Eu e minha sobrinha!

Josuel aqui, de João Pessoa, Paraíba. Cinco anos atrás, num feriado de Sete de Setembro, aconteceu uma coisa que ainda hoje me deixa com o pau duro só de lembrar. Minha sobrinha, 23 anos, casada, mãe de três, carente pra caralho. O marido dela só vivia no bar, bebendo até cair, e ela sempre foi daquelas carinhosas demais comigo. Vivia sentando no meu colo, abraçando, e quando eu dava carona de moto ela não agarrava na minha cintura como todo mundo. Preferia colocar as mãos no meu peito, apertando, passando o dedo no mamilo por cima da camisa. Eu sempre levei na boa, porque era minha sobrinha. Só que aquele dia na praia mudou tudo.
A gente foi pra praia eu, ela, meu irmão mais velho e os filhos dele. Ela de shortinho de licra curtíssimo, aquele que cola na bunda e marca o rego. Magrinha, branquinha, bundinha empinadinha que parecia um pêssego. Toda vez que saía da água ela puxava o short pra cima, empinava aquela bunda gostosa e olhava pra mim rindo:
- Tio, olha, o short entrou todo na minha bunda de novo...
E eu ficava ali, sentado na areia, vendo o tecido fino sumir no meio daquelas nádegas e a pontinha da calcinha branca aparecer. Meu pau já começava a latejar dentro do short de praia, aquele de lycra fina que não esconde nada.
Numa dessas ela entrou de novo e eu fui atrás. Abracei ela por trás, sem maldade nenhuma no começo. Só que meu short era liso e fino, e o pau já tava semi-duro. A cabeça da minha pica encaixou exatamente no reguinho da bunda dela. Ela sentiu. Empinou mais, pressionou aquela bundinha macia contra meu pau e começou a rebolar devagarinho, de forma que ninguém notasse. A água batia na nossa cintura, as crianças brincavam a poucos metros, meu irmão estava na areia. Eu coloquei a mão na cintura dela e ela pegou minha mão e desceu até a buceta.
Comecei a esfregar por cima do short. Ela estava quente, o tecido molhado colado na xoxota. Gemidinho baixo, quase um suspiro:
- Aiii tio... assim...
Não aguentei. Enfiei a mão por dentro do short e da calcinha. O grelinho dela estava inchadinho e molhado pra caralho. Passei o dedo no meio da fenda, abri os lábios e enfiei o indicador. Estava escorregadia, quente, apertando meu dedo. Ela gemeu mais alto, mas abafou com a boca na água. A mão dela foi pra trás, encontrou meu pau duro e começou a punhetar por cima do short. Depois desceu a mão por dentro e segurou a pica nua, apertando a cabeça e esfregando o prepúcio.
A gente se esfregava rápido, ofegante. Eu puxei o shortinho dela de lado, alinhei a cabeça da rola na entrada da buceta e empurrei. Lisinha, molhada, engoliu até o talo de uma vez. Meu pau sumiu dentro daquela xoxota quente e apertada. Ela soltou um gemido desesperado:
- Aiii tioooo... vou gozaaar... mete... mete esse pau na minha buceta... aiii...
Comecei a meter devagar, só o movimento da água e do quadril. A buceta dela chupava, fazia barulhinho molhado mesmo embaixo d’água. Ela rebolava, empurrava pra trás, sentando na minha pica. Os peitinhos dela, pequenos e duros, balançavam. Eu apertava o clitóris enquanto metia. Ela começou a tremer:
- Tio... aiii... vou gozar... mete mais forte... aiii caralho... a buceta tá gozando no seu pau... aiii tioooo...
E gozou. A xoxota apertou, latejou, esguichou um pouco de porra molhada no meu pau. Eu quase gozei junto, mas parei. Meu irmão estava olhando na nossa direção. Puxei pra fora, ajeitei o short. Ela ainda tremia, a boca aberta, ofegante.
- Depois a gente continua... na sua casa...
No mesmo dia, à noite, ela inventou uma desculpa e foi pra minha casa. Os filhos ficaram com a mãe dela. Entrou, trancou a porta e já veio me beijando, a língua quente, a mão descendo na minha pica. Tirei a roupa dela rápido. Ficou nua, magrinha, peitos pequenos com mamilos escuros e duros, a bunda empinada, a buceta depilada, só um tufinho em cima, os lábios inchados e brilhantes de tesão.
Deitei ela na cama, abri as pernas e chupei aquela xoxota. O grelinho estava inchado, eu lambi, chupei, enfiei a língua dentro. Ela gemia alto:
- Aiii tio... chupa minha buceta... assim... aiii caralho... chupa o grelinho... aiii vou gozar de novo...
Enfiei dois dedos e chupei o clitóris ao mesmo tempo. Ela gozou na minha boca, a buceta contraindo, o líquido escorrendo. Levantei, enfiei a pica de uma vez. Apertada, quente, molhada. Comecei a meter forte, o barulho de pele batendo, o barulho molhado da buceta engolindo meu pau.
- Isso tio... mete forte... fode minha buceta... aiii... aiii... sua pica é gostosa pra caralho... mete no fundo...
Virei ela de quatro. A bundinha empinada, o cu apertadinho e rosado. Enfiei o pau na buceta de novo e enfiei o dedo no cu dela. Ela gritou:
- Aiii caralho... o dedo no cu... mete... fode as duas... aiii tioooo...
Meti forte, a pica sumindo e saindo, a buceta fazendo barulho de porra. Ela gozou de novo, gritando, a xoxota espremendo meu pau. Tirei, enfiei a cabeça no cu dela. Apertado pra caralho, mas ela estava tão molhada que foi entrando. Empurrei devagar até o talo. Ela gemeu desesperada:
- Aiii... o cu... tá entrando... aiii caralho... mete no meu cuzinho... fode meu cu tio... aiii...
Comecei a meter no cu dela enquanto esfregava o grelinho com a mão. Ela rebolava, empurrava pra trás, gemendo alto:
- Isso... fode meu cu... aiii... sua pica tá rasgando meu cuzinho... aiii... vou gozar de novo... aiii tioooo...
Gozei fundo no cu dela, jatos quentes enchendo. Ela gozou junto, o corpo todo tremendo, a buceta escorrendo porra na cama. Tirei, ainda duro, e enfiei de novo na buceta. Continuei metendo até gozar outra vez, agora dentro da xoxota. Enchi ela de porra, a buceta inchada, o líquido branco escorrendo pelo rego e pingando no cu já aberto.
Ela ficou deitada, ofegante, a boca aberta, os olhos vidrados:
- Tio... nunca gozei tanto... sua pica é um vício...
Ficamos mais um pouco, eu chupando o leite que escorria da buceta e do cu dela, ela chupando meu pau sujo de porra e de buceta. Mas só foi aquela vez. Depois ela se converteu, fingiu que nada aconteceu. Até hoje a gente se vê e age normal. Mas eu nunca esqueci o gosto daquela buceta molhada, o aperto do cu dela e os gemidos desesperados pedindo pra eu meter mais.

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Comentários


foto perfil usuario bem-baiano-

bem-baiano- Comentou em 22/08/2026

Que de delícia de conto . Já aconteceu isso comigo e minha sobrinha ti criando coragem para escrever e publicar aqui no site. É uma sensação muito diferente saber que o proibido é mais gostoso

foto perfil usuario casualsomente

casualsomente Comentou em 20/08/2026

Sobrinha maravilhosa com jeitinho iniciativa ela topa com certeza




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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Eu e minha sobrinha!

Codigo do conto:
270273

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/08/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
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