Sexo com quem a gente odeia, é bem melhor do que com quem a gente ama!

Aquele ódio era diário. Todo dia no escritório a gente se encarava como se quisesse matar um ao outro. Ela, a assembleiana perfeita, cabelo longo até a cintura, voz doce com todo mundo, esposa de pastor, mãe de dois, sempre com a Bíblia na bolsa e o sorriso de santa. Eu a achava a maior hipócrita e sonsa que já tinha conhecido. Ela me olhava como se eu fosse o próprio demônio. Competíamos por tudo: promoção, reconhecimento do chefe, até quem chegava primeiro na reunião. Qualquer elogio que um recebia o outro engolia com raiva.
Até que um dia a sala ficou vazia no horário de almoço. Só nós dois. O ar ficou pesado de uma hora pra outra. Eu estava encostado na mesa dela, discutindo um relatório que ela tinha saboteado de propósito. A voz subiu. Ela se levantou, o peito subindo e descendo rápido debaixo da blusa justa. De repente o silêncio. Os olhos dela desceram pra minha boca. Os meus desceram pro pescoço dela. Foi como se os dois tivessem combinado sem falar nada.
Ela deu o primeiro passo. Eu agarrei o cabelo dela e puxei. A boca colou na minha com raiva, dente batendo em dente, língua brigando. O beijo era sujo, molhado, cheio de ódio. Quando separou, ela cuspiu baixo:
- Seu filho da puta arrogante.
Eu apertei o queixo dela:
- Sua vadia fingida. Anda me provocando há meses com essa buceta de santa.
Não precisou de mais conversa. Saímos. Entrei no carro dela, o cheiro do perfume barato misturado com o suor de nervoso. Dirigiu rápido até o primeiro motel da estrada. Nem falamos no caminho. Só a respiração pesada e a mão dela apertando a minha coxa, subindo, sentindo a pica já dura pra caralho dentro da calça.
O quarto era escuro, cheirando a desinfetante e sexo de outros. A porta mal fechou e eu empurrei ela contra a parede. Rasguei a blusa. Os peitos saltaram, os bicos duros, o sutiã caindo. Ela puxou minha camisa com força, os botões voando. A boca dela desceu pro meu pescoço mordendo, chupando, deixando marca.
- Odeio sua cara - ela rosnou enquanto abria meu cinto. - Odeio esse pau que você deve enfiar em todas as vadias do escritório.
A mão dela tirou a pica pra fora. Estava latejando, grossa, a cabeça já molhada. Ela olhou e deu uma risadinha maldosa:
- Até que é grande pra um filho da puta como você.
Eu virei ela de frente pro espelho, puxei a saia pra cima e rasguei a calcinha. A buceta apareceu inchada, o grelinho saltado, já escorrendo. Enfiei dois dedos de uma vez. Ela gemeu alto, a testa batendo no espelho.
- Caralho, sua puta de igreja... tá molhada pra caralho só de me odiar.
- Cala a boca e fode - ela cuspiu. - Para de conversa e mete essa pica.
Empurrei a cabeça do pau contra a entrada e enfiei tudo de uma vez. A buceta apertou forte, quente, escorrendo. Ela gritou:
- Aaaaaah porra! Que pica grossa, seu demônio!
Comecei a meter sem dó. Estocadas fortes, o barulho molhado enchendo o quarto, a bunda dela batendo na minha virilha. Segurava o cabelo dela e puxava a cabeça pra trás, olhando no espelho o rosto dela contorcido de prazer e ódio.
- Isso... arromba essa buceta de pastora - eu gemia. - Fode a esposa do pastor, sua hipócrita.
Ela rebolava pra trás, encontrando cada estocada.
- Mais forte, seu filho da puta... mais forte! Odeio você... odeio essa pica... mas não para!
Tirei e virei ela de quatro na cama. A bunda empinada, a buceta aberta e vermelha, o cu apertadinho logo acima. Cuspi no cu e enfiei o polegar enquanto voltava a foder a buceta. Ela gemia desesperada, a cara enterrada no travesseiro:
- Aaaaaah caralhooooo! Mete no cu também... arromba o cu da sua inimiga!
Tirei da buceta e enfiei no cu de uma vez. Apertado pra porra, quente, engolindo a pica até o fundo. Ela gritou alto, o corpo todo tremendo:
- Porraaaaa! Que cu apertado... vai fundo... fode o cu da assembleiana, seu demônio do caralho!
Metia sem piedade. A outra mão esfregava o grelinho dela em círculos rápidos. Ela gozou primeiro, a buceta jorrando no lençol, o corpo se contorcendo, gemidos sujos saindo sem controle:
- Tô gozando... tô gozando no pau do cara que eu mais odeio... aaaaaah filha da puta!
Continuei fodendo o cu dela enquanto ela ainda gozava. Quando senti o gozo subindo, tirei e enfiei de novo na buceta. Gozei fundo, jatos quentes enchendo ela, o pau pulsando, o corpo inteiro tremendo. Ela sentiu cada jato e gemeu mais alto:
- Enche essa buceta... jorra tudo dentro da sua inimiga...
Caímos na cama, ofegantes, suados, o gozo escorrendo pela coxa dela. Ficamos alguns minutos nos olhando. Estranho. Tinha um afeto torto ali no meio do ódio. Ela passou a mão no meu peito, quase carinho. Eu beijei a testa dela. Depois o silêncio voltou. Levantamos, nos arrumamos, ela penteou o cabelo longo e voltamos pro trabalho como se nada tivesse acontecido.
Nos dias seguintes a rivalidade voltou pior. Ela me sabotou de novo. Eu respondi na mesma moeda. O ódio estava intacto. Mas a tensão sexual tinha virado uma coisa viva.
Meses depois ficamos sozinhos de novo. Olhares. Silêncio. O mesmo entendimento. Saímos de carro. Mesmo motel. Dessa vez ela já chegou me agarrando, a boca no meu pescoço:
- Odeio sua cara ainda mais agora, seu filho da puta.
Eu empurrei ela na cama, abri as pernas dela e enfiei a língua na buceta. Chupei o grelinho com força, enfiei a língua no buraco, o barulho molhado enchendo o quarto. Ela puxava meu cabelo e gemia:
- Isso... chupa essa buceta que te odeia... fode com a língua, caralho!
Quando eu subi, ela me empurrou e montou. A pica sumiu inteira na buceta. Ela rebolava com raiva, os peitos balançando, o cabelo longo colado no suor. Gemia e insultava ao mesmo tempo:
- Sua pica gostosa do caralho... odeio... mas não para de foder... arromba...
Eu segurava a cintura e metia de baixo pra cima. Quando ela gozou de novo, a buceta apertando e escorrendo, eu virei ela de lado e enfiei no cu mais uma vez. Dessa vez mais devagar, fundo, sentindo cada contração. Ela choramingava de prazer:
- Porra... que rola gostosa no meu cu... continua... fode até eu não aguentar mais...
Gozei de novo dentro do cu dela, jatos quentes, o corpo todo tremendo. Ela sentiu e gozou junto, o grelinho latejando na minha mão.
A terceira vez foi a última antes dela ser transferida. Mesmo ódio. Mesma intensidade. Mesmos insultos sujos. Mesmo sexo desesperado, cheio de raiva e desejo misturados. Depois que ela saiu do setor, nunca mais aconteceu. Quando nos vemos hoje ela fala comigo com aquele sorrisinho educado, como se nunca tivesse gritado meu nome enquanto eu arrombava o cu dela no motel.
Mas eu nunca esqueci. Nunca tive sexo tão intenso. Odiar e ser odiado vira um combustível que nenhum carinho consegue igualar. A pica lateja só de lembrar do cheiro dela, dos gemidos desesperados, da buceta apertando, do cu engolindo, dos insultos saindo no meio do gozo. Foi o melhor sexo da minha vida. E o mais sujo. E o mais verdadeiro.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


