Minha namorada, Marcia, tem 21 anos e é morena, magra, peitos médios e empinados, pelos escuros da bocetinha aparados do lado, mas no resto ela deixa a florestinha natural. Ela mora com a mãe, Vera, e a irmã mais nova, Bibi. Vera é totalmente MILF, 39 anos e super em forma, mas quase nunca esta na casa pois trabalha muito. Ja Bibi é super-magra e quase sem peitos e apesar de ter 19 anos, ela parecia totalmente jailbait. A irmã da minha namorada reclamava que os homens não se aproximavam pois ficavam com medo de ter problemas. Só que Marcia queria sexo o tempo todo, ela era uma completa ninfomaníaca e como era normalmente só ela e a irmã na casa, a gente transava lá. Normalmente no quarto dela, mas Marcia também pedia para transar na sala, na cozinha, até na lavanderia. A gente fazia isso mesmo quanto a irmã estava na casa, evitanto ser pegos por Vivi, deixava Marcia ainda mais com tesão. Eu falava para ela gemer menos, mas Marcia dizia que não tinha como ouvir a gente transando no quarto do lado. Só que ela ouvia. Um dia a gente estava assistindo TV na sala, eu e Marcia no sofá e Bibi na poltrona quando ela diz: — Eu quero transar com Pedro! — Que é isso? Claro que não! — Vocês transam o tempo todo e eu tenho que ficar ouvindo! Minha namorada fica branca com a revelação de que a irmã sabia que a gente ficava transando com ela na casa, e não tinha como não ser. — Ta bom, ta bom , desculpa o que a gente fica fazendo. Mas ele é meu namorado. — Desculpa nada. Eu quero sexo! — Não com o meu namorado. — A gente pode pelo menos sair junto? — Tá, mas sem fazer nada safado. Eu então tenho que sair com a irmã mais nova da minha namorada. Bibi coloca um vestidinho florido de alcinhas curtíssimo. O vestido fazia o máximo para mostrar os peitos que ela não tinha e cada movimento mostra a calcinha de algodão branca. Vamos no cinema, ela então diz: — Já que a gente está em um encontro, me beija. Dou um selinho na irmã da minha namorada, mas ela então enfia a língua na minha boca e a gente acaba indo para um beijo bem melado. Ela beijava bem. Depois do filme ela quer beijar de novo e a gente faz isso em público e eu vejo o problema, as pessoas olham feio, como se eu fosse um pedófilo. Depois disso a gente começa a se beijar com frequência. Sempre quando eu estava de bobeira, Bibi vinha me beijar, as vezes até do lado de Marcia, que não ligava. Ela dizia que estava ok enquanto o meu pau estivesse dentro das calças e não dentro da irmã dela. Além dos beijos, eu podia passar a mão e bolinar Bibi e isso me deixava morrendo de tesão, que eu então descontava na minha namorada, fodia ela com vontade depois de ter bolinado e beijado a irmã por vários minutos. Mas uma vez, depois de transar com Marcia, eu saio do quarto para ir no banheiro e encontro Bibi sentada no chão, com o shorts e a calcinha no tornozelo e se masturbando ouvindo a gente transar. — Me come! — Não, a sua irmã falou que não pode. Eu então assisto a minha cunhada continuar se masturbando até gozar, ela mostra a mão toda melada. Eu então vou no banheiro e tenho que esperar um tempo para o mau pau baixar para eu poder mijar. A atitude de Bibi então muda, ela começa a ficar em casa só de regatinha que praticamente não cobriam nada dos peitinhos dela ou então um dia eu pego ela sentada só de minishorts e top, só que o shorts estava desabotoado e dava para ver que ela estava sem calcinha. Eu estava constantemente com tesão, mas sempre tinha Marcia para eu resolver o problema, até que ela ficou menstruada e eu fiquei sem boceta. Um noite, sim eu frequentemente dormia na casa da minha namorada, eu não estava aquentando e saio do quarto para bater uma. Eu vou até o quartinho nos fundos da casa, começo a me masturbar mas então vejo Bibi só de camisola. — A maninha está naqueles dia não é? — Sim. — Eu não tenho esse problema, quando vocês começaram a namorar eu fui e tomei a injeção anti-bebe. Tudo isso por que eu quero que você me encha de porra. Marcia só deixa com camisinha, não é? — Sim. — Só de ver o seu pau eu