando tia...
- Sei... Tá brincando mas eu aposto que você pensou né?
- Ahh tia... Normal né, dividir a cama com uma mulher tão gostosa assim não é todo dia que acontece!
- Ohh obrigada pelo elogio! Então você me acha gostosa???
- MUITO!
- Deixa seu tio saber disso, o sobrinho dele chamando a magrela dele de gostosa...
- Não! Por favor tia, não fala isso pra ele, ele vai brigar comigo! Me desculpa pelo que eu falei!
- Fica tranquilo aí garoto que eu não vou falar nada não só queria ver sua reação não precisa de pedir desculpas não! Você já é homem! É normal acontecer isso aí! Sentir atração por várias mulheres, assistir filme porno, ter fotos de mulher pelada no celular!
- Tô até sem graça com isso tia!
- Você tem cara de ser daqueles que bate uma punhetinha todo dia! Kkkk me desculpa, vou parar!
- Tá curiosa demais em tia.... é muito bom bater uma, tira o stress, a minha homenagem de hoje na hora do banho vai ser pra você tá!? tô brincando...
- Eu não ligo não! Pode fazer sim, eu acho a ideia boa pois é bom saber que meu corpinho é desejado não só pelo meu maridinho! Capricha pra mim tá?
- Pode deixar, titia gostosa!
Nós dois ficamos bebendo vinho a tarde toda e conversamos sobre vários assuntos diferentes. Já estávamos bem alterados quando ela disse:
- Já está anoitecendo, eu vou lá tomar um banho e já volto!
- Quer ajuda tia?
- Vai a merda muleque, nem saiu das fraldas direito e já tá achando que você dá conta disso tudo aqui? Não aguenta nada...
- Eu tenho piroca o suficiente pra te satisfazer tia!
- Melhor você se contentar só na punhetinha mesmo...
Ela foi pro banheiro e eu fiquei na cozinha bebendo vinho e lembrando da nossa conversa. Depois de uns 20 minutos ela me gritou e eu fui na mesma hora...
- Oi tia! Aconteceu alguma coisa aí?
- Será que você consegue me dar uma ajudinha?
- É claro que sim tia! É o que?
- A porta tá aberta, pode entrar!
Assim que eu entrei, dei de cara com aquela cena! Ela debaixo do chuveiro peladinha de costas pra mim... Negra de 1,80 cm, magra, cabelos cacheados molhados grudados nas costas, seios pequenos e firmes, barriga lisinha, bunda média bem contornada e naturalmente empinadinha, bucetinha com os lábios bem volumosos e inchados de tanto meu tio comer, depilada nas laterais e com uma moita de cabelo no meio, do jeito que eu gosto.
- Fecha essa porta aí menino! Você pode fazer o favor de esfregar minhas costas com a buchinha? É seu tio que sempre me ajuda fazer isso, mas como ele não está...
- Posso sim tia! Onde eu começo?
- Ohh... É só nas costas, não é pra você ficar me comendo com os olhos não!
- Com todo respeito tia, mas é impossível..
Eu cheguei mais perto, ela me entregou a buchinha e colocou as mãos na parede se empinando todinha pra mim fazer o serviço. Passei sabonete e comecei a passar sobre as costas dela e com os olhos bem fixados naquela bundinha, eu nunca vi uma bunda tão bonita assim... Fui descendo aos poucos até chegar lá... Uma bunda bem macia e ao mesmo tempo durinha! Fiquei um tempão passando a buchinha por lá...
- Já tem um tempão que você só tá aí embaixo e meu bumbum tá sujo?
- Não tia... É que eu tô impressionado com ela e é tão bom sentir minha mão nela que não dá nem vontade de parar....
- É mesmo??? Um ex namorado meu sempre ficava falando isso, seu tio já me falou também isso... Se eu deixar, ele quer enfiar o piru dele todo dia nela!
- Você dá o cu pro tio?
- É claro e eu adoro.
- Homem de sorte ele né tia?
