A academia estava quase vazia naquela manhã. Só o barulho das esteiras distantes e o cheiro de suor misturado com desinfetante. Eu tinha acabado de terminar a série de agachamento quando vi ele. O ex da minha filha. Aquele cara que sempre flertava com todo mundo, inclusive comigo, mesmo quando ainda namorava ela. Ele me olhou de cima a baixo e sorriu daquele jeito confiante que sempre me deixava meio mole. — Porra, tá cada dia mais gostosa — falou, se aproximando. — Sempre tive ciúmes do seu marido. Imagina poder meter nessa buceta todo dia... Eu fiquei corada. Quis responder qualquer coisa, mas a boca secou. Ele estava tão seguro de si que eu me senti igual massa nas mãos dele. — Vou tomar um banho. Vem comigo. Não pensei duas vezes. Segui ele até o vestiário masculino. Quase ninguém por lá. Entramos numa cabine, trancamos a porta e nos despimos em silêncio. O pau dele já estava semi-duro, grosso, com as veias saltadas. Eu engoli em seco. Ele agarrou minha bunda com as duas mãos, puxou meu corpo contra o dele e beijou minha boca com fome. A língua dele invadiu a minha, lambendo, chupando. Eu senti a pica dele pressionando contra a minha barriga, endurecendo cada vez mais. Minhas mãos desceram sozinhas, envolveram aquele pau quente e começaram a masturbar devagar. — Porra... suas mãos são boas pra caralho nesse pau — ele gemeu baixo, perto do meu ouvido. — Continua assim, porra. Aperta mais. Eu apertei o pau dele com mais força, subindo e descendo a mão, passando o polegar na cabeça molhada de pré-gozo. Ele gemeu de novo, mais alto. — Não aguento mais. Quero sentir essa buceta. Cospe no meu pau. Eu cuspi direto na pica dele, molhando a cabeça e o tronco. Ele agarrou minha bunda de novo, me ergueu um pouco, me fez ficar na ponta dos pés. A cabeça do pau dele encontrou minha entrada. Eu estava encharcada. Ele empurrou de uma vez, fundo. — Caraca... sua filha era mais apertada — ele falou, cravando o olhar no meu. Aquilo me deixou louca. Errado pra caralho. Sujo. Mas meu corpo tremeu inteiro. A buceta apertou o pau dele sozinha. Ele começou a meter, fundo, forte, me erguendo quase do chão. Meus pés mal tocavam o piso molhado. A gente escorregava, se segurava, mas ele não parava. — Ahhh... porra... que buceta gostosa — ele gemia, cuspindo na minha boca de vez em quando. Eu abria a boca e engolia o cuspe dele enquanto ele me fodia. — Mais fundo... mete mais fundo nessa puta — eu gemi, desesperada, as unhas cravadas nas costas dele. Ele agarrou minha bunda com força, abrindo as nádegas, e começou a foder ainda mais forte. O pau grosso entrava e saía, fazendo barulho molhado. A cada estocada eu gemia alto, sem conseguir controlar. — Olha pra mim enquanto eu te fodo — ele mandou. — Quero ver essa cara de puta. Eu olhei. Os olhos dele brilhando de tesão. Ele cuspiu de novo na minha boca. Eu engoli e gemí mais alto quando ele enfiou até o fundo e girou o quadril. — Sua buceta tá engolindo minha pica inteira... porra... — ele falou, ofegante. — Mais apertada que eu imaginava. Ele me ergueu um pouco mais, me fez enrolar as pernas na cintura dele e continuou metendo sem piedade. O pau batia fundo, batendo no fundo da minha buceta. Eu gemia sem parar, a voz saindo quebrada. — Ahhh... ahhh... porra... vai me fazer gozar... — eu conseguia dizer entre um gemido e outro. Ele tirou o pau de repente, me virou de costas, me empurrou contra a parede da cabine e enfiou de novo de uma vez. Uma mão na minha nuca, a outra agarrando meu quadril. Começou a meter com força, a pica entrando e saindo rápida. — Abre essa bunda pra mim — ele mandou. Eu abri. Ele cospe na minha bunda e enfia o polegar no meu cu enquanto fodia minha buceta. — Ahhh caralhoooo — eu gritei baixo, o cu apertando o dedo dele. — Mete o dedo mais fundo... porra... Ele meteu o dedo no meu cu até a base, revirando enquanto a pica destroçava minha buceta. Eu gemia desesperada, a testa encostada na parede fria, o corpo inteiro tremendo. — Sua filha nunca gozou assim pra mim — ele falou, rindo baixo. — Você é mais puta que ela. Aquilo me fez gozar. A buceta apertou o pau dele com força, o cu sugou o dedo, e eu gozei molhando as coxas dele. Gemia alto, sem conseguir parar. — Isso... goza