Não aguentei mais ver minha mãe pelada!

O apartamento era pequeno demais pra tanta tensão. Eu, com 22 anos, morava só com a minha mãe de 42 desde que o divórcio aconteceu, quando eu ainda era moleque. Desde então ela andava pelada pela casa como se fosse a coisa mais natural do mundo. No começo eu nem ligava. Agora, depois de seis meses solteiro e ela solteira há anos, cada curva daquele corpo maduro me deixava com a pica dura pra caralho.
Eu tentava ignorar. De verdade. Mas quando ela limpava o chão da sala, se abaixando de quatro, a bunda redonda e firme se abrindo um pouco e eu via o furinho do cu apertadinho e os lábios grossos da buceta, era impossível. O grelinho inchado aparecia de leve quando ela se mexia. Eu desviava o olhar, mas o pau já estava latejando dentro da bermuda.
Naquela tarde de calor ela saiu do banho e veio direto pra cozinha, gotas de água escorrendo pelos seios pesados, pelos mamilos escuros e duros. O cabelo molhado grudava no pescoço. Eu estava sentado na mesa, tentando mexer no celular, mas a porra da vista era demais.
- Mãe, você podia pelo menos colocar uma toalha... - falei, a voz saindo rouca.
Ela parou na minha frente, as mãos na cintura, o cheiro de sabonete misturado com o cheiro quente de mulher.
- Você cresceu vendo isso, filho. Não é nada demais. Ou tá começando a reparar agora que tá grandinho?
Eu engoli seco. A pica já estava completamente ereta, levantando o tecido da bermuda. Ela baixou o olhar e sorriu de canto.
- Olha só... parece que tá reparando mesmo.
Eu não aguentei. Levantei de uma vez, agarrei a cintura dela e puxei contra mim. A boca encontrou a dela num beijo sujo, molhado, língua enfiando fundo. Ela gemeu no meu peito, as mãos descendo e apertando o volume da minha pica.
- Porra, mãe... você não tem ideia de quanto tempo eu tô aguentando isso - murmurei entre beijos.
Ela tirou a bermuda com pressa, a mão quente envolvendo meu pau grosso e veioso.
- Que pica linda, filho... tão dura... - ela falou baixo, a voz já embargada. - Quero sentir essa porra na minha buceta.
Empurrei ela contra a mesa da cozinha. Ela se sentou em cima, abriu as pernas largas, a buceta já molhada, o grelinho latejando, o cu apertado logo abaixo. Eu ajoelhei na frente e enfiei a língua direto no meio daquela fenda. Chupei o grelinho com força, chupando e lambendo os lábios inchados enquanto ela gemía alto.
- Ahhh... porra... assim, filho... chupa a buceta da mamãe... ahhh caralho!
Eu lambi tudo, desci até o cu e enfiei a ponta da língua no furinho apertado. Ela tremeu inteira, as unhas cravando na minha cabeça.
- Mete a língua no meu cu... isso... ahhh que delícia!
Não aguentei mais. Levantei, alinhei a cabeça grossa da pica na entrada molhada dela e enfiei de uma vez só. A buceta engoliu meu pau inteiro, quente, apertada, molhada pra porra. Ela gritou.
- Ahhhhh filho... que pica grossa... arromba a buceta da mamãe!
Comecei a meter com força, a mesa balançando, o pau saindo e entrando molhado, o barulho molhado de peitos batendo. Ela gemia desesperada, a voz quebrando.
- Mais forte... mete mais fundo... ahhh porra... estou gozando... estou gozando no seu pau!
Senti a buceta apertar, o líquido quente escorrendo nos meus saco. Não parei. Puxei o pau, virei ela de costas, empurrei o tronco pra frente e enfiei de novo, agora de quatro sobre a mesa. A visão da bunda dela, do cu se abrindo a cada estocada, me deixou louco. Cuspi no furinho e enfiei o polegar enquanto metia fundo na buceta.
- Quero esse cu também, mãe - falei ofegante.
- Enfia... enfia no meu cu... quero sentir essa pica arrombando meu cu... ahhh!
Tirei o pau da buceta, alinhei na entrada apertada do cu e empurrei devagar. Ela gritou, o cu abrindo aos poucos, engolindo a cabeça grossa. Continuei até enfiar até o fundo. O cu dela era um aperto infernal, quente, pulsando.
- Caralho... que cu apertado... - gemi, metendo cada vez mais forte.
Ela empurrava a bunda pra trás, gemendo alto, desesperada.
- Ahhh filho... arromba o cu da mamãe... mete fundo... ahhh porra... estou gozando de novo... ahhhhh!
Senti o aperto no meu pau, o corpo dela tremendo. Não aguentei. Meti mais rápido, o barulho de pele batendo alto, e gozei fundo no cu dela, jorrando porra quente, enchendo aquele furinho até transbordar. Continuei metendo enquanto gozava, empurrando a porra pra dentro.
Quando parei, ainda latejando, ela se virou, o rosto vermelho, o cabelo bagunçado, a buceta e o cu escorrendo mistura de gozo e saliva.
- Ainda não acabou... - ela falou, a voz rouca. - Quero mais dessa pica. Quero engolir tudo.
Ela se ajoelhou na minha frente, engoliu meu pau ainda semi-duro, chupando a porra que sobrava, a língua passando no grelinho da cabeça, chupando os saco. Em minutos eu já estava duro de novo. Levantei ela, carreguei até o sofá e enfiei de novo na buceta, dessa vez de frente, olhando nos olhos dela enquanto metia fundo.
- Isso... me fode... me fode como homem... ahhh filho... sua pica é perfeita...
A casa inteira cheirava a sexo. Gemidos desesperados, o barulho molhado de pau entrando e saindo, o cu e a buceta sendo usados sem piedade. Eu gozei de novo, dessa vez na boca dela, e ela engoliu tudo, lambendo os lábios.
Ainda não tinha acabado. A noite inteira a gente se fodeu em todos os cantos. Na cama dela, no chuveiro, de novo na cozinha. A buceta inchada, o cu arrombado, a pica latejando de tanto gozar. E ela, a cada estocada, gemia mais alto, pedindo mais, pedindo pra eu enfiar mais fundo, pra gozar dentro, pra chupar o grelinho dela até ela tremer de novo.
No final, deitados suados, ela passou a mão no meu peito e sussurrou:
- Agora você não vai mais tentar ignorar, né?
Eu só ri, já duro de novo, e enfiei a mão entre as pernas dela, sentindo a buceta molhada e quente esperando a próxima rodada.