272846 - Siririca na aula! - Categoria: Masturbação - Votos: 0
272843 - Minha mãe me viu batendo uma! - Categoria: Incesto - Votos: 1
272840 - O dia que me envolvi com uma mulher casada! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
272774 - Ajudei meu sobrinho a perder a virgindade! - Categoria: Incesto - Votos: 2
272765 - Vi a trepada e meu irmão me comeu! - Categoria: Incesto - Votos: 4
272764 - Sozinho com minha tia, não aguentei as provocações dela! - Categoria: Incesto - Votos: 4
272763 - Peguei meu filho no flagra comendo minha irmã, após isso não resisti e dei pra ele também! - Categoria: Incesto - Votos: 3
272762 - A melhor mamada que recebi na vida foi de minha filha! - Categoria: Incesto - Votos: 2
272742 - Comprar aquela sauna foi a pior e melhor ideia que eu poderia ter! - Categoria: Incesto - Votos: 5
272712 - Amiga comprometida! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
272707 - O pai da minha amiga me chupou e me comeu! - Categoria: Coroas - Votos: 5
272625 - Tracei minha mãe na piscina! - Categoria: Incesto - Votos: 5
272620 - A filha do caseiro! - Categoria: Coroas - Votos: 4
272571 - Um amor de jegue! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
272492 - Seduzindo o enteado! - Categoria: Incesto - Votos: 5
272491 - Estava sozinha na praia, então dois novinhos me fizeram companhia! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
272323 - Minha prima curiosa! - Categoria: Incesto - Votos: 6
272322 - Minha irmã me viu nu e não parou de olhar! - Categoria: Incesto - Votos: 3
272304 - Perdi o nofap por culpa da minha mãe! - Categoria: Masturbação - Votos: 0
272292 - Mini saia! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
272291 - Sobrinha veio pedir minha ajuda pra dar o cu pro marido, acabei traçando o cuzinho! - Categoria: Incesto - Votos: 6
272242 - Fiz sexo com meu sobrinho! - Categoria: Incesto - Votos: 3
272241 - Fingi de bêbada e meu pai traçou meu cuzinho! - Categoria: Incesto - Votos: 4
272235 - O marido da minha melhor amiga! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
272187 - Depois de implicar tanto, minha cunhadinha me deu a bucetinha! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 9
272186 - Comi uma putinha no metrô! - Categoria: Fantasias - Votos: 3
272185 - Saí de casa plugada e a experiência foi torturante! - Categoria: Masturbação - Votos: 6
272175 - Fodida por um velho no parque! - Categoria: Coroas - Votos: 3
272174 - Minha irmã me ajudou a descobrir minha bissexualidade! - Categoria: Incesto - Votos: 6
272173 - Batendo siririca junto com minha irmã! - Categoria: Masturbação - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Sexo com quem a gente odeia, é bem melhor do que com quem a gente ama!

Codigo do conto:
272844

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
22/09/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0