Vendo minha irmã se acabando na siririca, me senti na obrigação de ajudar ela a gozar gostoso!
A gente tava em casa, quarta-feira, quase duas da manhã. Eu tinha acabado de sair do Minecraft com os mano, ainda com o fone no pescoço, sede pra caralho. Fui até a cozinha beber água e, no caminho, passei pelo quarto da minha irmã. A porta tava entreaberta, uma fresta de luz fraca entrando. Achei que ela tava dormindo, mas o que eu vi me parou na hora. Ela tava nua na cama, as pernas abertas, dois dedos enterrados na buceta molhada, o polegar esfregando o grelinho inchado. Os seios subiam e desciam rápido, o peitinho duro, a boca entreaberta soltando uns gemidos baixos. A pele dela brilhando de suor, a buceta fazendo aquele barulhinho molhado a cada metida dos dedos. Dois anos sem ver ela e agora tava ali, se fodendo sozinha, a buceta pingando no lençol. Minha pica endureceu na hora, apertando a calça. Não aguentei. Baixei a cueca ali mesmo, na porta, e comecei a bater uma olhando. A mão subindo e descendo no pau grosso, a cabeça já molhada de porra. Ela abriu os olhos e me viu. Deu um suspiro de surpresa, mas não parou. Continuou metendo os dedos mais fundo, abrindo mais as pernas, me encarando. Eu entrei no quarto sem falar nada. Fechei a porta com o pé e fiquei do lado da cama, batendo uma forte, a pica latejando. Ela gemeu mais alto: - Continua... me olha enquanto eu me acabo, porra... Os dedos dela entravam e saíam da buceta escorregadia, o grelinho vermelho e inchado. Eu apertei a base da pica e deslizei a mão até a cabeça, espalhando a pré-porra. O cheiro de buceta molhada encheu o quarto. Ela arquejou, os quadris subindo: - Tô quase... caralho, tô gozando... A buceta dela se contraiu nos dedos, o líquido escorrendo pelas nádegas, molhando o cu. Ela gemeu desesperada, o corpo inteiro tremendo, os seios balançando. Dez segundos depois eu não aguentei. A porra jorrou forte, espirrando no chão e na beira da cama, a pica latejando na minha mão enquanto eu gozava olhando a buceta dela ainda pulsando. Não pensei duas vezes. Subi na cama e me joguei em cima dela. Nossas bocas se encontraram num beijo molhado, língua com língua, saliva escorrendo. Ela agarrou meu cabelo e puxou, gemendo dentro da minha boca. O beijo era sujo, urgente, cheio de dente e língua. Minha pica ainda meio dura esfregava na barriga dela, suja de porra. Quando separou o beijo, ela olhou pra baixo, viu meu pau e sorriu de canto: - Não é pequeno, hein... tamanho decente. Ela se abaixou e deu um beijo macio na cabeça da pica, a língua passando de leve no freio. O calor da boca dela me fez gemer baixo. Mas parou ali. Eu voltei pro meu quarto com o coração batendo no peito e a pica ainda latejando. Não dormi porra nenhuma. Agora ela ainda tá aqui em casa. A gente não falou sobre aquilo. Mas eu não consigo parar de pensar. Toda vez que passo pelo corredor lembro da buceta molhada dela, do gemido desesperado, do beijo na minha pica. Na noite seguinte eu não aguentei. Eram três da manhã quando bati de leve na porta dela. Ela abriu só de calcinha, os seios livres, os peitos duros. Olhou pra mim e puxou pela camisa: - Entra, porra. Eu entrei e travei a porta. Em segundos a gente tava se beijando de novo, mãos pra todo lado. Eu apertei os seios dela, chupando um peitinho enquanto a outra mão descia e enfiava dois dedos por baixo da calcinha. A buceta tava encharcada de novo. - Tá molhada pra caralho... - falei contra o peito dela. - Desde ontem... não para de pingar pensando na sua pica. Eu tirei a calcinha dela e joguei pro lado. Ajoelhamos na cama. Ela de quatro, a bunda empinada, a buceta e o cu bem na minha