Incentivei minha namorada a dar pro irmão dela!

Eu sempre soube que tinha algo errado comigo.
Não era só tesão. Era uma vontade específica, suja, de ver a mulher que eu amava sendo usada por outro homem. E não qualquer homem. O irmão dela.
Lucas tinha vinte e sete anos, dois a menos que a Marina. Moravam na mesma cidade, se viam com frequência, e eu sempre notava o jeito que ela ria perto dele. Um riso mais solto, mais íntimo. Eu ficava duro só de imaginar.
Um domingo à noite, depois de transar, eu estava deitado atrás dela, a mão no peito, brincando com os piercings que ela tinha colocado nos mamilos seis meses antes. Girei o metal devagar e falei baixo:
— Já pensou em dar pro Lucas?
Marina riu, achando que era brincadeira.
— Você é louco.
— Sério.
Ela se virou de frente, os olhos ainda meio fechados de sono e tesão.
— Meu irmão? Você tá falando do meu irmão?
— Tô.
Ela ficou quieta por um segundo. Depois empurrou minha mão e se sentou na cama.
— Isso nunca vai acontecer. Nunca. Você é doente.
— Talvez. Mas a ideia não te deixou molhada agora?
Ela não respondeu. Só me olhou com uma mistura de nojo e algo que eu não conseguia nomear. Depois deitou de costas e ficou em silêncio. Eu não insisti. Só continuei passando o dedo no piercing dela, devagar, até ela pegar no sono.
Mas a semente estava plantada.
Nos dias seguintes eu voltava ao assunto de leve. Sempre depois do sexo, quando ela estava vulnerável. Contava uma fantasia, perguntava se ela já tinha reparado no corpo do irmão, se já tinha visto ele sem camisa na piscina da casa dos pais. Marina me xingava. Me chamava de pervertido. Dizia que eu precisava de terapia. Mas nunca levantava da cama. E cada vez que eu falava, os dedos dela apertavam mais forte o lençol.
Uma sexta-feira ela chegou em casa depois de um jantar em família. O Lucas tinha ido. Eu estava no sofá. Ela se jogou do meu lado, cheirando a vinho, e pôs a cabeça no meu ombro.
— Ele perguntou de você — murmurou.
— E você respondeu o quê?
— Que você é um louco.
Eu ri e passei a mão por baixo da blusa dela. Os piercings estavam quentes. Girei um deles entre os dedos.
— E enquanto respondia, pensou nele te comendo?
Marina me deu um tapa no peito, mas não tirou minha mão.
— Para com isso.
— Você não negou.
Ela ficou em silêncio. Eu continuei brincando com o piercing até ela abrir as pernas e deixar minha mão descer. Estava encharcada.
Naquele mês eu fui aumentando a pressão. Mandei pra ela prints de relatos de incesto do Reddit. Mostrei vídeos de irmãos. Uma noite, depois de ela gozar no meu pau, eu segurei o rosto dela e perguntei:
— Se eu pedisse de verdade, você daria?
Marina olhou pra mim com os olhos ainda nublados de tesão.
— Eu te odeio por me fazer pensar nisso.
— Mas tá pensando.
Ela não respondeu. Só escondeu o rosto no meu pescoço.
O ponto de virada veio no aniversário dos pais dela.
Festa em casa. Muita gente. Lucas estava lá, de camisa social aberta no peito, bebendo cerveja e rindo alto. Marina bebeu mais que o normal. Eu fiquei observando. Em algum momento ela foi até ele na cozinha e ficou conversando perto demais. A mão dele tocou a cintura dela por um segundo. Ela não se afastou.
Mais tarde, no banheiro de cima, eu a encostei na parede e enfiei a mão por baixo do vestido.
— Você tava dando em cima dele.
— Eu não estava.
— Estava sim. E ele sentiu.
Marina me beijou com raiva, quase mordendo. Eu virei ela de frente pro espelho, levantei o vestido e meti de uma vez. Enquanto fodia, puxava os dois piercings pelos ombros do vestido.
— Imagina se era o pau dele — eu sussurrei no ouvido dela. — Imagina ele te comendo aqui, com a casa cheia.
Ela gozou apertando a pia, o corpo tremendo. Não disse nada. Só me olhou pelo reflexo com uma expressão que eu nunca tinha visto.
Duas semanas depois Lucas veio passar o final de semana no nosso apartamento. Tinha brigado com a namorada e precisava de um lugar. Marina topou sem consultar demais. Eu vi a forma como ela arrumou o sofá-cama, a forma como escolheu o short curto pra receber ele.
Na sexta à noite a gente bebeu. Muito. Lucas contava histórias de faculdade. Marina ria alto demais, tocava o braço dele com frequência. Eu ficava quieto, só observando. Em determinado momento ela se levantou pra pegar mais gelo e, ao passar por ele, deixou a mão deslizar pelas costas.
Eu senti o pau endurecer na hora.
Quando Lucas foi dormir no sofá, Marina veio pro quarto. Eu a esperei deitado. Ela trancou a porta, tirou a roupa e subiu em cima de mim.
