O bonde já estava quase lotado quando eu subi na Praça da Constituição. Aquele cheiro de suor, de gente amontoada, de vida apertada. Assentos cheios, gente em pé se segurando onde dava. Eu passei na catraca e fiquei de pé no corredor, de olho em tudo. Quando o ônibus parou de novo, a coisa encheu de verdade. Mulheres de legging, bunda marcada, calcinha desenhada no tecido. Eu já sabia o que vinha. Meu olhar varreu o espaço atrás de mim. Lá estava ela. Coroa de uns quarenta e poucos, óculos de aro fino, cabelo curto e liso, sardas espalhadas nas bochechas e no nariz. Vestido preto de alça fina, sanfonado nos ombros, costas nuas, braços descobertos. Sacola cinza pendurada no antebraço esquerdo. A silhueta do corpo se marcava por baixo do tecido leve. Eu senti o pau estremecer dentro da calça. Esperei três, quatro pessoas passarem na roleta. Usei o movimento como pretexto e fui para trás. O ônibus balançava. Encaixei o corpo no vão estreito entre o vestido preto e outra mulher. O espaço era justo, quente, apertado. Na primeira freada forte eu avancei. Meu pau duro bateu de frente na nádega esquerda dela. Uma pancada seca, cheia de intenção. Depois outra. E outra. Eu fui afundando devagar, sentindo a carne macia ceder sob a pressão. Parei bem no meio, bem na linha que dividia as duas bandas daquela bunda. O volume grosso do meu caralho pulsava ali, quente, vivo, fazendo o tecido do vestido tremer. Ela soltou um gemido baixo, quase um suspiro. - Hmm… O som saiu rouco, surpreso. Eu vi o pescoço dela estalar quando ela jogou a cabeça um pouco para trás. Os cabelos lisos escorregaram. Ela mordeu o lábio inferior. Eu continuei. Comecei a esfregar de um lado para o outro, devagar no começo, depois com mais força. A cabeça do pau riscando a fenda do cu por cima da roupa. A cada balanço do ônibus eu enfiava mais, pressionava mais. A bunda dela começou a responder. Ela ladeou o quadril e empurrou para trás, esfregando o rabo contra o meu pau com vontade. - Porra… - ela murmurou baixinho, quase sem abrir a boca. Eu senti o calor dela atravessar o tecido. Meu pau latejava, já molhado de pré-gozo. Continuei a esfregar, agora com movimentos mais longos, subindo e descendo a cabeça gorda pela linha do cu dela. A cada subida eu pressionava mais forte. A cada descida eu sentia as duas metades da bunda se separarem um pouco. Ela abriu a boca, os olhos semicerrados atrás dos óculos. O peito subia e descia rápido. Eu deslizei a mão direita pela lateral do vestido, escondida pelo aperto da gente. Toquei a coxa dela por cima do tecido. Ela não afastou. Em vez disso, abriu um pouco mais as pernas, o quanto o espaço permitia. Meu dedo subiu devagar até encontrar a borda da calcinha. O tecido estava quente, úmido. Eu passei o dedo por cima da fenda da buceta dela, sentindo o grelinho já inchado, duro, pedindo atenção. - Caralho… - ela suspirou, a voz tremendo. Eu apertei o grelinho entre o indicador e o médio, por cima da calcinha molhada. Rolei devagar. Ela empurrou o quadril para frente, depois para trás de novo, esfregando o cu no meu pau enquanto eu esfregava a buceta. O ônibus freou de novo. Eu aproveitei e enfiei o joelho entre as coxas dela, abrindo mais espaço. Agora eu conseguia sentir o calor da buceta quente contra a minha mão. O tecido da calcinha estava encharcado. Eu puxei a lateral dela para o lado e enfiei dois dedos direto na carne molhada. - Aah… porra… - ela gemeu mais alto, mas ainda contido. Os dedos entraram fáceis. A buceta dela estava escorrendo. Eu enfiei até o fundo, sentindo as paredes quentes se fecharem em volta. Comecei a meter os dedos no ritmo do balanço do ônibus. Para dentro, para fora. O polegar ficava no grelinho, apertando e rodando. Ao mesmo tempo meu pau continuava enfiado entre as bandas da bunda dela, esfregando o cu com força. Eu sentia o tecido do short molhando de porra prévia. Ela mordeu o lábio com força. Os olhos se fecharam. O quadril dançava sozinho agora, empurrando o cu contra o meu caralho e a buceta contra os meus dedos. Eu aumentei a velocidade. Os dedos entravam e saíam molhados, fazendo um barulhinho úmido que só nós dois ouvíamos