Meu marido não repara mais em mim, então comecei a me exibir!
Meu marido quase não me olha mais. A gente tem pouco tempo de casada e eu ainda faço de tudo dentro de casa. Chupo, sento, deixo ele me foder do jeito que quiser, gemo alto, falo putaria, deixo a buceta molhada pra ele. Mas parece que não adianta. Ele chega do trabalho, come, mexe no celular e dorme. Eu fico ali, de calcinha, peitos soltos, e ele nem repara. Então comecei a me exibir. Primeiro foi sem querer. Depois virou vício. Hoje fui pra academia de top fininho, aquele tecido quase transparente que gruda no corpo quando suja de suor. Escolhi de propósito. Os peitos ficam marcados, os mamilos duros aparecem fácil. Subi na esteira e já senti alguns olhares. Isso me deixou molhada rapidinho. A calcinha começou a grudar na buceta só de imaginar alguém reparando. O professor de musculação, o Ricardo, veio me oferecer ajuda no treino de perna. Alto, braços grossos, voz baixa. Eu aceitei na hora. - Pode me ajudar a alongar depois? — eu falei, sorrindo. — Tô sentindo a coxa bem tensa. Ele acompanhou. No final do treino me levou pra uma sala de alongamento mais afastada. Porta semiaberta, espelho grande, pouco movimento. Perfeito. Comecei a me alongar de verdade. Sentei no chão, abri as pernas e pedi pra ele me ajudar a puxar. Ele se ajoelhou atrás de mim, mãos nas minhas coxas. Eu forcei o peito pra frente de propósito. O top subiu um pouco. Os mamilos duros ficaram quase de fora. Eu não escondi. Passei a mão arrumando o tecido e deixei eles bem aparentes. - Assim tá bom? — ele perguntou, a voz um pouco mais rouca. - Mais um pouco… — eu gemi baixo, rebolando o quadril pra acomodar. — Aí… isso. Minha buceta já estava pingando. Dava pra sentir a calcinha encharcada. Eu me mexia mais do que precisava, abrindo as pernas, arqueando as costas, fazendo os peitos balançarem. Ele olhava. Eu via pelo espelho. O olhar fixo nos meus mamilos e depois descendo pro meio das minhas pernas. Virei de costas, de quatro no chão, e pedi pra ele pressionar minhas costas pra alongar. Ele veio por trás. Aproximei a bunda. Senti na hora. A pica dele estava dura, grossa, apertada dentro do short. Bateu bem no meio da minha bunda. Eu soltei um gemido baixinho, quase um suspiro. - Porra… Ele não se afastou. A respiração dele ficou pesada no meu ombro. As mãos desceram um pouco mais, apertando minha cintura. Eu forcei a bunda pra trás de propósito, esfregando devagar naquela pica dura. - Você tá… — ele começou. - Tô gostando — eu interrompi, virando o rosto. — Pode continuar. Ficamos assim uns segundos. Eu rebolando leve, sentindo o volume dele, a buceta latejando de vontade. Queria virar, baixar o short dele e engolir aquela pica. Queria que ele rasgasse minha calcinha e metesse fundo ali mesmo. Mas ainda não. Me levantei devagar. Virei de frente e o abracei. Apertei meus peitos contra o peito dele e forcei o quadril pra frente, encaixando a pica dura bem no meio da minha buceta, só com a roupa no meio. Senti o calor, o tamanho, o quanto ele tava duro. Ele soltou um gemido baixo no meu ouvido. - Caralho, você tá molhada… - Tô. Desde que você começou a me olhar. Fiquei ali, me esfregando devagar, sentindo a pica dele latejar contra mim. Meus mamilos duros roçavam no peito dele. Eu gemia baixinho, sem vergonha. - Se eu continuar assim… você vai me foder um dia? Ele apertou minha bunda com as duas mãos, forte. - Se você continuar se exibindo desse jeito… eu não vou aguentar. Eu ri, ainda esfregando. - Então não aguenta. Eu quero. Não fizemos mais nada. Saímos da sala. Ele com a pica marcada no short, eu com a calcinha encharcada e os peitos ainda duros. No caminho pra casa eu só conseguia pensar nisso. Na pica dele batendo na minha bunda. No olhar dele nos meus mamilos. No quanto eu queria ter ajoelhado ali e chupado até ele gozar na minha boca. Cheguei em casa, meu marido tava no sofá. Nem levantou o olhar. Eu fui pro banheiro, tirei a calcinha molhada, sentei no vaso e enfiei dois dedos na buceta. Gemia baixo, imaginando o Ricardo me fudendo naquela sala, me chamando de puta, me enchendo de porra. - Ahhh, porra… mete… mete essa pica… Gozei rápido, tremendo, a buceta apertando os dedos. Limpei, vesti outra calcinha e fui pra sala como se nada tivesse acontecido. Mas eu sei. Se eu continuar me exibindo, logo ele vai me pegar de verdade. E eu vou deixar. Vou abrir as pernas, mostrar a buceta molhada e pedir pra ele me foder enquanto meu marido nem repara que eu sumo de casa. Porque eu tô cansada de não ser olhada. E tem gente que tá olhando. E a pica dele tava dura pra caralho.
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