O banho gelado que eu queria pra acalmar a cabeça virou o começo da maior putaria da minha vida. Marcos estava atrás de mim, o corpo grande colado na minha costa, a pica ainda latejando dentro do meu cu depois de gozar. O leite dele escorria quente misturado com a água do chuveiro, descendo pela minha bunda e pingando no chão do box. Eu tremia inteira, as pernas bambas, o cuzinho ardia pra caralho, pulsando como se ainda estivesse aberto pro tamanho daquela rola. — Porra… você aperta esse cu igual uma putinha profissional — ele rosnou no meu ouvido, a voz grossa e ofegante. — Olha só como você ficou, Pequena… toda arrombada e ainda rebolando pra eu gozar mais fundo. Eu tentei falar alguma coisa, mas só saiu um gemido rouco. A água caía nos meus peitinhos duros, os mamilos pontudos esfregando no azulejo gelado. Marcos não tirou a pica. Ele ficou ali, enfiado até o saco, mexendo devagar, sentindo o meu cu se contrair em volta daquela carne grossa. — Tira… tira, Marcos… arde pra caralho… — eu implorei, a voz trêmula. Ele riu baixo, aquele riso cínico de quem sabe que manda. — Calma, putinha. Ainda não terminei com você. Você vende vídeo se tocando na internet, mostra esse cuzinho bronzeado pra qualquer um que pague… agora vai aguentar um pau de verdade. Ele puxou a rola devagar, e eu senti o vazio. O meu cu ficou aberto, o leite branco escorrendo em fio. Marcos se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas com as mãos grandes e cospeu direto no buraco. A saliva quente escorreu e ele enfiou dois dedos de uma vez, abrindo mais. — Ahh porra! — eu gritei, batendo a mão no azulejo. — Para… isso arde! — Arde e você tá molhada pra caralho — ele falou, lambendo a entrada do meu cu enquanto enfiava os dedos mais fundo. — Olha essa buceta pingando. Você curte ser arrombada, né, safada? Os dedos dele saíram do cu e desceram pra minha xota. Ele abriu os lábios inchados e enfiou três dedos de uma vez, socando fundo, batendo na minha parede. Eu me agarrei na parede, o corpo inteiro sacudindo. A água escorria pelo meu cabelo castanho longo, grudando nas costas. — Marcos… por favor… meu irmão… se ele descobrir… — Seu irmão tá na praia com os outros. A gente tem tempo. E se ele descobrir, eu mostro o vídeo que eu vou gravar agora. Ele levantou, puxou o celular molhado do chão do box e ligou a câmera. Apontou pra mim. — Olha pra câmera, Pequena. Mostra essa carinha de santa enquanto eu te fodo. Eu virei o rosto, envergonhada, mas ele segurou meu cabelo e puxou a cabeça pra trás. — Olha. Agora. Eu olhei. A câmera apontada pro meu rosto molhado, os olhos cheios d’água, a boca aberta. Marcos se posicionou de novo, a pica ainda dura, veias latejando, a cabeça inchada e vermelha. Ele esfregou a glande na minha buceta, subindo e descendo, molhando na minha porra. — Quer no cu de novo ou prefere essa xotinha apertada? — No… no cu… não… arde demais… Ele riu e enfiou tudo de uma vez na minha buceta. — Ahhh caralho! — eu gritei, a voz ecoando no banheiro. A pica dele era grossa pra porra, abriu minha xota de uma vez só. Eu senti cada veia, cada centímetro entrando até bater no fundo. Marcos começou a meter forte, sem dó. As bolas batiam na minha bunda, o som molhado de pele em pele misturado com a água. Ele filmava tudo, uma mão no celular, a outra apertando minha cintura. — Isso… aperta essa buceta. Aperta mais. Você é uma putinha de internet, né? Mostra o grelinho pra câmera. Eu abri as pernas mais, a mão tremendo, e puxei meus lábios pra mostrar o clitóris inchado. Marcos gritou de tesão. — Porra, que grelinho duro… olha isso. Ele tirou a pica, se ajoelhou de novo e chupou meu clitóris com força. A língua quente, áspera, lambendo em círculos enquanto dois dedos entravam e saíam da minha xota. Eu comecei a tremer, o gemido saindo alto, desesperado. — Ahhh… Marcos… assim… porra… chupa esse grelinho… ahhh caralho… Ele chupava e gemia junto, o som molhado enchendo o box. Eu rebolava a bunda na cara dele, esfregando a buceta na boca. Quando eu ia gozar, ele parou. — Não. Você só goza quando eu deixar. Ele levantou, virou meu corpo de frente pra ele e me ergueu. Eu enrolei as pernas na cintura larga dele. A pica encontrou a entrada da minha xota de novo e ele me empunhou no pau, me enfiando até o fundo. — Ahhh porraaaa! — eu gritei, a cabeça jogada pra trás. A água caía nos nossos rostos. Marcos metia pra