Minha irmã não se importou em me ver de pau duro enquanto eu a massageava!

Ela chegou no sofá com aquela cara de quem já não aguentava mais. O ombro esquerdo torto, a mão apertando a nuca como se quisesse arrancar a dor fora. Eu estava no canto, de short mole e camiseta velha, rolando o celular sem prestar atenção em porra nenhuma. Nossos pais já tinham subido fazia uma hora. A casa estava quieta, só o barulho baixo da televisão no volume mínimo.
— Mano… me ajuda. Tá uma merda hoje.
Eu já sabia o que vinha. Levantei, deixei ela se ajeitar e puxei a almofada. Ela deitou de lado, a cabeça pesada caindo direto na minha coxa. O cheiro do shampoo dela subiu forte, aquele cheiro doce de fruta que ela usava desde sempre. Minha mão direita envolveu a nuca quente e comecei a apertar. Os dedos entrando nos músculos duros, pressionando os nós que pareciam pedra. Ela soltou o primeiro gemido baixo, arrastado.
— Aaaah… caralho… mais forte.
Apertei. O polegar afundou bem no ponto que sempre doía. Outro gemido saiu, mais alto, e o corpo dela se mexeu sozinho. A testa escorregou um pouco e parou bem em cima da minha pica, que já estava começando a inchada dentro do short. Eu senti o calor da pele dela através do tecido. Continuei apertando, mais firme, mais lento. Cada pressão fazia ela gemer e esfregar a testa sem nem perceber. Ou talvez percebesse. Eu não sabia.
— Continua… porra… assim.
Minha pica subiu de vez. Grossa, dura, pulsando contra a bochecha dela. Ela não se afastou. Pelo contrário. Girou um pouco o rosto e passou a bochecha inteira no volume. O gemido dela mudou. Não era mais só de dor. Era mais fundo, mais molhado. Eu senti o short molhar um pouco na ponta, pré-porra escorrendo.
— Irmã… você tá sentindo isso?
Ela só respondeu com outro gemido e esfregou de propósito. A boca abriu e o lábio inferior arrastou no tecido, bem em cima da cabeça da minha pica. Eu apertei o pescoço dela com as duas mãos agora, os polegares pressionando os lados, os outros dedos enfiados no cabelo. Ela arquejou e abriu as pernas no sofá, a saia curta subindo. Eu enxerguei a calcinha branca já um pouco molhada no meio.
— Tira o short — ela murmurou, a voz grossa de tesão.
Eu não pensei duas vezes. Levantei a bunda, puxei o short e a cueca juntos. A pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça já brilhando de porra. Ela olhou de cima, os olhos meio fechados, e passou a língua nos lábios.
— Porra… tá enorme.
Ela agarrou com a mão e enfiou a boca de uma vez. O calor molhado me engoliu até quase a base. Eu gemei alto, a mão ainda no pescoço dela, apertando enquanto ela chupava. A língua rodava em volta da cabeça, sugava forte, e ela fazia barulho molhado, baba escorrendo pelo queixo e caindo nos peitos grandes que apertavam contra a minha coxa. Eu sentia a garganta dela engolindo, o grelinho da língua raspando na veia de baixo.
— Chupa assim… caralho… engole essa pica.
Ela gemeu com a boca cheia e o som vibrava na minha porra. Continuei massageando o ombro enquanto ela me mamava como se a dor tivesse sumido e só restasse fome. A mão livre dela desceu e enfiou dentro da própria calcinha. Eu ouvi o barulho molhado dos dedos entrando na buceta. Ela gemendo em volta da minha pica, os olhos virando, a bunda se mexendo no sofá.
Eu puxei o cabelo dela e tirei a boca. Um fio de baba ainda ligava os lábios à cabeça da pica.
— Vira. De quatro.
Ela obedeceu rápido. A saia foi pro ombro, a calcinha puxada pro lado. A buceta gorda, rosada, já pingando no sofá. O cu apertadinho logo acima, piscando. Eu me ajoelhei atrás, segurei as nádegas grandes e enterrei a cara. Língua primeira na fenda, subindo devagar até o cu e voltando. Ela gritou baixo, a cara enfiada na almofada.
— Aaaai porra… lambe essa buceta… lambe o cu também…
Eu enfiei a língua dentro dela, chupando o grelinho inchado, sugando os lábios. Os gemidos dela ficaram desesperados, a bunda empurrando contra a minha cara. Eu mastigava a buceta molhada, a barba molhando toda, enquanto dois dedos entravam no cu apertado. Ela tremeu inteira.
— Tá gozando… caralho… tô gozando na sua boca…
O corpo dela contraiu, a buceta esguichou um pouco na minha língua e o cu apertou os dedos. Eu não parei. Continuei lambendo até ela quase chorar de tanto tesão. Quando ela ainda tremia, eu me levantei, alinhei a pica grossa na entrada e enfiei de uma vez.
O gemido que saiu dela foi quase um grito. A buceta abriu e engoliu tudo, quente, molhada, apertando cada centímetro. Eu segurei o ombro doente dela com uma mão e a cintura com a outra e comecei a meter. Forte. Fundo. O som molhado de porra batendo em buceta enchia a sala. Ela empurrava de volta, a bunda batendo na minha barriga, os peitos balançando embaixo.
— Mais forte… fode essa buceta… arrebenta…
Eu meti sem piedade. A pica sumia inteira e saía brilhando. Cada estocada fazia ela gemer desesperada, a voz quebrando.
— Aiiiii aiiiiii aiiiiii porra… sua pica tá me matando… continua…
Eu inclinei e enfiei o polegar no cu dela enquanto metia. Ela gozou de novo, a buceta contraindo em volta da minha pica, espremendo, milhando. Eu senti a porra subindo.
— Vou gozar… onde?
— Dentro… enfia tudo e goza dentro dessa buceta…
Eu enfiei até o saco bater e jorrei. Porra quente enchendo ela, pulsando, saindo pelos lados e escorrendo pelas coxas gordas. Ela gemeu alto, quase chorando de prazer, o corpo todo tremendo. Eu continuei metendo devagar, empurrando a porra mais fundo, até a pica amolecer um pouco.
Quando saí, um filete grosso escorreu da buceta e pingou no sofá. Ela se virou, ainda ofegante, os olhos brilhando, e puxou minha pica suja pra boca. Limpou tudo, chupando o resto da porra, o gosto dela misturado com o meu. Depois me olhou e sorriu cansada.
— Amanhã de novo… a dor ainda tá aí.
Eu sorri de volta, a mão acariciando o pescoço quente dela.
— Pode deixar. Toda noite que precisar.
A casa continuava quieta. Só o cheiro de sexo e o barulho da televisão. E a certeza de que aquilo não ia parar mais.

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Comentários


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claudiofloripabi Comentou em 23/08/2026

Votei e gostaria muito de ter alguém com esse tesão e fantasia em casa. Parabéns




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha irmã não se importou em me ver de pau duro enquanto eu a massageava!

Codigo do conto:
270453

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/08/2026

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9

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