O dia que me envolvi com uma mulher casada!



Isso faz 2 anos, quando eu ainda morava em São Paulo (capital). Na época, eu namorava minha agora ex, um relacionamento extremamente ruim por ambas as partes, mas via e volta a gente acabava voltando. Bom, na época meu mental tava uma merda, eu e minha ex tínhamos brigado muito feio de quinta à noite até sexta de manhã, enquanto eu ainda estava no trabalho. Inclusive, um dos motivos que a gente sempre brigava era por desconfiança, sendo que eu nunca tinha traído ela, mas enfim. 
Bom, aquela briga me deixou tão puto que eu resolvi baixar um app de relacionamento e ver no que dava, bem no foda-se. E deu; em menos de 2h, enquanto eu ainda estava no trabalho, eu dei match com uma moça, vamos chamá-la de Raquel. Raquel não era nenhuma deusa ou panicat, mas era bonitinha; a única foto dela era de rosto, mediano (mas ela tava de lápis grosso, fraqueza minha), e o perfil bem discreto, mas morava próxima. Conversamos um pouco, deu pra ver que ela era mais “pra frente”, então eu, no modo “foda-se”, falei algo de teor sexual bem pesado pra ela, esperando que ela desse unmatch, mas pra minha surpresa, ela pede meu whatsapp, e quando passo pra ela, logo chega uma foto de um número desconhecido com legenda.
- “*Ainda tá interessado?*” era ela, levantando a blusa pra mostrar os peitos (médios, bem chupáveis, mamilos invertidos). Pau durasso na hora, mas mesmo assim, vi que a mão que ela usava pra levantar era a esquerda, e nela, uma aliança dourada. 
- “*Lógico, mas você é casada?*” eu perguntei enviando uma foto do meu pau, já torcendo pra resposta ser sim (tenho fetiche em casada e até ali nunca tinha comido uma).
- “*Sim, mas eu e meu marido estamos brigados desde semana passada, amanhã ele vem pegar as crianças pra levar pra ficar com ele e a mãe. E você, tem alguém?*” respondi que sim, ela manda então uma foto dela abrindo com dois dedos a bucetinha, toda raspada e molhada “*Otimo, assim os dois ficam no risco*.”
Puta que pariu. Casada, safada, mãe, morava perto… a minha perdição. A gente continuou conversando umas putarias, ela me mandou o endereço dela e falou “*Eu te aviso quando ele sair, vem de uber uns minutos depois pra não ficar carro na frente, e não me manda mais mensagem hoje por favor, vou apagar a conversa por cuidado*”. E nisso, óbvio, a minha ex enchendo meu saco, obviamente continuamos brigando durante o resto do dia e a noite, até que eu falo “*tá bom, olha, já que você tá de tanta putice, nem quero te ver esse fds, vai ficar com a porra da tua família aí e me deixa em paz, vou dormir*”, não sei o que deu nela que ela falou “*tá bom, tu nem merece me ver mesmo*” (normalmente ela insistia pra gente se ver mesmo assim) e fiquei rezando pra que desse certo no outro dia.
No outro dia, acordei umas sete e meia da manhã, ainda não tinha mensagem da mulher, mas beleza, eu que não ia arriscar mandar mensagem pra ela e o marido ver, mas fiquei um pouco decepcionado. Ainda cheguei a mandar mensagem pra minha ex dando bom dia, ela respondeu “*se não for pra se desculpar nem me enche*”, respondi “*beleza*” e fui tomar um banho. Tomei meu café da manhã, que de final de semana incluía uma boa e velha smirnoff com sprite, e quando tô pensando no que fazer pra matar a ansiedade, recebo mensagem da casada dizendo que ele tinha saído. Respondi que tava indo e chamei o uber, chegando perto mandei que estava chegando e silenciei meu celular, e quando cheguei ela já estava na porta me esperando.