- Já está bom, pode parar! Muito obrigado pela sua ajudinha!
- Posso sair daqui então?
- Já que você tá aqui, por que você não tira seu piru pra fora e faz aquela homenagem que você falou que ia fazer pra mim??? Você já me viu pelada... Nada mais justo eu ver seu pênis! Eu tenho certeza que ele tá duro... Essa bunda aqui deixa qualquer homem de pau durinho na mesma hora.... Não é mesmo????
Eu engoli seco. O vinho já tinha subido na cabeça e a visão daquela negra alta, molhada, empinada, com a buceta inchada e o cu apertadinho à mostra me deixou com a piroca latejando dentro da bermuda. Minhas mãos tremiam enquanto eu abaixava o short e a cueca de uma vez. O pau saltou pra fora, grosso, veias saltadas, a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Ela virou o rosto por cima do ombro e deu uma risadinha safada quando viu o tamanho.
- Caralho muleque... Seu tio não mentiu quando falou que você era bem dotado. Olha o tamanho dessa pica... Já tá pingando só de olhar pra minha bunda né?
- Tá sim tia... Tá doendo de tanto tesão. Posso bater uma pra você mesmo?
- Pode. Quero ver você se masturbando olhando pro meu corpo. Capricha.
Eu comecei a passar a mão lenta no pau, subindo e descendo, espalhando o líquido que já escorria pela glande. Ela ficou de costas ainda, mas abriu um pouco mais as pernas e empinou mais a bunda, deixando a buceta e o furinho do cu bem à mostra. A água do chuveiro escorria pelas costas dela, descia pelo meio da bunda e pingava naquelas bocetas grossas. Eu apertava a base da piroca e subia com força, gemendo baixo.
- Porra tia... Que buceta linda... Olha esses beiços inchados... Seu tio deve arregaçar essa porra todo dia...
- Arrebenta mesmo. Ele mete com vontade e eu gosto. Agora você, moleque safado, tá gozando só de olhar?
- Tô quase... Posso chegar mais perto?
- Pode. Mas sem encostar ainda.
Eu dei dois passos. Agora estava quase colado nela. O cheiro do sabonete misturado com o cheiro de buceta molhada subia e me deixava maluco. Eu masturbava mais rápido, a mão fazendo barulho molhado no pau. Ela olhava por cima do ombro, mordendo o lábio, e com uma das mãos começou a esfregar o próprio grelinho.
- Olha só... Meu sobrinho batendo uma punheta pra mim no banheiro... Que safadeza. Gosta de ver a tia se tocando?
- Porra, adoro. Mostra mais esse grelinho pra mim...
Ela abriu os lábios da buceta com dois dedos e mostrou o clitóris inchado, rosado, brilhando de tesão. Eu quase gozei ali mesmo. Minha mão acelerou, a cabeça da piroca inchada e roxa.
- Tia... Eu quero chupar essa buceta... Quero lamber esse grelinho até você gozar na minha cara...
- Ainda não. Continua se tocando. Quero ver você gozar primeiro.
Eu não aguentei. Cheguei colado, a piroca quase encostando na bunda dela. Ela sentiu o calor e deu um gemido baixo.
- Ahhh caralho... Tá quente esse pau...
- Deixa eu esfregar pelo menos...
Ela não respondeu com palavras. Só empurrou a bunda pra trás e o meu pau deslizou entre as nádegas molhadas. Eu gemi alto, a cabeça da piroca enfiando no meio daquela fenda quente. Ela riu baixo e começou a mexer o quadril, esfregando a bunda na minha pica.
- Assim? Gosta de sentir a bunda da tia no seu pau?
- Porra tia... Tô doido pra enfiar... Deixa eu meter só a cabeça...
- Ainda não. Bate mais rápido. Quero ver esse leite escorrendo.
