Tentei fazer uma surpresa pro meu marido e acabei me dando mal!
Rose era uma mulher negra de pele escura e lisa, daquelas que brilham no sol como se fossem passadas a óleo. Corpo grosso, bunda grande e redonda, peitos pesados que balançavam a cada passo, cintura marcada e coxas grossas. Cabelo cacheado preto, preso num coque alto que deixava o pescoço à mostra. Tinha uns 28 anos e vivia em um apartamento simples na zona norte de São Paulo, casada com o Gonçalo. Ele trabalhava o dia todo numa firma de logística e ela ficava em casa, limpando, cozinhando, se tocando escondida quando a solidão apertava demais. Naquela tarde ela estava puta de tesão. Fazia quase duas semanas que o marido não metia nela direito. Ele chegava cansado, comia, assistia TV e caía no sono. Rose resolveu que ia mudar o jogo. Tirou a roupa inteira, passou creme no corpo, deixou a pele cheirando a baunilha e ficou nua. O grelinho dela já estava inchado só de imaginar. Ela se ajoelhou no sofá de quatro, bunda empinada pra porta, peitos pendurados, e abriu as pernas o bastante pra mostrar a buceta gorda e molhada. Ficou assim, esperando, com o cu piscando de vontade. Rose tem cabelos pretos lisos, presos naquela bandana rosa xadrez que ela adorava, seios grandes e pesados que balançavam quando ela andava, bunda redonda e firme, cintura fina e aquela buceta carnuda, de lábios grossos e grelinho inchado que sempre pedia atenção. Casada com o Gonçalo, um preto careca, corpo forte de quem trabalha duro, barba por fazer e aquele jeito de marido ocupado que mal olhava pra esposa. Fazia semanas que a pica dele não entrava nela. Duas semanas sem foder. Rose tava subindo pelas paredes. Naquela tarde ela ligou pra ele, voz doce e safada: — Oi, Gonçalo… tá tudo bem? É que eu queria saber se você ia demorar… quero te mostrar uma coisa… Ele, dirigindo, respondeu ríspido: — Escuta, não posso falar agora. Estou dirigindo. Daqui a pouco eu chego em casa e você me mostra. Ela sorriu, mordendo o lábio inferior grosso. — Então… o jantar vai ser especial. Desligou e já foi se preparando. Tirou a blusa azul, deixando os peitos pesados saltarem livres, mamilos escuros e duros. Depois puxou o shortinho jeans, a calcinha clara descendo pelas coxas grossas até o chão. Ficou nua no meio da sala, só com a bandana na cabeça. Passou a mão pela buceta, sentindo o grelinho latejar. Estava molhada pra caralho. Duas semanas sem uma pica decente. Ela se ajoelhou no sofá, de quatro, bunda empinada pro lado da porta, o cu rosado e apertado à mostra, a buceta aberta e brilhando de tesão. — Hoje eu vou direto ao ponto — murmurou sozinha, passando o dedo entre os lábios da xota e gemendo baixinho. Quando a chave girou na fechadura, Rose sentiu o coração disparar. Gonçalo entrou primeiro, ainda de terno, e atrás dele vinha o amigo do trabalho, um branco de cabelo castanho, rosto bonito, corpo magro mas com uma barriguinha de quem bebe cerveja. O Arlindo. Rose não esperava o cara. Gonçalo gritou: — Rose, cheguei! Ela não respondeu. Continuou de quatro, respiração ofegante. Ele avançou pela sala e parou. A boca dele se abriu. Os olhos arregalaram. — Puta que pariu… A bunda preta e redonda da mulher dele estava ali, empinada, o cu piscando, a buceta gorda e molhada à mostra. O amigo atrás engoliu em seco, a pica já começando a endurecer dentro da calça. — Surpresa!!! — gritou Rose, ainda de costas, sacudindo a bunda. Gonçalo quase