Dando pro amigo do meu filho, enquanto a polícia rondava a casa!



O pavor batia mais forte que a chuva naquela manhã. As viaturas da PM rodavam devagar pela rua, giroflex vermelho cortando a neblina e a água que batia com força nas janelas do chalé. Eu, Regina, quarenta e dois anos, corpo de mulher madura e bem servida, pernas grossas, bunda larga que esticava qualquer calça e peitos pesados que quase saltavam do suéter de lã, estava sozinha no andar de cima. Meu filho não estava em casa. Só o Márcio, o melhor amigo dele, um mulato de vinte e quatro anos, corpo fechado de academia, ombros largos, braços veiados e aquela cara de safado que sempre me deixava com um calor escondido entre as pernas.
Eu sabia que a qualquer momento podiam arrombar o portão. O medo subiu pela garganta e virou outra coisa. Adrenalina pura, tesão sujo, cego, que me fez ir até o quarto dos fundos como uma louca. Encostei a bunda na ponta da mesa de madeira, abaixei a calça jeans junto com a calcinha até o meio das coxas e enfiei dois dedos direto na buceta. Estava inchada, quente, babando. Os lábios grossos se abriram fáceis e o grelinho latejava como se quisesse ser esmagado. Meus peitos pesados quase pularam para fora do decote, bicos duros e eriçados. Eu me esfregava com força, ouvindo as sirenes lá fora, gemendo abafado, mordendo o próprio pulso para não gritar.
Foi nesse segundo que a porta rangeu.
Márcio estava parado ali, olhos estalados, encarando a minha buceta escancarada, melada de tesão, calça presa nos joelhos. O olhar dele mudou na hora. Devorou tudo: os peitos balançando, a xota aberta, o rabo empinado.
— Dona Regina... a senhora tá pirando com a polícia aí fora?
— Márcio... fecha essa porta, pelo amor de Deus...
Ele fechou. Veio pra cima de mim feito bicho. Puxou a fivela do cinto, abriu a braguilha e a pica dele pulou pra fora. Grossa, escura, veias saltadas, cabeça roxa já babando leite transparente. Uns vinte centímetros de cacete pesado que fazia a boca da gente se abrir só de olhar.
Ele agarrou meus peitos, massageou com força, mordeu meu lábio inferior até doer e depois me virou de quatro em cima da mesa. Eu empurrei a bunda pra trás, coxas ainda presas pela calça. Ele nem precisou guiar. Encostou a rola fervendo na entrada molhada e socou de uma vez só.
— Ai, cacete!
O grito saiu rasgado. A cabeça da pica arrombou a buceta apertada e me preencheu inteira, fundo demais, batendo em algum ponto que fez minhas pernas tremerem. A xota quente engoliu tudo até o talo. Ele segurou minha cintura com as duas mãos e começou a foder sem dó. Metidas secas, fortes, ritmadas, mesa rangendo, meu rabo batendo contra a barriga dele.
— Gostosa... que buceta quente do caralho!
— Mete, Márcio! Soca essa rola, vai! Me arromba, porra!
Ele puxou meu cabelo com força, forçando a cabeça pra trás. Minha bunda ficou ainda mais empinada, o cu contraído, a buceta se abrindo e se fechando em volta daquela pica grossa que entrava e saía com estalos molhados. O medo da polícia lá fora só aumentava o tesão. Cada sirene que passava me fazia apertar mais o pau dele. Eu gemia desesperada, quase chorando de prazer e de pavor.
— Que porra é essa, Dona Regina... a senhora tá escorrendo toda...
— Cala a boca e mete mais fundo, porra! Quero sentir essa pica no fundo da buceta!
Ele obedeceu. Acelerou. As bolas pesadas batiam contra o meu grelinho a cada estocada. Eu sentia o pau latejando dentro, as veias raspando nas paredes internas. Minha xota começou a dar espasmos violentos, se contorcendo, espremendo aquele cacete com força. Ele rosnou, agarrou meus peitos por baixo do suéter e apertou os bicos até doer gostoso.