Agora vem a descrição da Raquel por inteiro. Raquel era uma moça de beleza de rosto mediana, mas um corpo delicioso, mesmo que não fosse uma panicat: Seios médios, barriguinha leve (mas eu gosto, então melhor ainda), quadris largos e bunda média. Ela vestia uma camiseta regata azul, calça legging preta e chinelos rosas, bem dona-de-casa mesmo, mas pra quem já tinha visto o que ela tinha debaixo das roupas, eu tava pouco me fodendo.
Ela me deu passagem pra entrar, nos cumprimentamos até bem formalmente com beijo no rosto (bem aquele meme do “vou te arregaçar por mensagem, chega na hora fica tímido”), e sentamos no sofá dela pra conversar um pouco, mas mesmo assim, eu já tava durasso e com o coração batendo rápido, conversa fiada vai e vem, perguntei se não tinha perigo do marido dela voltar, ela falou que não, que eles mau conseguiam se olhar na cara, e me perguntou se eu queria beber alguma coisa… nisso reativei o modo “canalha” e mandei “*você, quero chupar você até você gozar na minha boca*”, e aí tava feito o estrago, ela sentou no meu colo e começamos a nos beijar, passei a mão por todo aquele corpo e ela arfando, até que ela falou “*vamos pro quarto. Já faz uma semana que eu não transo, e pra quem transa todo dia, tá sendo um inferno”.*
Fomos pro quarto nos beijando o caminho todo, tropeçando um pouco e já tirando a roupa um do outro (eu tava de camiseta, calça e tênis), quando chegamos na cama eu e ela só estávamos de roupa íntima (ela sem sutiã obviamente), ela deita e fala “*espero que não se importe, mas não gosto de tirar a calcinha, tenho fetiche de transar puxando ela pro lado”*, minha resposta foi simplesmente puxar pro lado e cair de boca.
Puta que pariu, buceta de mulher comprometida realmente é melhor. A safada gemia, apertava minha cabeça com as caixas e puxava meu cabelo, falava como ninguém nunca tinha feito um oral nela tão bom, e depois de uns cinco minutos ela gozou forte, mordendo a mão pra conter o grito, e aí quando se recompôs me solta um “*caralho, ninguém nunca me fez gozar no oral, não acreditei que você ia*”.
Subi pelo corpo dela e beijei ela, ela nem ligou de sentir o próprio gosto, pelo contrário, enquanto nos beijávamos a mão dela foi pra minha boxer e abaixou, meu pinto já escorrendo pré-gozo, então ela começa a me punhetar de leve e falar “*cara, como que sua mulher deixa uma rola dessa escapar, sorte minha*”, tirei a mão dela e comecei a pincelar por cima da calcinha, perguntei se ela queria que usasse camisinha (eu não tinha, torcendo pra ela falar que não) e ela fala “*eu sou casada e eu odeio, só se você quiser*”, falei que não e puxei a calcinha dela pro lado, pincelando direto na buceta molhada e falando  “*Quer a rola que ela toma, sua puta? Fala que você me quer dentro, fala que quer que eu te foda”* e nisso ela suplicando, roçando a buceta no meu pau por cima da calcinha, aí ela solta um “*fode essa casada logo, fode, mete essa pica na minha bucetinha*”.