cima, segurando minha bunda, os dedos enfiados no meu cu enquanto a rola socava a buceta. — Olha pra câmera… fala que você é uma putinha… fala. — Eu… eu sou uma putinha… ahhh… fode essa buceta… fode forte… — Mais alto. — Fode essa minha xota… arromba esse cu… eu sou a Pequena… putinha do OnlyFans… ahhh caralhooo! Ele me levou pra fora do box, ainda enfiado, e me jogou de quatro na cerâmica do banheiro. A água escorria pelos nossos corpos. Marcos se ajoelhou atrás e enfiou a pica no meu cu de novo, sem aviso. — AHHHH PORRA! RACHA! RACHA ESSE CU! Eu gritei, o ardor voltando forte, mas agora misturado com um prazer sujo que subia pela espinha. Ele metia sem piedade, a rola saindo quase toda e entrando de uma vez, o som de pele batendo ecoando. Minha bunda balançava, as nádegas vermelhas das palmadas que ele dava. — Isso… rebola esse rabo… rebola pra eu arrombar mais fundo. Eu rebolei. Empinei o cu e empurrei pra trás a cada estocada. O leite dele que ainda estava dentro saía e entrava de novo com a pica. Eu gemía alto, desesperado, a boca aberta, babando no chão. — Ahhh… ahhh… Marcos… tá fundo demais… ahhh caralho… meu cu tá pegando fogo… — Aguenta, putinha. Você pediu pau de verdade. Ele puxou meu cabelo, arqueando minhas costas, e meteu ainda mais forte. Eu senti as bolas batendo na minha buceta, o clitóris esfregando no ar. A outra mão dele desceu e apertou meu grelinho, esfregando rápido. — Goza. Goza com a pica no cu. Eu gozei gritando. O corpo inteiro tremeu, a buceta esguichou no chão, o cu se fechou forte em volta da rola dele. Marcos uivou e gozou de novo, o jato quente enchendo meu rabo mais uma vez. Ele ficou metendo devagar enquanto gozava, até a última gota. Quando tirou, eu desabei no chão, ofegante, o cu aberto, o leite escorrendo. Marcos filmou de perto. — Olha esse cuzinho arrombado… lindo pra caralho. Ele se sentou na borda da banheira, a pica ainda semi-dura, suja da minha porra. Me puxou pelo cabelo até a boca dele. — Limpa. Chupa essa pica suja. Eu abri a boca e engoli. O gosto de porra, de cu, de buceta, tudo misturado. Chupei fundo, a língua limpando as veias, a garganta engasgando quando ele empurrou a cabeça. Marcos gemeu, a mão no meu cabelo, me fudendo a boca. — Isso… engole tudo… boa putinha. Depois de um tempo ele me puxou pra cima e me sentou no colo, de frente. A pica entrou de novo na minha xota, agora mais fácil, toda molhada. Eu comecei a rebolar sozinha, subindo e descendo, o cu ainda latejando. — Olha pra mim — ele falou. — Quero ver essa carinha de santa enquanto você cavalga. Eu olhei. Os olhos dele eram escuros de tesão. Eu rebolava, os peitinhos pequenos balançando na cara dele. Marcos chupou um mamilo, mordeu, enquanto eu subia e descia no pau. — Ahhh… assim… fode essa xota… ahhh porra… Ele segurou minha bunda e começou a meter pra cima, rápido, fundo. O banheiro inteiro cheirava a sexo, água e porra. Eu gemia sem parar, a voz rouca. — Mais… mais forte… arromba essa buceta… Marcos me levantou, me virou de costas e me empurrou contra a pia. Eu apoiei as mãos no espelho, olhando nosso reflexo: eu, a garotinha certinha, toda fodida, o cabelo molhado grudado no rosto, a boca aberta, e ele atrás, metendo sem dó. Ele enfiou no cu de novo. Dessa vez eu empurrei pra trás, pedindo mais. — Isso… mete no cu… mete forte… ahhh caralho… eu sou sua putinha… — Você é. E agora vai gozar de novo. Ele esfregou meu grelinho enquanto metia no rabo. Eu gozei gritando, o corpo todo se contraindo, o cu apertando a pica dele. Marcos gozou pela terceira vez, o jato quente escorrendo pelas minhas pernas. A gente ficou ali um tempo, ofegante, a água ainda escorrendo do chuveiro aberto. Marcos desligou a câmera, guardou o celular e me puxou pra um beijo sujo, a língua entrando fundo na minha boca. — Amanhã você posta um vídeo novo no OnlyFans — ele sussurrou. — E vai falar que foi inspirado num fã. Só que esse fã vai ser eu. E se você contar pra alguém… seu irmão e seus pais vão ver tudo. Eu só consegui acenar com a cabeça, o corpo ainda tremendo, o cu e a buceta latejando. Marcos me deixou no banheiro, se vestiu e saiu. Eu fiquei ali, sentada no chão molhado, o leite dele escorrendo, o coração batendo descontrolado. E pela primeira vez na vida, a garotinha certinha da família soube que tinha virado a putinha de verdade.
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