nessa pica, porra — ele falou, metendo mais forte ainda. Quando eu ainda estava tremendo, ele tirou o pau, me virou de frente de novo e me empurrou pra baixo. Eu ajoelhei no chão molhado. Ele enfiou a pica na minha boca de uma vez. — Chupa essa pica suja da sua buceta — ele mandou, segurando minha cabeça. Eu chupei com vontade, lambendo o pau inteiro, chupando as bolas, engasgando quando ele empurrava fundo. Ele gemeu alto. — Porra... sua boca é boa pra caralho também... Ele me puxou de volta pra cima, me ergueu de novo e enfiou a pica na buceta de uma vez. Começou a meter com tudo, rápido, fundo, sem dó. Eu gemia no ouvido dele, desesperada. — Mete... mete... porra... quebra essa buceta — eu falava entre gemidos. Ele cuspiu na minha boca de novo. Eu engoli. Ele meteu o dedo no meu cu outra vez. Eu gozei de novo, mais forte, o corpo inteiro se contorcendo. — Vou gozar... — ele avisou, ofegante. — Quero gozar fundo nessa buceta. Ele me empurrou pra baixo no pau dele com força, cravando até o fundo, e segurou. O pau latejou dentro de mim. Eu senti o gozo quente jorrando, enchendo minha buceta. Ele gemeu alto, grosso, enquanto esvaziaia tudo dentro de mim. — Toma... toma todo esse porra — ele falava, ainda metendo devagar, tirando as últimas gotas. Quando terminou, ele ainda ficou um tempo dentro de mim, respirando pesado. Eu sentia o gozo escorrendo pelas minhas coxas. Ele me beijou de novo, mais calmo. — Porra... você é uma puta gostosa pra caralho — ele falou, sorrindo. — Sua filha não sabe o que perdeu. Eu ainda tremia. A buceta latejando, o cu latejando, a boca com gosto de cuspe e pau. Ele tirou o pau devagar. O gozo escorreu mais. Eu me segurei na parede. Ele me olhou de novo, ainda com o pau semi duro. — Quer mais? Eu não respondi com palavras. Só abri as pernas de novo. Ele me virou de costas outra vez, abriu minha bunda e enfiou a língua no meu cu. Lambendo o buraco, chupando, enfiando a língua fundo. Eu gemia alto, a testa na parede. — Ahhh... porra... lambe esse cu... — eu falava, empurrando a bunda contra a cara dele. Ele chupou meu cu por um tempo, depois voltou pra buceta, lambendo o gozo dele que ainda escorria. Depois se levantou e enfiou a pica de novo, agora no meu cu. — Vou foder esse cu agora — ele avisou. A cabeça do pau pressionou meu cu. Eu forcei pra abrir. Ele empurrou devagar, fundo. Eu gemia alto, o cu queimando gostoso. — Ahhh caralhoooo... que pica grossa no meu cu... Ele meteu até o fundo e começou a foder meu cu com força. Uma mão na minha nuca, a outra apertando meu grelinho. Eu gozei de novo, o cu apertando o pau dele, a buceta escorrendo mais. — Porra... esse cu é apertado pra caralho — ele gemia. — Sua filha nunca deixou eu foder o cu dela assim. Ele meteu mais forte, mais fundo. Eu gemia desesperada, o corpo inteiro mole. — Goza de novo... goza com a pica no cu — ele mandou, apertando meu grelinho mais forte. Eu gozei. O cu tremeu, apertou, e eu gozei molhando as mãos dele. Ele gemeu alto e gozou de novo, agora dentro do meu cu. O gozo quente enchendo meu buraco. Quando terminou, ele tirou o pau devagar. O gozo escorreu dos dois buracos. Eu estava destruída, tremendo, a boca aberta, gemendo ainda. Ele me beijou de novo. — Próxima vez a gente fode na frente do espelho — falou, rindo. — Quero ver essa cara de puta enquanto te como. Eu só consegui acenar com a cabeça. Ainda sem fôlego. A buceta latejando, o cu latejando, o corpo inteiro marcado pelas mãos dele. Saímos da cabine separados. Eu ainda sentia o gozo escorrendo enquanto vestia a roupa. O cheiro de sexo forte no ar. Ele me olhou uma última vez antes de sair. — Até a próxima, sogra gostosa. Eu fiquei ali, sozinha, as pernas bambas, a buceta e o cu latejando gostoso. Ainda sentindo cada centímetro da pica dele dentro de mim. E já querendo de novo.
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Nossa que belo e delicioso conto, um encontro desse é pra ser repetido inúmeras vezes e cada vez com mais intensidade. As sogras sempre são lindas, gostosas e safadinhas, adoram um sexo bem gostoso e bem forte e gozam muito, quando bem estimuladas, que delicia, parabéns.
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