A primeira metida é sempre a mais gostosa, não tem como. Fui com força e fundo, ela tava tão molhada que mesmo apertada ainda consegui ir até o fundo (não sou particularmente grande, 18cm, mas compenso em grossura) logo de cara, ela até falou “*aí caralho, que gostoso, de uma vez só*”, comecei a meter com força, afinal, tava desde o dia anterior morrendo de tesão nessa mulher e ela só me incentivando, pedindo pra morder os mamilos dela, dar tapa na cara, xingar ela, me chamando de tudo quanto é nome sacana… tudo isso enquanto ela me mordia no pescoço e dilacerava as minhas costas com as unhas, do ponto de doer mas dar ainda mais tesão…
Mas bem, um “problema” que eu tenho é, normalmente a primeira vez que eu vou comer uma mulher, eu não costumo demorar mais que uns 5 minutos pra gozar, e com o tanto de tesão que eu tava, acho que nem chegou nisso. Senti o gozo querendo vir e rosnei enquanto abraçava ela e metia “*Vou gozar, Raquel, desculpa tão rápido, mas eu vou gozar muito forte*” (gosto de falar o nome da mulher, acho que fica mais “íntimo”), ela suplica no meu pescoço “*Tava com tanto tesão assim pra gozar rápido? Então goza pra mim, seu cachorro, goza pra sua puta*” e sem pensar, eu dei uma última estocada e gozei com força, rosnando igual um animal deixando meu peso cair sobre ela enquanto eu sentia meu pau pulsando porra dentro dela e a buceta dela me apertando com pompoarismo. Uma, duas, três… sete pulsadas fortes e eu finalmente parei de gozar e rosnar, ela ainda gemendo e respirando com força, me abraçando de volta, a gente curtindo aqueles momentos pós-orgasmo, eu ainda duro dentro dela…
…E nisso me bate o pensamento. *Puts, gozei dentro dela sem camisinha, ela nem pediu pra eu gozar dentro em si… eu sempre gozo dentro da (ex), mas ela é casada, vai que…* 
- “*Ei… desculpe, eu gozei dentro, achei que era pra…”*
*- “Não, eu gosto, relaxa… ainda mais que você gozou rápido, eu gosto.”* Outro fetiche meu que ela também curtia, gozar rápido. Meu deus, essa mulher não parava de me surpreender positivamente.
*- “Mas você toma pílula, algo? Eu não tenho vasectomia…*” Nota, a gente não tinha falado sobre isso antes.
- “*Não, não uso nada… sou difícil de engravidar.*” Ela disse, e eu senti ela sorrir no meu pescoço. *“Mas se você quer saber… eu ovulei faz duas semanas”.*
Como falei, meu pau estava duro mesmo depois de ter gozado, até aí, nada de novo. O meu problema de gozar rápido era resolvido por eu conseguir meter depois de gozar, e muitas vezes, até conseguir gozar de novo. Porém, quando ela disse isso, subitamente, eu comecei a gozar de novo, sem estímulo físico nenhum. Nunca tinha me acontecido e nunca aconteceu de novo, porque naquele exato momento eu atingi o máximo do tesão que eu já senti na vida. Outro fetiche meu, engravidar, ainda mais mulher de outro! Ela ficou surpresa, falou “*caralho, tá gozando de novo? Que delícia, puta que pariu*” enquanto ela me puxava mais fundo com as coxas e voltava a pulsar a buceta no meu pau, e eu mesmo falei “*nunca aconteceu antes, acho que é pelo risco e de você ser casada…*”
Lógico que eu não gozei tanto quanto da primeira, mas ainda sim, foram umas cinco pulsadas bem fortes antes de eu parar, a gente dando risada pelo acontecimento. Mas eu não queria parar, de forma alguma, agora eu tinha um objetivo ainda maior, gozar o máximo que eu pudesse dentro daquela puta e deixar ela gravidinha pro corno cuidar. 
Voltei a meter, a buceta dela toda molhada com meu gozo, e ela fala “*Vai continuar metendo? Meu deus, sua mulher é muito sortuda, meu marido não consegue e eu amo*”, respondi “*Hoje a sorte é minha e sua, vou meter até a gente não aguentar mais*”, ela falou “*Vish, pra eu parar é difícil, será que você dá conta mesmo? Até porque sabe outra coisa que eu gosto? Sai de cima rapidinho.*”. Pois bem, tirei o pau de dentro dela e levantei, ela fica de quatro daquele jeito que só as experts fazem, a cara e os peitos no colchão mas a bunda empinadinha, e ela afasta as nádegas e a calcinha de novo, bucetinha pingando minha porra e o cuzinho rosinha piscando. “*Então come meu cuzinho, eu amo anal, quero que você goze nele também*”.
Eu nunca fui fã de anal. Já tinha tentado outras vezes, mas nunca tinha dado certo (não conseguia meter, a mulher reclamava que doía muito mesmo com lubrificante, etc), então nunca fiz questão, e ainda menos sabendo que eu queria gozar na buceta dela o quanto eu pudesse. Mas ali era o ápice do tesão, e eu nem liguei, pincelei um pouco na buceta pra molhar ainda mais de porra e comecei a enfiar no cuzinho, me segurando pra não meter com força igual tinha feito na buceta dela, e então ela me solta *“Pode meter com força, eu gosto da dor*”. 
