Um estranho me tocou no ônibus!



Eu tava sentada no banco da janela do BRT, cabeça encostada no vidro frio, pernas meio abertas porque o jeans apertava e o calor do Rio já tava me matando. Era uma daquelas viagens paradoras, terminal até terminal, e o sono vinha fácil. Do meu lado, um cara qualquer. Barba por fazer, braço grosso, cheiro de perfume barato misturado com suor. Nem olhei direito pra cara dele. Só mais um desconhecido no banco.
Eu dormi.
Acordei de leve sentindo algo cair entre as minhas coxas. Um fone, acho. A mão dele veio atrás, desajeitada, roçando a parte de dentro da minha perna. Não foi nada ousado ainda. Só um toque rápido. Eu fechei os olhos de novo e deixei o barulho do ônibus me levar.
Minutos depois senti um cutucão no braço.
— Ô, desculpa… o fone caiu de novo. Tá entre o banco e a sua coxa. Dá pra pegar?
Abri os olhos devagar. A voz dele era baixa, rouca. Olhei pra baixo. O fio preto tava quase sumindo entre a minha bunda e o assento. Abri um pouco mais as pernas, educada pra caralho, e falei:
— Pode pegar, sem problema.
Ele hesitou. Eu vi a mão dele pairando no ar, insegura.
— Vai, não tem problema não.
Quando a mão dele desceu, eu segurei o pulso firme e fechei as pernas de uma vez, prendendo os dedos dele bem no meio das minhas coxas. Senti o calor da pele dele contra o jeans. Ele não puxou a mão. Ficou parado. Eu soltei devagar. Na hora que ele tirou, os dedos deslizaram de propósito pela costura da minha calça, bem em cima da xereca. Um roçar lento, quente, que me fez apertar as coxas sozinha.
Eu apoiei a cabeça no vidro de novo e fiquei olhando a paisagem passar. Por dentro eu tava implorando. Continua, porra. Continua.
Não demorou.
A mão dele voltou. Dessa vez apertou a minha coxa com força, dedos afundando na carne. Eu não olhei. Continuei de olhos semi-fechados, coração batendo forte. Ele subiu a mão devagar, esfregando a parte de dentro da coxa até achar o meio. Os dedos pressionaram a costura do jeans bem em cima da boceta. Eu soltei o ar pela boca, quietinha.
Ele encontrou o grelinho logo de cara. Começou a esfregar em círculos curtos, firmes, por cima do jeans e da calcinha. Eu sentia o tecido molhando rápido. Minha xota latejava, o clitóris inchando contra o dedo dele. Fechei as pernas um segundo, surpresa, mas ele forçou de volta, abrindo espaço com a mão. Eu relaxei de novo. Deixei.
O ônibus balançava. Gente em pé na frente, vidro na nossa cara, ninguém olhando direto. Ou talvez olhando e eu não quisesse saber. Ele esfregava sem parar. O sininho latejava, roçando na calcinha molhada. Eu mordia o lábio pra não gemer alto.
— Porra… — ele sussurrou bem baixinho, quase no meu ouvido. — Tá quente pra caralho essa buceta.
Eu não respondi. Só abri um pouco mais as pernas, dando permissão. Ele aumentou a pressão. O dedo médio achou o caminho exato do clitóris e ficou ali, esfregando sem dó. Eu sentia a calcinha grudando, o jeans molhado por dentro. Minha boca abria sozinha. Saía um gemido baixo, desesperado, que eu engolia na hora.
Ele subiu a mão um pouco, desabotoou o botão da minha calça com um dedo só e puxou o zíper devagar. O barulho do zíper foi quase inaudível no meio do motor. A mão dele entrou por dentro do jeans, por cima da calcinha. Agora os dedos estavam direto no tecido fino, molhado, escorrendo. Ele apertou o grelinho entre dois dedos e esfregou de cima pra baixo, rápido.
— Caralho, tá pingando… — murmurou.
Eu arquejei. A cabeça bateu no vidro. As pernas tremiam. Ele meteu o dedo por baixo da calcinha, finalmente pele com pele. O dedo grosso encontrou a fenda molhada e deslizou entre os lábios, subindo e descendo, espalhando o líquido. Quando chegou no clitóris de novo, eu quase gritei. Ele apertou, redondinho, e começou a circular com força.