teve um troço. — Rose!! Pelo amor de Deus… me diz que isso não está acontecendo… Ela virou o rosto, sorrindo safada, peitos pendurados. — Está sim, querido! Hoje estou pegando fogo! O branco ficou parado, olhando aquele cu e aquela buceta como se tivesse visto Deus. Gonçalo ficou vermelho de raiva. — Porra, cara… você ainda está aqui? Não está vendo que não é uma boa hora? Vai ficar aí comendo minha mulher com os olhos? Não tem vergonha na cara? Vaza daqui antes que eu te dê umas porradas! O Arlindo gaguejou: — M-mas foi quem me chamou pra… — Some! O branco saiu correndo, a pica dura doendo na calça. Gonçalo se virou pra esposa, furioso. — Mas que merda é essa, Rose? Você ficou doida por acaso? Isso é coisa que se faça? Porque não me disse nada ao telefone, cacete? Ela se cobriu devagar, envergonhada de verdade agora. — Oh, meu Deus… eu não sabia que… eu só queria fazer uma surpresa… Ele quase gritou: — Cacete! E que surpresa! Puta que pariu… não piora as coisas. Quer fazer o favor de se cobrir?! A noite foi um silêncio pesado. Gonçalo deitou de costas, virado pra parede. Rose tentou se aproximar, peitos nus roçando nas costas dele. — Qual é, Gonçalo? Vai ficar emburrado agora? Eu já disse que não sabia! Você também tem culpa, sabia? Por que não me disse que estava trazendo um amigo? Ele rosnou: — Me deixa dormir, Rose… eu não tô pra conversa agora. Tive um dia cheio e estou cansado… Ela insistiu, mão descendo até a pica mole dele por baixo do lençol. — É… você anda muito cansado ultimamente, sabia? Eu só queria fazer uma surpresa pra você! Sabe quando foi a última vez que a gente fez sexo? — HRRHHMM… — Gonçalo, eu estou falando com você! Gonçalo? Ele só rosnou mais alto e se fez de morto. Rose ficou ali, buceta latejando de tesão e frustração, os dedos apertando o próprio grelinho enquanto ele roncava. No dia seguinte ela acordou ainda com o corpo quente. Vestiu um top apertado que mal continha os peitos e um shortinho azul que entrava na bunda. Sentou na varanda, pensando: — Merda, deu tudo errado! Não consegui fazer sexo com meu digníssimo marido e ainda despertei sua ira! Agora sabe lá Deus quando é que— O interfone tocou. Ding-dong. Ela abriu a porta e lá estava o branco de ontem. Arlindo. Cara de cachorro que cagou no tapete, olhando pro chão. — Hmm? Você? — Você é aquele amigo do Gonçalo que veio com ele ontem, não é? Ele engoliu seco. — O-oi, dona Rose… será que eu posso entrar um instante? Ela deixou. Ele entrou, nervoso pra caralho, falando de sede, de trabalho, de qualquer merda. Rose cruzou os braços, os peitos subindo e descendo. — Mas que história é essa? O Gonçalo está no trabalho e à noite vai para o futebol… você trabalha com ele, sabe disso tudo. Afinal? Ele gaguejava, a pica já começando a marcar na calça só de olhar aqueles seios pretos apertados no top. — Ah… é que eu precisei faltar no trabalho hoje e… eu pensei que ele… Rose deu uma risadinha baixa e se aproximou. — Não, rapaz! Eu não sei não! Você não está falando coisa com coisa! O que está acontecendo, afinal? Ele passou a mão na nuca, suando. — É que… bom… desculpe… estou meio nervoso… devo estar parecendo um idiota, né? É que eu… eu queria… ai, meu Deus… como eu digo isso…? Rose viu o volume na calça dele. Grande. Muito grande. A buceta dela latejou de novo. — O que passou na sua cabeça? Achou que ia vir aqui e transar comigo depois do que aconteceu ontem, é? Aposto que depois