Eu nunca vou conseguir explicar direito o que aconteceu naquela noite. Nem pra mim mesma. Mas vou tentar contar tudo, sem filtrar porra nenhuma. Eu tinha 33 anos. Meu pai, 58. A gente morava na mesma casa desde que minha mãe morreu, três anos antes. Aquela noite eu estava de pijama fino, short de algodão frouxo e uma camiseta larga sem sutiã. A gente tinha acabado de jantar e foi pro sofá assistir Missão Madrinha de Casamento. Eu estava meio molhada ainda daquela conversa estranha que a gente tinha tido mais cedo, quando ele me pegou me masturbando no banheiro. Eu não tinha conseguido esquecer a cara dele me olhando, a voz grossa perguntando se eu precisava de ajuda. Eu tinha dito que não. Mentira. A gente sentou. Eu puxei a coberta até a cintura. O filme começou. Cinco minutos depois a mão dele pousou na minha coxa nua. Só isso. Quente, pesada, testando. Eu continuei olhando pra tela, fingindo que não tinha sentido. A mão subiu um pouco. Os dedos dele roçaram a barra do short. Meu coração bateu tão forte que eu achei que ele ia ouvir. Ele não falou nada. Só apertou a carne da minha coxa e puxou um pouco pra abrir. Eu abri. Sem pensar. A mão dele sumiu debaixo do short e os dedos grossos acharam meus pelos pubianos. Ele puxou alguns fios com força suficiente pra doer gostoso. Eu soltei um gemido baixo, quase um soluço. - Você tá molhada pra caralho, filha - ele falou, a voz rouca, bem perto do meu ouvido. - Tá pingando já. Os dedos dele abriram meus lábios e um deles entrou direto na buceta. Eu me arqueei inteira no sofá. Ele curvou o dedo e enfiou até o fundo, esfregando aquele ponto que faz minhas pernas tremerem. Eu abri mais as coxas sem nem perceber. Ele riu baixo. - Que presa apertada, putinha. Igualzinha a da sua mãe quando a gente começou. A outra mão dele subiu por baixo da camiseta e agarrou meu peito. O polegar e o indicador apertaram o mamilo duro. Eu gaspei alto. - Sensível pra porra - ele murmurou. - Sempre foi. Ele tirou a mão da minha buceta, puxou a coberta pra cima da gente e desceu o short junto com a calcinha num movimento só. Eu levantei o quadril pra ajudar. Meu pai se ajoelhou no chão na frente do sofá, abriu minhas pernas com as duas mãos e enterrou a cara na minha buceta. A língua dele passou de baixo pra cima, pesada, molhada, lambendo tudo. Ele chupou meu grelinho com força, puxando com os lábios. Eu soltei um gemido alto, as mãos agarrando o cabelo dele. - Porra, pai... - eu gemí, a voz quebrada. - Assim não... Ele não parou. Enfiou a língua dentro da minha buceta e fodeu com ela enquanto o nariz esfregava meu grelinho. Eu estava tão molhada que escorria pro sofá. Ele chupava barulhento, molhado, sujo. Eu senti o orgasmo subindo rápido demais. - Espera - eu gaspei, empurrando a cabeça dele. - Eu vou gozar... Ele parou, levantou o rosto. A boca estava brilhando de porra minha. Ele lambeu os lábios devagar. - Delicioso. Sua buceta tem gosto de puta safada. Ele se levantou, ficou em pé na minha frente. A calça estava estufada pra caralho. Minhas mãos tremiam quando eu puxei o short e a cueca dele pra baixo. A pica saltou pra fora, grossa, veia saltada, a cabeça já molhada de porra. Eu engoli seco. Era maior do que eu lembrava das vezes que tinha visto ele no banheiro quando era mais nova. Eu abri a boca e enfiei aquela pica inteira até engasgar. Ele gemeu fundo, as mãos no meu cabelo. - Isso, filha. Chupa essa pica do seu pai. Chupa fundo. Eu chupei com vontade, babando, engasgando, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta. Desci até o saco e chupei as bolas uma de cada vez, sentindo os pelos grossos na língua. Ele