Meu pai ama me ver trepar!



O divórcio dos meus pais aconteceu quando eu tinha 18 anos. Eu me mudei pra casa do meu pai no mesmo mês. Não demorou muito pra gente virar mais do que pai e filha. Ele me olhava de um jeito diferente desde o primeiro dia que eu dormi no quarto de hóspedes. Eu sentia. E eu gostava.
Meu tio, irmão mais novo do meu pai, morava a duas quadras. Ele era quase a cópia do meu pai: mesmo queixo, mesmos ombros largos, mesma pica grossa que eu descobri logo. Às vezes os dois me comiam juntos. Na maior parte das vezes, porém, meu pai preferia só assistir. Ele se sentava na poltrona, abaixava a calça, segurava o pau e batia uma enquanto o tio me destruía.
Era exatamente assim naquela tarde de sábado.
Eu estava de quatro no sofá da sala, vestido curto levantado até a cintura, sem calcinha. Meu tio atrás de mim, segurando meus quadris com força, enfiando a pica inteira na minha buceta molhada. Cada estocada fazia a carne bater e o som molhado ecoar.
- Porra, sobrinha... essa buceta engole tudo - ele rosnava, metendo fundo. - Olha como ela abre pro meu pau.
Meu pai estava na poltrona em frente, pernas abertas, a mão subindo e descendo no pau duro. Os olhos fixos em mim.
- Mais forte, irmão - ele mandou, a voz rouca. - Quero ver essa putinha gozar gritando.
Eu gemia alto, o rosto enterrado no sofá, a bunda empinada.
- Aaaaahn... tio... porra... sua pica tá me arrebentando...
Ele puxou meu cabelo, me forçou a olhar pro meu pai enquanto metia.
- Olha pro seu pai, vadia. Mostra pra ele como você goza com a pica do tio.
Eu olhei. Meu pai estava batendo uma mais rápido agora, a cabeça do pau brilhando de porra. Eu rebolei pra trás, engolindo cada centímetro.
- Pai... olha... olha como ele me fode... aaaai, caralho...
O tio passou a mão por baixo e esfregou meu grelinho com o dedo enquanto continuava enfiando. Eu gozei na hora, a buceta apertando o pau dele, gozo escorrendo pela coxa.
- Aaaaaah, porra! Tô gozando! Tô gozando na pica do meu tio!
Ele não parou. Continuou metendo no meu orgasmo até eu tremer toda. Depois puxou o pau pra fora, ainda duro e molhado, e empurrou a cabeça contra meu cu.
- Agora o cu, sobrinha. Abre pra mim.
Eu empurrei a bunda pra trás. Ele entrou devagar no começo, depois com força. O cu abriu, queimando gostoso, engolindo a pica grossa.
- Porra... que cu apertado...
Meu pai gemeu baixinho na poltrona.
- Isso... fode o cu dela. Quero ver ela cheia de porra dos dois buracos.
O tio meteu fundo, segurando minha cintura, me fudendo o cu com vontade. Eu gritava, o grelinho latejando de novo, a buceta vazia e molhada pingando no sofá.
- Aaaaahn... tio... me fode o cu... mais fundo... porra...
Ele gozou dentro do meu rabo com um gemido baixo, a pica latejando, enchendo meu cu de porra quente. Quando puxou pra fora, o gozo escorreu pela minha bunda e pela buceta. Eu fiquei ali, de quatro, aberta, suja, respirando pesado.
Meu pai se levantou, o pau ainda duro na mão.
- Minha vez.
Ele me virou de costas no sofá, abriu minhas pernas e enfiou na buceta de uma vez. A pica dele era um pouco mais grossa que a do tio. Eu gritei.
- Aaaaai, pai! Que pica grossa... me fode...
Ele meteu com força, olhando nos meus olhos, enquanto o tio se sentava do lado e acariciava meu peito, apertando os mamilos.
- Você é uma puta, filha - meu pai falou, metendo fundo. - Uma puta gostosa que adora ser usada pelo pai e pelo tio.
- Sou... sou a puta de vocês dois... aaaahn... fode mais forte...
Ele me comeu até gozar dentro da minha buceta, enchendo mais um pouco. Quando saiu, eu estava um nojo gostoso: porra escorrendo do cu e da buceta, pernas tremendo, o vestido amarrotado na cintura.
Eu me senti fácil. E eu amava isso.
Mas a história não parava aí.
Uns meses depois eu ainda estava com o meu tutor particular. Ele tinha 37 anos, noivo, e a gente se comia escondido há quase um ano. A traição deixava tudo mais quente. Eu adorava saber que ele ia pra casa beijar a noiva com o gosto da minha buceta na boca.
