Carinho entre irmãs!

Me chamo Ana, tenho 22 anos e sou uma garota tímida. Nunca fui de sair muito, e tive poucos namoradinhos — não por falta de oportunidade. Sou magrinha, tenho uma bunda grande, seios médios, cabelos escuros e longos. Sou bem vaidosa e os garotos sempre ficaram atrás de mim. Cheguei a namorar com um menino por pouco tempo, e nesse período "transamos" três vezes. Uso as aspas pois não considero que fizemos de verdade, já que eu sentia muita dor quando ele tentava me penetrar. Após essas três tentativas, o namoro esfriou e naturalmente fomos nos afastando. Isso já faz uns 2 anos.
Quando estou sozinha, costumo me masturbar, mas não penetro meus dedos, pois também sinto dor. O prazer vem da massagem no clitóris. Me masturbo com muita frequência, quase todo dia. Às vezes, até mais do que isso. Quando estou com muito tesão, chego a me masturbar até três vezes no mesmo dia. Porém, sou um pouco frustada pela situação da dor ao me penetrar, e nunca conversei com ninguém sobre isso, por vergonha.
Minha irmã se chama Clara, tem 18 anos, é loira, tem os cabelos ainda mais longos que os meus. Magrinha, uma bunda um pouco menor que a minha, e peitos mais ou menos do mesmo tamanho. Apesar de ser mais nova, sempre namorou. Ela me contava bastante sobre sua intimidade, sem detalhes explícitos, mas deixava claro que transava com seus namorados e ficantes, contava quando era bom ou ruim, essas coisas.
Recentemente conheci um garoto, nos beijamos, saímos algumas vezes e, quando ele me chamou para ir a um motel, logo pensei no meu problema. Mas gosto dele, e decido tentar. Fomos ao motel, ele foi super gentil, mas, novamente, senti dor na penetração e não consegui continuar. Chupei ele, ele me chupou, ambos gozamos, mas fiquei muito chateada. Era óbvio que isso não iria pra frente. O garoto quer me comer, e eu não consigo dar.
Nos dias seguintes, apesar dele continuar me tratando bem enquanto conversávamos por mensagem, eu fiquei muito triste, pensando que uma hora ele iria cansar dessa situação e não ia mais querer nada comigo. Andava cabisbaixa pela casa, e minha irmã me questionou duas ou três vezes o motivo da minha tristeza. Não contei. Até que um dia estava no meu quarto, deitada, mexendo no celular, e Clara bateu na porta:
– A mãe vai pedir uma pizza, você quer do que?
– Qualquer uma.
– Escolhe um sabor, eu já escolhi um.
– Tanto faz, escolhe aí.
– Que saco, Ana. Por que você tá assim?
– Nada não.
Clara foi até mim, sentou no pé da cama e me chacoalhou:
– Fala, vai. O que aconteceu?
Respirei fundo e falei:
– É uma longa história.
Clara foi embora, jantamos as três juntas, conversamos um pouco, e após o jantar cada uma foi para o seu quarto. Eu estava debaixo das cobertas, procurando um filme para assistir, e Clara bateu na minha porta e já foi entrando e se sentando ao meu lado na cama, me jogando para o canto.
– Conta aquela longa história, quero saber o que aconteceu.
– Você não entenderia, não passou por isso.
– Isso o que?
Me sentei na cama ficando de frente para ela e comecei a desabafar. Contei sobre tudo, da maneira que consegui, e ela ficou escutando atentamente. Quando terminei, ela falou:
– Ana, isso é normal, toda mulher passa por isso nas primeiras vezes. Você tem que passar pela dor, depois fica gostoso.
– Mas dói muito, não dá pra continuar.
– Vai devagar no começo, com o tempo você acostuma. Confia em mim, eu também senti dor nas primeiras vezes. Homem não costuma ser muito delicado, então eu comecei com um dedo, depois dois, depois comprei um vibrador, logo consegui fazer de boa sem sentir dor nenhuma.
Olhei para ela com surpresa:
– Um vibrador? Sério?
Ela riu e respondeu:
– Eu tenho um monte. Se você usar uma vez vai entender.
Ficamos em silêncio por alguns segundos e ela continuou:
– Quer um emprestado? Tenho um que até que é pequeno, acho que vai te ajudar.
Fiz uma cara de nojo e ela continuou:
– Não faz essa cara, ele tá limpo. – Clara correu até o quarto dela e em menos de um minuto voltou com o negócio na mão. Era um pau de borracha, tinha uns 15cm, imitava um de verdade, era bem veiudo e relativamente grosso. Ela se sentou ao meu lado novamente e balançou o pau de borracha com as mãos, rindo da minha reação espantada. – Aqui, pode usar. Mas depois lava e me devolve. Ah, isso aqui ajuda também, pode usar bastante. – e me entregou um tubo de lubrificante usado um pouco além da metade. Se levantou e foi embora, fechando a porta do meu quarto e rindo.
