Minha irmã estourou meu cartão e me vinguei dando pro namorado dela!
O dia tinha sido uma merda completa. Saí do curso de Design com a cabeça fervendo, o short jeans de cintura alta marcando a buceta e a bunda empinada de um jeito que eu sabia que chamava atenção, a blusinha de alcinha branca colada nos peitos pequenos e duros, mamilos já meio eretos por causa do ar-condicionado do ônibus. Vinte anos, trabalhando meio período no café pra pagar a porra da faculdade enquanto a Karina, a irmã mais velha, vivia como se o mundo girasse em torno do umbigo dela. Quando abri o extrato do cartão no celular e vi o estrago, quase gritei no meio da rua. Quase todo o limite torrado num site de roupa de luxo. Sem pedir. Sem avisar. Aquilo foi o estalo final. Eu já estava farta de ser a caçula que limpa a bagunça e paga a conta. Cheguei em casa ainda com o sangue fervendo. A porta da sala estava aberta e lá estava o Adriano, o namoradinho perfeito da Karina, parado no meio da sala com um copo de uísque na mão, camisa polo preta apertada nos braços e no peito largo. Ele esperava ela voltar do salão. Eu entrei bufando, joguei a bolsa no sofá e me sentei de um jeito que o short subiu mais ainda, mostrando a coxa. Eu sentia o olhar dele queimar na minha bunda desde sempre. Toda vez que a Karina virava as costas, aqueles olhos famintos desciam pro meu rabo avantajado e pro desenho da buceta apertada no jeans. — A Karina ainda demora? — perguntei, cruzando as pernas de propósito, deixando o short marcar ainda mais. Ele tirou o copo dos lábios e me encarou. A voz saiu rouca. — Ela disse que já está terminando. Conversei por uns minutos, soltei o que ela tinha feito com o cartão. Vi o rosto dele mudar. Assombro, depois algo mais escuro. Eu me levantei devagar, andei até ficar bem na frente dele. Sem sutiã, a blusinha transparente marcando os peitos. A calcinha era um fio dental preto que mal cobria o grelinho inchado. Eu queria que a Karina chegasse e visse. Ou pelo menos sentisse o gosto da vingança. Coloquei as mãos nos ombros dele. Senti o corpo rígido, quente. Adriano largou o copo na mesa e me puxou pelo quadril com força. Não teve conversa fiada. Em segundos ele me empurrou pro sofá, forçou meus ombros pra baixo até eu deitar de costas. As mãos grandes desceram, desabotoaram o short e puxaram junto com a calcinha num movimento brusco. O ar frio da sala bateu na minha xota já encharcada. Eu abri as pernas sem vergonha nenhuma. Ele desabotoou a calça e tirou a pica. Grossa, dura, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Eu nem esperei. Ergui o quadril e encaixei a cabeça na entrada molhada. — Você está doida pra dar, não é? — ele rosnou, segurando meus pulsos contra as almofadas. Posicionou minhas pernas nos ombros e enterrou de uma vez. A pica rasgou fundo, enchendo tudo. Eu soltei um grito abafado, as unhas cravando no couro do sofá. Ele começou a meter sem dó, o sofá rangendo alto a cada estocada. Cada metida batia fundo, misturando dor e um prazer sujo que me fazia tremer. — Porra… que buceta apertada — ele rosnava entre as estocadas. — Sua irmã não aperta assim, putinha. Eu gemia alto, arqueando as costas, o quadril batendo de encontro ao dele. — Mais fundo… mete mais fundo nessa buceta — pedi, a voz já quebrada. — Fode essa xota como se eu fosse a vadia da família. Ele obedeceu. As mãos apertavam minhas coxas com força, os dedos afundando na carne. A cada socada meus peitos pulavam, os mamilos duros esfregando no tecido fino da blusa. Eu sentia a pica latejando dentro, as paredes da buceta sugando, apertando, molhando o pau inteiro. O barulho molhado de carne batendo em carne enchia a sala. A porta estava só encostada. Qualquer