O dia que deixei o tio do meu ex louco!

Eu sempre gostei de me exibir. Sempre. Desde que me entendo por gente, o fogo sobe mais rápido quando tem alguém olhando, especialmente se o olhar é sujo, de quem tá imaginando a porra toda. Naquela época eu tinha dezoito anos certinhos, o meu namorado também, e o tio dele uns três anos mais velho que a gente. Nada de moleque, todo mundo adulto e sabendo exatamente o que tava fazendo.
A festa não era de família, graças a deus. Era uma daquelas bagunças onde a gente bebe, dança, se esfrega e finge que não tá com a calcinha já molhada só de pensar no que pode acontecer. Eu fui de vestidinho curto, preto, que subia fácil com qualquer movimento. Por baixo, uma calcinha de renda fininha, preta também, que eu já tinha enfiado no meio da bunda antes de sair de casa. A tira fina sumia entre as nádegas e a parte da frente só cobria o grelinho e a fenda, apertando o bastante pra eu sentir o tecido roçando cada vez que andava.
Meu ex sabia. Ele adorava. Às vezes ele mesmo puxava a calcinha pro lado no banheiro e metia os dedos só pra sentir o quanto eu já tava escorrendo. Naquela noite ele me olhou de canto e sorriu quando me viu dançando no meio da sala, rebolando de propósito, empurrando a bunda pra trás e deixando o vestido subir um pouco mais a cada batida da música.
Foi aí que eu notei o tio. Ele não tirava os olhos. Ficava encostado na parede com um copo na mão, mas a cara entregava tudo. Olhar pesado, boca meio aberta, e de vez em quando ele passava a mão na frente da calça como se estivesse ajeitando, mas eu sabia que era pra sentir o volume que já tava crescendo. Eu fiz questão de virar de costas pra ele várias vezes, abrir as pernas um pouco mais na dança, e deixar o vestido subir até quase mostrar a renda. Cada vez que eu fazia isso, eu olhava por cima do ombro e pegava ele engolindo seco.
Chegou um momento em que eu não aguentei. Fui até o meu namorado, fiz ele me abraçar por trás, colei a bunda na pica dele e empinei de propósito. Subi o vestido bem devagar, só o bastante pra mostrar a calcinha enfiada no cu e a parte de baixo da bunda. Olhei direto pro tio. Ele ficou parado, os olhos arregalados, e eu vi o pau dele se mexer dentro da calça. A marca ficou clara, grossa, empurrando o tecido. Eu sorri e continuei rebolando no meu namorado, sentindo a pica dele endurecer contra a minha bunda enquanto o tio se comia de tesão do outro lado da sala.
Depois de um tempo eu passei por ele de propósito, quase roçando. Ele me segurou pelo braço, disfarçado, e puxou pra um canto mais escuro, perto da cozinha.
- Porra, você é linda pra caralho - ele falou baixo, a voz já rouca. - Eu não aguento mais só ficar olhando essa bunda. Me mostra tudo. Pelo amor de deus, me mostra.
Eu olhei em volta. Ninguém perto o bastante. Meu namorado tava conversando do outro lado, mas eu sabia que ele ia gostar de ouvir depois. Ergui o vestido bem devagar, puxei a calcinha um pouco pro lado e mostrei a buceta já brilhando de porra. A renda tava encharcada, colada no grelinho inchado. O cheiro da minha buceta subiu no ar quente da festa e eu vi o tio fechar os olhos um segundo, como se tivesse tomado um soco.
- Caralho... - ele respirou fundo. - Olha o quanto você tá molhada. Essa bucetinha tá pingando só de se exibir, né?
Eu ri baixo e enfi ei dois dedos entre os lábios, abri um pouco e mostrei o clitóris inchado, vermelhinho, latejando.
- É o máximo que você vai ver hoje - eu falei, ainda com o vestido erguido. - Olha bem, grava na cabeça. Depois você vai bater uma pensando nisso.
