Meu nome é Sarah e eu acordei molhada pra caralho na manhã de hoje, domingo, 16/08/2026. O sol mal tinha entrado pelo vão da cortina e minha buceta já estava latejando, quentinha, escorrendo um pouquinho de lubrificação natural só de lembrar que o marido tava viajando. Mão direita desceu direto pro grelinho inchado. Comecei a roçar devagar, só a ponta do dedo, sentindo aquele formigamento gostoso subir pela coluna. A outra mão puxou a gaveta da mesinha e peguei o vibrador favorito, aquele roxo grosso que vibra forte no modo pulsante. Liguei no mais baixo e encostei bem no clitóris. O gemido saiu baixo, quase um suspiro. - Ahhh, porra... Fechei os olhos e abri mais as pernas. O vibrador deslizava fácil na buceta molhada. Empurrei a cabeça dele pra dentro, só a pontinha, e apertei as paredes. A sensação de ser preenchida me fez revirar os olhos. Fiquei assim um tempão, fodendo devagar com o brinquedo, apertando, soltando, gemendo baixinho. Mas ainda faltava alguma coisa. Lembrei do plug anal novo que comprei ontem por impulso. Maior que o primeiro, com uma base larga e um formato que prometia abrir meu cu bem gostoso. Peguei o lubrificante, esguichei uma porrada no plug e no meu cuzinho. Ajoelhei na cama, peito no colchão, bunda pro alto. Com uma mão abri a bunda e com a outra fui encaixando a ponta. Doeu. Era grosso pra caralho. Respirei fundo, forcei um pouco mais. - Porra, que plug gigante delicioso... aiiii, aiiii... O plug não entrava. Fiquei frustrada, quase desisti. Aí relaxei de verdade, soltei o ar, e ele simplesmente escorregou de uma vez, num empurrão seco e violento. O barulho que saiu da minha garganta foi vergonhoso, um gemido agudo e animal. Meu cu se fechou em volta da base, latejando, queimando de um jeito delicioso. Fiquei ali parada, tremendo, sentindo cada milímetro daquele volume me abrir por dentro. Liguei o vibrador de novo, agora no modo forte, e coloquei direto no grelinho. A combinação foi mortal. O plug pressionava por dentro enquanto o vibrador martelava o clitóris. Minha buceta escorria, a calcinha que eu ainda não tinha tirado tava encharcada. Comecei a rebolar contra a cama, gemendo mais alto. - Aiiiiii, porra... vou gozar... meu cu tá tão cheio... ahhh, caralho... Estava quase lá, o orgasmo subindo pela barriga, as pernas tremendo, quando alguém bateu na porta. Ignorei. A campainha tocou. Depois o celular. Era a minha amiga Letícia. Atendi ofegante. - Sarah, onde você está? Estamos atrasadas pra igreja! Porra. Tinha esquecido completamente que ela não tinha carro e eu tinha prometido buscar. Levantei num pulo, o plug se mexendo dentro do meu cu a cada movimento. Tentei puxar ele, mas tava escorregadio de lubrificante, meus dedos não agarravam direito. Não tinha tempo. Pensei: deixa secar um pouco e tiro no banheiro da igreja. Vista o vestido longo, calcinha de algodão fina, sem sutiã porque o calor tava foda. O tecido do vestido roçava nos mamilos duros e o plug me lembrava a cada passo que eu tava recheada. No carro a coisa piorou. Cada buraco na rua fazia o plug se mexer. Minha buceta latejava, o grelinho inchado batendo de leve na calcinha. Cheguei na igreja já com a respiração ofegante. A missa tinha começado. Minha amiga me puxou pro banco da frente. Sentei e o plug se encaixou mais fundo. Um choque de prazer subiu pela espinha. Toda vez que a gente se levantava e sentava, o volume no meu cu se mexia. Eu apertava as coxas, tentava controlar a respiração. O homem do meu lado sorria pra mim. Eu sentia o rosto quente, o suor escorrendo entre os peitos. Minha buceta pingava. Dava pra sentir a calcinha grudada, molhada pra caralho. Chegou a comunhão. Levantei. O plug se moveu de novo. Andei até o padre quase cambaleando, peguei a hóstia, o vinho, voltei pro banco. Quando sentei, errei o ângulo. Sentei com força demais, torto. O plug entrou ainda mais fundo e pressionou exatamente no ponto certo. O orgasmo explodiu sem aviso. Não teve como segurar. Um gemido alto e desesperado saiu da minha boca. - Ahhh... porra... ahhhhh! Juntei as coxas com força. Piorou. As contrações vieram em ondas violentas. Meu cu apertava o plug desesperadamente, minha buceta esguichava. Senti o líquido quente encharcando a calcinha e escorrendo pro vestido e pro banco. Tentei puxar o tecido pra trás pra não sujar tudo, mas já era tarde. Uma poça se formava embaixo de mim. As pernas tremiam, o corpo inteiro convulsava. Mordia o lábio até doer pra não gritar mais alto. Os olhos marejados. O prazer era tão intenso que eu quase desmaiei ali mesmo. Minha amiga sussurrou: - Você sente esse cheiro? Não consegui responder. Só balançava a cabeça, ofegante, ainda sentindo as ondas do orgasmo. O homem do lado continuava sorrindo, cantando o hino final como se nada tivesse acontecido. Eu olhava pro chão, mortificada, vendo a mancha escura se espalhando no tecido do banco. Quando a missa acabou, saí cambaleando. O plug ainda estava lá dentro, meu cu latejando, a buceta sensível demais. Levei a amiga em casa quase sem falar nada. Cheguei em casa, trancada no banheiro, e finalmente consegui puxar o plug. Saiu com um barulho molhado e um fio de lubrificante e porra misturados escorrendo pela minha bunda. Me sentei no vaso e gozei de novo só de lembrar, gemendo baixinho, a mão no grelinho inchado. Agora são 11:19, acabei de chegar em casa, toda gozada e molhada e de fato nunca mais levarei o plug pra igreja. Mas caralho, foi o orgasmo mais intenso da minha vida.
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