segundo a Karina podia entrar e ver o namorado dela enterrado até o saco na minha xota. — Olha como essa buceta engole minha pica — ele falava, ofegante. — Sua irmã gasta seu cartão e você gasta a porra dela, é isso? — É isso mesmo… goza dentro… enche essa xota de porra — gemí, já sem vergonha. Ele virou o ritmo. Tirou a pica quase toda e meteu de uma vez, fundo, repetindo até eu gritar. Minhas pernas tremiam nos ombros dele. O suor escorria pelo meu rosto, pelo pescoço, escorrendo entre os peitos. Eu sentia o orgasmo subindo, aquela tremedeira quente que começa no grelinho e sobe pela barriga. — Vai gozar, vadia? — ele perguntou, metendo mais forte. — Goza nessa pica. Quero sentir essa buceta tremer. Eu gozei gritando, a xota apertando em espasmos, esguichando um pouco de líquido quente que molhou a base do pau dele. Ele não parou. Continuou socando enquanto eu ainda tremia, prolongando o prazer até doer gostoso. Quando eu ainda estava ofegante, ele tirou a pica, virou meu corpo de lado e me dobrou, uma perna levantada. Entrou de novo, agora mais fundo ainda, o ângulo batendo direto num ponto que me fazia ver estrela. As mãos dele apertavam minha bunda, abrindo as nádegas, o polegar pressionando o cu sem entrar ainda. — Que cu apertado… um dia eu vou foder esse também — ele rosnou. — Fode agora se quiser… usa essa vadia — respondí, a voz embargada. Ele cuspiu na mão, passou o dedo molhado no meu cu e começou a circular enquanto metia na buceta. O dedo afundou devagar, o aperto me fazendo gemer mais alto. Dois buracos sendo usados ao mesmo tempo, a sensação de estar completamente preenchida. Eu empurrava o quadril pra trás, pedindo mais. — Mais… enfia o dedo inteiro… fode meus dois buracos — implorei. Ele meteu o dedo até a base e acelerou as estocadas na xota. O sofá rangia como se fosse quebrar. Eu gemia sem parar, palavras sujas saindo soltas. — Que pica gostosa… arrebenta essa buceta… goza fundo… quero sentir a porra escorrendo depois… Ele tirou o dedo, agarrou meus cabelos e puxou minha cabeça pra trás, metendo ainda mais bruto. A outra mão desceu e esfregou meu grelinho inchado em círculos rápidos. Eu gozei de novo, mais forte, a buceta contraída, o corpo inteiro tremendo, um gemido longo e desesperado saindo da garganta. Adriano não aguentou. Deu uma sequência de estocadas profundas e gozou dentro, o pau latejando, jatos quentes de porra enchendo minha xota. Eu sentia cada pulsada, o líquido quente escorrendo pelas paredes internas e já começando a vazar pela entrada enquanto ele ainda estava enterrado. Ele ficou alguns segundos parado, respirando pesado, a pica ainda latejando dentro de mim. Depois tirou devagar. Eu fiquei deitada de lado, as pernas abertas, sentindo a porra escorrer pela coxa, quente e grossa, manchando o sofá. O coração batia descontrolado. Um sorriso vitorioso no rosto. Ouvi os passos no corredor. A Karina chegando. Eu não me mexi. Deixei a blusinha subida, os peitos à mostra, a buceta aberta e escorrendo a porra do namorado dela. Adriano se vestia às pressas, a cara ainda vermelha de tesão e medo. A porta se abriu. Eu olhei pra ela de lado, sem me cobrir. — Oi, mana — falei, a voz ainda rouca de tanto gemer. — Seu namorado acabou de encher minha buceta de porra. Pode ficar com o cartão. Eu fiquei com algo melhor. A cara dela valeu cada centavo que ela tinha gasto. Adriano não disse nada. Só olhou pra mim uma última vez, aquele olhar de quem já sabia que ia voltar. Eu fechei as pernas devagar, sentindo a porra ainda escorrer, e sorri. A vingança tinha gosto de sexo sujo e de poder. E eu ainda estava com tesão pra segunda rodada.
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