Eu masturbava como louco, a mão escorregando no pau todo lambuzado de pré-gozo. Ela continuava se esfregando em mim, o cu apertando a glande de vez em quando. De repente ela se virou de frente. Os seios pequenos e pontudos, a barriga lisa, a moita de cabelo na buceta molhada. Ela agarrou meu pau com a mão direita e começou a bater pra mim, firme, rápida.
- Assim... Gozar pra tia... Vem... Jorra esse leite quente...
Eu gemi desesperado, a cabeça jogada pra trás.
- Porra tia... Mais rápido... Vou gozar...
- Goza. Goza nessa mão. Quero ver.
Ela apertou mais forte, a mão subindo e descendo em velocidade absurda. Eu senti o tesão subir pelas bolas, o pau latejando. Gemi alto, a voz saindo rouca:
- Ahhhh porra... Tia... Tô gozando...
O primeiro jato saiu forte, acertando a barriga dela. O segundo e o terceiro escorreram pela mão dela e pingaram no chão do box. Eu tremia inteiro, a piroca ainda pulsando enquanto ela continuava apertando e tirando até a última gota.
- Olha quanta porra... Seu tio não goza tanto assim de uma vez...
Ela lambeu os dedos, saboreando o gosto do meu leite, e sorriu safada.
- Agora é minha vez. Ajoelha.
Eu caí de joelhos na hora. A água ainda caía sobre nós dois. Ela abriu as pernas, segurou minha cabeça e puxou minha boca pra cima da buceta. Eu enfiei a língua no meio daqueles lábios inchados e chupei o grelinho com fome. Ela gemeu alto, a voz ecoando no banheiro:
- Ahhhh caralho... Assim... Chupa esse grelinho... Mais forte...
Eu lambi, chupei, enfiei a língua fundo na buceta molhada. O gosto dela era forte, azedinho, delicioso. Minha mão subiu e dois dedos entraram fácil naquele buraco quente e apertado. Ela rebolou na minha cara, gemendo sem parar.
- Porra... Sobrinho safado... Sua língua é boa pra caralho... Não para...
Eu chupava o clitóris enquanto os dedos iam e vinham, fazendo barulho molhado. Ela segurou meu cabelo com força e começou a foder minha cara de verdade, o quadril batendo rápido.
- Vou gozar... Não para de chupar... Ahhhh porra...
O corpo dela tremeu. A buceta apertou meus dedos com força e um jato quente saiu, molhando minha boca e meu queixo. Ela gemeu desesperada, a voz quebrada:
- Ahhhhhhhh caralho... Tô gozando... Chupa tudo... Chupa essa porra...
Eu continuei lambendo até ela parar de tremer. Quando soltou minha cabeça, eu estava de pau duro de novo, latejando contra a barriga.
Ela me olhou com os olhos vidrados de tesão e falou baixo:
- Agora mete. Quero sentir essa pica dentro de mim.
Eu me levantei, segurei a cintura dela e enfiei de uma vez. A buceta engoliu meu pau inteiro, quente, molhada, apertada. Eu gemi alto junto com ela.
- Porra tia... Que buceta gostosa... Tá me engolindo todo...
- Mete... Mete forte... Quero sentir essa pica arrombando...
Eu comecei a bater forte, o pau saindo quase inteiro e entrando de uma vez. O barulho de pele batendo em pele ecoava misturado com a água. Ela segurava na parede, a bunda empinada, gemendo alto a cada estocada.
- Ahhhh... Mais forte... Assim... Porra... Seu tio não mete tão fundo...
Eu segurei os cabelos cacheados dela e puxei a cabeça pra trás, metendo ainda mais fundo. A cada socada a buceta fazia barulho molhado e o cu dela se contraía. Eu cuspi na mão e passei o dedão no furinho apertado.
- Posso enfiar o dedo no seu cu?
- Pode... Enfia... Eu adoro...
O dedo entrou fácil. Eu metia a piroca na buceta e o dedo no cu ao mesmo tempo. Ela gritava de tesão:
- Ahhhh caralho... Assim... Fode os dois buracos... Porra...
