O ponto tava lotado pra caralho, horário de pico na Zona Sul de São Paulo, linha sentido Capela. Eu já tinha tirado a cueca no serviço, como sempre faço. Calça de tactel fina, quase transparente quando aperta, camisa preta e o casaco do time por cima. Pau livre, pronto pra qualquer oportunidade. Encoxador de plantão não perde tempo. Vi várias, mas a que me fez engrossar na hora foi ela. Crente, casaquinho jeans aberto, vestido preto fino de tecido leve que colava no corpo. Bunda grande, redonda, empinada natural. Aliança na mão esquerda brilhando. Pela aliança no dedo, mostrava que ela é casada e de Deus. Meu pau latejou só de olhar. O ônibus chegou e eu entrei colado atrás dela. Empurrei a mochila pro lado e me posicionei. Assim que o ônibus engatou e a galera se apertou, meu pau já tava duro igual pedra. Aproximei o quadril e encostei de leve. Só a ponta, sentindo o calor daquela bunda por cima do vestido. Ela não se mexeu. Dei mais um passo, encaixei o volume inteiro no meio daquela raba. O tecido da calça era tão fino que eu sentia cada curva, cada dobra da buceta dela pressionada contra a minha pica. Comecei o vai e vem devagar, esfregando o pau grosso no cu e na fenda dela. O ônibus freou no farol e eu aproveitei pra cravar mais fundo, empurrando o pau duro no meio da bunda. Ela deu uma olhada rápida no reflexo do vidro. Eu vi. Os olhos dela arregalaram um segundo, mas a boca ficou fechada. Em vez de se afastar, ela empinou. Só um pouco, mas o bastante pra eu sentir a buceta quente se esfregando no meu pau. - Porra… - murmurei baixinho, quase no ouvido dela. O líquido pré-porra já tava escorrendo pela cabeça do pau, molhando a calça por dentro. Segurei a barra de cima com uma mão e com a outra desci disfarçado, passei a palma naquela bunda gorda. Apertei. Ela empinou mais, empurrando o cu contra a minha pica. Eu apertei de novo, abrindo um pouco as nádegas com os dedos por cima do vestido. O pau latejava, pulsando forte contra o tecido. Continuei o movimento. Vai e vem, vai e vem, esfregando o pau inteiro na fenda dela. O vestido fino entrava no meio, marcando a buceta. Eu sentia o calor, quase o cheiro. Ela mordia o lábio inferior, eu via no reflexo. A respiração dela ficou mais pesada. O ônibus balançava e eu enfiava o pau com mais força a cada solavanco. - Isso… empurra essa bunda no meu pau, crente safada - falei baixo, quase sem som. Ela não respondeu com palavra. Só empinou mais, abrindo as pernas o máximo que o aperto permitia. Eu desci a mão de novo, dessa vez passei os dedos por baixo, subindo o vestido um pouco. Toquei a calcinha. Renda fina, já úmida. Passei o dedo no meio da fenda, sentindo o grelinho inchado por baixo do tecido. Ela tremeu. Um gemido baixo, abafado, saiu da boca dela. - Hnng… Apertei o grelinho com dois dedos por cima da calcinha e continuei encoxando. Meu pau tava pingando, a calça molhada por dentro. Eu esfregava a cabeça grossa no cu dela, depois descia e encaixava na buceta, pressionando. Ela rebolava de leve, quase imperceptível pra quem tava ao redor, mas eu sentia cada movimento. A bunda dela batendo na minha pica, o cu se abrindo e fechando contra o volume. O ônibus parou num ponto intermediário. Mais gente subiu. Ficamos ainda mais apertados. Eu aproveitei e enfiei a mão por baixo de vez, puxando a calcinha pro lado. Toquei a buceta molhada direto. Dedo no meio da fenda, esfregando o grelinho inchado. Ela soltou um gemido mais alto, engoliu na hora. - Ahh… meu Deus… - Cala a boca e empurra essa buceta no meu pau - sussurrei. Enfiei o dedo médio dentro dela. Quente, apertado, molhado pra caralho. Ela contraiu em volta do meu dedo enquanto eu encoxava com força. O pau latejava, querendo entrar. Eu metia o dedo devagar, sentindo as paredes da buceta apertando, e ao mesmo tempo esfregava a pica no cu dela. Duas fricções ao mesmo tempo. Ela tava tremendo. As pernas bambas. Eu sentia o mel escorrendo pelos meus dedos. Continuei. Dedo entrando e saindo, polegar no grelinho, pau esfregando o cu. Ela mordia o lábio com força, os olhos semicerrados no reflexo. A cada freada eu enfiava o dedo mais fundo e empurrava o pau com mais força. O pré-gozo escorria pela minha pica, molhando a bunda dela por cima do vestido. - Que buceta gostosa… casada e gemendo no meu dedo no meio do ônibus - falei no ouvido dela. Ela soltou um gemido desesperado, abafado. - Hnngg… ahhh… Apertei o grelinho com força e meti o dedo até o fundo. Ela gozou. Eu senti. A buceta latejou, apertou meu dedo, escorreu mais mel. As pernas dela tremeram e ela se agarrou na barra na frente. Eu continuei metendo o dedo enquanto ela gozava, esfregando o pau no cu dela com força. Meu saco subiu. Eu tava perto. Tirei o dedo, puxei a calcinha de volta e apertei a bunda dela com as duas mãos, encoxando sem dó. O pau latejava, a cabeça grossa entrando e saindo no vão da bunda. Eu gozei. Porra quente jorrando dentro da calça, molhando tudo, escorrendo pela pica enquanto eu continuava esfregando naquela raba. Várias porradas. O gozo quente escorrendo pela minha perna. Ela sentiu. Empinou mais uma vez, sentindo o pau latejar contra o cu enquanto eu gozava. Quando terminei, fiquei colado, respirando pesado. O ônibus chegou no ponto dela. Ela arrumou o vestido, passou o bilhete e desceu pela frente sem olhar pra trás. Eu fiquei ali, pau ainda semi-duro, calça molhada de porra, cheiro de buceta nos dedos. Cheguei em casa e fui direto pro banheiro. Puxei a pica ainda suja de gozo e bati uma pensando nela. Lembrei do grelinho inchado nos meus dedos, da buceta apertando, do gemido abafado, da bunda empinando. Gozei de novo, grosso, pensando em foder aquela crente casada de verdade na próxima. Ainda espero encontrar ela de novo. Próxima vez não vai ser só dedo.
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