Eu sempre soube que tinha algo errado em mim, mas não errado o bastante pra eu querer parar. Desde moleque eu ficava de pau duro só de ver a mamãe nua. E ela não se importava. Tomava banho com a porta aberta, andava pela casa de calcinha só, ou sem nada. Seios tamanho G, pesados, mamilos escuros e grossos que balançavam a cada passo. A vagina gordinha, com aquela faixa de pelos bem cortadinha no meio, e o cu rosado que se abria um pouco quando ela se abaixava pra pegar alguma coisa no chão. Eu ficava atrás, fingindo que não olhava, mas olhava pra caralho. O clitóris dela às vezes aparecia, inchadinho, e eu sentia a minha própria buceta latejar de vontade. Cresci. A vontade só aumentou. Comecei a ouvir ela sendo fodida no quarto. Gemia alto, pedia mais fundo, pedia no cu. Eu abria a porta devagar, me escondia, e me masturbava vendo a sombra do corpo dela se movendo. Queria entrar, ajoelhar e lamber tudo. Queria chupar aqueles mamilos que um dia me alimentaram até eles ficarem vermelhos e doloridos. Queria enfiar a língua no cu dela enquanto outro pau metia na buceta. Aí a coisa mudou. Começamos a nos beijar. Beijos longos, molhados, com língua. Ela mandava nudes pra mim. Fotos da buceta aberta, do cu franzido, dos seios amassados. Uma noite ela me chamou pro quarto. — Entra, filho. Fecha a porta. Eu entrei. Ela estava deitada de lado, nua, a mão entre as pernas. Os seios caídos pro lado, mamilos duros. A buceta brilhava de molhada. — Vem cá. Quero ver se você aprendeu a usar essa boca pra alguma coisa além de falar besteira. Eu me ajoelhei na cama. Cheirei primeiro. O cheiro dela era forte, de buceta quente, de mulher que não se depila toda. Lamba a faixa de pelos, depois abri os lábios gordinhos com os dedos e enfiei a língua no meio. O gosto era ácido, gostoso pra porra. Ela gemeu baixo. — Isso… lambe direito, filho. Chupa o grelinho. Eu chupei. Suguei o clitóris inchado entre os lábios, passando a língua em círculos. Ela segurou minha cabeça e esfregou a buceta na minha boca. O cu dela se contraía bem na minha cara. Eu desci a língua e lambi o cu também. Rosado, apertado, cheiroso. Enfiei a ponta da língua e ela gritou. — Porra… seu filho da puta… sua língua no meu cu… Eu continuei. Chupei o cu, voltei pra buceta, enfiei dois dedos nela enquanto mamava o grelinho. Ela gozou na minha boca, escorrendo porcaria molhada que eu engoli tudo. Ainda tremendo, ela me puxou pra cima. — Tira a roupa. Quero ver esse pau. Eu tirei. O pau estava duro pra caralho, latejando. Ela segurou e começou a bater, devagar. — Gordo… igual o do seu pai. Vem, mete na minha boca. Eu me ajoelhei sobre o peito dela. Ela abriu a boca e engoliu a cabeça. Chupou com vontade, babando, fazendo barulho. Os seios balançavam enquanto ela mexia a cabeça. Eu segurei os cabelos dela e enfiei mais fundo. Ela engasgou, mas não parou. Lágrimas nos cantos dos olhos, baba escorrendo pelo queixo, caindo nos seios. — Isso… engole essa pica, mamãe. Engole até o fundo. Ela tirou a boca só pra falar, a voz rouca: — Mete no meu cu agora. Quero sentir esse pau me arrombando. Eu desci. Ela virou de quatro, o traseiro enorme, a buceta pingando, o cu piscando. Eu cuspi nele, esfreguei a cabeça do pau e empurrei. Apertado pra porra. Entrou devagar, centímetro por centímetro. Ela gemeu alto, quase gritando. — Aiiii… porra… tá entrando… continua… Quando enfiei até o fundo, parei. O cu dela me apertava, quente, pulsando. Comecei a meter. Devagar no começo, depois mais forte. O barulho de pele batendo, o som molhado do pau saindo e entrando no cu. Ela empurrava pra trás, pedindo mais. — Mais forte, filho. Arromba esse cu. É seu agora. Eu segurei as ancas gordas e meti com força. Cada estocada fazia os seios balançarem pra frente. Eu abaixei o corpo e chupei o pescoço dela, mordi o ombro. Uma mão foi pra frente e esfregou o grelinho. Ela gozou de novo, o cu se contraindo no meu pau, quase me tirando pra fora. — Não para… não para de meter no meu cu… Eu não parei. Continuei fudendo até sentir que ia gozar. Tirei o pau, virei ela de barriga pra cima e enfiei de novo no cu. Agora olhando nos olhos dela. Ela estava bagunçada, cabelo grudado no rosto, boca aberta, gemendo sem parar. — Goza dentro… enche meu cu de porra… Eu meti mais umas dez vezes e gozei. Jatos quentes dentro do cu dela. Senti o corpo tremer. Quando tirei o pau, a porra começou a escorrer. Eu abaixei a cabeça e lambi. Lamba o cu sujo, a porra misturada com saliva, o gosto salgado e amargo. Ela riu, fraca. — Seu porco… chupando a porra do meu cu… Eu subi e beijei a boca dela. Ela chupou a língua, saboreando o próprio gosto. Depois me empurrou de novo pra baixo. — Agora a buceta. Quero sentir esse pau grosso me foder. Eu enfiei. A buceta estava ensopada, quente, escorregadia. Entre fácil. Comecei a meter com força. Ela enrolou as pernas na minha cintura e puxou. — Isso… fundo… bate nesse fundo… O pau entrava e saía, o barulho molhado enchendo o quarto. Eu chupava um mamilo, depois o outro, mordendo de leve. Ela gemia no meu ouvido, falando putaria sem parar. — Sua pica tá me destruindo… goza de novo… goza na minha buceta… Eu gozei de novo. Mais jatos dentro dela. Continuei metendo até a porra começar a sair junto com o pau. Aí tirei e enfiei a boca de novo. Chupei a buceta gozada, lambi os lábios inchados, chupei o grelinho até ela gozar na minha língua pela terceira vez. Ainda não acabou. Ela me fez deitar de costas e sentou em cima. Enfiou o pau no cu de novo, de costas pra mim, e começou a rebolar. Eu via o cu engolindo o pau, a buceta pingando em cima das minhas bolas. Segurei as nádegas e abri, vendo tudo de perto. Ela rebolava devagar, depois mais rápido, gemendo alto. — Olha o meu cu engolindo sua pica… olha… Eu enfiei dois dedos na buceta dela enquanto ela sentava. Ela gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando o pau. Eu gozei dentro pela terceira vez, mais fraco, mas ainda quente. Quando ela desceu, estava destruída. O cu aberto, a buceta vermelha, os seios marcados de dedo e saliva. Eu me deitei do lado e ela veio pro meu peito. — Amanhã a gente continua — ela murmurou. — Quero que você me foda de novo no banheiro. Quero que você me chupe enquanto eu cago. Quero tudo. Eu só respondi: — Pode deixar, mamãe. Eu faço qualquer coisa. E a gente ficou ali, sujos, fedendo a sexo, com a porra escorrendo nela e o meu pau ainda semi-duro. Eu sabia que aquilo não tinha volta. E eu não queria que tivesse.
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