— Vai gozar, né? Vai esguichar nessa rola, sua puta madura...
— Vou... porra, vou... não para!
O orgasmo veio forte, seco no começo e depois molhado, uma onda que me fez tremer inteira. Eu gozei apertando o pau dele, gemendo baixo, mordendo o próprio braço. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu ainda contraía, esticando o prazer até doer. Quando sentiu que eu estava mole, tirou a rola de dentro, ainda dura, brilhando de porra e babação, e me virou de frente.
— Ajoelha.
Eu desci. Ajoelhei na frente dele, peitos ainda expostos, calça descida. Ele seguiu o pau grosso na minha boca. Eu abri e engoli a cabeça, chupando com vontade, sentindo o gosto salgado do pré-gozo. Márcio segurou minha cabeça e começou a foder minha boca com o mesmo ritmo bruto. A pica entrava fundo, quase engasgando, e eu aceitava tudo, babando, olhos marejados, ouvindo as viaturas ainda rodando lá fora.
— Isso... chupa essa pica, Dona Regina... sua boca é tão quente quanto a buceta...
Eu chupava e masturbava o que não cabia, mão subindo e descendo no pau escuro, dedos escorrendo no leite transparente. Ele puxou meu cabelo de novo e tirou a rola da boca com um estalo.
— De quatro de novo. Quero ver esse cu.
Eu voltei pra mesa, empinando a bunda. Ele cuspiu na mão, passou o dedo grosso no meu cu e empurrou devagar. O anel se abriu com resistência e o dedo entrou. Eu gemi alto, sem conseguir abafar. Ele enfiou o segundo dedo, abriu mais, e depois encaixou a cabeça da pica no buraco apertado.
— Relaxa... vai entrar tudo...
— Ai, caralho... devagar...
Não foi devagar. Ele empurrou com força e a pica grossa arrombou o cu de uma vez. A dor misturou com o prazer de um jeito doentio. Eu gritei no travesseiro improvisado do braço, sentindo o pau entrar centímetro por centímetro até as bolas baterem na minha bunda. Márcio começou a foder o cu com estocadas longas e profundas, segurando minha cintura com força, as mãos marcando a pele.
— Que cu apertado do caralho... tá me esmagando...
— Mete... mete mais... arromba esse cu, porra!
Ele metia sem piedade. O pau saía quase inteiro e entrava de novo, esticando o anel, fazendo eu babar e gemer sem controle. A buceta vazia latejava, o grelinho esfregando na madeira da mesa a cada movimento. Eu enfiei a mão entre as pernas e comecei a esfregar o clitóris com força enquanto ele fodia meu cu.
O segundo orgasmo veio mais forte. Minhas pernas tremeram, o cu apertou a pica dele com força e eu gozei de novo, gemendo desesperada, quase chorando. Márcio perdeu o controle. Enterrou tudo, segurou firme e gozou fundo no meu cu, jatos quentes e grossos enchendo o buraco. Eu sentia a porra quente escorrendo para fora enquanto ele ainda latejava dentro.
Ele tirou a rola devagar, o cu fazendo um barulho molhado ao se fechar. A porra escorreu pela minha coxa. Eu fiquei dobrada na mesa, arfando, ouvindo as sirenes se afastarem aos poucos. Márcio se sentou na cadeira ao lado, pau ainda semi-duro, suado, olhando pra mim com aquele sorriso safado.
— A polícia foi embora...
— Ainda bem... porque eu ainda não terminei com você.
Eu me levantei, tirei a calça de vez, fiquei só de suéter aberto e me sentei no colo dele de frente. Encaixei a buceta ainda molhada na pica semi-dura e comecei a rebolar, sentindo ele endurecer de novo dentro de mim. Ele agarrou meus peitos, chupou os bicos com força, mordeu, enquanto eu subia e descia no pau dele, a buceta fazendo barulho molhado a cada descida.