cara. Chupei a buceta inteira, língua larga lambendo do grelinho até o buraco do cu. Ela gemeu alto, empurrando a bunda pra trás: - Isso, irmão... chupa a buceta dessa puta... Meti a língua fundo, chupando o grelinho com força. O gosto dela era salgado e doce. Enquanto chupava, enfiei um dedo no cu apertado dela. Ela gritou baixinho: - Porra... o cu também... Eu chupei e dedilhei até ela tremer de novo. Quando se virou, me empurrou de costas e sentou na minha cara. A buceta molhada cobriu minha boca. Eu chupei com vontade enquanto ela rebolava, gemendo: - Come essa buceta com sua boquinha... me faz gozar na sua boca... Ela gozou de novo, o líquido escorrendo pelo meu queixo. Desceu o corpo e engoliu minha pica de uma vez. A boca quente e apertada desceu até a base, o nariz colado no meu saco. Ela chupava com barulho, saliva escorrendo, a mão apertando o que não cabia. Eu segurei a cabeça dela e comecei a foder a boca: - Isso... engole essa pica... Ela engasgou um pouco mas não parou, os olhos marejados, a boca esticada. Quando senti que ia gozar, puxei ela pra cima. Ela se posicionou e desceu a buceta na minha pica de uma vez. O calor apertado me fez gemer alto. Ela começou a rebolar forte, a buceta engolindo tudo, o grelinho esfregando na minha virilha. - Caralho... que pica grossa... tá abrindo minha buceta toda... Eu segurei a cintura dela e meti pra cima, o som molhado enchendo o quarto. Cada estocada fazia os seios dela balançarem. Ela se inclinou pra frente, as mãos no meu peito, gemendo desesperada: - Mais forte... fode a bucetinha da sua irmã... Virei ela de quatro e enfiei de novo, agora com força. A mão na nuca dela, empurrando o rosto no travesseiro enquanto a pica sumia inteira na buceta. O cu dela piscava a cada metida. Cuspi no dedo e enfiei no cu dela enquanto fodía. - Aaaaah porra... os dois buracos... Ela gozou gritando no travesseiro, a buceta apertando minha pica com força. Eu continuei metendo até sentir a porra subindo. Puxei pra fora e gozei nas costas dela, jatos grossos escorrendo pela coluna até o cu. Ela ainda tremia quando virei ela de novo e enfiei a pica suja de porra na boca dela. Ela chupou tudo, limpando, engolindo o que restava. A gente ficou ali, suados, ofegantes. Ela lambeu o canto da boca e falou baixo: - Isso não vai ficar só nisso, né? Eu passei a mão na buceta dela, ainda latejando, e respondi: - Nem fudendo. Desde aquela noite a gente não consegue parar. Toda madrugada ela vem pro meu quarto ou eu vou pro dela. Às vezes começo chupando a buceta dela até ela gozar duas, três vezes. Outras vezes ela me acorda com a boca na pica, engolindo até o fundo. Já meti no cu dela também, devagar no começo, depois com força, enquanto ela gemia “fode meu cu, irmão”. Já gozei dentro da buceta, no cu, na boca, nos peitos. Já chupei a porra que escorria dela. Já fodi ela na frente do espelho pra ela ver a pica sumindo na buceta. Ontem à noite foi ainda mais intenso. Ela me amarrou de leve na cama com uma gravata e sentou na minha cara por quase meia hora, se esfregando até gozar três vezes. Depois montou na pica e rebolou até eu gozar fundo nela. Quando saiu, a porra escorreu pela coxa e ela passou o dedo, chupou e me deu um beijo com gosto da gente. Agora é sábado de manhã. Ela tá no banho. Daqui a pouco eu entro. Já tô de pau duro só de imaginar a buceta molhada dela sob a água, o grelinho inchado esperando minha língua. E quando eu enfiar de novo, ela vai gemer aquele gemido desesperado que só eu conheço: - Mais fundo... enche essa buceta... E eu vou. Até ela não aguentar mais de pé.
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