Eu me chamo Carla, 24 anos. Meu marido, Ricardo, tem 25. Minha irmã, Isabela, completou 18 no dia em que tudo começou de verdade. A gente se casou há pouco tempo e a Isabela ia entrar na faculdade logo. Eu e o Ricardo queríamos que ela se sentisse segura, apoiada, parte da família de um jeito completo. Ela ainda era virgem. Nunca tinha se sentido confortável o suficiente com nenhum moleque do colégio pra entregar a buceta. Eu via o jeito que ela olhava pro Ricardo. O mesmo jeito que eu olhava. Ele é gostoso pra caralho, corpo definido, pau grosso, veias saltadas, cheiro de homem. Um dia eu conversei com ele e depois com ela. No aniversário de 18 dela a gente resolveu dar o presente certo. A casa estava quieta. Só a gente três. Eu preparei tudo. Vinho, música baixa, luzes meias. Isabela estava no sofá de shortinho branco e uma blusa fina. Os peitos dela já eram bonitos, mamilos rosados apertando o tecido. Ricardo sentou do lado dela. Eu fiquei na poltrona, assistindo. - Pode beijar ela, amor - eu disse, voz baixa. Ele passou a mão no rosto dela. Isabela tremeu. O beijo começou lento e logo virou língua, saliva, gemido abafado. A mão dele desceu pro peito dela, apertou o bico por cima da blusa. Ela arquejou. - Porra... tá duro - ela sussurrou. Ricardo puxou a blusa dela pra cima. Os peitos saltaram. Ele chupou um mamilo com força, puxando com os dentes. Isabela soltou um gemido alto, quase um grito. - Aiiiiii... caralho... Eu me levantei, tirei a minha própria blusa e o sutiã. Meus peitos maiores balançaram. Fui até eles, ajoelhei e abri o short da minha irmã. A calcinha já estava encharcada. O cheiro da buceta dela subiu forte, doce e quente. Eu puxei o tecido pro lado e lambei o grelinho inchado. Isabela soltou um grito. - Ahh porra, Carla! Sua língua... aih caralho! Ricardo tirou a camisa e a calça. O pau dele saltou pra fora, grosso, cabeça roxa, pingando pré-porra. Isabela olhou e engoliu seco. - Meu Deus... é grande pra caralho... - Vai ser bom, princesa - ele falou, voz rouca. - Sua irmã vai te ajudar. Eu abri as pernas dela mais. Continuei chupando o grelinho enquanto o Ricardo passava a cabeça do pau na entrada da buceta virgem. Isabela estava molhada pra porra, mas apertada. Ele empurrou devagar. A cabeça entrou. Ela gritou. - Aihhhh porra! Tá rachando... caralho... - Respira - eu disse, lambendo o grelinho com mais força. - Relaxa a buceta pra ele. Ele empurrou mais. O pau grosso foi entrando centímetro por centímetro. Isabela choramingava, gemendo alto, unhas cravadas no sofá. - Ahh... ahh... tá entrando tudo... porra... minha buceta tá arrombando... Quando as bolas dele bateram na bunda dela, ela soltou um grito longo, desesperado. Ricardo ficou parado um segundo, deixando ela sentir o pau inteiro lá dentro. Depois começou a foder. Aos poucos no começo, depois mais forte. O pau entrava e saía, coberto de porra transparente e do sangue fino da virgindade. O som molhado enchia a sala. Ploc, ploc, ploc. - Aiii caralho! Mais forte! Fode essa buceta, Ricardo! Ahh porra! Eu subi no sofá, sentei no rosto dela e enfiei a minha buceta na boca da minha irmã. Isabela lambeu desesperada, língua molhada no meu grelinho enquanto levava porrada na xota. Eu gemiam alto, rebolando. - Isso, irmã... chupa minha buceta enquanto ele te fode... porra, que delícia... Ricardo agarrou o cabelo dela e meteu mais fundo, mais rápido. A bunda dela batia nas coxas dele. O pau sumia inteiro naquela buceta apertada. - Tá gozando, Isabela? - ele perguntou, voz pesada. - Sente essa porra entrando... - Tô... aiiiii caralho... tô gozando! Ahhhh porra! Minha buceta tá pulsando! Ela gozou gritando, corpo todo tremendo, buceta apertando o pau dele com força. Ricardo não parou. Continuou fodendo através do orgasmo dela. Eu desci do rosto dela e me ajoelhei ao lado. Ele tirou o pau da buceta, coberto de porra e sangue fino, e enfiou na minha boca. Eu chupei gostoso, limpando tudo, sentindo o gosto da minha irmã misturado com ele. - Agora o cu dela - eu falei, olhando pra ele. - Ensina