ia sair falando no trabalho que comeu a mulher do amigo, né? Ou pior ainda… ia querer fazer vídeos e jogar na internet, como fazem os moleques de hoje em dia. Ele quase caiu de joelhos. — O quê?! Não! Juro por Deus! Eu nunca ia falar com ninguém… muito menos fazer isso de internet. Se o Gonçalo sonhar com isso, ele— Rose deu um passo à frente, peitos quase encostando nele. — É, ele te mata, pode apostar! Agora, bebe logo essa água e some daqui. Mas ele não sumiu. Ficou ali, olhando pra ela com aqueles olhos de fome. Rose sentiu o grelinho latejar. Duas semanas. Duas semanas sem uma pica dentro dela. E aquele branco tinha uma rola que marcava pra caralho. Ela se aproximou mais, voz baixa e grossa: — Você devia se envergonhar do que fez… vir na casa do seu amigo quando ele não está… e tentar se aproveitar da esposa dele… Ele gaguejou de novo. Rose colocou a mão no peito dele e empurrou até o sofá. Sentou no colo dele, a bunda quente esmagando a pica dura por cima da calça. — Nunca mais faça isso, entendeu? Mas a boca dela já tava colada na dele. A língua preta e grossa invadiu a boca do branco. Ele gemeu alto, mãos subindo pelas costas dela, apertando a bunda redonda. Rose rebolou, sentindo a pica grossa latejar contra a buceta coberta só pelo short fino. — Hmmmm… você gostou de me ver nua de quatro ontem, não é? — S-sim, senhora… Ela puxou o top pra cima, os peitos pesados saltando na cara dele. Os mamilos escuros e duros. Arlindo engoliu um e chupou com força. Rose jogou a cabeça pra trás e gemeu: — Oooohhhh… assim… chupa forte… ahhhh… A mão dela desceu, abriu o zíper dele e puxou a pica pra fora. Grossa. Dura. Veias saltadas. Cabeça rosada e brilhante de pré-porra. Rose arregalou os olhos. — Puta que pariu!!! Você passou duas vezes na fila do pau! Duro feito pedra… grosso como um pé de mesa! Ela desceu pro chão, ajoelhou entre as pernas dele e engoliu a cabeça daquela rola. A boca quente e molhada fechou em volta. Arlindo gritou: — Oooohhhhh… caralho… Rose chupava fundo, a língua rodando na glande, a mão apertando o pau grosso enquanto a outra massageava as bolas. Saliva escorria pelo queixo preto dela. Ela puxou a boca só pra falar, a voz rouca de puta: — Não consigo engolir tudo… mas eu sei lidar com um brinquedo desse tamanho… pode deixar… Arlindo respirava pesado, a rola branca e grossa já começando a endurecer de novo só de ouvir a voz dela. Rose não esperou. Desceu do sofá, ajoelhou entre as pernas dele e agarrou o pau com as duas mãos pretas. — Vou deixar bem melado… de cima a baixo… da cabeça até as bolas… bem molhado e escorregadio… adoro chupar um saco… hmmm! Ela passou a língua quente pela glande, lambendo o pré-gozo que já pingava, depois desceu lambendo o pau inteiro, a saliva escorrendo pelas veias saltadas. A boca carnuda engoliu a cabeça, chupando com força, fazendo barulho molhado. Arlindo jogou a cabeça pra trás e gemeu alto: — Uufff… uuufff… d-dona… vai d-devagar… oohhhhhh… Rose só riu com a boca cheia de pica e engoliu mais fundo. A garganta apertou a cabeça grossa, o nariz quase encostando no saco. Ela chupava com vontade, a língua rodando, a mão apertando as bolas enquanto a outra subia e descia no pau molhado de saliva. — Gllommpppp… cchhuuupppttt… gllloooppp… Arlindo tremia: — S-se continuar assim… eu não vou aguentar… e-eu gozo rapidinho… por favor… Ela puxou a boca só o suficiente pra falar, a voz rouca e babada: — Tá brincando?! Gozar