Brincando de fantoche com meu irmão!

Eu e o meu irmão moramos num apartamento minúsculo perto da faculdade. Ele tem 22, eu 20. Desde que a gente saiu da casa dos pais, a brincadeira de fantoche virou quase uma rotina. Começou inocente, com ele tentando me agarrar por trás pra controlar a minha boca como se eu fosse um boneco de ventríloquo. Mas com o tempo a mão dele desceu, desceu, e agora o alvo é a minha bunda. Sempre que a gente discorda de alguma merda – o que comer, quem lava a louça, qual série assistir – ele me persegue pelo corredor estreito até me prender contra a parede ou o sofá.
Naquela noite estava quente pra caralho. Eu só usava um shortzinho folgado cinza, sem calcinha, a bunda quase inteira de fora quando eu me inclinava. Ele chegou por trás enquanto eu reclamava que a gente nunca fazia o que eu queria.
– Vai tomar no cu, você sempre decide tudo – eu falei, já sentindo o corpo dele colado nas minhas costas.
As mãos grandes dele desceram rápido. Uma agarrou a minha cintura, a outra escorregou por baixo do short e encontrou a pele nua. Os dedos afundaram entre as nádegas, empurrando o tecido fino direto no meu cu. Ele apertou, amassou, e o dedo médio enfiou o short dentro do meu buraco, esticando a entrada.
– Agora você é o meu fantoche, putinha – ele sussurrou quente no meu ouvido. – Abre a boca e fala o que eu quiser.
Eu gemi alto, o corpo tremendo. O short estava enfiado fundo, o tecido grosso pressionando o meu ânus e esfregando o grelinho cada vez que eu me mexia. Ele mexia os dedos, abrindo e fechando, como se estivesse controlando uma marionete de verdade. A buceta já escorria, o líquido escorrendo pelas coxas.
– Fala que o jantar de hoje é o que eu escolher – ele ordenou, enfiando o dedo mais fundo, o short entrando junto.
– O-o jantar… é o que você quiser… porra – eu gemi, a voz saindo embargada.
Ele riu baixo e empurrou outro dedo, abrindo o meu cu com o tecido. Eu me arqueei, a bunda empurrando contra a mão dele. O grelinho latejava, inchado, e cada movimento fazia o short raspar ali, mandando choques direto pro meu cérebro.
– Mais alto, irmãzinha. Quero ouvir você gemendo enquanto admite que eu mando em tudo.
– Você manda… ah, porra… você manda na minha buceta, no meu cu, em tudo – eu gritei, já sem vergonha.
Ele tirou a mão de repente. O short ficou preso dentro do meu ânus, um pedaço de tecido sujo e molhado espetado lá. Eu fiquei parada, respirando pesado, sentindo o buraco pulsar em volta daquele volume estranho. Ele caminhou até a frente de mim, olhou pra baixo e sorriu.
– Deixa assim. Quero ver você andando com a bunda engolindo o short.
Eu tentei dar um passo e o tecido puxou, esticando o meu cu. Gemi de novo, as pernas bambas. Ele puxou o próprio short e a pica dele saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça já brilhando de porra. Sem falar nada, ele me virou de frente pro sofá, me empurrou pra frente e enfiou a pica inteira de uma vez na minha buceta molhada.
– Porraaaa! – eu gritei, o short ainda preso no cu enquanto a pica dele abria a buceta até o fundo.
Ele meteu com força, as bolas batendo na minha pele, a mão ainda segurando o short enfiado. Cada estocada fazia o tecido se mexer dentro do meu ânus, como se eu estivesse sendo fodida nos dois buracos ao mesmo tempo. Eu gemía desesperada, a voz saindo em soluços.
– Isso… fode a minha buceta, irmão… enfia essa pica gostosa… ah, meu cu tá queimando com esse short…
Ele puxou o short um pouco pra fora e enfio de novo, mais fundo. O meu ânus se abria e fechava em volta do tecido sujo. A buceta apertava a pica dele com força, molhando tudo, o barulho molhado enchendo o apartamento.
– Você é a minha putinha e vai ser sempre minha fantoche – ele rosnou, metendo mais rápido. – Fala.
– Sou… sou a sua putinha… usa a minha buceta, usa o meu cu… porra, tô gozando…
O orgasmo veio forte. A buceta contraiu em volta da pica, o cu apertou o short, e eu gritei, o corpo inteiro tremendo. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu gozava, até sentir a pica latejar e jorrar porra quente dentro de mim. Ele enfiou até o fundo e ficou ali, pulsando, enchendo a minha buceta.
Quando saiu, um fio grosso de porra escorreu pela minha coxa. O short ainda estava enfiado no meu cu. Ele se ajoelhou atrás de mim, puxou o tecido devagar e, no lugar, enfiou a língua. Lambuzou o meu ânus sujo, chupou, meteu a língua dentro. Eu gemi de novo, a buceta ainda escorrendo a porra dele.
– Agora o short sai e a minha língua entra – ele falou, a voz rouca. – Fala o que você quer.
– Quero… quero que você foda o meu cu… enfia essa pica no meu cuzinho… me faz de fantoche de novo…
Ele se levantou, passou a pica ainda molhada de porra e buceta no meu ânus e empurrou. A cabeça abriu o buraco apertado. Eu gritei, as unhas cravando no sofá. Ele meteu centímetro por centímetro, até as bolas baterem na minha pele. O cu queimava, esticava, engolia a pica inteira.
– Porra, que cu apertado… você é a melhor fantoche do mundo – ele gemia, metendo devagar no começo e depois acelerando.
Cada estocada fazia o meu grelinho esfregar no sofá. Eu gozei de novo, o cu contraindo em volta da pica, o corpo inteiro se contorcendo. Ele segurou as minhas nádegas abertas e meteu até o fundo, jorrando outra carga de porra quente dentro do meu ânus.
Quando terminou, a gente caiu no sofá, suados, fedendo a sexo. O short estava jogado no chão, encharcado. Ele passou a mão na minha bunda, enfiou dois dedos no meu cu ainda aberto e cheio de porra, e sussurrou:
– Amanhã a gente brinca de novo. E da próxima vez você vai falar pra todo mundo que adora ser a putinha do seu irmão.
Eu só gemi, o corpo ainda tremendo, o cu latejando, a buceta escorrendo. A brincadeira de fantoche tinha saído completamente do controle. E eu não queria que voltasse atrás nunca mais.

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Comentários


foto perfil usuario matheusmela

matheusmela Comentou em 30/08/2026

Delícia de lembrança pena q aem fotos pra imaginar melhor




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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Brincando de fantoche com meu irmão!

Codigo do conto:
271045

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/08/2026

Quant.de Votos:
7

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