Tudo começou numa sexta de merda. Eu e o Carlos, meu melhor amigo desde a época da escola, a gente bebeu pra caralho numa festa. Ele me arrastou pra casa dele pra continuar o porre. A gente já tava no segundo uísque quando ele abriu o celular e começou a me mostrar fotos da Juliana. Juliana, 1,55 m de putinha casada, cabelo preto liso, peitos firmes, bunda redonda que quase estourava a calcinha em todas as fotos. — Olha essa buceta, cara — ele falou, abrindo um vídeo. — Olha como ela goza quando eu enfio a pica inteira. No vídeo ela tava de quatro, gemendo alto, o cu piscando enquanto ele metia fundo. Eu engoli seco. Ela era gostosa pra caralho. Eu falei: — Porra, ela é uma putinha mesmo. Eu transaria com ela fácil. Ele olhou pra mim com aquele sorrisinho de quem já tinha planejado tudo. — Então vem. Me arrastou até o quarto. A luz tava fraca. Juliana dormia de ladinho, de camisola fina. Carlos sacudiu o ombro dela. — Amor, levanta. O Pedro veio fazer o que planejamos. Ela abriu os olhos, me reconheceu e sorriu. Sem nenhum pudor. Sem nenhuma pergunta. Levantou, veio até mim, me empurrou pra sentar na beira da cama e ajoelhou. Puxou meu short e a cueca de uma vez. Minha pica já tava dura pra porra, veias saltadas. Ela não chupou a cabeça primeiro. Não. Ela abriu a boca e engoliu até o fundo, a garganta apertando o pau inteiro. Eu soltei um gemido baixo. — Porra, Juliana… Ela tirou a pica da boca só pra falar, baba escorrendo pelo queixo: — Cala a boca e goza na minha garganta depois. Agora deixa eu chupar essa pica grossa. Ela chupou com fome. Mão no saco, língua rodando a cabeça, engolindo fundo de novo. Eu segurei o cabelo dela e comecei a meter na boca. Ela engasgou, mas não parou. Quando eu tirei o pau, ela subiu na cama, tirou a camisola e ficou pelada. Peitos pequenos e duros, mamilo escuro, a buceta já molhada, os lábios inchados. O grelinho dela tava saltado, brilhando. Eu deitei ela de costas e enterrei a cara. Lambi o grelinho com força, chupei os lábios, enfiei a língua na boceta. Ela gemeu alto, a mão no meu cabelo. — Assim, porra… chupa essa buceta suja… ahhh, mais fundo… Eu lambi até ela tremer. Depois me levantei, alinhei a pica e enfiei de uma vez. A buceta dela era apertada pra caralho, quente, molhada. Ela gritou: — Aiiiii, caralho! Que pica grossa! Mete fundo, mete tudo! Eu meti. Sem dó. Cada estocada batia no fundo. O barulho de pele batendo, o cheiro de buceta e suor. Carlos ficou sentado numa cadeira, batendo punheta, olhando. Eu virei ela de quatro. A bunda dela era perfeita, redonda, o cu fechado e rosado. Eu enfiei de novo na buceta e comecei a comer gostoso. Ela gemendo desesperada: — Ahhh, porra… mais forte… arrebenta essa buceta… aiiiiiii, aiiiiiiii, aiiiiiii… Eu gozei a primeira vez dentro dela. Enchi a boceta de porra. Quando tirei o pau, o esperma escorreu pelos lábios. Ela se virou rápido, engoliu o pau sujo e chupou tudo. Depois me chupou de novo até eu ficar duro. Eu gozei na boca dela a segunda vez. Ela engoliu e mostrou a língua suja. Carlos não deixou eu tocar no cu dela naquela noite. Ele só falou: — O cu é meu ainda. Depois que eu cansei, ele veio e comeu a buceta dela por quase uma hora, lambendo minha porra misturada com o gozo dela. Eu fiquei olhando, a pica latejando de novo. Alguns dias depois o telefone tocou. Era ela. — Pedro… vem me buscar. Quero te dar. Eu fui. Peguei ela perto de casa. Ela entrou no carro de saia curta. No caminho pro parque nacional ela já abriu as pernas e mostrou a calcinha. Quando estacionamos numa área isolada, ela tirou a saia. Não tinha calcinha. Tinha um plug anal preto enfiado no cu. Ela se virou de quatro no banco de trás, abriu a bunda e falou: — Tira o plug e enfia essa pica no meu cu. Quero porra no meu rabo hoje. Eu puxei o plug. O cu dela abriu e fechou, piscando. Eu cuspi nele, enfiei dois dedos, senti como tava quente e apertado. Depois alinhei a pica e empurrei. O cu engoliu a cabeça. Ela gemeu alto, a testa no banco: — Ahhh, caralho… que pica grossa no meu cu… enfia mais… mais fundo, porra… Eu enterrei tudo. O cu dela apertou minha pica como uma porra. Eu comecei a meter. Cada estocada ela gemia desesperada: — Assim… arrebenta meu cu… ahhh… mete mais forte… eu sou uma puta… puta do teu pau… Eu segurei os quadris dela e fodi o cu sem piedade. O barulho molhado, o cheiro de sexo. Ela gozou com a pica no cu, a buceta escorrendo no banco. Eu senti o saco subir e gozei fundo. Enchi o cu dela de porra. Quando tirei, o esperma escorreu. Ela enfiou os dedos, tampou o cu e falou: — Agora me leva pra casa. Quero que o Carlos coma essa porra no meu rabo. Eu levei. Em casa, minutos depois, ela me mandou um vídeo: ela sentada no rosto do Carlos, o cu aberto em cima da boca dele. Ele chupando minha porra direto do rabo dela. Eu fiquei duro de novo só de ver. Desde então não para. Três, quatro vezes por semana. Eu pego ela no carro, no motel, no mato. Às vezes ela manda foto pro marido: a boceta aberta, minha pica saindo, o cu cheio de porra. Às vezes ela não conta nada. Ela parou de deixar ele gozar dentro. Usa o cartão dele pra pagar o motel e a comida depois. Eu me sinto um filho da puta às vezes, mas quando ela liga e fala: — Vem me foder. Quero tua pica na minha boceta agora. Eu perco toda a força de dizer não. Hoje mesmo ela me mandou mensagem: — Estou de quatro na cama. Plug no cu. Buceta pingando. Vem. Eu já estou a caminho. Porque essa putinha casada me viciou. E eu não consigo mais parar de enfiar a pica nela.
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Aproveite meu nobre não vejo a hora q começar a comer uma esposa de um conhecido ou desconhecido e ficar viciado até ele saber e liberar mais ainda q delícia se lambuse
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