só com uma chupada? Acha que pode vir aqui, me atacar, gozar e sair em cinco minutos? Não seja mulherzinha… eu vou te ensinar uma coisinha ou duas, Arlindo… Rose subiu no sofá de novo, de costas pra ele, a bunda preta e redonda empinada. Segurou a pica grossa e encaixou na entrada da buceta ainda molhada de porra e saliva. Desceu devagar, gemendo: — Puta que pariu… isso é grande demais… vai dar trabalho pra entrar… A rola foi entrando centímetro por centímetro, esticando os lábios grossos da xota. Quando chegou no fundo, ela gemeu alto: — Ughnnnn!! Começou a rebolar, a bunda batendo nas coxas brancas dele. A pica sumia e reaparecia, coberta de porra branca misturada com o creme da buceta dela. Rose falava sem parar, a voz quebrada de tesão: — Nossa… ainda está na metade… e eu já estou suando… hahaha… era disso que eu estava precisando… meu Deus do céu… estou nas nuvens… nunca vi um… desse tamanho… uuuuhnnnnn! Arlindo segurava a cintura preta dela com força, gemendo: — Ooohhhhhh… como a senhora é gostosa… Ela olhou por cima do ombro, sorrindo safada: — Mas não se preocupe que eu dou conta de você… minha pepeca está faminta… faz tempo que ela não se alimenta direito… ooohhhhhh… Rose acelerou o rebolado. A bunda batia forte, o som molhado preenchendo a sala. De repente ela parou, levantou o quadril e encaixou a pica na entrada do cu. O buraco apertado ainda estava meio aberto da fodida anterior. Ela desceu de uma vez. — Aarrgghhhh… isso mesmo, Arlindo… pode fazer suas preces, porque hoje você vai ter que honrar as calças que veste… ooohhhhhh! Arlindo quase gritou: — Tá… muito apertado, dona… não vai entrar… hhnnnnnnnn Mas ela empurrou mais. A pica grossa sumiu no cu preto, as bolas batendo na buceta. Rose gemeu como uma puta: — Tá brincando? Pra um cacete desse tamanho, qualquer lugar é apertado… aarrgghhhh… viu? Entrou! Ela começou a rebolar de novo, o cu engolindo a rola inteira a cada descida. Arlindo segurava a bunda dela com as duas mãos, os dedos brancos afundando na carne preta macia. — Não acredito… é a primeira vez que consigo ficar tanto tempo sem gozar… e a primeira vez que como uma bunda… Rose riu, a voz rouca: — Aahhhhhhh… eu não posso culpar a sua namorada por isto… ooohhhhhh… se continua desse jeito… você me rasga toda, seu cavalo… ooohhhhhh! Ela mudou de posição, deitou de costas, as pernas abertas, e puxou ele pra cima. Arlindo enfiou de novo no cu, metendo com força. Rose gritava: — Isso… de ladinho… bem sacana… com tudo o que tem direito… ooohhhhhh… come meu cu, seu puto… oohhh! Eu disse… sou doida por rola… quanto maior, melhor… ooohhhhhh! Arlindo metia fundo, a pica sumindo até as bolas. Rose gemía sem parar, os peitos balançando, o grelinho latejando. — Agora… me deixa ir por cima… que eu quero… gozar… ooohhhhhh… Ela empurrou ele de costas e sentou na pica de novo, agora de frente. Rebolava com tudo, a buceta e o cu se contraindo. Arlindo quase gozava: — D-dona Rose… eu posso gozar agora? Hhmmm… Ela deu um tapa no peito dele: — Você quer parar com essa história de gozar? Já disse que não! Só vai gozar depois de mim, senão eu acabo com você… Arlindo gemia, o rosto contorcido: — T-tá bom… eu não sei como isso é possível… mas quando a senhora fala… eu consigo segurar… oohhhh! A-acho que eu consigo dar conta, dona Rose… hehehe Rose acelerou ainda mais. A pica entrava e saía do cu com força, o som molhado ecoando. Ela falava no ouvido