*“Então toma*” meti com força, sentindo prazer na resistência natural dela, eu rosnando pra conseguir encaixar tudo e ela gemendo de dor e prazer, falando o quão grossa minha rola era e quanto ela queria que eu arrombasse ela todinha, fiz o cu dela de buceta e continuei metendo com força, falando que minha mulher não fazia e que eu ia devolver ela toda arregaçada pro marido dela, mordendo as costas dela, dando tapa na bunda e puxando o cabelo dela, e nisso ela começou a se masturbar, os dedos dela na buceta e de vez em quando relando no meu pau e nas minhas bolas, gemendo que tava gostoso enquanto ela chorava, aquele choro de lápis borrado que dá ainda mais tesão no sexo. Como eu já tinha gozado duas vezes, eu tinha mais estamina dessa vez, então demorei bastante (inclusive tive medo de não conseguir gozar pela terceira vez), mas depois de um tempo senti o orgasmo chegando.
- “*Quer leitinho no seu cu, vagabunda?*” Eu rosnei, sabendo a resposta.
- “*Sim, goza no meu cuzinho, enche de leite também, caralho, vou gozar também*” Ela disse, os dedos trabalhando ainda mais rápido na buceta enquanto eu acelerei as metidas.
- “*Então toma essa gozada, sua puta.”* E gozei, abraçando ela com força por trás e empurrando ela contra a cama por inteiro, ficando naquela posição “pronebone” enquanto gozava no cuzinho apertado dela, ela gozando junto.
Ficamos deitados por uns minutos, eu ainda por cima dela e dentro dela, ambos se recompondo e falando de como tinha sido bom essa gozada junta, e o quanto a gente tava cansado, mesmo que ainda fosse de manhã cedo, mas que ainda tinha vontade de mais. Lógico que não ficamos transando o tempo todo, não sou uma máquina, então a gente acabou ficando deitado “normal” (eu deitado de costas na cama, ela deitada com a cabeça no meu peito), conversando asneiras e se beijando carinhosamente, perguntando se o outro estava bem, se ela tava com dor (bom, ela tava vermelha de tapas na cara e na bunda, tinha chorado), etc. Sim, nesse ponto sou bem romântico, mesmo naquele ato tão proibido.
O resto do dia passou em um misto de paradas pra tomar água, comer e se recuperar, e sexo adoidado. Eu perdi a conta de quantas vezes a gente gozou; era difícil, no ápice da libido, pensar qualquer coisa que não fosse o quanto eu queria comer aquela mulher o máximo que eu pudesse. Eu até tinha cogitado ir comprar uma azulzinha, por mais que nunca tivesse consumido, mas toda vez que a gente parava e conversava, logo ela começava a brincar com o meu pau e falar putaria, e pronto, duro de novo. Enquanto isso, minha ex começou a mandar mensagem questionando o meu sumiço, mas meti o foda-se e só respondi ela no outro dia mesmo. Transamos na cozinha, na sala, no chuveiro (lógico que no banho ela tirou a calcinha, mas em todo o resto)…
Até que finalmente, a noite chegou. A gente tava acabado, literalmente… e nisso, eu pensando em ir embora, já era quase meia noite, e embora eu ainda conseguisse ficar duro, eu já não tinha nada mais no tanque, tava tudo nela.
- “*Puts, olha a hora…*” Eu disse enquanto olhava meu celular, rindo da minha ex ainda me enchendo.
- “*Você não vai embora, né? Passa a noite aqui.*” Ela disse com um tom bem de chamego, se jogando mais por cima de mim e passando a mão no meu pau.
- “*Não tem problema?*” Eu respondi, acariciando os peitos dela e dando um beijo na testa dela.
