Mamada de rua!

O relógio marcava quase cinco da manhã quando eu saí do condomínio pra correr. A rua ainda estava quieta, quase ninguém. Só o barulho dos meus tênis no asfalto e a respiração pesada. Foi aí que eu vi ela.
Morena, short preto encravado no cu, a bunda redonda e firme balançando a cada passo. Tatuagem preta subindo pela coxa direita, cabelo solto, cara de quem sabe exatamente o que tem. Eu passei do lado e ela nem olhou. O cheiro de mulher quente batendo no ar me deu um choque na pica. Virei na hora, voltei pro condomínio, subi correndo até o apartamento, peguei a chave do carro e desci de novo. O sangue já tava acelerado, o pau começando a inchar só de imaginar.
Quando voltei pra rua ela tinha sumido. Mas alguma coisa me puxou pra frente. Dirigi devagar, olhando de um lado pro outro. O céu já tava clareando, aquela transição de madrugada pra manhã. E lá na frente, caminhando sozinha, ela de novo. Parei o carro ao lado, abaixei o vidro.
- Quer uma carona?
Ela parou, olhou pra mim, sorriu de canto.
- Quero sim.
Entrou. O short subiu ainda mais, a bunda quase saindo. O cheiro dela encheu o carro. Eu dirigi sem falar nada. Ela quebrou o silêncio.
- As minhas amigas foram embora de moto com os caras e me deixaram sozinha. Tava andando pra casa.
Chegamos na frente da casa dela. O pai tava no portão, varrendo o chão. Já tinha amanhecido de vez. O vidro do meu carro era totalmente escuro. Ela olhou pra mim, a mão já descendo pro meu short.
- Já que você me ajudou, eu vou te ajudar também.
Nem esperou. Abriu o zíper, puxou a pica pra fora. Eu tava duro pra caralho. Ela se abaixou e engoliu o pau de uma vez, a boca quente e molhada descendo até a base. A garganta apertou a cabeça. Eu soltei um gemido baixo.
- Porra... que boca gostosa...
Ela mamava com fome, a língua passando embaixo, chupando forte, a mão massageando os saco. O barulho molhado de saliva e pica enchia o carro. Ela subia e descia a cabeça, engasgando de propósito, cuspe escorrendo pelo pau. De vez em quando parava, olhava pra mim com os olhos marejados e falava com a boca cheia:
- Gosta de ver essa puta te mamando aqui na frente da casa?
- Porra, adoro... chupa mais fundo...
Ela voltava com mais força, a garganta engolindo tudo. Ficou uns vinte minutos assim, a boca trabalhando sem parar. Eu tava com o sangue ainda acelerado da corrida, o pau latejando, mas não conseguia gozar. Ela cansou, tirou a boca, saliva escorrendo pelo queixo.
- Tá difícil hoje, né?
Peguei o número dela. Marcamos pra outro dia, no carro de novo.
Dois dias depois ela entrou no banco do passageiro já com pressa. Nem deu tempo de falar. A gente se beijou sujo, língua enfiando fundo, a mão dela apertando a pica por cima da calça. Em segundos ela já tava tirando o short, a calcinha molhada grudada na buceta. Subiu no meu colo de frente, o rabão desproporcional batendo nas minhas coxas. A magreza do corpo só fazia a bunda parecer ainda maior. Ela pegou meu pau, alinhou na entrada molhada e sentou de uma vez.
- Ahhhhh caralho... que pica grossa...
A buceta engoliu tudo, quente, apertada, escorrendo. Ela começou a rebolar devagar, o grelinho roçando na base do pau a cada movimento. Os gemidos saíam altos, sem vergonha.
- Ahhh... assim... mete fundo nessa buceta... ahhh porra...
Eu segurei a cintura dela e empurrei pra cima, metendo forte de baixo. A bunda batia no meu colo, o barulho molhado ecoando. Ela já tava gozando, o corpo tremendo, a buceta apertando em ondas.
- Tô gozando... tô gozando no seu pau... ahhhhh filho da puta...
O líquido quente escorreu pelos meus saco. Eu não aguentei. Segurei o rabão com as duas mãos e meti mais rápido, gozando fundo, jorrando porra dentro dela. Ela continuou rebolando, espremendo até a última gota.
Mas não parou por aí. Ela desceu, se ajoelhou no espaço apertado do carro e engoliu o pau sujo de novo, chupando a mistura de gozo e porra. A língua limpou tudo, a boca fazendo barulho molhado. Em minutos eu já tava duro outra vez. Ela subiu de novo, dessa vez de costas, o cu apontado pra mim. Espalhei saliva no furinho e enfiei o polegar enquanto metia na buceta.
- Quero sentir esse cu também... - falei ofegante.
- Enfia... enfia no meu cu... quero essa pica arrombando meu cu... ahhh...
Tirei o pau, alinhei na entrada apertada e empurrei. O cu abriu devagar, engolindo a cabeça grossa. Ela gritou, a voz quebrando.
- Ahhhhh caralho... que pau grosso... arromba esse cu...
Meti fundo, o aperto era infernal. Cada estocada fazia a bunda tremer. Ela empurrava pra trás, gemendo desesperada.
- Mais fundo... mete mais fundo no meu cu... ahhh porra... tô gozando de novo... ahhhhh...
Senti o cu apertar em volta do pau enquanto ela gozava. Continuei metendo, o barulho de pele batendo alto, até gozar de novo, enchendo o cu dela de porra quente. Quando tirei, o gozo escorreu pelo furinho e pela buceta, escorrendo pelas coxas.
Ela ainda tava tremendo quando olhou o celular.
- A mãe tá olhando os meninos... tenho que ir.
Beijou minha boca, chupou a língua uma última vez e saiu do carro com o short encravado de novo, a bunda balançando enquanto caminhava até a casa. Mais tarde no WhatsApp ela mandou:
- Obrigada... fazia muito tempo que eu não transava direito. Não consigo sair por causa dos filhos.
Eu respondi, mas pouco tempo depois perdi o acesso ao número antigo. O contato sumiu. Até hoje não sei o nome dela. Só sei que a boca, a buceta e o cu dela ainda me fazem acordar de madrugada com a pica dura, lembrando dos gemidos altos dentro do carro e do jeito que ela rebolava como se a vida dependesse daquilo.
Aquele short encravado, a tatuagem na coxa, o cheiro de buceta molhada no banco do carro... tudo ainda vivo na cabeça. E toda vez que saio pra correr de madrugada, olho pra rua esperando ver de novo aquela bunda balançando, esperando a chance de enfiar a pica de novo naquela putinha gostosa que apareceu do nada e me deixou viciado.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Mamada de rua!

Codigo do conto:
270979

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
29/08/2026

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