Ele quase se jogou pra frente. A mão dele tremeu quando tentou tocar, mas eu afastei e abaixei o vestido de novo. A calcinha já tava enfiada de novo, o tecido encharcado esfregando no grelinho a cada passo. Eu saí andando, sentindo o olhar dele queimando minhas costas, e o volume na calça dele era impossível de esconder.
Mais tarde, quando a gente foi embora, eu contei tudo pro meu namorado no carro. Ele dirigia com uma mão só, a outra já dentro da minha calcinha, dois dedos enfiados até o fundo enquanto eu descrevia.
- Ele pediu pra ver tudo - eu gemia, rebolando nos dedos dele. - Eu mostrei a buceta molhada, a renda colada, o grelinho latejando... ele quase gozou na calça, amor. A pica dele tava marcada toda, grossa, querendo sair.
Meu namorado parou o carro num lugar escuro, abriu o zíper e tirou a pica pra fora. Estava dura pra caralho, a cabeça já molhada de pré-gozo.
- Sobe aqui - ele mandou, a voz grossa. - Quero te foder pensando nele olhando.
Eu subi no banco, puxei a calcinha pro lado e enfiei a pica dele de uma vez. A buceta já tava escorrendo tanto que entrou fácil, mas ainda assim eu gritei, a cabeça jogada pra trás.
- Aii, porra... que pica gostosa... enfia tudo...
Ele segurou minha bunda com as duas mãos e começou a meter com força, a porra batendo fundo, o som molhado enchendo o carro.
- Conta mais - ele gemeu, metendo sem parar. - Conta como ele ficou quando você mostrou essa bucetinha safada.
- Ele ficou de boca aberta - eu gemia alto, sem me importar se alguém passasse. - Olhando o grelinho inchado, a renda encharcada... eu enfiei os dedos e abri pra ele ver o buraquinho piscando... aiii, caralho, mais forte...
Ele meteu mais fundo, a porra batendo no fundo da buceta, e eu senti o orgasmo subindo rápido. Minha bunda batia contra o colo dele, o vestido todo amassado, a calcinha ainda enfiada no cu.
- Goza pra ele - meu namorado falou, a voz quebrada. - Goza pensando no tio te olhando, querendo enfiar a pica nessa buceta.
Eu gozei gritando, a buceta apertando a pica dele com força, escorrendo porra quente pelas bolas dele. Ele não aguentou e gozou junto, enchendo minha buceta de porra quente, jorrando tanto que escorreu pela minha coxa e molhou o banco.
Ainda tremendo, eu desci e me ajoelhei no carro, chupei a pica dele limpa, lambendo a mistura da minha porra com a dele. O gosto era forte, salgado, e eu gemia com a boca cheia.
- Amanhã eu mando foto pra ele - eu falei, ainda com a boca suja. - Uma foto da buceta ainda cheia da sua porra. Vai enlouquecer.
Meu namorado riu, puxou meu cabelo e enfiou a pica de novo na minha boca, já endurecendo outra vez.
- Faz isso - ele mandou. - Quero ver ele pedindo mais. E se ele pedir pra te foder, a gente vai deixar. Quero ver essa buceta engolindo a pica do meu tio enquanto eu meto no seu cu.
Eu gemi em volta da pica dele só de imaginar. A festa ainda tava na minha cabeça, o olhar do tio, a calcinha molhada, o volume na calça. Eu chupei com vontade, sentindo a boca se encher de novo, e já sabia que aquela noite não ia acabar ali. O tesão tinha só começado, e eu ia me exibir até ele não aguentar mais só olhar.

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Comentários


foto perfil usuario lucas-albuquerque-

lucas-albuquerque- Comentou em 19/08/2026

Muito bom meu sonho, isso acontece com minha namorada




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O dia que deixei o tio do meu ex louco!

Codigo do conto:
270181

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
18/08/2026

Quant.de Votos:
3

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