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Comentários


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lozo Comentou em 29/08/2026

Delicia, delicia, delicia, amigão, é realmente impossível não querer, desejar, ter tesão por uma mulher assim, madura, linda, gostosa, bem safadinha e nua o tempo todo, que maravilha. Melhor ainda é ser aceito de braços abertos e poder dá muito prazer pra ela, fazer ela gozar bem gostoso. Parabéns. votado e aprovado

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casalex Comentou em 28/08/2026

Delicia

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matheusmela Comentou em 28/08/2026

DELÍCIA DE HISTÓRIA SO FALTOU IMAGEM PRA IMAGINAR NÃO SEI PQ ACABEI LEMBRANDO DO ( CURTA NITO ) PENA Q ACABA NA MELHOR PARTE O DIRETOR DEIXOU NA IMAGINAÇÃO SE ELE CONTINUA SE ALIVIANDO DEPOIS QUE A MÃE TOMA OS REMÉDIOS E ELE ESPERA ELA POUCO PRA DEITARCOM ELA ELA DA UMA REBOLADINHA E GENI ENTÃO ELA SABE Q ELE COMI ELA E SE FAZ DE BESTA CHAMA ELE PRA SABER QUE ELA TOMOU E ELE PODE VIM SEM MEDO COMER ELA POR TRÁS

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volf Comentou em 28/08/2026

eeu não resistiria

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gostodafruta Comentou em 28/08/2026

Delicia, agora os dois vão ficar pelados na casa o dia todo, só se fodendo igual dois coelhos o tempo todo ..

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casualsomente Comentou em 28/08/2026

Como resistir há uma mãe maravilhosa assim




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Não aguentei mais ver minha mãe pelada!

Codigo do conto:
270891

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/08/2026

Quant.de Votos:
15

Quant.de Fotos:
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