no meio do barulho do motor. Eu curva os dedos e encontrava aquele ponto lá dentro. Cada vez que eu apertava, ela soltava um gemido mais desesperado. - Assim… assim… não para… Eu não parei. Meti os dedos mais fundo, mais rápido. O polegar esmagava o grelinho. Meu pau pulsava entre as nádegas, a cabeça gorda subindo e descendo na fenda do cu. Eu sentia o tesão subindo pelas minhas bolas. Quase gozei. Me segurei com força, apertando os dentes. Continuei fodendo a buceta dela com os dedos enquanto esfregava o pau no rabo. Ela começou a tremer. As pernas bambearam. O gemido saiu mais alto, quase um choro. - Vou gozar… porra… vou gozar… Eu enfiei os dedos até o fundo e segurei, apertando o ponto enquanto o polegar esmagava o grelinho sem parar. Ela gozou. A buceta se contraiu forte em volta dos meus dedos, esguichando um pouco de porra quente. O corpo dela tremeu todo. Ela mordeu o próprio ombro para não gritar. Eu continuei mexendo os dedos devagar, tirando cada espasmo dela. Enquanto ela ainda tremia, eu tirei a mão da buceta e levei os dedos molhados até a boca dela. Ela abriu os lábios e chupou, limpou a própria porra com a língua. Eu aproveitei e abaixei um pouco o short. Meu pau saiu livre, grosso, vermelho, pingando. Empurrei a cabeça dele direto na fenda do cu dela, por cima da calcinha. A pressão era absurda. Eu comecei a esfregar com força, a cabeça gorda entrando e saindo entre as bandas, esmagando o furinho do cu a cada movimento. - Enfia… enfia no cu… - ela pediu, a voz rouca de tesão. Eu puxei a calcinha para o lado. A cabeça do pau encontrou o cu apertado. Empurrei devagar. O anel cedeu. A cabeça entrou. Ela soltou um gemido longo, desesperado. - Aah… caralho… que pau grosso… Eu enfiei mais um pouco. O cu dela engoliu a cabeça e apertou forte. Eu fiquei ali, só a cabeça dentro, pulsando. Depois avancei mais. Metade do pau sumiu dentro do cu quente e apertado. Ela empurrou o quadril para trás, engolindo mais. Eu meti até o fundo. As bolas bateram na buceta molhada dela. Comecei a foder o cu dela ali mesmo, no meio do ônibus lotado. Movimentos curtos, profundos, o pau entrando e saindo com dificuldade porque o cu era apertado pra caralho. Cada estocada fazia ela gemer baixo. - Mais forte… fode meu cu… assim… Eu agarrei a cintura dela por baixo do vestido e meti com força. O pau sumia inteiro a cada investida. O barulho úmido do cu sendo fodido se misturava com o barulho do motor. Eu sentia as paredes do cu dela se fecharem em volta do meu caralho a cada saída. O tesão subia de novo, impossível de segurar. - Vou gozar no seu cu… - eu falei no ouvido dela. - Goza… enche meu cu de porra… Eu meti mais rápido, mais fundo. As estocadas ficaram desesperadas. O pau latejava. Eu senti a porra subir. Na última estocada enfiei até o talo e gozei. Jatos quentes e grossos explodiram dentro do cu dela. Um, dois, três, quatro. Eu continuei metendo enquanto gozava, empurrando a porra mais fundo. Ela gemeu junto, o corpo tremendo de novo. Quando o último jato saiu, eu fiquei parado, o pau ainda pulsando dentro do cu cheio. A porra começou a escorrer para fora, molhando a calcinha e a parte de dentro das coxas dela. Eu tirei o pau devagar. O cu dela ficou aberto um segundo, a porra escorrendo. Eu ajeitei a calcinha de volta e puxei o short. Ela ainda respirava ofegante. Os lábios inchados de tanto morder. Os olhos semicerrados. Eu passei a mão pela bunda dela uma última vez, sentindo o calor e a umidade. Depois me afastei devagar e fui em direção à porta do fundo. Pelo reflexo do vidro eu a vi. Ela ainda mordia os lábios, piscava devagar, a mão passando pelos cabelos curtos. O vestido preto um pouco amassado. A barra sendo apertada entre os dedos. O corpo ainda se contorcia leve, como se ainda sentisse o pau dentro do cu. Ela passou a mão entre as pernas, provavelmente sentindo a porra escorrendo. Depois fechou os olhos um segundo e sorriu sozinha. Eu desci no próximo ponto. O short ainda molhado de porra. O cheiro dela ainda nos meus dedos. E a certeza de que ela ia lembrar daquela encoxada por muito tempo.
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