Minha tia e eu!



Era verão, calor pegando forte, e eu tinha acabado de completar 18 anos. Acabei de sair do colégio, férias longas pela frente, e a casa estava diferente. Minha tia tinha se mudado com a gente: eu, minha mãe e minha irmã. Meu pai não estava na história. Aquela tarde eu saí da piscina todo molhado, cloro no cabelo, toalha jogada no ombro, e fui direto pro banheiro sem nem bater. O chuveiro tava ligado, vapor escapando pela fresta.
Abri a porta e travei.
Minha tia estava nua, de costas, água escorrendo pelas costas largas, descendo naquele cu redondo e firme, molhando as coxas grossas. Quando ela se virou, os seios pesados balançaram, mamilo escuro, duro de tanto água quente. O monte dela era perfeito, pelinho escuro aparado, grelinho inchado bem no meio. Ela deu um pulo, cobriu os peitos com uma mão e a buceta com a outra, mas o olhar dela desceu e viu o short molhado colado na minha pica. Eu tava duro pra caralho, a cabeça do pau já marcando forte, latejando.
Ela corou, mas não gritou. Só ficou olhando.
— Meu Deus… você tá assim só de me ver?
Eu engoli seco, vergonha e tesão misturados.
— Desculpa, tia… eu não sabia que você tava aqui.
Ela tirou as mãos devagar. Os seios cairam pesados, a buceta molhada brilhando. Ela esticou o braço, passou o dedo por cima do volume no short, traçando o contorno da minha pica de sete polegadas.
— Tá duro pra caralho… e grosso. Meu namorado não chega nem perto disso.
Ela abriu a porta de vidro do box, me puxou pra dentro ainda de short. A água quente bateu nas minhas costas. Ela ajoelhou na hora, puxou o short pra baixo junto com a cueca. Minha pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça roxa e já pingando pré-gozo. Ela segurou com as duas mãos, apertou a base e lambeu o pau inteiro de baixo pra cima, chupando a gota que escorria.
— Que pica linda… virgem ainda, né? Só pensava em banda e nota alta. Agora vai aprender com a tia.
Eu encostei nas azulejos frios, gemendo baixo. Ela começou a bater punheta firme, mão molhada subindo e descendo, apertando a cabeça toda vez que chegava no topo. Eu olhava os seios dela balançando, o monte molhado, o grelinho saltado. Ela falou:
— Mete a mão. Toca onde quiser.
Eu desci a mão, passei os dedos pelo pelinho molhado, senti a maciez quente. Ela segurou meu pulso e enfiou dois dedos de uma vez dentro da buceta. Estava encharcada, quente, apertando os dedos. Ela gemeu alto, quadris se movendo sozinhos.
— Isso… fode minha buceta com os dedos. Mais fundo.
Eu meti os dedos fundo, sentindo as paredes molhadas se contraindo. Ela voltou a bater punheta mais rápido, mão escorregadia de saliva e água. Os quadris dela rebolavam, montando minha mão, o grelinho batendo na base dos meus dedos. O barulho molhado da buceta engolindo os dedos misturava com o barulho da água.
— Porra, tia… eu vou gozar…
— Goza. Goza gostoso pra titia ver. Quero sentir.
Ela acelerou a mão, apertando forte, enquanto se esfregava nos meus dedos. Eu gozei gritando, a pica latejando, jatos grossos de porra saindo forte, acertando o monte dela, o estômago, escorrendo pro grelinho. Ela gozou no mesmo segundo, buceta se fechando nos meus dedos, gemido desesperado:
— Aaaaah porraaaa… filho da puta… que delícia…
A gente ficou ali um tempo, respirando pesado. Depois ela se ajoelhou de novo, limpou a porra com a língua, chupando o que escorria do monte dela e da minha pica ainda latejando. Quando a gente se levantou, ela me virou de frente pro azulejo, espalhou as minhas pernas e passou o dedo no meu cu, molhado de água.
— Ainda não. Hoje a tia só te fez gozar. Mas amanhã… amanhã eu quero essa pica grossa arrombando minha buceta e meu cu.
Ela me beijou na boca, língua quente, sabor de porra e água. A gente se lavou devagar, mãos escorregando em todo lugar. Quando saímos do banheiro, ela só disse baixinho:
— Sua mãe e sua irmã só voltam depois que eu sair pro trabalho. A casa é nossa.
Eu ainda tava com a pica semi-dura, latejando. Ela sorriu, apertou o pau por cima da toalha e sumiu pro quarto. Eu fiquei ali, coração batendo forte, sabendo que as férias tinham mudado pra sempre.
No dia seguinte ela me pegou de novo. Eu tava no quarto, de cueca, quando a porta abriu. Ela entrou só de calcinha preta e sutiã, seios quase saltando. Sem falar nada, ajoelhou na minha frente, puxou a cueca e engoliu a pica inteira de uma vez. Garganta apertada, saliva escorrendo. Eu segurei o cabelo dela e meti fundo, sentindo a garganta engasgar.
— Engasga nessa pica, tia… toma tudo.
Ela engasgava, olhos marejados, mas não parava. Quando tirou a boca, a pica tava babada, brilhando. Ela subiu na cama, tirou a calcinha e se sentou na minha cara.
— Chupa essa buceta. Chupa o grelinho até eu gozar na sua cara.
Eu chupei com fome, língua no grelinho, dedos enfiados fundo. Ela rebolava, gemendo desesperada, apertando as coxas na minha cabeça. Quando gozou, a buceta jorrou um pouco, molhando minha boca e meu queixo. Ela desceu e enfiou a pica de uma vez, sentando até o fundo.
— Porra… que pica grossa… arrombando minha buceta toda…
Ela rebolava forte, seios batendo, gemidos altos. Eu segurei os quadris e meti pra cima, fundo, rápido. O barulho de pele batendo enchia o quarto. Ela gozou de novo, gritando meu nome, buceta apertando a pica. Eu virei ela de quatro, meti de novo e enfiei o dedo no cu dela. Ela gritou mais alto.
— Mete o dedo no cu… isso… fode minha buceta e meu cu ao mesmo tempo…
Eu meti o dedo fundo enquanto a pica martelava a buceta. Ela gozou uma terceira vez, pernas tremendo, gemendo sem parar. Eu não aguentei e gozei dentro, jatos quentes enchendo ela. Quando tirei, a porra escorreu pela buceta e pingou no lençol.
Ela se virou, me beijou e sussurrou:
— Amanhã eu quero essa pica no meu cu. Quero gritar até a vizinhança ouvir.
E assim foram as férias. Toda tarde a casa vazia, a tia me ensinando a foder de todos os jeitos. Buceta, cu, boca, seios. Gemidos desesperados, xingamentos sujos, porra escorrendo em todo lugar. Eu nunca mais fui o mesmo.

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Comentários


foto perfil usuario prazerquero-

prazerquero- Comentou em 25/08/2026

Que tia maravilhosa. Sobrinho de sorte




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha tia e eu!

Codigo do conto:
270645

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/08/2026

Quant.de Votos:
2

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