Provoquei meu filho e deixei ele ver meu ficante me comer!
Eu tinha 36 anos e um corpo de mulher latina que ainda fazia cabeça virar. Peitos pesados, cintura fina, bunda redonda e uma buceta que ficava molhada fácil demais. Meu filho, de 18, era o tipo de garoto que olhava pra mim como se eu fosse proibida e ao mesmo tempo a coisa mais desejável do mundo. Ele ficava puto toda vez que eu trazia alguém pra casa. Namorado, ficante, até o melhor amigo dele uma vez. Ciúme puro. E eu sabia que ele me queria. Naquele sábado eu decidi brincar com fogo. Convidei ele pra nadar. Coloquei o biquíni mais safado que tinha: fio dental preto que sumia no meio da bunda e deixava os peitos quase pra fora. Ele já estava na beira da piscina quando eu desci a escada. O olhar dele varreu meu corpo inteiro. Ficou vermelho, engoliu seco, tentou disfarçar a pica que já começava a crescer dentro do short. A gente conversou um pouco, bobagem. Eu ia me aproximando devagar. A água batia na minha barriga, os peitos flutuavam perto dele. De repente eu me inclinei e beijei a boca dele. Um beijo molhado, lento. A língua dele tremeu no começo, depois respondeu com fome. Senti o gemido baixo que ele soltou contra meus lábios. Saí da piscina na frente dele de propósito. Rebolei o bumbum molhado, o fio dental enterrado no cu, as gotas escorrendo pelas coxas. Virei o rosto e disse: - Vem pra dentro. Quero te mostrar uma coisa. Ele me seguiu. Secamos rápido. No sofá da sala eu empurrei ele pra sentar e subi no colo dele de frente. O biquíni ainda molhado. Assim que sentei, senti a pica dele dura pra caralho, grossa, batendo contra a minha buceta. Rebolei devagar, sentindo o volume inteiro. Ele gemeu e apertou minha cintura. - Porra, mãe… você tá maluca? - Cala a boca e goza comigo assim – respondi, beijando ele de novo. As mãos dele subiram pros meus peitos. Apertou, puxou o top do biquíni e chupou um mamilo com força. Eu gemi alto. Ele deu um tapa na minha bunda, outro, e eu quase gozei só com aquilo. Continuei rebolando, a calcinha encharcada esfregando na pica dele por cima do short. O tecido molhado grudava, eu sentia a cabeça da pica dele tentando achar caminho. Mas eu ainda não queria foder ele. Queria mais. Queria que ele ouvisse. Peguei o celular e mandei mensagem pro meu ficante, o Ricardo. Ele morava perto. Em quinze minutos a campainha tocou. Meu filho ficou tenso debaixo de mim. - Quem é? - Um amigo que vai me foder enquanto você escuta – falei no ouvido dele, mordendo o lóbulo. – Você vai ficar quietinho e gozar só de ouvir sua mãe gritando. Ele engoliu seco. A pica dele pulsou forte contra mim. Abri a porta pro Ricardo. Ele era alto, peito largo, e já chegou me beijando sem rodeio. Meu filho ficou no sofá, short aberto, a pica grossa e vermelha pra fora, a mão apertando o pau. Eu me ajoelhei na frente do Ricardo, puxei a calça dele e engoli a pica inteira de uma vez. Molhei, babei, deixei escorrer pelo queixo. Olhei pro meu filho enquanto chupava. - Olha como a mamãe engole – gemi com a boca cheia. – Depois eu quero que você me conte se gostou de ver. Ricardo me puxou pelo cabelo e me colocou de quatro no tapete. Puxou o fio dental pro lado e enterrou a língua na minha buceta. Chupou o grelinho com força, meteu dois dedos e abriu. Eu gemia alto de propósito. - Aaaaah, caralho… chupa essa buceta… mais forte… Meu filho masturbava devagar, os olhos fixos em mim. Ricardo se posicionou atrás e enfiou a pica de uma vez. Eu gritei. Ele era grosso, batia fundo. Começou a meter forte, a bunda batendo, o som molhado enchendo a sala. - Porra, essa buceta aperta… sua mãe goza fácil, hein, garoto? Meu filho não respondeu. Só apertou mais o pau e gemeu baixo. Ricardo me virou de costas pro sofá, de quatro de novo, e me fodeu olhando pro meu filho. Cada estocada fazia meus peitos balançarem. Eu olhava pra ele e falava putaria sem parar. - Olha pro pau entrando na mamãe… tá vendo como a buceta engole? …Aaaah, mais fundo… bate nessa bunda… Ricardo deu vários tapas. Eu gemia desesperada. Ele tirou a pica, babou no meu cu e enfiu o polegar. Continuei gemendo alto enquanto ele metia na buceta e o dedo no cu. - Quero gozar no seu rosto – ele falou. Eu me ajoelhei. Ricardo bateu uma rapidinho e gozou grosso no meu rosto, na língua, nos peitos. Eu lambi tudo, olhando pro meu filho. - Quer provar o porra do amigo da mamãe? Ele balançou a cabeça, mas a mão não parava no pau. Eu me levantei, sentei de novo no colo dele, a buceta escorrendo, e esfreguei a pica dele na minha entrada. Não enfiei. Só esfreguei, rebolei, deixei a cabeça entrar um pouco e saí. - Não ainda… mas um dia quem sabe – sussurrei. – Agora goza pra mim. Goza olhando pra sua mãe toda suja de porra. Ele gozou forte. Jatos quentes batendo na minha barriga, no biquíni, escorrendo. Eu continuei rebolando até ele tremer todo. Depois me levantei, chupei a pica dele limpa, lambendo o gozo misturado com o meu. Ricardo já estava se vestindo. Eu beijei meu filho na boca, deixei ele provar o gosto. - Foi bom te ver assim – falei. – Próxima vez a gente brinca mais. Ele ficou sem fala, só respirando pesado, a pica ainda latejando. Eu fui pro banheiro com o corpo latejando, a buceta latejando, o grelinho sensível. E sabia que aquilo não ia parar ali.
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