— Você tá feliz agora? — perguntou, a voz embargada. — Tá vendo o que você fez?
— Tô vendo você molhada pra caralho.
Ela me beijou com força e encaixou o pau. Sentou até o fundo. Eu puxei os piercings enquanto ela rebolava.
— Ele tá lá fora — eu falei. — A uns cinco metros. Se eu gritar agora ele escuta.
Marina gozou em silêncio, mordendo o próprio braço. Depois desceu e me chupou até eu gozar na boca dela. Engoliu tudo e deitou do meu lado, ofegante.
— Eu não vou fazer isso — sussurrou.
— Vai sim.
No sábado a tensão estava no ar. Lucas saiu pra resolver umas coisas. Eu e Marina ficamos sozinhos. Eu a pus de quatro no sofá-cama ainda desfeito e comi o cu dela devagar, puxando os piercings. Enquanto metia, falei:
— Hoje à noite você vai até ele.
— Não.
— Vai. De short e sem calcinha. Vai sentar do lado e deixar a mão dele subir.
Ela gemia, negando com a cabeça, mas empurrava a bunda pra trás.
À noite Lucas voltou. A gente pediu pizza e bebeu de novo. Marina estava diferente. Mais quieta, mas o corpo dela não mentia. Toda vez que Lucas falava, ela se inclinava na direção dele. Em determinado momento ela se levantou, foi até a cozinha e voltou com outra cerveja. Ao passar, “sem querer” esbarrou a coxa na mão dele.
Eu vi.
Mais tarde, quando Lucas foi no banheiro, eu puxei Marina pro corredor e falei no ouvido:
— Agora. Vai lá e senta no sofá com ele. Deixa acontecer.
Ela me olhou com ódio e tesão misturados.
— Eu te odeio.
— Eu sei. Vai.
Ela foi.
Eu fiquei no quarto, a porta entreaberta, o coração batendo na garganta. Ouvi a conversa baixa. Ouvi ela rir. Depois o silêncio. Depois um gemido abafado que não era de dor.
Esperei quinze minutos. Quando saí, a cena estava pronta.
Marina estava de quatro no sofá, o short no joelho, o irmão atrás dela metendo com força. Os dois piercings pretos balançavam a cada estocada. Lucas segurava a cintura dela e fodia sem piedade, o pau sumindo e aparecendo. Marina gemia no braço do sofá, os olhos fechados, a boca aberta.
Eu fiquei parado na porta. Eles perceberam. Lucas parou por um segundo, olhou pra mim, mas não saiu de dentro dela. Marina abriu os olhos e me encarou.
— Continua — eu disse.
Lucas voltou a meter. Mais forte. Eu me aproximei, tirei o pau pra fora e coloquei na frente da boca dela. Marina engoliu sem hesitar. Enquanto o irmão comia a buceta dela, ela me chupava. Eu segurava o cabelo e puxava os ferrinhos ao mesmo tempo.
O barulho era sujo. Pele batendo, saliva escorrendo, gemidos abafados. Lucas gozou primeiro, enterrado fundo, gemendo alto. Marina veio logo depois, tremendo, o pau ainda na boca. Eu segurei mais um pouco e gozei na língua dela. Ela engoliu tudo.
Os três ficamos em silêncio por um tempo. Lucas saiu de dentro dela e se sentou no sofá, ofegante. Marina ficou de joelhos, o esperma do irmão escorrendo pela coxa. Eu passei o dedo nela e levei até a boca. Ela chupou.
— Ainda acha que eu sou louco? — perguntei baixo.
Marina olhou pra mim, depois pro irmão, e riu. Um riso cansado e quebrado.
— Completamente. E eu também.
Aquela noite não acabou ali. Lucas ficou duro de novo. Marina subiu em cima dele e sentou, os piercings balançando enquanto ela rebolava. Eu fiquei atrás, abrindo a bunda dela e metendo no cu ao mesmo tempo. Ela gritou, o corpo preso entre os dois. A gente fodeu assim até o sol quase nascer.
No dia seguinte Lucas foi embora cedo. Marina ficou na cama, nua, os piercings brilhando. Eu deitei do lado e passei o dedo no metal.
— Vai acontecer de novo? — perguntei.
Ela demorou pra responder. Depois virou o rosto e me olhou com aqueles olhos escuros.
— Se você pedir.
Eu beijei a boca dela e enfiei dois dedos dentro dela. Ainda estava cheia do esperma do irmão.
— Eu vou pedir.
E pedi. Muitas vezes depois daquilo.
Às vezes no nosso apartamento. Às vezes na casa dos pais, com a porta trancada. Às vezes eu só assistia. Às vezes participava. Marina nunca mais me chamou de louco com a mesma convicção. Só gemia, puxava os ferrinhos e pedia mais fundo.
Eu tinha incentivado minha namorada a dar pro irmão dela.
E ela tinha gostado mais do que qualquer um de nós esperava.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Incentivei minha namorada a dar pro irmão dela!

Codigo do conto:
269981

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/08/2026

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