O negócio começou de um jeito que parecia inocente pra caralho, mas a gente já sabia, no fundo, que não era. Eu tinha 28 anos, solteiro, sem filho, sem nada que me prendesse. Minha tia, a Sandra, 46, desquitada há uns anos, sempre se cuidando por causa do trabalho dela de estética. Pele lisa, corpo firme, peitos que ainda apontavam pra cima e uma bunda que fazia qualquer calça ficar apertada. Quando ela quebrou a perna, a família me pediu pra ir ficar lá um tempo. Eu aceitei sem pensar duas vezes. A primeira vez que vi a calcinha dela marcada foi num dia de chuva fria. Ela estava enrolada na cama, tentando vestir a calça sozinha e não conseguia. Me chamou. - Vem aqui, sobrinho. Me ajuda com essa porra de calça. Eu entrei no quarto e ela já estava deitada, a perna engessada esticada, a outra dobrada. A calcinha preta fina deixava o desenho da buceta quase estampado. O grelinho inchadinho apertava o tecido. Eu engoli seco. Enquanto puxava a calça pela perna boa, meus olhos não saíam dali. Ela reparou. - Tá olhando, né? - falou baixo, com um sorrisinho torto. - Fica à vontade. Tô sem jeito de pedir as coisas ultimamente. Eu não respondi. Só ajudei e saí com o pau já latejando dentro da calça. Naquela mesma noite ela me pediu pra tirar a calça de novo. Deitou, eu puxei, e a calcinha veio junto por acidente. A buceta apareceu nua, peludinha só na parte de cima, os lábios grossos, o clitóris rosado saltado. Ela riu. - Olha só... você tirou tudo. Que menino prestativo. Eu virei o rosto, mas o cheiro dela já estava na minha cabeça. Depois veio o pedido pro banho. A banheira era alta e ela quase caía todo dia. Eu entrei no banheiro com ela. Ela tirou a blusa, o sutiã, os peitos saltaram: aréolas grandes, mamilos escuros e duros de frio. Depois a calcinha. A buceta ficou bem na minha cara enquanto ela sentava na beirada do box. Eu amarrei o saco plástico no gesso com o nariz a poucos centímetros daquele cheiro quente de mulher. O pau doía de tão duro. A rotina virou isso. Eu ajudava a vestir, a despir, a entrar e sair do box. E logo depois ia pro meu quarto bater uma punheta violenta pensando naquela buceta, naquela bunda, nos peitos dela. Um dia, já dentro do box, ela perguntou: - Não quer entrar junto? Faz companhia. Tá frio pra caralho. Eu olhei pra ela nua, a água escorrendo entre os peitos, o gesso protegido, a buceta molhada de chuveiro. - Olha, tia... o problema é que eu vou ficar de pau duro com você aí dentro, gostosa e nua desse jeito. Ela riu, achando que eu estava brincando. - Pau duro por minha causa? Imagina... olha minha idade. Você não se encantaria. Eu não respondi com palavras. Tirei a camisa, a calça, a cueca de uma vez. O pau saltou, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo, curvado pra frente de tanto tesão. Os olhos dela arregalaram. - Nossa... não é que tá duro mesmo, filho da puta. Ela esticou a mão e pegou a cabeça do meu pau com dois dedos, como quem examina. Virou de lado, olhou por baixo, por cima. - É... os homens da nossa família têm pica grossa mesmo. Olha o tamanho desse monstro. O pau latejou na mão dela. Ela riu e deu umas punhetinhas rápidas, só de sacanagem, apertando a glande. - Abaixa, garoto... abaixa... Mas quanto mais ela falava e mexia, mais ele endurecia. Eu estava com a respiração presa. A água caía nos dois. Eu peguei a esponja e passei nas costas dela, devagar, descendo até a curva da bunda. Apert ei as nádegas com a mão cheia. Ela soltou um “hmm” baixo, ambíguo pra caralho. - Tá pegando de verdade, né? - murmurou. Eu deixei o pau roçar no meio da bunda dela. A cabeça quente deslizou entre as nádegas. Ela não se afastou. Nos dias seguintes os banhos ficaram cada vez mais longos. Um dia ela sentou na beirada da banheira, abriu um pouco as pernas e enfiou a mão na própria buceta na minha frente. - Vou dar uma batidinha enquanto você se enxágua. Não se incomoda, né? Eu fiquei parado, o shampoo escorrendo no rosto, olhando ela circular o dedo no grelinho inchado, abrindo os lábios, enfiando dois dedos e gemendo baixinho. Os peitos dela subiam e desciam. Os mamilos duros apontando pra mim. Quando ela parou, eu não aguentei: estiquei a mão e apertei um peito com força. Ela gemeu alto dessa vez. - Porra... - sussurrou. - Você até que é bem gostosinho. Me deu um tesãozinho, sabia? Naquela noite, quando fui tirar a calça dela pra colocar a camisola, eu puxei calça e calcinha juntas de uma vez. Ela riu alto e rolou na cama. Eu caí junto, abracei ela por trás e enfiei a mão direto na buceta quente e molhada. Os dedos escorregaram entre os lábios, acharam o buraco e entraram fácil. Ela abriu as pernas e empurrou a bunda contra o meu pau. - Faz o que quiser, sobrinho... - gemeu. - Tô molhada pra caralho. Eu chupei o pescoço dela enquanto masturbava aquele grelinho inchado. Ela gozou rapidinho, a buceta apertando meus dedos, o corpo