— Ahhh… porra… — escapei num gemido abafado.
Ele riu baixinho, sujo.
— Gosta assim, né? Gostosa do caralho…
Dois dedos entraram de uma vez. Eu estava tão molhada que eles deslizaram fácil, fundos, até o fundo da boceta. Ele enfiou e tirou, enfiou e tirou, enquanto o polegar continuava no grelinho. O ônibus freou numa parada. Eu contraí em volta dos dedos dele, apertando. Ele gemeu também, baixo.
— Aperta assim de novo… isso…
Eu apertei. Ele meteu mais fundo, curvando os dedos pra dentro, achando aquele ponto que faz a gente tremer. Minha mão foi sozinha até a coxa dele e apertei forte. Sentia o volume duro da pica dele batendo no jeans. Grande. Grossa. Eu quis enfiar a mão, mas não tive coragem ainda.
Ele tirou os dedos, sujos de porra minha, e levou até a boca. Chupou na minha frente, olhando de canto.
— Doce pra porra…
Voltou com três dedos. Abriu a boceta, esticou, meteu tudo de uma vez. Eu soltei um gemido mais alto, desesperado. A mão livre dele foi pro meu peito, por baixo da blusa, e apertou o mamilo por cima do sutiã. Eu arquejei de novo. As pernas abriam sozinhas agora. Ele fodia minha xota com os dedos sem piedade, o polegar no clitóris, o outro dedo escorrendo até a entrada do cu e pressionando de leve.
— Vai gozar no meu dedo, é? — ele falou bem baixinho, quase sem mexer a boca. — Vai fazer gozar essa buceta molhada…
Eu balançava a cabeça, sem conseguir falar. Os gemidos saíam engasgados. O ônibus andava, parava, andava. Eu tava no limite. Ele sentiu. Aumentou a velocidade. Os dedos entravam e saíam molhados, fazendo barulho molhado de xota fodida. O clitóris latejava. Eu mordia o próprio braço pra não gritar.
— Porra… porra… eu vou… — consegui falar.
Ele enfiou os dedos até o fundo, pressionou o grelinho com força e ficou ali, vibrando o dedo. Eu gozei. A buceta contraiu em volta dele, encharcando a mão. As pernas tremeram. Um gemido longo, desesperado, saiu da minha garganta. Eu escorri na mão dele, na calcinha, no jeans. Ele continuou esfregando devagar enquanto eu tremia, prolongando.
Quando eu abri os olhos, ele tava olhando pra mim com um sorrisinho sujo. Tirou a mão, lambeu os dedos de novo e limpou o resto no meu jeans, bem na coxa.
O BRT chegou na Alvorada. Eu me levantei de pernas moles. Ele aproveitou e passou a mão no meu peito por cima da blusa, apertando o mamilo na frente de todo mundo que descia. Eu não olhei pra trás. Sai do ônibus com a calcinha encharcada, a boceta latejando, o cheiro de sexo grudado em mim.
Andei o dia inteiro com a xota assada, cada passo lembrando dos dedos dele. A calcinha molhada de novo só de pensar. Cheguei em casa e fui direto pro meu namorado.
— Me come agora — falei, já tirando a calça. — Me fode essa boceta que ainda tá molhada de outro cara.
Ele me empurrou na cama. Eu contei tudo enquanto ele metia a pica grossa em mim, fundo, sem dó. Contei como o estranho enfiou os dedos, como eu gozei no ônibus, como a mão dele apertou meu peito na saída. Meu namorado gozou dentro de mim ouvindo, e eu gozei de novo, gemendo o nome de ninguém, só gemendo alto, desesperada, com a buceta ainda latejando a lembrança daqueles dedos estranhos.
E toda vez que eu pego o BRT agora, eu abro um pouco mais as pernas. Só por precaução.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um estranho me tocou no ônibus!

Codigo do conto:
270064

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
17/08/2026

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