Abri a gaveta que fica ao lado da minha cama, guardei aquilo e continuei procurando um filme. Mais tarde, após terminar o filme, estava trocando mensagens com o meu ficante e a conversa foi esquentando. Ele mandou uns nudes, também mandei alguns para ele, e logo o tesão tomou conta de mim, precisava me tocar. Comecei a me masturbar, mandava áudios gemendo para ele, ele me mandava de volta provocando mais ainda... Até que ele foi dormir. Eu ainda estava me masturbando, cheia de tesão. Lembrei do vibrador e pensei em dar uma chance. Peguei ele, passei um pouco do lubrificante, liguei na velocidade um e encostei no meu clitóris. Senti algo novo, muito bom. Fiquei esfregando ele por um tempo, até que liguei a velocidade dois, melhor ainda. Fiquei brincando por algum tempo até decidir penetrar, com cuidado. Consegui encaixar um pouco, até que começou a doer. Tentei forçar mas a dor aumentou, e eu parei. Frustrada, guardei o negócio de volta na gaveta e me deitei de lado.
Fiquei um bom tempo refletindo, pensando que tinha algo de errado comigo e que eu nunca iria conseguir transar. Decidi ir ao quarto da Clara, chamar ela para conversar. Ela estava acordada, e me seguiu até o meu quarto.
– Eu tentei, mas não vai. – Falei, quase chorando.
Ela abraçou meu ombro.
– Calma. Você tem que ir devagar, é assim mesmo.
– Não, acho que tem alguma coisa de errado comigo. Como você consegue? Eu não consegui colocar quase nada.
– Quanto você conseguiu?
Peguei o vibrador na gaveta e indiquei com o dedo até onde ele tinha entrado.
Ela tomou o vibrador da minha mão. Com a outra mão, juntou os dedos, imitando um buraco, e começou a passar o pau de borracha sobre esse buraco, fazendo movimentos circulares e lentos.
– Você tem que fazer assim. Aí vai entrando um pouco, depois tira. Depois entra um pouquinho mais, e tira... É assim.
Observei e retruquei:
– Eu fiz assim, mesmo assim dói.
– Ah, Ana. Não tem jeito. Tô tentando te ajudar.
– Eu sei, eu te agradeço... Mas, sei lá. Talvez eu seja muito apertada.
– Tá falando que eu sou arrombada?
– Não, mas talvez eu seja mais apertada que você, e por isso dói mais.
– Duvido que seja isso. – disse abrindo as pernas e olhando para baixo. Ela usava um short de dormir, folgado, e nenhuma calcinha. Um top também folgado, sem sutiã, que mostrava a lateral de seus seios. Puxou o short para o lado e abriu a buceta com dois dedos. – Aqui, olha. É apertada, normal.
Me afastei dela e fiz o mesmo. Eu também usava um short curto e folgado, sem calcinha. Abri minha buceta e olhei para baixo, depois para ela:
– A minha é menor, sim.
– Não é, Ana. – disse enquanto passava a mao sobre a minha buceta, e seu dedo indicador tocou a entrada, puxei seu braço para o lado e falei:
– Ei! Tá maluca?
– Tô te falando, a gente é igual. Olha aqui. – voltou abri sua buceta. Olhei com mais atenção, e toquei. Olhei para ela, e ela agia com naturalidade. Penetrei a ponta do meu dedo indicador e aguardei sua reação.
– Não dói?
– Não.
Enfiei um pouco mais.
– E agora?
– Não. – disse enquanto tirava minha mão. Buscou o vibrador que estava largado na cama, pegou o lubrificante e espalhou um pouco nele. Encaixou o pau de borracha na sua buceta e foi empurrando lentamente pra dentro. Enfiou até o fim com certa resistência. Fiquei impressionada. Ela tirou ele todo, e da segunda vez enfiou com total facilidade, como se fosse nada.
– Viu? – disse olhando para mim com uma expressão de superioridade. – Não é difícil, é só insistir. – e me entregou o vibrador.
Peguei, criei coragem e encaixei na minha buceta, sem me importar que há 30 segundos ele estava dentro da minha irmã. Empurrei um pouco, doeu mas continuei. Entrou um pouco mais do que da primeira tentativa. Empurrei um pouco mais, doeu. Continuei, até que senti muita resistência do meu corpo, e tirei ele.
– Aahhhh, você tava quase conseguindo. Tô falando, você não pode parar.
– Não consigo! – disse, já irritada.