tremente. Eu tirei a mão, lambi os dedos e enfiei o pau entre as coxas dela, só esfregando. Naquela noite ainda não entrei. Mas a gente já sabia que ia acontecer. No dia seguinte o banho foi diferente. A água quente, o frio lá fora. Ela ficou de costas pra mim, o ombro encostado no meu peito. Meu pau duro apontava pra frente, quase tocando a buceta dela. Eu abracei por trás, desci a mão até a bunda e apertei. Com a outra mão comecei a bater uma punheta bem na frente dela. Ela olhava, o sorriso interessado, os olhos brilhando. - Continua... - falou baixo. - Quero ver você gozar. Colocou o braço no meu ombro, o peito encostando em mim. Eu larguei o pau e peguei o outro seio dela. Ela então passou a mão esquerda no meu pau e começou a bater com uma habilidade de quem sabe exatamente o que faz. Aperto firme na base, deslizando até a cabeça, o polegar espalhando o pré-gozo. Eu gozei em menos de um minuto, jatos grossos caindo na água e na coxa dela. Ela riu, satisfeita. Depois eu a fiz sentar na beirada de novo, abri as pernas dela e chupei aquela buceta como se fosse a última refeição. Língua no clitóris, dedos entrando e saindo, o cheiro, o gosto ácido e doce. Ela segurou minha cabeça e gozou gemendo alto, a voz quebrada. - Porra, sobrinho... chupa essa buceta... assim... assim, caralho... A partir daí virou rotina de verdade. De manhã eu acordava, ia pro quarto dela, tirava a camisola e a calcinha e comia ela ainda meio dormindo. A buceta já acordava molhada. Eu enfiava o pau de uma vez, fundo, até as bolas baterem nela. Ela gemia de olhos fechados, as unhas nas minhas costas. - Mais fundo... mete essa pica grossa... arromba essa buceta da tia... Eu metia sem dó. O barulho molhado enchia o quarto. Ela gozava uma, duas vezes antes de eu gozar dentro. Depois eu chupava o excesso que escorria, misturando porra e gozo dela. À tarde, no banho, a gente se masturbava junto, se chupava, eu enfiava o pau entre os peitos dela e gozava no pescoço. Ela lambia. Um dia ela se virou de quatro na banheira, o gesso pra fora, a bunda empinada. - Enfia no cu também... quero sentir essa pica me abrindo os dois buracos. Eu passei saliva, enfiei devagar. O cu dela apertou a cabeça do pau com uma força absurda. Ela gemeu alto, quase gritando. - Aiii, porra... que pau grosso... tá arrombando meu cuzinho... continua... mete tudo... Eu fui fundo. Comecei a meter com força, uma mão no ombro dela, a outra no grelinho. Ela gozou com o cu pulsando no meu pau, o corpo inteiro tremendo. Eu gozei lá dentro, enchendo o cu dela de porra quente. Quando tirei, escorreu branco pela bunda. De noite a gente quase não dormia. Eu a colocava de quatro na cama, metia na buceta até ela gritar, depois tirava e enfiava no cu de novo. Ela pedia mais. - Me fode, sobrinho... me usa... essa buceta e esse cu são seus agora... goza dentro, goza na cara, goza onde quiser... Um dia eu a fiz cavalgar. Ela sentou com a perna engessada esticada pro lado e desceu devagar no pau. Os peitos balançavam na minha cara. Eu chupava os mamilos enquanto ela rebolava, o grelinho roçando na minha virilha. - Que pau gostoso... tá me enchendo toda... aiii, caralho... vou gozar de novo... Ela gozou sentada, a buceta esguichando um pouco. Eu virei ela de lado, levantei a perna boa e meti fundo de novo, olhando nos olhos dela. - Tia safada... buceta molhada... cu apertado... você é uma puta gostosa... Ela sorriu, ofegante. - Sou... sou a puta do meu sobrinho... me fode até eu não aguentar mais... Foi assim por mais de um mês. Todo dia, várias vezes. Eu acordava com o pau duro e ia atrás dela. Às vezes ela me mamava de manhã, engolindo tudo, a boca molhada, a língua passando nas bolas. Outras vezes eu a chupava até ela gozar no meu rosto, o grelinho latejando na língua. A gente se cobria de porra, de saliva, de gozo. O cheiro do quarto era só sexo. No último dia antes de eu voltar pra casa, ela me pediu pra tirar o gesso. Eu ajudei. A perna estava mais fina, mas ela já conseguia apoiar. Naquela noite ela ficou de quatro de verdade, sem limite. Eu meti na buceta, no cu, voltei pra buceta, gozei dentro, chupei, meti de novo. Ela gozou tantas vezes que a voz ficou rouca de tanto gemer. - Não para... por favor não para... essa pica é viciante... arromba essa tia... Quando finalmente paramos, os dois suados, sujos, o colchão encharcado, ela se encostou em mim e falou baixinho: - Você não é mais só meu sobrinho. É o homem que me fode melhor do que qualquer um que já passou na minha vida. Eu não respondi. Só puxei ela de novo e enfiei o pau ainda semi-duro na buceta quente. Ela gemeu e abriu as pernas. A gente continuou até o sol nascer. E foi assim que eu entrei de vez na tradição da família. Naturalmente. Com a tia gemendo meu nome, a buceta e o cu cheios da minha porra, e o tesão que não acabava nunca.
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