Ana, 19 anos, morena de 1,70, pernas longas e uma bunda redonda que balançava gostoso quando ela andava pelas ruas de Cajazeiras, em Salvador. Desde que completou a maioridade, começou a perceber o olhar do pai mudando. Não era mais o olhar de pai. Era desejo puro, aquele tipo de fome que faz o homem engolir em seco e ajustar a pica na calça. No começo ela ficou assustada. Depois veio o calor. Começou a sonhar. Sonhava com o pau dele entrando nela, grosso, veioso, abrindo a buceta molhada. Acordava de madrugada com a mão entre as pernas, dedos encharcados, gemendo baixinho no travesseiro. Passou a provocar. Dentro de casa usava shortinho que subia na bunda, camisetinha sem sutiã, peitos pesados marcando o tecido. Quando a mãe saía para o trabalho, o pai ficava na sala fingindo ver televisão, mas o olho não desgrudava dela. Ana sentia. Gostava. Aquele dia a mãe ainda estava em casa. Ana estava na cozinha lavando a louça quando sentiu a mão grande do pai na cintura. Desceu devagar até a bunda, apertou com força. Ela parou. Não disse nada. Ele se colou por trás, a pica dura e quente pressionando o meio da bunda carnuda. Pulsava. Ana sentiu o volume e o calor e a buceta latejou forte. - Agora não... - ela sussurrou, a voz já embargada. Ele soltou e foi para a sala. Minutos depois a mãe saiu. A porta bateu. Silêncio. Ana ainda estava na cozinha quando ele voltou. Desta vez não pediu licença. Agarrou ela pelos braços, virou o corpo e beijou a boca com fome. Língua grossa, saliva, dentes. Empurrou até o quarto dela. Fechou a porta. - Tira essa porra - ele ordenou, a voz rouca. Ana tirou a camiseta. Os peitos saltaram. Depois o short. Ficou só de calcinha fina. Ele puxou a calcinha para o lado, passou o dedo grosso no meio da buceta já molhada e gemeu. - Porra, tá pingando... Ela deitou na cama, abriu as pernas. O pai se ajoelhou, cheirou a buceta, passou a língua de baixo até o grelo inchado. Chupou forte. Ana arqueou as costas. - Aaaaai... pai... assim... Ele chupou o grelo como se quisesse arrancar, mordeu de leve, enfiou a língua dentro. Ana gemia alto, sem vergonha. - Chupa essa buceta, caralho... mais forte... Ele tirou a roupa. A pica saiu pesada, veias saltadas, a cabeça já molhada de porra. Ana olhou e engoliu em seco. Ele se posicionou entre as pernas dela e enfiou de uma vez. A buceta abriu, quente, apertada. Ana gritou. - Aiiii porraaaa... que pica grossa... Ele meteu fundo, até as bolas baterem. Começou a foder com força, o barulho molhado enchendo o quarto. Ana gemia como cadela no cio, unhas nas costas dele, pernas tremendo. - Mais forte... me come mais forte... essa pica é minha agora... Ele virou ela de quatro. A bunda grande levantada, o cu apertadinho à vista. Passou a mão, separou as nádegas. - Já deu esse cu pra outro homem? Ana respondeu sem pensar, a voz quebrada de tesão: - Já... todos que me comeram provaram esse rabo carnudo... O pai saiu do quarto um segundo e voltou com um potinho de creme. O mesmo que usava com a mãe. Passou generoso no cu dela, enfiou um dedo, depois dois. Ana gemendo e empurrando a bunda para trás. - Enfia... porra, enfia essa pica no meu cu... Ele apoiou a cabeça grossa no furinho e empurrou. Devagar no começo, depois com força. O cu abriu, engoliu a pica inteira. Ana gritou, a face enterrada no travesseiro. - Aaaaai caralhoooo... que pau grossooo... tá rasgando... não para... Ele fodeu o cu dela sem piedade, segurando a cintura com as duas mãos, metendo até o fundo. O barulho da pele batendo, o gemido dela desesperado, a pica entrando e saindo brilhando de creme e saliva. Ana se masturbava o grelo ao mesmo tempo, os dedos molhados. - Goza no meu cu... enche esse rabo de porra... Ele gemeu grosso, enterrou fundo e jorrou. Porra quente enchendo o cu dela, escorrendo pelas bolas e pelas coxas. Ana sentiu cada jato e quase gozou só com aquilo. Ele saiu, o cu dela ficou aberto, pingando. Tomaram banho rápido. Voltaram para a cama. Agora ela queria gozar de verdade. Ele deitou ela de costas, abriu as pernas e chupou o grelo inchado e duro como se fosse a última refeição. Língua rápida, sucção forte, dois dedos enfiados na buceta. Ana perdeu o controle. - Aiiiiii... não para... chupa esse grelinho... tô gozando... porraaaa... O corpo inteiro tremeu. A buceta contraiu nos dedos dele, o gozo jorrou quente, molhando a boca e o queixo do pai. Ela gritou, a voz sumindo, as pernas batendo no colchão. Gozo longo, desesperado, que a deixou mole e tremendo. Ficaram em silêncio. Levantaram, tomaram banho de novo. Cada um foi para o seu quarto. Desde aquele dia trepam quando dá. É proibido. É sujo. É gostoso demais para parar. Ana sabe que é vagabunda e gosta de ser. Casou. No dia do casamento olhou o marido nos olhos e falou claro: - Se casar comigo tem que aceitar. Vou ser vagabunda mesmo. Vou trepar com quem eu quiser, quando eu quiser. Você vai ser corno. Longe de casa, longe dos amigos, longe da família. Por isso gosto de viajar longe. E o corno vai junto. Se quiser assistir, melhor ainda. O marido engoliu em seco. Aceitou. E Ana continua. Às vezes o pai ainda mete nela quando a mãe não está. Às vezes é outro. Sempre com a buceta molhada, o cu disponível e o grelo duro pedindo porra. Porque ela descobriu cedo que gosta de ser usada. Gosta de gemer alto. Gosta de sentir a pica grossa abrindo tudo. E não tem volta.
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