Naquela noite a gente estava no meu quarto. Eu por cima dele, cavalgando a pica grossa, o vestido ainda no corpo, só puxado pra cima. Ele segurava minha bunda e metia pra cima.
- Porra, que buceta apertada... - ele gemeu. - Continua assim, putinha.
Foi aí que eu olhei pra janela. A cortina estava meio aberta. E lá fora, no escuro do quintal, estava meu pai. Olhando. A mão na frente da calça, se tocando.
Meu coração disparou. A buceta apertou o pau do tutor com força. Eu fiquei ainda mais molhada.
Ele notou a mudança.
- O que foi? - perguntou, metendo mais fundo.
Eu não respondi. Só cavalguei mais forte, rebolando, gemendo alto de propósito, olhando direto pro meu pai do lado de fora.
- Aaaaahn... isso... me fode... me fode mais forte...
O tutor segurou minha cintura e começou a me foder de baixo com força. Eu subi e desci nele como uma vadia, os peitos balançando, o grelinho esfregando na base do pau dele a cada movimento. Meu pai lá fora batia uma mais rápido agora. Eu via o braço se mexendo.
- Porra... você tá uma puta hoje - o tutor falou, apertando minha bunda. - O que te deixou assim?
- Nada... só quero sua pica... aaaai, caralho...
Eu gozei em cima dele, a buceta pulsando, gozo escorrendo. Ele virou a gente, me colocou de quatro na cama e me comeu por trás, segurando meu cabelo. Cada estocada fazia a cama bater na parede. Eu olhava pra janela o tempo todo. Meu pai ainda estava lá.
- Mais forte... me arrebenta... porra...
Ele meteu até gozar dentro de mim, enchendo minha buceta. Quando saiu, a porra escorreu pela minha coxa. Eu fiquei ali deitada, ofegante, suja, ainda olhando pra janela. Meu pai tinha sumido.
Mais tarde, quando o tutor foi embora, meu pai entrou no quarto sem bater. Ele trancou a porta, abaixou a calça e me puxou pra beira da cama. A pica dele estava dura, veia saltada.
- Você viu, né? - ele falou, a voz baixa. - Você me viu te olhando.
- Vi - respondi, abrindo as pernas. - E gozei mais forte por causa disso.
Ele sorriu, aquele sorriso sujo que eu já conhecia, e enfiou a pica na minha buceta ainda cheia de porra do tutor. O barulho molhado foi obsceno.
- Porra... ainda tá quente e escorregadia da porra dele...
- Fode, pai... me fode em cima da porra do outro...
Ele meteu com vontade, segurando minhas coxas abertas, me olhando nos olhos.
- Você é uma vadia. Uma vadia que deixa o pai assistir e depois ainda quer mais pau.
- Sou... aaaahn... sou a vadia do meu pai... me fode... enche mais...
Ele me virou de quatro e enfiou no cu, ainda sujo da porra do tio de dias atrás. Eu gritei no travesseiro, empurrando a bunda pra trás.
- Aaaaai, porra! O cu... me fode o cu, pai...
Ele meteu fundo, a barriga batendo na minha bunda, a mão esfregando meu grelinho ao mesmo tempo. Eu gozei de novo, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando o pau dele.
- Goza dentro... porra... enche o cu da sua filha...
Ele gozou com um gemido rouco, a pica latejando dentro do meu rabo, jatos quentes me enchendo. Quando saiu, a porra escorreu tudo. Eu fiquei ali, deitada de bruços, pernas abertas, os dois buracos vazando, o corpo mole.
Meu pai se sentou na beira da cama, passando a mão na minha bunda suja.
- Amanhã o seu tio vem de novo - ele falou, quase casual. - Quero ver ele te comendo enquanto eu te fodo a boca.
Eu virei o rosto, ainda ofegante, e sorri.
- Pode vir. Eu aguento.
E aguentei. Aguentei muitas vezes depois disso. Pai, tio, tutor. Às vezes os três no mesmo dia. Eu acordava com a boca cheia de pica, dormia com a buceta e o cu escorrendo porra. E toda vez que meu pai me olhava enquanto outro homem me fodia, eu gozava mais forte. Porque eu era fácil. Porque eu era a puta da família. E porque nada no mundo me excitava mais do que ser usada enquanto ele assistia, a mão no pau, os olhos brilhando de fome.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu pai ama me ver trepar!

Codigo do conto:
270809

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/08/2026

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