dele: — Mais respeito comigo, moleque! É dona Rose pra você, está entendendo? — Oohhhhh… s-sim… me desculpe… Ela riu e meteu mais fundo: — E pare com essa choradeira… deixa de ser frouxo… oohhh! Conseguiu o que queria… agora aguenta… ooohhhhhhhhhh… que tesão… mete, Arlindo… mete gostoso… bem fundo… soca forte… ooohhhhhh… Arlindo estava no limite. Rose sentiu a pica latejar dentro do cu e gritou: — S-seu filho da puta… e-eu vou gozar… O orgasmo veio forte. O corpo preto inteiro tremeu, a buceta jorrou, o cu apertou a rola com força. Ela gozou gritando: — Aahhhhhhhhhhh… aaaaahhhhhhhh… aaaaaaahhhhhh… minha nossa… gozei com um mastro desse entalado no meu rabo… Arlindo não aguentou mais. Puxou a pica do cu e Rose imediatamente engoliu. A boca quente fechou em volta da cabeça grossa e ele gozou direto na garganta dela. — Hora de jogar leitinho pra fora… aliviar a pressão… hhnngg gggggggggg… goza na minha boca… Jatos quentes e grossos encheram a boca de Rose. Ela engoliu tudo, a garganta trabalhando, a saliva e a porra escorrendo pelo queixo preto. Arlindo gritava: — Oh, meu Deus… aaaaahhhhhhhh aaaaahhhhhhhh aaaaaaahhhhhh aaaaaahhhhhh! Quando terminou, Rose puxou a boca, a língua lambendo os restos de porra nos lábios. — S-seu… filho da puta… me fez engolir tudo… você me pegou de surpresa… está aprendendo… aaahhhhhhhh! Arlindo ofegava: — E-eu… desculpe… foi sem pensar… fiquei com tanta vontade… Ela limpou a boca com o dorso da mão e sorriu: — Você é foda, Arlindo. Vive se desculpando e atacando em seguida… hnnnnnnnnn… mas tudo bem… eu gostei… grande, grosso, potente e cheio de leite… você surpreendeu. Agora, acho melhor a gente… Foi aí que a chave girou na porta. — Rose, cheguei! Cadê você? O coração dela disparou. Gonçalo tinha chegado mais cedo do futebol. — Puta que pariu! O Gonçalo chegou mais cedo do futebol! Arlindo ficou branco: — Fudeu! Me lasquei! E agora? O que eu faço? Onde tem uma janela? Rose sussurrou rápido: — Janela? Não dá tempo… rápido… deita atrás do sofá… Ele se enfiou atrás do sofá, a pica ainda meio dura, o corpo tremendo. Rose se sentou nua no sofá, os peitos à mostra, a buceta e o cu ainda brilhando de porra, e fingiu naturalidade. Gonçalo entrou, ainda de camisa do time, e parou. — Hmmmmmm? Mas o que é isso, Rose? Ela sorriu, inocente: — Oi, querido! Chegou mais cedo! Vai ser assim todo dia agora, é? Vou encontrar pelada na sala? Olha, eu sei que estou em falta contigo na cama… mas se importa de deixar para amanhã? Ele sentou ao lado, meio confuso, mas cansado demais pra questionar. — O quê? Ahh… claro que não me importo, amor… não tem problema… Rose passou a mão no peito dele, os seios roçando no braço. — Obrigado! Hoje foi um dia daqueles… não imagina o que aconteceu no futebol… Enquanto Gonçalo começava a contar a história do amigo Alfredo que tava comendo a mulher de outro e a Graciane que descobriu tudo no celular, Arlindo estava atrás do sofá, a mão na boca, a pica latejando de novo só de ouvir a voz da Rose e sentir o cheiro de sexo que ainda pairava no ar. Rose ouvia o marido com um sorriso no rosto, a buceta ainda latejando, o cu arrombado, e a porra do Arlindo escorrendo devagar entre as coxas pretas. De vez em quando ela olhava de canto pra trás do sofá e piscava. Porque a fome dela não tinha acabado. E amanhã… ou depois de amanhã… aquele pau grosso branco ainda ia voltar.
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