puxou meu cabelo e fodeu minha boca com algumas estocadas pesadas antes de sair com um estalo molhado. - Deita - ele mandou. Eu deitei no sofá, as pernas abertas. Ele se posicionou entre elas, a cabeça da pica esfregando nos meus lábios molhados. Ele olhou nos meus olhos. - Isso é loucura - ele falou, a voz baixa, quase um rosnado. - Tá errado pra caralho. Você quer essa pica dentro da sua buceta? Eu enrolei as pernas na cintura dele e puxei. A cabeça entrou devagar, esticando. Eu soltei um gemido longo, desesperado. - Quero - eu falei, quase chorando. - Enfia tudo. Ele empurrou. Centímetro por centímetro a pica grossa abriu minha buceta até ele estar inteiro dentro, o saco batendo no meu cu. Eu gozei na hora. O orgasmo veio tão forte que minha buceta apertou a pica dele em espasmos loucos. Eu gritei, as unhas arranhando as costas dele. - Porra! - ele gemeu, a voz falhando. - Tá espremendo minha pica, filha... Ele começou a foder. Estocadas profundas, pesadas, o sofá rangendo. Cada vez que ele enfiava até o fundo eu soltava um gemido alto, descontrolado. Ele agarrou meus peitos e apertou enquanto metia. - Sua buceta tá engolindo a pica do seu pai - ele falou, ofegante. - Que putinha safada. Gozando no pau do pai. Eu só conseguia gemer. Sons altos, quebrados, quase gritos. Ele fodia mais rápido, o som molhado da pica entrando e saindo enchendo a sala. Eu senti outro orgasmo subindo. - Vai gozar de novo? - ele perguntou, a mão descendo pro meu grelinho e esfregando em círculos rápidos. - Goza na pica do papai. Eu gozei gritando. As pernas tremeram, a buceta engasgou a pica dele. Ele gemeu alto, tentou sair, mas eu segurei com as pernas. - Espera - ele falou, a voz urgente. - Eu vou gozar... Tarde demais. Ele enterrou fundo e descarregou. Eu senti cada jato quente de porra enchendo minha buceta. Ele ficou gozando por longos segundos, gemendo baixo, o corpo tremento em cima do meu. Quando ele saiu, a porra escorreu pro sofá. Eu estava destruída, ofegante, a buceta latejando. Ele se sentou do meu lado, a pica ainda semi-dura, molhada de porra e de mim. A gente ficou em silêncio por um tempo. Só a respiração pesada e o filme tocando baixo na TV. Depois ele passou a mão na minha coxa de novo. - Ainda tá molhada - ele falou. Eu abri as pernas sem ele pedir. Ele enfiou dois dedos na minha buceta cheia de porra e começou a foder devagar. - Quer mais? - ele perguntou. Eu só balancei a cabeça. Ele riu baixo, sujo. - Então vira. De quatro. Eu virei. Ele se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas e esfregou a cabeça da pica no meu cu. Eu tensioni. - Relaxa - ele falou. - Vou foder esse cuzinho também. Ele cuspiu na minha bunda, esfregou e começou a empurrar. A cabeça entrou com dificuldade. Eu soltei um gemido longo, quase um choro. - Porra, pai... dói... - Aguenta - ele falou, empurrando mais. - Seu cu tá engolindo. Ele enfiou até o fundo. Eu gritei no sofá. Ele fodeu meu cu com estocadas lentas e profundas, uma mão no meu ombro, a outra esfregando minha buceta. Eu gozei de novo, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando a pica dele. Ele gozou dentro do meu cu também. Quando saiu, a porra escorreu pelas minhas coxas. A gente ficou ali, suados, fedendo a sexo. Ele passou a mão no meu cabelo e puxou minha cabeça pra trás. - Amanhã a gente continua - ele falou. - Sua buceta e seu cu agora são meus. Eu não respondi. Só fechei os olhos e senti a porra dele escorrendo de mim enquanto o filme continuava tocando na TV como se nada tivesse acontecido. E eu sabia que não tinha volta.
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