Esposa evangelica viciada em piroca!



Meu nome é Sebastião, 45 anos. Minha esposa Cida tem 40. Pra todo mundo na igreja a gente é o casal modelo. Ela com aqueles vestidos compridos, cabelo preso, sorriso doce, sempre prestativa, ajudando nas reuniões, visitando doentes, rezando alto. Eu o marido quieto, trabalhador, que nunca falta no culto. Ninguém desconfia. Ninguém sonha que por baixo daquela saia longa existe uma puta descarada, uma vadia com a buceta sempre molhada e o cu coçando atrás de pica grossa.
Tudo começou quando a gente ainda morava na cidade pequena. Cida tinha 23 anos na época. Eu cheguei mais cedo do serviço um dia. A porta do quarto estava entreaberta. Ouvi gemidos. Aproximei sem fazer barulho e olhei pela fresta.
Lá estava ela. Completamente nua, de quatro na nossa cama de casal. O pastor da igreja, o mesmo que pregava sobre pureza todo domingo, metendo a rola grossa no cu dela com força. A safada rebolava pra trás, engolindo tudo até as bolas. Ele puxava o cabelo dela pra trás e falava:
- Isso, puta vagabunda. Abre esse cuzinho pra porra do pastor. Você adora, né? Adora levar no rabo que nem uma putinha de rua.
Cida gemia alto, a voz embargada de tesão:
- Aiii porra... mete mais fundo, pastor... arromba meu cu... eu sou sua puta... enche esse rabo de porra...
Ele batia na bunda grande dela, a carne tremendo a cada tapa. Metia até o talo, tirava quase inteiro e enfiava de novo com violência. O cu dela fazia aquele barulho molhado de arrombamento, chiando, engolindo a pica. Quando ele gozou, puxou a rola pra fora e jorrou leite grosso nas costas dela, no cabelo, escorrendo pro rabo aberto.
Foi aí que eu abri a porta com tudo. O pastor quase cagou nas calças. Pulou a janela e sumiu. Nunca mais apareceu. Cida ficou no chão, nua, com porra escorrendo do cu, chorando.
- Foi o demônio, Sebastião... ele tava me ajudando a expulsar...
Eu não deixei ela terminar. O tesão que eu senti naquele momento foi algo que nunca tinha experimentado. Ver minha esposa recatada sendo fodia igual uma puta me deixou com a pica dura pra caralho. Tirei a rola e falei:
- Quem vai tirar o demônio de você sou eu agora, sua vadia.
Virei ela de quatro de novo. O cu dela ainda estava aberto, pingando porra do pastor. Enfiei minha pica de uma vez só. Entrou fácil. Ela já estava acostumada. Segurei o cabelo dela e comecei a meter com raiva e tesão misturados.
- Então é isso que você gosta, né, puta? Levar no cu que nem vagabunda?
Ela chorava e gemia ao mesmo tempo:
- Simmm... aiii porra... mete... arromba meu cuzinho... eu sou uma puta... desculpa...
Fodi ela sem piedade. Cada estocada fazia a bunda bater na minha barriga. O cu apertava, quente, molhado de porra alheia. Ela gozou duas vezes no meu pau, tremendo, gemendo desesperada:
- Aiii caralho... tô gozando... o cu tá gozando... não para... fode mais...
Quando eu não aguentei mais, enterrei fundo e jorrei dentro. Foi porra pra caralho. Enchi o rabo dela. Puxei pra fora e vi o leite branco escorrendo pelo cu arrombado, misturado com o do pastor.
Perguntei ainda com a pica pingando:
- Você já deu pra outros além do pastor, sua vagabunda?
Ela, ofegante, respondeu:
- Já... já dei pra vários da igreja... casados... novos... velhos... todos me comeram nessa cama... a buceta e o cu... só não deixo gozar dentro da buceta pra não engravidar...
Aquilo me fez gozar de novo só de ouvir. Gozei na cara dela, no cabelo, na boca. Ela engoliu tudo lambendo os lábios.
A partir daquele dia a gente nunca mais foi o mesmo. Mudamos pra São Paulo. Longe de todo mundo que pudesse nos apontar. Começamos a frequentar casas de swing. E assim continua até hoje.
