Eu tava com a cabeça fudida, solidão comendo pelas beiradas, o corpo pedindo porra e o namorado longe há um mês. Ovulação batendo forte, buceta latejando só de pensar em algo grosso me abrindo. Quando o pai dele chegou com comida, eu já tava com o sangue quente. A gente sentou no sofá, bebeu o vinho que eu tinha escondido no armário. Ele começou a falar do divórcio, da mulher que não aguentava o jeito dele de foder, de como ele gostava de segurar o pescoço e enfiar até o fundo. Eu não pedi pra ele parar. Fiquei ouvindo, pernas se fechando e abrindo sozinhas, grelinho já molhado dentro da calcinha. A mão dele desceu na minha coxa. Grossa, quente, dedos grossos apertando a carne. Eu não empurrei. Ele chegou mais perto, cheiro de vinho e homem, e perguntou baixo: - Quer que eu faça carinho nessa bucetinha molhada, princesa? Eu só conseguia respirar pela boca. Assenti com a cabeça. A culpa veio junto com o tesão, mas o tesão ganhou. Ele puxou minha saia pra cima, puxou a calcinha pro lado e passou o polegar no meu grelinho inchado. Eu soltei um gemido já na hora, pernas tremendo. - Porra, tá encharcada. Que putinha carente. O meu filho não tá te comendo direito, né? Ele enfiou dois dedos de uma vez. Eu arquejei, a cabeça jogada pra trás no sofá. Os dedos dele eram mais grossos que os do namorado, mais ásperos, e ele metia sem dó, curvando pra achar o ponto. O polegar esfregava o grelinho em círculos rápidos enquanto os dedos fodiam minha buceta. Eu já tava gemendo alto, sem vergonha: - Aiii... caralho... mais fundo... Ele tirou a mão, chupou os dedos molhados e depois me puxou pro colo. Eu fiquei de costas pra ele, as pernas abertas, a saia amassada na cintura. Ele abriu o zíper, tirou a pica pra fora. Era mais grossa, mais veiuda, a cabeça rosada já pingando pré-porra. Eu olhei pra baixo e engoli seco. Meu namorado é lindo, mas essa pica era de outro nível. Ele me posicionou e enfiou de uma vez. Eu gritei. A buceta esticou, ardeu, mas o ardor virou prazer na hora. Ele segurou minha cintura com as duas mãos e começou a meter com força, o pau batendo fundo, as bolas batendo no meu cu. - Toma essa pica, sua vadia. Grita mais alto. Quero ouvir essa buceta molhada engolindo tudo. Eu gemia desesperada, a voz saindo quebrada: - Aiii, porra... tá me fudendo tão fundo... aih, caralho... não para... Ele acelerou. Cada estocada fazia minha buceta fazer barulho molhado, aquele “poc-poc” nojento e gostoso. Ele me puxou pelo cabelo, puxou a cabeça pra trás e mordeu meu pescoço enquanto metia. Eu tava babando, os olhos revirando. O orgasmo veio rápido, forte, a buceta apertando a pica dele em espasmos. Eu gozei gritando, o corpo inteiro tremendo, o gozo escorrendo pela pica e molhando as bolas dele. Ele não parou. Me virou de quatro no sofá, me empurrou a cabeça pro almofada e enfiou de novo. Agora era ainda mais fundo. Ele segurava minha bunda com as duas mãos, abrindo as nádegas, e metia com força, o pau sumindo inteiro. Eu sentia a cabeça da pica batendo no fundo, doendo gostoso. - Olha essa buceta engolindo. Parece que nasceu pra levar pica de homem de verdade. O meu filho deve te tratar que nem princesa, né? Eu te trato que nem puta. Eu só conseguia gemer, a boca aberta, a baba escorrendo no sofá: - Aiii... aiii... fode mais forte... porra... minha buceta tá arrombada... Ele cuspiu na minha bunda e passou o polegar no meu cu, apertando o furinho. Eu me contrai, mas ele insistiu, enfiando o dedo enquanto a pica martelava a buceta. O dedo entrou, grosso, e ele começou a meter os dois juntos, pau na buceta e dedo no cu. Eu perdi a cabeça. Gemia como uma louca, o corpo inteiro suado, as coxas tremendo. - Vai gozar de novo, vadia. Goza com o cu e a buceta cheios. Eu gozei de novo, ainda mais forte. A buceta e o cu se apertando ao mesmo tempo, o orgasmo me deixando mole, a visão embaçada. Ele tirou o dedo, me puxou pelo cabelo e meteu ainda mais forte, as estocadas secas e profundas. Eu sentia o pau latejando dentro, pronto pra gozar. - Onde você quer a porra? Na buceta ou na cara? - Na buceta... enche... enche minha buceta... Ele deu três estocadas fortes e gozou fundo. Eu senti a porra quente jorrando, enchendo, escorrendo pelas laterais do pau enquanto ele ainda metia. Ele ficou metendo devagar, espalhando a porra pra dentro, até a pica amolecer um pouco. Quando tirou, a porra escorreu grossa pela minha buceta, descendo pela coxa, pingando no sofá. Eu fiquei de quatro, ofegante, a buceta latejando, aberta, vermelha, pingando. Ele passou a mão, coletou um pouco da porra com os dedos e enfiou de volta na minha boca. Eu chupei, o gosto salgado e grosso. - Boa putinha. Engole tudo. Depois ele me virou, me beijou fundo, a língua suja de vinho e porra. Meu corpo doía gostoso. A buceta ardia, o cu latejava do dedo, as coxas tremiam. Eu tava completamente fodida, suja, cheia de porra. Ele se vestiu devagar, me olhando de cima. Eu ainda tava deitada, as pernas abertas, a porra escorrendo. - Vou voltar amanhã à noite. Deixa a porta aberta. E não lava essa buceta. Quero achar ela cheirando a porra. Eu só consegui acenar com a cabeça, a voz rouca: - Vem... eu quero de novo... Quando ele saiu, eu fiquei no sofá, a mão na buceta, sentindo a porra quente ainda saindo. A culpa veio, forte, o rosto do namorado batendo na cabeça. Mas o corpo pedia mais. A buceta latejava, o grelinho inchado, o cu ainda aberto do dedo. Eu sabia que ele ia voltar. E eu ia abrir as pernas de novo, gemer o nome dele, pedir pra foder mais forte, mais fundo, até não aguentar mais. Hoje à noite ele vem de novo. Eu já lavei o corpo, mas deixei a buceta como ele pediu. Estou de calcinha fina, a saia curta, o vinho na mesa. A culpa ainda está aqui, mas o tesão está maior. Quando a porta abrir, eu sei que vou me ajoelhar, abrir a boca e pedir a pica dele de novo. E ele vai me foder até eu gritar, até a buceta arder, até eu gozar com o cu cheio de dedo e a boca cheia de porra. Eu sou uma namorada de merda. Mas nessa noite eu quero ser só a puta do pai dele.
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