fico toda melada. Ela então coloca a mão por baixo da camisola e tira a minúscula calcinha que ela estava usando. Dá para ver perfeitamente a boceta e os peitos dela através da camisola transparente (ela nunca usava sutiã). Ela me mostra o fundo da calcinha todo melado e diz: — Olha como você me deixa. Já que você não pode meter em mim, deixa eu pelo menos te ajudar a se aliviar. Bibi enrola a calcinha molhada no meu pau e começa a me masturbar. Não demora e eu gozo na calcinha dela, Bibi então coloca de volta a calcinha esporrada e então deita do meu lado e começa a se dedar por cima da calcinha. — Pedro! Pedro! Olha o estado que você me deixar! Ver a irmã da minha namorada assim me deixa com o pau duro de novo, ela percebe e vem até mim de joelho e abocanha a minha pica. Eu não resisto, ela me chupa enquanto continua se masturbando por cima da calcinha esporrada. Eu gozo na boca dela, que continua mais um pouco e goza também. Bibi abre a boca e mostra a minha porra antes de enguli-la. — Só falta você me esporrar em um lugar, só pedir e eu libero a porta de trás também. — Melhor a gente não passar de uma certo ponto. — Ok, mas posso te chupar de novo? — Sim, mas sem Marcia saber. Então por mais alguns dias, enquanto Marcia estava menstruada, eu recebo boquetes da irmã dela. Só que uma vez eu não aguento e tiro o pau da boca dela e enfio na boceta. Passa a menstruação de Marcia, mas eu não paro de comer a Bibi. Por um tempo eu fodo as duas sem a minha namorada saber. Até que um dia ela nos pega transando em pé na lavanderia, a irmã só de camiseta, o shorts e a calcinha dela no chão e o meu pau enfiado na irmã. Marcia fica puta, eu e Bibi pedimos desculpas, mas ela então diz para a irmã: — A culpa é sua! Vocês transam o tempo todo comigo aqui e eu fico com vontade! No quarto do lado. Na sala, por baixo do cobertor, comigo ali do lado de vocês... Eu sabia que aquilo era uma má ideia. — ... com o meu uniforme de escola! Eu peguei ele todo esporrado! Nossa, Marcia tinha ficado um tesão com a sainha plissada e a camisa branca. — Ta bom, ta bom! Desculpa por isso. Depois desse dia fica liberado comer a duas. Só que agora eu não tenho mais paz. As duas sempre querem sexo, sem mais se preocupar com a outra irmã. A vezes eu transo com a minha namorada na frente de Bibi, que então fica com tesão e me pede para eu chupa-la, já que o meu pau estava mole. Ela tira a calcinha e deita no chão só de vestido, e uu fico de quatro e enfio a cara na boceta de Bibi. Meu pau volta a ficar duro, a minha namorada então pega no meu pau e o puxa para baixo e me ordenha a pica até eu gozar de novo. Mas não termina ai, as duas então decidem chupar o meu pau juntas, ao mesmo tempo. Me fazendo gozar uma terceira vez. Ai um dia, as duas estavam com o fogo na bacurinha, e mesmo com a mãe delas na casa, estamos os três no quarto da minha namorada, que está cavalgando o meu pau, enquanto a irmã esta sentada na minha cara. Eu faço as duas gozar, depois elas se ajoelham na minha frente, fazendo ahegao e eu bato uma até derramar a porra na cara das duas irmãs. Elas então dormem, mas eu estava todo suado e melado de boceta, por isso saio no corredor para ir tomar banho. Então encontro a mãe no corredor só de camisola transparente. Dava para ver os peitos e os pelinhos da boceta dela. A gente troca olhares, eu vejo o corpo dela, ela olha para o meu pau duro por baixo de cueca. Ela então desvia o olhar e vai para o quarto dela. E eu, depois de ter comido as duas filhas, fico com o pau duro para a mãe. Tomo banho, mas mesmo assim continuo com tesão, eu então vou até o quarto de vera e vejo pela fresta da porta que ela estava com a camisola levantada e estava enfiando um dildo na boceta, eu não aguento e entro na quarto. Ela fica surpresa, mas eu simplesmente subo nela e enfio o pau na boceta melada da minha sogra. Ela fala não duas vezes, mas depois troca para mete mais fundo e então eu termino a noite gozando na mãe da minha namorada. Fim.
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