Toda sexta-feira é o dia do nosso pecado. Cida veste o vestido longo de crente, cabelo preso, bíblia na bolsa. A gente chega na casa, ela some no banheiro e volta transformada. Sai a esposa recatada, entra a puta.
Ontem foi assim. Entramos. Ela tirou o vestido e ficou só de salto alto e colar de pérolas. A buceta já estava pingando. Os seios pesados, o rabo grande e redondo. Ficamos na sala principal primeiro. Vários casais. Cida se ajoelhou na frente de um cara gordo, casado, e tirou a pica dele da calça.
- Que pica grossa... quero chupar até as bolas...
Ela engoliu tudo. A boca se abrindo no limite, babando, fazendo barulho molhado. O cara segurava a cabeça dela e enfiava fundo na garganta. Ela engasgava e gemia:
- Glupc... glupc... enfia mais... engasga essa puta...
Enquanto ela chupava, outro chegou por trás e enfiou dois dedos na buceta. Depois três. Depois a pica inteira de uma vez. Cida gemeu com a boca cheia:
- Aiii porra... mete nessa buceta molhada... arromba...
Eles a viraram de quatro no sofá. Um na frente, outro atrás. A pica grossa entrando no cu enquanto ela chupava outra. O barulho era obsceno. Pele batendo em pele, gemidos, xingamentos.
- Puta safada... olha como o cu engole...
- Isso... fode meu rabo... eu adoro... sou a puta da igreja...
Ela gozou ali mesmo, tremendo, a buceta esguichando um pouco no sofá. Não pararam. Trocaram de posição. Agora era um no cu e outro na buceta ao mesmo tempo. Duas picas grossas esticando os buracos dela. Cida gritava:
- Aiiii caralhooooo... as duas... tá arrombando tudo... não para... goza dentro... enche essa puta...
O da frente gozou primeiro, jorrando na boca dela. Ela engoliu e mostrou a língua suja de porra. O de trás encheu o cu. Quando tirou, o leite escorreu em fio grosso, pingando no chão.
Mas a noite só estava começando. Ela foi pro glory hole. Ficou de joelhos do outro lado da parede, a boca aberta. Uma pica atrás da outra aparecia no buraco. Ela chupava todas. Umas finas, outras grossas pra caralho. Uma especialmente monstruosa. Ela engoliu até quase desmaiar, lágrimas nos olhos, babando no chão.
- Que pica deliciosa... goza na minha boca, desconhecido... enche a garganta dessa vadia...
Vários gozaram. A cara dela ficou um mapa de porra. Cabelo grudado, cílios pesados, língua para fora mostrando o leite.
Depois foi pras cabines. Entrou com dois caras ao mesmo tempo. Eu assisti pela fresta. Ela de quatro de novo. Um metendo no cu com força, segurando os cabelos, chamando de puta. O outro deitado embaixo, ela sentando na pica dele com a buceta. Os dois buracos sendo fodiados sem descanso.
- Mais forte... arromba esse cu... eu sou sua putinha... mete até as bolas...
O cara de trás deu um tapa forte na bunda e falou:
- Esse cuzinho tá largado de tanto levar pica, né vagabunda?
- Tá... tá largado e gostoso... enfia mais... quero sentir as bolas batendo...
Eles foderam por quase meia hora. Cida gozou três vezes. Cada orgasmo mais desesperado que o outro. O corpo inteiro tremendo, a voz falhando:
- Aiii porraaaa... tô gozando de novo... o cu tá pulsando... não paraaaa...
Quando os dois gozaram, um dentro do cu e outro na boca, ela ficou deitada de lado, pernas abertas, os dois buracos abertos e vazando porra. Eu entrei na cabine. Minha pica estava dura pra caralho de tanto ver.
Ela me olhou com aqueles olhos de puta realizada e falou:
- Vem, marido... come o que sobrou... enfia nessa buceta cheia de porra alheia...
