O tesão já vinha me corroendo há semanas. Aquela vontade suja de ver a minha esposa se exibindo, marcando tudo, sem nenhuma vergonha. Um dia eu não aguentei mais. Estava de pau duro só de imaginar. - Amor, põe aquela calça preta que gruda na bunda. Sem calcinha. E puxa bem pra cima, quero ver a buceta e o cu bem marcados. Vamos no mercado assim. Ela olhou pra mim com aquele sorrisinho safado que eu conheço de longe. Sem reclamar, foi pro quarto e voltou com a calça colada no corpo. A calça era daquelas que abraça a carne, e ela puxou a cintura tão alto que o tecido entrou no meio da bunda, formando aquele sulco perfeito. A boca da buceta aparecia nítida, o grelinho quase se desenhava por cima do pano. O cu também, redondinho, marcado. Eu quase gozei só de olhar. - Tá vendo, putinha? Tá tudo à mostra. Vai ser delicioso ver os caras babando. Saímos de casa. No caminho eu já não me aguentava. Olhava pra bunda dela balançando a cada passo, o tecido entrando e saindo da fenda. Minha pica doía dentro da calça. Chegamos no mercado e ela fazia questão de se exibir. Abria as pernas pra pegar coisa no chão, ficava de quatro sem o menor pudor, a bunda pro alto, a calça marcando a buceta inchada e o cu. Eu via os homens virando o pescoço, alguns disfarçando, outros encarando descaradamente. Meu pau latejava. - Escolhe o pepino que você quer que eu enfie nessa buceta molhada, falei baixinho, colado nela perto da gôndola. Ela mordeu o lábio e foi escolhendo. Pegou um bem grosso, longo, daqueles que mal cabem na mão. - Esse aqui. O meu ex enfiou um desse tamanho e eu gozei tanto que quase desmaiei. Quero sentir de novo, mas com a sua pica também. Eu quase gozei ali mesmo. Pegamos o pepino e mais umas coisas e fomos embora. No caminho de volta ela já estava ofegante. - Quero te dar na escada de casa. Logo que a gente entrar pelo portão. Tem gente na oficina do lado, mas fodase. Quero sentir sua pica me arrombando enquanto eles podem estar olhando. Assim que passamos o portão, eu não aguentei. Empurrei ela de quatro na escada de concreto. A bunda dela pra cima, a calça ainda marcada, mas eu puxei pra baixo de uma vez, revelando a buceta rosada, molhada, o grelinho inchado e o cu apertado. O portão tinha aquela abertura de grades. Qualquer um que passasse na rua ou da oficina via. Mas a gente tava louco de tesão. - Abre essa bunda, puta. Mostra essa buceta pra mim. Ela abriu com as duas mãos, o cu se abrindo um pouco, a buceta pingando. Eu enfiei a pica de uma vez, fundo, até as bolas baterem nela. Ela gritou: - Aaaaaaah porraaaa! Que pica grossa! Arromba essa buceta, amor! Mais forte! Comecei a meter com força, o pau entrando e saindo molhado, o barulho de pele batendo ecoando. Ela gemia desesperada, a cara colada no degrau, a bunda tremendo. - Issoooo, fodeeee! Ai caralho, tá fundo demais! Tá batendo no fundo da minha buceta! Não para! Eu segurava a cintura dela e metia sem dó. Olhava pro portão, imaginando se alguém tava vendo aquela puta sendo comida de quatro na escada. O pensamento me deixava ainda mais duro. A buceta dela apertava, molhava, fazia barulho de xereca molhada a cada estocada. - Grita mais alto, putinha. Quero que escutem. Fala que ama levar pica. - Eu amooo! Amo essa pica me destruindo! Me fode mais forte, porra! Quero gozar com o cu piscando! Eu puxei o cabelo dela e meti ainda mais fundo. O cu dela se contraía a cada golpe. Peguei o pepino que ela tinha escolhido, passei na buceta molhada pra lubrificar e empurrei devagar no cu dela. Ela uivou: - Aiiiiii caralhooo! O pepino no cuuuu! Tá arrombando meu cuzinho! Não paraaa! Enfia mais! Com a pica na buceta e o pepino no cu, eu fodia os dois buracos ao mesmo tempo. Ela tremia toda, gemendo sem parar, a voz embargada de prazer. - Tô gozandooo! Aaaaah porraaaa! Minha buceta tá esguichando! Continua metendo no cuuuu! O corpo dela se contorceu, a buceta apertou minha pica com força, o cu engoliu o pepino. Eu tirei o pepino, continuei metendo só com a pica, agora mais rápido, sem piedade. O barulho era obsceno. Ela gemia alto, sem se importar se alguém ouvia: - Me usa! Usa essa puta! Goza em mim! Quero leite quente! Eu senti a porra subindo. Tirei a pica, virei ela de frente, ajoelhei na escada e gozei jatos grossos nos peitos dela. A porra caiu nos seios, escorreu pelos mamilos, pingou na barriga. Ela passou a mão, espalhou o leite e chupou os dedos. - Que porra gostosa... Quero mais. Amanhã a gente volta pro mercado e eu escolho um pepino ainda maior. Eu ainda ofegante, olhando aquela mulher lambendo minha porra dos peitos, a buceta inchada e o cu ainda aberto, ali na escada, com o portão semiaberto e a oficina barulhenta do lado. O tesão não tinha acabado. Eu já estava ficando duro de novo só de imaginar a próxima vez.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.