– Me dá isso aqui. – tomou o vibrador da minha mão, se ajeitou do meu lado, encaixou na minha buceta sem pedir permissão, e foi penetrando lentamente, fazendo os movimentos circulares que demonstrou antes em sua mão. – Assim, tá vendo? – disse em um tom mais calmo. Penetrava um centímetro e tirava, voltava fazendo movimentos circulares, penetrava novamente, bem devagar, e depois de fazer isso umas dez vezes, meu corpo se entregou ao prazer. Estava toda arrepiada e quando me dei conta, estava debruçada na minha irmã, me contocendo. Olhei para baixo e vi que o pau de borracha estava um pouco mais da metade dentro de mim. Tomei um susto e fiz um movimento brusco para trás. Ela me abraçou e me acalmou.
– Calma, você tava indo bem. Deixa eu continuar, fica quieta. – respirei, e voltei a me ajeitar confortavelmente na cama. Ela enfiou mais, ainda devagar. Dei um gemido de prazer e ela enfiou mais fundo. Quando menos esperava, estava inteiro dentro de mim, e ela fazia movimentos de vai e vem, agora mais intensos. Me contorcia de tesão e automaticamente comecei a rebolar no pau de borracha.
Clara, com a mão que me abraçava, começou a massagear meus seios e brincar com meus mamilos. Na hora tive um choque de realidade e olhei para ela. Ela me olhava com uma expressão que misturava tesão e confusão. Deixei me levar. Encostei meu rosto em seu ombro, toquei meu nariz em seu pescoço e respirei fundo. Ela se arrepiou. Comecei a beijar seu pescoço, e ela, em resposta, socava mais forte em mim e apertava meus seios com mais força. Mordi seu pescoço e levei a mão por dentro do seu short, tocando sua buceta. Estava encharcada. Sempre fui boa com as mãos. Comecei a massagear seu clitóris e ela rebolava. Enfiei o dedo médio nela, e ela piscava em mim. Estava quente, molhada e pulsando no meu dedo, decidi colocar mais um. Ela gemia no meu ouvido, socando o vibrador em mim. Anunciei: – Vou gozar! – e comecei a gozar no meio da frase, deixando minha voz trêmula. Ameacei parar os movimentos com minha mão nela, mas ela colocou a mão sobre a minha, entendi que era para continuar. Intensifiquei os movimentos e ela logo gozou, rebolando e tremendo na minha mão.
Ficamos as duas ofegantes por alguns segundos, nos encarando sem acreditar no que tinha acabado de acontecer. Após dois minutos, Clara se levanta, coça a cabeça e me olha com certa vergonha.
– Depois não esquece de lavar e me devolver.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


270008 - O cara da manutenção! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
270002 - Tentei fazer uma surpresa pro meu marido e acabei me dando mal! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
269997 - Gozei sem querer durante a missa! - Categoria: Fantasias - Votos: 2
269995 - O ex da minha filha me comeu na academia! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
269981 - Incentivei minha namorada a dar pro irmão dela! - Categoria: Incesto - Votos: 2
269965 - Virei a cadelinha de meu sogro! - Categoria: Incesto - Votos: 2
269964 - Minha desejável mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 0
269942 - A casa das três mulheres! - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
269937 - Meu pai entrou no meu quarto enquanto eu me acabava em cima de um dildo! - Categoria: Incesto - Votos: 1
269936 - Fumei uma no trabalho e em seguida me acabei na siririca! - Categoria: Masturbação - Votos: 0
269935 - Acho que sou uma pervertida! - Categoria: Masturbação - Votos: 0
269934 - Fiz cócegas em minha irmã e ela mijou em mim! - Categoria: Incesto - Votos: 1
269928 - A casa está aberta. Parte 3: meu primo e minha mãe novamente! - Categoria: Incesto - Votos: 2
269911 - A casa está aberta. Parte 2: meus melhores amigos comeram minha mãe! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
269909 - Vi meu pai comendo minha irmã mais velha! - Categoria: Incesto - Votos: 7
269900 - Olhar de quem quer no metrô! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 1
269899 - Nada como algo arriscado! - Categoria: Fantasias - Votos: 0
269898 - A casa está aberta: meu primo e minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 2
269885 - Fui encoxada no BRT! - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
269871 - Minha tia tirou meu cabaço! - Categoria: Incesto - Votos: 5
269828 - Colega de trabalho putinha! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
269764 - Amigas que gozam juntas! - Categoria: Lésbicas - Votos: 4
269754 - Dei um showzinho pro meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 4
269743 - Sozinha em casa e pedindo ajuda aos pedreiros! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
269702 - Ajudei meu paciente! - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
269691 - Mostrei meu pau pra uma atendente de sexshop, em seguida soquei a pica nela! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 10
269689 - Um estranho invadiu minha casa e me dominou! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
269686 - Tia Gleice me ensinou a ter confiança! - Categoria: Incesto - Votos: 5
269671 - Encoxando uma delicinha no trem lotado! - Categoria: Fantasias - Votos: 2
269612 - A bundinha dela era demais pra mim! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Carinho entre irmãs!

Codigo do conto:
270009

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/08/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0