- “*Não… vai amanhã de manhã cedo. Tá tarde, dorme comigo.*”
- “*Então quero tentar uma coisa, você topa?*” Eu disse, ficando duro com as carícias dela.
- “*Com essa rola e o tanto que você me fez gozar e gozou, pode pedir o que quiser, sem ser dinheiro kkk*”
- “*Eu quero meter em você até o fundo e ficar parado, só curtindo o momento, até a gente dormir com eu dentro de você.*” Eu disse, e ela deu uma risadinha.
- “*Diferente… gostei, podemos tentar.*” Ela disse, saindo de cima de mim e ficando deitada na cama, puxando a calcinha pro lado.
Mano, que delícia. Eu meti nela bem devagar, saboreando o momento, e ela levantou as pernas pra colocar na minha cintura, me abraçando de uma forma muito sensual enquanto eu me abaixava, até o momento que as minhas bolas encostaram na bunda dela e os meus lábios no dela, a gente parado, só curtindo aquele silêncio da noite e os corpos quentes, abraçados como se fossemos marido e mulher.
- “*Que delícia… amei isso. Sinto tudo.*” Ela suspirou, beijando meu pescoço e me arranhando de leve com as unhas. “*Obrigada por isso.*”
- “*Eu que agradeço. Não fico pesado? Se quiser depois eu saio.”* Eu falei, ciente que tinham uns 30kg de diferença entre nós.
- “*Não não, fica assim… Vou dormir levinha.*”
Não demorou muito, e a gente dormiu. Lógico, durante a noite eu fiquei mole, então saí de cima e fiquei de conchinha com ela, voltei a dormir… acordamos cedo, e óbvio, transamos mais uma vez, dessa vez bem romanticamente, devagarinho, aquele delicioso sexo de manhã antes da despedida.
- “*Eu vou gozar dentro pela última vez, Raquel.*” Eu falei depois de uns minutos, me sentindo até triste.
- “*Goza dentro da sua mulher. Me marca pela última vez, amor. Eu quero gozar junto com você.*” Ela disse, também num tom triste, e até me surpreendendo com o “amor”.
Gozamos, forte, desesperados, abraçando um ao outro, curtindo aquele momento gostoso e triste ao mesmo tempo. Tinha acabado. Eu tinha que ir embora. A realidade voltava.
- “*Eu amei… o que tivemos.*” Eu comecei, e ela terminou. Parecia um filme romântico, mesmo numa situação tão deturpada.
Nos vestimos em silêncio, ela me acompanhou até a porta, demos um último beijo de língua, abraçados, apaixonados, e fui embora a pé mesmo. Precisava botar a cabeça em ordem e beber uma… e responder a minha ex, que a esse ponto já tinha certeza que eu tinha traído ela (mas consegui, depois de muita conversa, convencer ela que nada tinha acontecido e só tinha passado o sábado bebendo e jogando).
Enquanto tô no bar perto de casa, bebendo e recobrando os acontecimentos, recebo uma mensagem da casada, que viria a ser a última.
“*Eu amei esse tempo que passamos juntos. Foi maravilhoso, você foi a melhor transa que eu já tive, o primeiro que me fez gozar e ainda tantas vezes, e também gozou tantas vezes. Pela primeira vez, alguém conseguiu acalmar a ninfo que existe em mim… mas isso me deixou com medo. Eu realmente me apaixonei por você, cogitei até deixar meu marido… mas não posso fazer isso. Ele é o pai dos meus filhos, mesmo que a gente possa ter feito um, e você também tem a sua namorada. Eu sinto muito. Se eu engravidar, vou falar que é dele e tudo bem, mas nunca mais vamos nos falar ou ver de novo. Então obrigada, adeus, e saiba que eu te amei de verdade.”*
E nisso, a foto dela sumiu do whats. Nunca mais vi ela, nem fui atrás dela, nem nada. Não sei nem se ela engravidou, se continuou com o marido, nada. Isso me mata até hoje… e também me deixa com um puta tesão, toda vez que lembro dela.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
O dia que me envolvi com uma mulher casada!

Codigo do conto:
272840

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
22/09/2026

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