O cara da manutenção!

Eu tava sozinha em casa naquele final de tarde, o sol já começando a baixar pela janela da sala. Acabara de sair do banho, o corpo ainda quente e úmido, cabelo molhado escorrendo pelas costas. Puxei só uma camiseta branca bem fininha, daquelas que gruda na pele, e um shortinho velho de algodão que já tava desbotado. Sem sutiã, como sempre. Os peitos pesados, os bicos duros por causa do ar-condicionado gelado. A camiseta marcava tudo, os mamilos pontudos apertando o tecido, a sombra da areola escura aparecendo por baixo. Sentei no sofá por um minuto, sentindo a calcinha fina já um pouco úmida só de estar assim, meio nua, meio provocante sem nem querer.
Aí bateu na porta.
— Manutenção — disse a voz grossa do outro lado.
Abri sem pensar. Era o cara do prédio, aquele alto, ombros largos, mãos grandes de quem trabalha com ferramenta o dia inteiro. Camisa de manga curta, calça jeans suja de tinta, cabelo curto. Ele me olhou e cumprimentou normal.
— Boa tarde. Tem um vazamento no de cima pingando no seu banheiro. Posso entrar?
Eu só abri mais a porta e fui na frente, sentindo o shortinho subir um pouco na bunda a cada passo. No corredor do banheiro apontei a mancha no teto. Na hora que virei o corpo, senti o olhar dele grudar. Demorou. Eu olhei pra baixo e vi meus bicos bem duros, marcando a camiseta branca como se estivesse pedindo pra serem chupados. O ar frio batia e eles ficavam ainda mais pontudos. Não me cobri. Fiquei parada, deixando ele olhar enquanto ele falava alguma coisa sobre infiltração e umidade.
Ele tentou disfarçar, mas os olhos voltavam toda hora pros meus peitos. Eu senti o peito esquentar, a buceta começar a latejar e a calcinha encharcar devagar. Quando ele se abaixou pra olhar a parede, eu levantei a barra da camiseta fingindo coçar a barriga. Deu pra ver a parte de baixo dos peitos, a curva pesada, o começo da areola. Ele engoliu em seco.
— Nossa… — murmurou baixo, quase sem querer.
Eu sorri e deixei a camiseta cair de novo. Cruzei os braços embaixo dos peitos, empurrando eles pra cima, fazendo os bicos apontarem ainda mais. Ele olhou de novo, mais tempo agora. Eu vi a calça dele marcar. A pica dele tava endurecendo, o volume grosso apertando o jeans. Meu grelinho latejou forte.
Não falei nada. Só fiquei ali, respirando mais fundo, o peito subindo e descendo. Ele se levantou, anotou alguma coisa no celular, mas os olhos não saíam de mim. Aí eu dei um passo pra frente.
— Tá vendo alguma coisa que te interessa aí? — perguntei baixo, a voz já rouca.
Ele ficou sem jeito por um segundo.
— Desculpa. É que… essa camiseta…
— Tá marcando, né? — eu completei, passando a mão devagar pela própria barriga, subindo até o peito, apertando um pouco. — Tá frio. Os bicos ficam duros fácil.
A pica dele latejou visível dentro da calça. Eu dei outro passo e agora estava perto o suficiente pra sentir o cheiro de suor e ferrugem dele. Sem pedir licença, estendi a mão e passei a palma no volume grosso. Ele soltou um gemido baixo.
— Porra…
— Tá dura pra caralho — eu falei, apertando o pau por cima da calça, sentindo o formato grosso, a cabeça já inchada. — Quer que eu tire?
Ele não respondeu com palavra. Só agarrou minha cintura com as duas mãos grandes e me puxou contra o corpo. A boca dele desceu na minha, quente, urgente, a língua entrando sem cerimônia. Eu gemí dentro do beijo, a mão ainda apertando a pica dele enquanto a outra subia por baixo da camiseta e apertava um peito. O mamilo duro rolou entre os dedos dele e eu senti a buceta escorrer de verdade.
— Tira essa porra — ele rosnou contra minha boca, puxando a camiseta pra cima.
Levantei os braços e a camiseta saiu. Meus peitos caíram pesados, os bicos escuros e duros apontando pra ele. Ele engoliu em seco de novo e baixou a cabeça, chupando um com vontade. A língua quente rodou o mamilo, os dentes beliscaram de leve e eu arquejei, a mão na nuca dele apertando.
— Ah, caralho… chupa forte — gemí.
Ele chupou o outro, a mão livre descendo e entrando no shortinho. Os dedos grossos acharam a calcinha encharcada e escorregaram por cima do tecido, apertando o grelinho inchado. Eu abri as pernas mais, gemendo alto.
— Tá molhada pra porra — ele falou, a voz rouca, enquanto metia dois dedos por baixo da calcinha e enfiava direto na buceta quente.
— Ahhh… assim… — eu gemi, rebolando nos dedos dele. — Mais fundo.
Ele meteu até o fundo, os dedos grossos abrindo a boceta, o polegar esfregando o grelinho em círculos rápidos. Eu já tava escorrendo nas mãos dele, o barulho molhado enchendo o banheiro. Ele tirou os dedos, levou à boca e chupou, olhando nos meus olhos.
— Porra de buceta gostosa.
Eu puxei o cinto da calça dele, abri o botão, desci o zíper. A pica saltou pra fora, grossa, veia latejando, a cabeça vermelha já brilhando de pré-gozo. Enrolei a mão em volta e puxei a pele pra baixo, sentindo o peso.