Enfiei. Estava quente, escorregadia, largada. Meteram nela a noite toda e ainda assim apertava gostoso. Fodi com raiva e tesão. Segurei o pescoço dela e falei no ouvido:
- Você é a maior puta que eu já vi. A esposa do pastor, a crente, a vadia que chupa qualquer pica.
Ela gemia contra a minha mão:
- Sou... sou sua puta... fode mais forte... goza dentro... quero levar seu leite pra casa...
Gozei fundo na buceta. Quando tirei, a mistura de porras escorreu. Ela enfiou os dedos, limpou e chupou, olhando pra mim.
Ainda não acabou. Na sala principal de novo, ela se ofereceu pra um grupo. Ficou de joelhos no meio de cinco caras. Chupava um, masturbava dois, e os outros se esfregavam no rosto e nos peitos dela. Porra voando pra todo lado. No cabelo, nos seios, na boca, no pescoço. Ela ria e pedia mais:
- Goza na cara da puta... me suja toda... quero ir embora fedendo a porra...
Um deles a pegou no colo, sentou num sofá e fez ela cavalgar. Outro veio por trás e enfiou no cu de novo. Dupla penetração outra vez. Cida gritava como se estivesse sendo arrombada pela primeira vez:
- Aiiiiiiii... as duas picas... tá rachando... não para... me fode até eu não aguentar mais...
Ela gozou tão forte que quase desmaiou. O corpo inteiro convulsando. Os caras não tiveram piedade. Continaram metendo até gozarem dentro. Quando tiraram, os dois buracos dela ficaram abertos, vermelhos, vazando leite em quantidade.
Já era quase três da manhã quando a gente saiu. Cida colocou o vestido longo por cima do corpo sujo de porra. O cheiro era forte. No carro, no caminho de casa, ela abriu as pernas e se masturbou com três dedos, ainda gemendo baixinho:
- Ainda tô com tesão... o cu tá latejando... a buceta tá ardendo gostoso...
Em casa, no chuveiro, eu lavei ela. Enfie os dedos de novo nos dois buracos só pra sentir como estavam abertos. Ela se apoiou na parede e pediu:
- Mete de novo... uma última vez... quero dormir com porra dentro...
Fodi ela ali mesmo, em pé, de frente pro espelho. Segurei os seios e meti fundo no cu. Ela olhava pro próprio reflexo e falava:
- Olha pra essa puta... a crente que leva no rabo... a esposa que adora pica alheia...
Gozei mais uma vez dentro. Depois a gente se deitou. Ela com a cabeça no meu peito, o corpo ainda tremendo de vez em quando com as ondas de tesão.
- Amanhã a gente vai pro culto, né? - ela perguntou baixinho, já quase dormindo.
- Vai. E você vai sentar no banco com o cu cheio de porra e a buceta latejando. Ninguém vai saber.
Ela sorriu, aquele sorriso doce de esposa recatada.
- Ninguém vai saber. Só a gente.
E assim a gente vive. De dia o casal exemplar da igreja. De sexta a puta e o corno que adora ver a esposa sendo fodia por qualquer um. O vestido longo esconde tudo. O sorriso doce esconde a boca que engoliu dezenas de picas. A oração esconde os gemidos desesperados de quando o cu está sendo arrombado.
Cida continua gostosa pra caralho. O rabo grande, a buceta sempre molhada, o cu treinado pra engolir qualquer grossura. E eu continuo viciado nisso. Em ver minha esposa virar a maior vadia da noite e depois voltar pra casa de mão dada comigo, como se nada tivesse acontecido.
Na próxima sexta vai ser pior. Já combinamos. Ela quer tentar três ao mesmo tempo. Uma no cu, uma na buceta e uma na boca. Quer sair da casa mancando, com os três buracos arrombados e cheios. E eu vou filmar tudo. Pra gente ver depois, no domingo à noite, depois do culto, enquanto ela ainda estiver com o vestido de crente e a bíblia do lado da cama.
Porque no fundo a gente sabe. O pecado é gostoso demais pra parar. E a puta que mora dentro da minha esposa nunca vai se contentar com só uma pica.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Esposa evangelica viciada em piroca!

Codigo do conto:
270175

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
18/08/2026

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