Eu tirei o pau da buceta e enfiei no cu de uma vez. Ela deu um grito agudo e empurrou a bunda pra trás.
- Ahhhhhhhh porra... Que pica grossa... Arromba esse cu...
Eu fodi o cu dela com força, as bolas batendo na buceta. Ela gemia desesperada, a voz falhando:
- Não para... Mete mais... Quero gozar de novo...
Eu voltei pra buceta, meti rápido, voltei pro cu, alternando os dois buracos. Minha mão ia no grelinho dela, esfregando sem parar. Ela começou a tremer de novo.
- Vou gozar... Vou gozar no seu pau... Ahhhhhhhh...
A buceta apertou meu pau com força e ela gozou gritando, o corpo inteiro se contorcendo. Eu não aguentei. Senti o leite subir e jorrei dentro dela, enchendo a buceta de porra quente. Gemi alto, a voz rouca:
- Porra tia... Tô gozando... Tô enchendo essa buceta...
Continuei metendo enquanto gozava, o leite escorrendo pelas coxas dela misturado com a água. Quando parei, os dois estávamos ofegantes, o banheiro cheirando a sexo.
Ela se virou, ainda com meu pau mole escorrendo dentro dela, e me beijou na boca pela primeira vez. O beijo foi molhado, safado, a língua dela dançando com a minha.
- Agora a gente vai pra cama... Quero mais...
Saímos do banheiro pingando água e porra. No quarto ela se jogou na cama de quatro, a bunda empinada, a buceta e o cu ainda abertos e babando leite.
- Vem... Mete de novo... Quero sentir essa pica até não aguentar mais...
Eu entrei atrás dela, enfiei na buceta de uma vez e comecei a foder de novo. Dessa vez mais lento, mais fundo, apreciando cada centímetro. Ela gemia baixo, a face enterrada no travesseiro:
- Assim... Bem fundo... Me fode...
Eu passei a mão pela cintura fina dela, subi até os seios pequenos e apertei os bicos. Ela rebolava contra mim, pedindo mais.
- Mais forte agora... Quero sentir você me arrombando...
Acelerei. O pau entrava e saía fazendo barulho molhado. O leite que eu tinha gozado antes escorria e facilitava ainda mais. Eu tirei, enfiei no cu de novo e fodi sem dó. Ela gritava no travesseiro:
- Ahhhh porra... Que cu gostoso... Continua... Não para...
Ficamos assim por um tempão. Eu alternava entre buceta e cu, ela gozava, eu gozava, e a gente recomeçava. Em um momento ela me empurrou de costas, montou em mim e sentou com tudo. A buceta engoliu meu pau até o fundo e ela começou a quicar com força, a bunda batendo nas minhas coxas.
- Olha pra mim enquanto eu te monto... Olha a tia sentando nessa pica...
Eu segurava a cintura dela e empurrava pra cima, metendo fundo a cada descida. Ela jogava a cabeça pra trás, os cabelos cacheados molhados balançando, gemendo alto:
- Ahhhh... Tô gozando de novo... Porra... Que pau gostoso...
Quando ela gozou, a buceta apertou tanto que eu gozei junto, jorrando mais uma vez dentro dela. Ela desabou em cima de mim, ofegante, o peito subindo e descendo rápido.
Ficamos ali um tempo, o pau ainda dentro, o leite escorrendo entre nós. Depois ela se levantou, limpou o excesso com a mão e lambeu os dedos de novo.
- Amanhã cedo a gente continua... Seu tio só volta na segunda...
Eu sorri, ainda sem fôlego, a piroca já começando a endurecer de novo só de ouvir aquilo.
- Pode deixar tia... Eu não vou poupar nada...
Ela deitou do meu lado, a mão passando no meu peito, e falou baixo, quase um sussurro safado:
- Ainda bem que você ficou... Porque eu tava precisando de uma pica nova pra me arrombar direito...
A noite ainda estava só começando.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sozinho com minha tia, não aguentei as provocações dela!

Codigo do conto:
272764

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/09/2026

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