ela direito. Isabela estava ofegante, mas abriu as pernas e o cu quando eu pedi. Eu cuspi na mão e passei no buraquinho apertado dela. Ricardo encaixou a cabeça. Ela gritou de novo. - Aiiii porra! No cu! Caralho... tá entrando... Ele empurrou devagar. O cu dela engoliu o pau grosso aos poucos. Isabela chorava de prazer e dor misturados, gemendo alto pra caralho. - Ahh... ahh... meu cu tá arrombando... porra... mais... mete mais! Ricardo começou a foder o cu dela com força. O pau sumia inteiro. A bunda dela tremia a cada estocada. Eu enfiei dois dedos na buceta dela ao mesmo tempo, masturbando o grelinho. Isabela enlouqueceu. - Ahhhh caralho! Tô gozando de novo! A buceta e o cu... porraaa! Ela gozou tão forte que o corpo todo arrepiou. Ricardo meteu até o fundo e gozou dentro do cu dela, jatos quentes enchendo. Quando ele tirou, a porra escorreu pelo buraquinho aberto, grosso e branco. Eu abaixei a cabeça e chupei a porra que saía do cu da minha irmã. Isabela ainda tremia. - Porra... que delícia... - ela falou, voz rouca. A gente não parou ali. Ricardo deitou de costas. Eu sentei no pau dele de frente, enfiando tudo na minha buceta. Isabela se ajoelhou atrás de mim e chupou minhas bolas e o pau que entrava e saía. Depois ela subiu e sentou na cara dele. Ricardo chupou a buceta dela enquanto eu rebolava no pau. O som de chupada e gemido enchia tudo. - Suga essa buceta, amor - eu gemia. - Chupa o grelinho dela enquanto eu fodo esse pau gostoso... Isabela gozou na boca dele, esguichando um pouco. Eu gozei logo depois, apertando o pau dele dentro de mim. Ele gozou de novo, enchendo minha buceta. Quando eu levantei, a porra escorreu pela minha coxa. Isabela se abaixou e lambeu tudo, chupando a porra do meu cu e da minha buceta. A gente se embolou no sofá. Ricardo ainda duro. Isabela montou nele de quatro e eu enfiei a língua no cu dela enquanto ele fodía a buceta. Depois eu deitei debaixo dela e chupei o pau dele toda vez que ele saía. O pau entrava na buceta dela e na minha boca alternado. Isabela gemia sem parar. - Aiiiii porra... fode mais... caralho... minha buceta tá destruída... Ricardo gozou pela terceira vez, jorrando na boca dela e na minha ao mesmo tempo. A gente se beijou com a porra na língua, passando o gozo de uma pra outra. Ficamos assim a noite toda. Ele fodeu a buceta dela de novo, depois o cu, depois a minha. Eu chupei o grelinho da Isabela até ela gozar gritando no meu rosto. Ela chupou meu cu enquanto o Ricardo metia na minha boca. A gente gozou tantas vezes que perdi a conta. O sofá ficou encharcado de porra, saliva e fluido. O cheiro de sexo era pesado, gostoso pra caralho. No dia seguinte a Isabela acordou com a buceta inchada e o cu arrombado, sorrindo. - Eu amei - ela falou, voz rouca. - Quero de novo. E virou rotina. Sempre que a gente tinha chance, os três se embolavam. Ricardo ensinava ela a sentar, a rebolar, a engolir o pau até o fundo. Eu ensinava ela a chupar buceta, a meter dedo no cu, a gozar com a língua no grelinho. Às vezes eu amarrava as mãos dela e o Ricardo fodía os dois buracos dela sem parar até ela chorar de prazer. Outras vezes ela me fodía com um cintaralho enquanto ele metia no cu dela. A gente se lambia, se chupava, se fodia até não aguentar mais. Quando ela foi pra faculdade eu realmente senti falta. Mas sempre que ela volta a gente continua. A buceta dela já não é mais virgem. O cu dela já conhece o pau grosso do meu marido de cor. E eu adoro ver. Adoro ouvir ela gritar: - Aiii caralho! Mete nessa buceta! Arromba meu cu! Porra... tô gozando! E o Ricardo respondendo: - Toma essa pica, putinha... sua irmã tá vendo tudo... goza pra ela... Eu fico do lado, masturbando o grelinho, chupando a boca dela, lambendo a porra que escorre. A gente se diverte pra caralho. E eu sei que enquanto a Isabela quiser, o Ricardo e eu vamos continuar dando pra ela tudo o que ela pedir. Buceta, cu, boca, porra, gemido, tudo. Sem freio. Sem vergonha. Só prazer sujo e gostoso pra caralho.
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