Meu pai entrou no meu quarto enquanto eu me acabava em cima de um dildo!



Juliana tava sozinha no quarto, ou pelo menos achava que tava. Vinte e poucos anos, ainda morando na casa dos pais porque aluguel era foda, e privacidade nunca tinha sido opção de verdade. O pai sempre entrava sem bater. Sempre olhava. Sempre comentava. “Nossa, tá ficando mulherzinha hein” ou “esse short tá curto demais” enquanto os olhos desciam sem vergonha nenhuma. Ela já nem se importava tanto. Ou fingia que não.
Naquele dia a vontade veio forte. Tirou a calça e a calcinha, ficou só de sutiã, ajoelhou no chão do quarto e encaixou o dildo grosso na base de sucção. Era um pau de borracha realista, veias marcadas, grossura boa. Desceu devagar em cima dele, sentindo a cabeça abrir a buceta molhada e ir entrando centímetro por centímetro até o fundo. Soltou um gemido baixo, mordeu o lábio e começou a rebolar.
Foi exatamente nesse momento que a porta abriu.
O pai entrou como sempre, sem bater. Parou no meio do caminho. Os olhos dele desceram direto pro dildo sumindo e aparecendo entre as pernas dela. Ela congelou, a buceta ainda engolindo o brinquedo até a base. O coração disparou, mas ela não tirou. Ficou sentada ali, pernas abertas, o pau de borracha enterrado fundo, o grelinho inchado exposto.
Ele não desviou o olhar. Não fingiu surpresa. Só ficou parado, observando.
— Não tem motivo pra ter vergonha não — falou com a voz calma, quase casual. — É completamente natural. Seu corpo, suas vontades… todo mundo faz isso.
Ela engoliu em seco. A buceta apertou sozinha em volta do dildo. Ele manteve contato visual o tempo todo, os olhos escuros fixos nos dela enquanto ela continuava ali, empalada.
— Continua — ele disse, mais baixo. — Não para por minha causa. Quero ver.
As faces queimaram, mas a excitação bateu mais forte que a vergonha. Ela subiu um pouco e desceu de novo, sentindo o dildo raspar fundo. Um gemido escapou.
— Ahh…
— Isso. Assim mesmo. Rebola gostoso. Deixa eu ver essa buceta trabalhando.
Ela obedeceu. Começou a subir e descer devagar, o pau de borracha saindo quase inteiro e depois sumindo de novo. O barulho molhado ecoava no quarto. O pai deu um passo pra perto, parou bem na frente dela, olhando de cima.
— Tá bem molhada hein. Dá pra ouvir daqui. Esse dildo tá te comendo gostoso?
— Tá… — ela conseguiu responder, a voz embargada. — Tá fundo pra caralho…
— Mostra o grelinho. Abre mais as pernas.
Ela abriu. Os dedos desceram e afastaram os lábios, deixando o clitóris inchado e brilhante exposto. Ele lambeu os lábios sem disfarçar.
— Bonitinho. Bem rosadinho. Esfrega ele enquanto sobe e desce.
Os dedos dela começaram a circular o grelinho. A buceta apertou o dildo com força. Ela rebolou mais rápido, gemendo alto agora.
— Ahh… porra… ahh…
— Isso. Geme pra mim. Não segura. Seu pai quer ouvir.
Ela fechou os olhos um segundo, mas ele falou de novo:
— Olha pra mim. Mantém o contato visual.
Abriu os olhos. Os dele estavam escuros, intensos, descendo de vez em quando pro dildo entrando e saindo da buceta dela. Ela subia e descia com mais força, o peito balançando dentro do sutiã, o grelinho latejando sob os dedos.
— Tá gostoso? — ele perguntou. — Esse pau de borracha tá te arrombando direito?
— Tá… ahh caralho… tá me comendo inteira…
— Imagina que é o meu. Imagina que é a pica do seu pai te fodendo agora. Enfiando fundo nessa buceta molhada.
O gemido dela saiu desesperado. A ideia sozinha quase fez ela gozar. Rebolou mais rápido, a bunda batendo no chão a cada descida. O dildo sumia completamente, esticando ela por dentro.
— Porra… pai… ahh…
— Fala. Fala o que você tá sentindo.
— A buceta tá sugando… tá apertando ele… o grelinho tá doendo de tão duro… ahh caralho…
Ele se agachou um pouco, ainda mantendo a distância, mas o olhar colado nela.
— Mete o dedo no cu também. Quero ver os dois buracos trabalhando.
A mão livre desceu. Passou o dedo no cu molhado de porra que escorria e empurrou a ponta. O anel cedeu fácil. Enfiou até a primeira junta enquanto continuava subindo e descendo no dildo.
— Ahhh… porraaaa…
— Isso. Fode o cu também. Sua filha safada… sentada no chão com a buceta e o cu cheios, gozando na frente do pai.
Ela não aguentou. O orgasmo veio violento. A buceta se fechou com força no dildo, o cu apertou o dedo, o corpo inteiro tremeu. Um gemido longo e quebrado saiu da garganta dela enquanto a porra escorria pelo pau de borracha, molhando o chão.
— Ahh… ahh… caralho… tô gozando… pai… tô gozando gostoso…
Ele não tirou os olhos. Continuou olhando enquanto ela tremia, ainda empalada, ainda com o dedo no cu, a respiração descontrolada.
— Não para — ele falou, a voz rouca. — Continua. Quero ver você gozar de novo. Mexe esse quadril. Esfrega esse grelinho. Mostra pro seu pai como você se fode direito.
Ela obedeceu. Ainda sensível, ainda latejando, voltou a subir e descer. O dildo entrava fácil agora, escorregadio de tanta porra. Os gemidos saíam soltos, desesperados, sem vergonha nenhuma.
— Assim… ahh… me fode… me fode mais fundo…
— Mais fundo não tem. Já tá até o fim. Agora rebola. Usa a buceta. Aperta ele. Quero ouvir o barulho.
O som molhado ficou mais alto. Ela rebolava com vontade, o peito pulando, o sutiã torto, o cabelo grudado na testa de suor. O pai ficou ali, de pé, observando cada movimento, cada contração, cada gemido.
— Você fica linda assim. Buceta aberta, gozando, sem vergonha. Natural pra caralho. Continua. Goza mais uma vez pra mim.
Ela sentiu o segundo orgasmo subindo rápido. Os dedos esmagavam o grelinho sem piedade. O dedo no cu entrava e saía no mesmo ritmo. A boca aberta, os olhos vidrados nos dele.
— Vou gozar de novo… porra… pai… ahh caralhooooo…
O corpo travou. A buceta engoliu o dildo com força, pulsando sem parar. Um gemido agudo e longo rasgou a garganta dela. As pernas tremeram tanto que ela quase caiu pro lado. Porra jorrou de novo, escorrendo pela base do brinquedo.
Quando o orgasmo passou, ela ficou ali, sentada, ainda com o dildo dentro, ofegante, o pai ainda olhando, ainda sem desviar.
— Viu? — ele falou, quase num tom de conversa normal. — Nada demais. Completamente natural.
Ela só conseguiu acenar com a cabeça, a buceta ainda latejando em volta do pau de borracha, o grelinho latejando, o cu formigando. Ele deu um último olhar longo entre as pernas dela, depois virou e saiu do quarto, deixando a porta semiaberta como sempre fazia.
Ela ficou sozinha de novo. Mas o dildo ainda tava lá dentro. E a vontade, inexplicavelmente, ainda não tinha passado.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu pai entrou no meu quarto enquanto eu me acabava em cima de um dildo!

Codigo do conto:
269937

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/08/2026

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