Transei com a amiga de minha esposa em um casamento!
Eu e a minha esposa fomos pra um casamento de uma amiga dela. Ela era madrinha, então já chegou no clima de festa, vestido longo, cabelo arrumado, cheirando a perfume caro. Tinha outra amiga no meio, a Meg. Ruiva de cabelo longo, peitos grandes pra caralho, daqueles que balançam quando ela anda. Solteira, solta, e usando um vestidinho de verão decotado que quase deixava os mamilos de fora. Sem sutiã. Sandálias fofas nos pés. Eu notei na hora. A primeira noite do final de semana o bar do hotel tava lotado. Minha esposa bebeu pra porra. Vinho, gin, mais vinho. Por volta da meia-noite ela já tava apagada no nosso quarto, babando no travesseiro. Eu fiquei lá embaixo com o resto da galera. A Meg ficou também. A gente flertava baixo, trocando olhares, rindo de besteira, mas mantendo um certo recato porque ainda tinha gente por perto. Conforme a noite avançava, o pessoal foi sumindo. Sobrou eu, ela e mais dois ou três que logo foram embora. A tensão tava no ar. Eu sentia o cheiro do perfume dela misturado com o suor leve da pele. Quando decidi subir, ela se levantou junto. — Também vou — ela disse, olhando pra mim daquele jeito que já falava tudo. Subimos as escadas lado a lado. O elevador tava demorando e a gente preferiu as escadas. Em cada degrau ela se encostava um pouco mais em mim. O braço dela roçava o meu. O quadril dela batia de leve no meu. Eu olhava de canto e via o decote aberto, os peitos pesados se movendo a cada passo. Quando chegamos no andar dela, ela parou na porta do quarto e me encarou. — Quer uma bebida? Eu trouxe vinho. — Por que não — respondi. Assim que a porta fechou atrás de nós, a coisa explodiu. Não teve conversa fiada. A gente se agarrou como dois animais no cio. Boca na boca, língua fundo, dente batendo em dente. Eu empurrei ela contra a parede e agarrei aqueles peitos enormes por cima do tecido fino. Os mamilos já estavam duros pra caralho. Ela gemeu na minha boca. — Sempre quis te foder — ela sussurrou, a voz rouca. — Toda vez que te via com a sua esposa eu imaginava essa pica na minha buceta. Ela se ajoelhou ali mesmo no carpete. Puxou meu cinto, abriu o zíper e tirou minha pica pra fora. Já tava dura pra porra, latejando. A Meg olhou pra ela com fome, lambeu os lábios e engoliu a cabeça de uma vez. A boca quente e molhada envolveu tudo. Ela chupava com vontade, fundo, a língua girando em volta da glande enquanto a mão apertava o saco. Os peitos dela já tinham saltado pra fora do vestido. Eu segurei a cabeça ruiva e enfiei mais fundo, sentindo a garganta dela se abrir. — Porra, Meg… você chupa melhor que a minha esposa — eu gemi, a voz baixa. Ela soltou um gemido abafado com a boca cheia da minha pica e acelerou. Saliva escorria pelo queixo, pingava nos peitos. Ela chupava desesperada, o grelinho dela já devia estar latejando porque ela se esfregava nas próprias coxas enquanto me mamava. Eu quase gozei ali, mas ela parou, se levantou, deu as costas e se curvou sobre a cama. Levantou o vestido até a cintura, puxou a calcinha pro lado e abriu a bunda pra mim. A buceta dela tava encharcada. Os lábios inchados, o grelinho inchado e rosado, brilhando de tesão. Eu segurei a pica e enfiei de uma vez só. Ela gritou. — Ahhh porra! Enfia essa pica toda, caralho! Empurrei fundo, até o saco bater na bunda dela. Comecei a meter com força, segurando os quadris. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem pra frente e pra trás. O som molhado da buceta engolindo a pica enchia o quarto. Ela gemía alto, sem vergonha nenhuma. — Mais forte… me fode mais forte… essa buceta é sua agora… ahhh caralho… Eu apertei a bunda dela, abri as nádegas e vi o cu apertadinho. Enfiei o polegar ali enquanto metia. Ela tremeu inteira. — Isso… enfia o dedo no meu cu também… porraaaa… Continuei fodendo sem parar. A buceta dela apertava, molhava, escorria. O grelinho latejava cada vez que eu entrava fundo. Eu sentia o tesão subindo rápido demais. Ela olhou por cima do ombro, o cabelo ruivo colado no suor do rosto. — Quero provar sua porra… goza na minha boca… me dá todo esse leite… Não aguentei. Puxei a pica pra fora, ela se virou rapidinho, ajoelhou de novo e abriu a boca. Eu gozei em jatos grossos. O primeiro bateu na língua, o segundo escorreu pelo queixo, o terceiro eu enfiei fundo na garganta dela. Ela engoliu tudo o que conseguiu, lambendo o resto da minha pica ainda latejando. — Que porra gostosa… — ela murmurou, limpando a boca com o dorso da mão. — Melhor do que eu imaginava. A gente ainda transou mais uma vez aquela noite. Eu deitei ela de costas, abri as pernas e chupei a buceta dela até ela gozar gritando no travesseiro. O grelinho inchado, a buceta contraindo, o cu se abrindo e fechando. Depois enfiei de novo e gozei dentro, fundo, sentindo o esperma escorrer quando saí. No dia seguinte minha esposa acordou de ressaca e sumiu cedo pra ajudar nas coisas de madrinha. Eu esperei um tempo e subi de novo pro quarto da Meg. Ela abriu a porta só de calcinha. Os peitos nus, os mamilos duros. Empurrei ela pra dentro, fechei a porta e a gente caiu na cama de novo. Passei a tarde inteira naquele quarto. Fodi ela de quatro, de lado, ela em cima cavalgando a pica com os peitos batendo na minha cara. Ela gemia desesperada cada vez que eu enfiava fundo. — Mais… mais… enche essa buceta… ahhh porra que pica grossa… Eu chupava o grelinho dela enquanto metia dois dedos no cu. Ela gozava e gozava, a buceta escorrendo, o corpo todo tremendo. Em um momento ela me pediu pra foder o cu. Eu lambi o buraco apertado, enfiei devagar e ela gritou de prazer misturado com dor gostosa. Apertava tanto que eu quase gozei na hora. Meti até o fundo, segurando o cabelo ruivo, e gozei dentro do cu dela. Quando saí, o esperma escorreu lento pela bunda. Saímos do quarto no final da tarde. Eu voltei pro meu, tomei banho, e minha esposa nem desconfiou de nada. O resto do final de semana a gente ainda se encontrou mais duas vezes em momentos furtivos. Uma no banheiro do salão, com ela de pernas abertas no vaso enquanto eu metia rápido e sujo. Outra de madrugada no corredor, ela de vestido, sem calcinha, eu enfiando a mão na buceta e fazendo ela gozar em silêncio. Foi o casamento mais safado que eu já vivi. A Meg me deu a buceta, o cu, a boca, tudo. E eu gozei tanto que no domingo eu mal conseguia andar direito. Até hoje, quando lembro do cheiro daquela buceta molhada e do jeito que ela pedia porra na boca, minha pica ainda endurece.
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