— Que pau grosso do caralho — falei, ajoelhando ali mesmo no chão frio do banheiro.
Passei a língua na cabeça, lambendo o líquido salgado, e enfiei a boca inteira. Ele gemeu alto, a mão no meu cabelo.
— Isso… engole essa pica…
Chupei fundo, a garganta abrindo, a saliva escorrendo pelo queixo e pelos ovos pesados. Ele fodia minha boca devagar no começo, depois mais rápido, o pau batendo no fundo da garganta. Eu engasgava, os olhos marejando, mas não parava. A mão livre descia e brincava com a própria buceta, dois dedos entrando e saindo enquanto eu chupava.
Ele me puxou pelo cabelo.
— Levanta. Quero foder essa buceta agora.
Me levantei, tirei o shortinho e a calcinha de uma vez. Fiquei nua na frente dele, a buceta raspada, os lábios inchados e brilhando de porra. Ele me virou de costas, me empurrou contra a pia do banheiro e abriu minhas pernas com o joelho. A cabeça grossa da pica esfregou no grelinho, desceu, e entrou de uma vez só.
— AHHHH PORRA! — gritei, sentindo ele abrir tudo, o pau grosso esticando a boceta até o fundo.
Ele meteu fundo, as bolas batendo na minha bunda, as mãos apertando minha cintura. Cada estocada fazia meus peitos balançarem e o espelho da pia embaçar com o calor.
— Que buceta apertada do caralho… tá engolindo tudo — ele gemia, fodendo mais rápido.
— Mais forte… fode essa porra… ahhh… — eu gemia desesperada, a mão descendo pra esfregar o grelinho enquanto ele me arrombava.
Ele puxou meu cabelo pra trás, me forçando a olhar no espelho. Eu via o rosto vermelho, a boca aberta, os peitos balançando, o pau grosso sumindo e aparecendo na minha buceta. O barulho era obsceno, pele batendo em pele, o líquido escorrendo pelas minhas coxas.
— Quer no cu também? — ele perguntou, a voz grossa, sem parar de meter.
— Quero… enfia no meu cu… — gemí sem pensar.
Ele tirou o pau da buceta, encheu os dedos de saliva e gozo e abriu meu cu devagar. O dedo grosso entrou, depois outro. Eu gemi alto, a bunda rebolando. Quando a cabeça da pica encostou no buraco apertado, ele empurrou devagar. O cu abriu, ardeu gostoso, e ele foi entrando centímetro por centímetro até enfiar tudo.
— AHHHH CARALHO QUE MEU CU TA APERTADO! — eu gritei, as unhas arranhando a pia.
Ele fodia meu cu com vontade, as mãos abrindo as nádegas pra ver o pau sumir dentro. Eu estava completamente aberta, gemendo sem parar, o grelinho latejando sem ser tocado.
— Mais fundo… arromb a esse cu… ahhh porra…
Ele meteu até as bolas, depois tirou quase tudo e enfiou de novo, cada vez mais rápido. O barulho molhado do cu sendo fodido misturava com meus gemidos desesperados. Eu sentia o orgasmo subindo, o corpo inteiro tremendo.
— Vou gozar… vou gozar no seu cu — ele rosnou.
— Goza… enche esse cu de porra… ahhh…
Ele meteu fundo e gozou, jatos quentes enchendo meu cu enquanto eu gozava junto, a buceta contraindo no vazio, o grelinho latejando forte, as pernas fraquejando. Ele continuou metendo devagar enquanto gozava, até o último espasmo.
Quando tirou, a porra escorreu do meu cu pelas coxas. Eu virei, ainda tremendo, e me ajoelhei de novo. Chupei o pau dele limpo, lambendo o gozo misturado com o gosto do meu cu. Ele gemeu baixo, a mão no meu cabelo.
Ainda não tinha acabado. Ele me levantou, me carregou até o quarto e me jogou na cama. Abriu minhas pernas e enterrou o rosto na buceta, chupando o grelinho inchado com fome. A língua entrou, os lábios sugaram, e eu gozei de novo em minutos, gritando, a coxa tremendo no ombro dele.
Depois ele me fodeu de novo, de frente, as pernas no ombro, a pica entrando fundo na buceta já molhada de gozo. Cada estocada fazia a cama ranger. Eu gemia no ouvido dele, falando putaria sem parar.
— Fode essa buceta… essa pica é gostosa pra caralho… enche de porra de novo…
Ele gozou dentro, quente, enchendo tudo. Eu senti o líquido escorrendo enquanto ele ainda metia.
Ficamos ali um tempo, suados, o cheiro de sexo forte no quarto. Ele ainda passou a mão nos meus peitos, apertou os bicos, beijou meu pescoço. Eu passei a mão na pica dele, ainda semi-dura, e sorri.
— Próxima vez que tiver vazamento, me avisa antes.
Ele riu baixo, a voz ainda rouca.
— Pode deixar.
Quando ele saiu, eu fiquei na cama, as pernas abertas, a porra escorrendo da buceta e do cu, o corpo inteiro latejando. A camiseta branca estava jogada no chão do banheiro, o shortinho amassado. Fiquei pensando nele o resto da tarde, a mão entre as pernas, o grelinho ainda sensível, gemendo baixinho sozinha enquanto lembrava de cada estocada, cada gemido, cada jato quente dentro de mim.
Foi só o começo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O cara da manutenção!

Codigo do conto:
270008

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
16/08/2026

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