— Olha pra mim enquanto senta nessa pica...
— Tô olhando... e tô sentindo essa rola me enchendo de novo...
Eu rodei o quadril, esfregando o grelinho na base do pau dele. Ele segurou minha bunda com as duas mãos e começou a empurrar pra cima, metendo fundo enquanto eu rebolava. O quarto cheirava a sexo, suor e chuva. Eu gemia no ouvido dele, pedindo mais, pedindo pra ele me foder até eu não aguentar mais.
Ele me levantou, me jogou de costas na cama e abriu minhas pernas. Enfiou a pica de novo na buceta e começou a meter em estocadas profundas e lentas, olhando nos meus olhos. Eu enrolei as pernas na cintura dele, puxando pra dentro.
— Mais forte... quero sentir essa pica me arrebentar...
Ele acelerou. A cama bateu na parede. Eu gemia alto agora, sem medo, porque as viaturas já tinham sumido. Márcio colocou uma perna minha no ombro e meteu ainda mais fundo, batendo no ponto certo. Eu gozei de novo, apertando o pau dele, unhas nas costas dele, gemendo o nome dele misturado com palavrões.
Ele tirou a rola, se ajoelhou na minha cara e enfiou o pau na minha boca de novo. Eu chupei a porra misturada com o gosto da minha buceta e do meu cu, engolindo tudo. Depois ele me virou de lado, ergueu uma perna e meteu de novo, dessa vez alternando entre a buceta e o cu, entrando e saindo, sujando um buraco com o outro.
— Qual você prefere, Dona Regina? A buceta ou o cu?
— Os dois... mete nos dois... me enche de porra...
Ele gozou pela segunda vez dentro da buceta, jatos fortes, quentes, enchendo até vazar. Eu senti a porra escorrer enquanto ele ainda empurrava devagar, esgotando os últimos espasmos.
Ficamos ali, suados, ofegantes, o cheiro de sexo pesado no ar. Lá fora a chuva continuava, mas as sirenes tinham sumido. Márcio passou a mão na minha bunda, apertou, e falou baixo:
— A gente vai ter que limpar essa bagunça antes do seu filho chegar...
— Depois... agora me chupa essa buceta melada de porra.
Ele desceu, abriu minhas pernas e passou a língua inteira na xota suja, chupando a mistura de porra e babação, lambendo o grelinho inchado até eu tremer de novo. Eu segurei a cabeça dele e gozei mais uma vez, esfregando a buceta na boca dele, gemendo sem vergonha.
Quando ele subiu de novo, eu puxei o pau dele, ainda semi-duro, e falei:
— Ainda tem leite aí?
— Tem... se a senhora quiser mais.
Eu virei de quatro mais uma vez, empinando o rabo. Ele encaixou a pica no cu ainda aberto e meteu devagar, sentindo a porra anterior facilitar a entrada. Dessa vez foi mais lento, mais fundo, cada estocada fazendo eu gemer baixo e apertar o lençol. Ele me fodeu assim por um tempo longo, sem pressa, até eu pedir pra ele gozar de novo.
Quando ele gozou pela terceira vez, foi no meu cu, fundo, segurando minha bunda com força. Eu senti os jatos quentes e fiquei ali, recebendo tudo, a porra escorrendo devagar enquanto ele se afastava.
Ficamos deitados depois, ouvindo a chuva. Eu passei a mão no peito dele, no pau mole e sujo, e falei:
— Isso não pode acontecer de novo...
— Pode... e vai.
Ele sorriu aquele sorriso safado e puxou meu peito pra chupar o bico mais uma vez. Eu deixei. Lá fora a tempestade ia passando. Dentro do quarto, o cheiro de sexo e o corpo cansado dele em cima do meu ainda diziam que a manhã tinha passado de todos os limites. E eu, longe de ser santa, só queria que ele endurecesse de novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dando pro amigo do meu filho, enquanto a polícia rondava a casa!

Codigo do conto:
270113

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
18/08/2026

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