Sou uma típica solteirona de 25 anos. Moro sozinha há pouco mais de um ano, crio um gato de estimação, passo boa parte do meu tempo livre lendo livros ou vendo séries e não gosto muito de sair. Minhas amigas até insistem, mas prefiro receber visitas a visitar alguém ou ir a qualquer lugar. Às vezes, gosto de ver um ou outro vídeo pornográfico. Como estou sempre sozinha e não há ninguém para me incomodar, posso assistir a esse tipo de vídeo até na TV da sala; tudo o que preciso fazer é parear o celular com a televisão e a mágica acontece. Sou o que chamam de "gordinha", mas me considero gorda mesmo. Não me acho nem um pouco sexy e acho um saco ter seios grandes: são pesados e preciso sempre ficar procurando um sutiã do meu tamanho. Sempre que posso, saio de casa sem sutiã; quando estou em casa, não uso nada disso — nem camisa. Passo a maior parte do tempo só de calcinha. No máximo, fecho a janela da sala para não correr o risco de ser vista, embora ache que algum vizinho já deva ter me flagrado andando assim pela casa, pois na maioria das vezes acabo me esquecendo. Em pleno sábado à tarde, sob um calor extremo, eu estava (para variar) sem camisa e de shortinho em casa, assistindo a um filme na TV e tomando um pouco de sorvete para refrescar, quando ouvi a campainha tocar. Quem diabos seria? Eu não estava esperando visita alguma! Gritei um sonoro "Já vai!" e me levantei para vestir algo. Peguei uma blusa branca bem grande e fui até a porta. Para a minha surpresa, era o meu vizinho da frente. — Pois não? — perguntei a ele, sem rodeios. — Oi, Amanda! Desculpa incomodar, você teria um pouco de açúcar para me emprestar? — Ah, tenho sim. Pode entrar. Peguei o pote da mão dele e fomos até a cozinha. Ofereci a ele um copo d'água, e ele aceitou prontamente. — Tá muito quente hoje, hein? — É, tô sobrevivendo à base de sorvete — respondi, sorrindo. — Refrescante e delicioso. Você está certa. Assim que lhe entreguei a água, meu gato passou correndo pela cozinha e me deu um baita susto. Com o movimento brusco, deixei a água derramar e boa parte caiu em cima de mim. — Olha para isso, me molhei inteira! — Quer ajuda com alguma coisa? — perguntou o vizinho. — Não, não... Pode ficar tranquilo. Procurei algum pano para me secar enquanto limpava o chão. Percebi que ele parecia meio envergonhado, mas não entendi o porquê na hora e continuei a limpar. Pouco depois, notei um volume evidente em seu short esportivo. Fiquei me perguntando se aquilo era realmente o que eu estava pensando. Será que meu shortinho era tão curto a ponto de deixá-lo excitado? Só então me dei conta: minha blusa branca estava encharcada e eu estava sem sutiã. Ele tinha visto meus seios quase totalmente expostos pelo tecido transparente e grudado. Agora era a minha vez de ficar morrendo de vergonha. — Nossa, eu não tinha percebido isso! Me desculpa! — Não... Acontece, fica tranquila — ele respondeu, tentando me acalmar. Fui até o quarto para trocar de blusa e, mais uma vez, cometi uma falha por pura distração: deixei a porta aberta. Logo em frente a ela, havia um espelho grande. Foi o suficiente. Troquei de camisa bem diante do espelho, e o meu vizinho, dessa vez, não teve apenas uma amostra: ele viu tudo! Meus seios ficaram completamente expostos para ele sem que eu percebesse. Ao voltar para a cozinha, percebi que ele tentava disfarçar o volume. Ambos estávamos visivelmente envergonhados. Na tentativa de quebrar o gelo, acabei dando outra bola fora: — Acho que você acabou vendo coisa demais, né? — Oi? — ele respondeu, fingindo não entender. — Quando a água caiu na minha blusa... — Sim... Acabei vendo seus seios. Me desculpa. — Não, eu é que peço desculpas. Sou desastrada demais e nunca percebo quando faço besteira. — Tipo agora, no quarto? Agora foi a minha vez de ficar sem entender. — No quarto? Como assim? — Com o espelho — ele respondeu, apontando na direção do corredor. — NOSSA, EU NÃO TINHA PERCEBIDO! O clima de timidez tomou conta do ambiente. Meu vizinho pegou o pote com açúcar para ir embora, mas, ao passar por mim, acabou se roçando nas minhas coxas. Senti, na mesma hora, o volume duro dele me tocando. Foi estranho, mas também surpreendentemente bom. Movida pelo impulso, perguntei antes que ele saísse: — Você precisa de mais alguma coisa? — Não, tá tudo bem. Já vou para casa. Desculpa o incômodo, viu? Eu não queria deixá-lo ir. Tive uma vontade incontrolável de tentar algo, mesmo que corresse o risco de vê-lo sair correndo. Segurei seu braço e tirei o pote de açúcar de sua mão. Ele me olhou sem entender, e eu resolvi surpreendê-lo: — Que tal darmos um jeito nisso aqui? — falei, tocando a ponta dos dedos no volume dele. — Como assim, vizinha? — perguntou, bastante tímido. — Desta forma! — enfiei a mão em seu calção e segurei o pênis dele. Segurei firme. Ele ficou sem reação, sem saber o que fazer. Coloquei o pau duro dele para fora e comecei a masturbá-lo bem devagar, conduzindo-o até o sofá. Ajeitei-o no sofá e sentei-me ao seu lado. Continuei masturbando-o e beijando seu pescoço, sentindo sua respiração cada vez mais ofegante. Quanto mais eu me movimentava, mais sentia aquele pau esquentar e pulsar em minha mão, até que o líquido lubrificante começou a sair, deixando tudo mais fluido e escorregadio. — Então quer dizer que o senhor está gostando, é? Hora de melhorar as coisas! Tirei minha blusa e fiquei de joelhos à sua frente. Continuei a masturbá-lo, olhando para seu rosto excitado e provocando-o com insinuações de sexo oral: abria a boca, roçava os dentes na cabeça do pênis e parava. Ele começou a se contorcer de prazer, apertando meus braços com força. Enquanto eu continuava com a masturbação, ele segurou meu cabelo, ajeitou o corpo e enfiou o pau na minha boca. Eu não pretendia fazer oral, mas não reclamei: abocanhei o pinto dele e chupei com gosto, força e vontade! Continuei chupando e masturbando-o com intensidade. Eu me excitava demais com os gemidos dele, até que ele não aguentou mais. Segurou meu cabelo, levantou-se do sofá e me puxou junto. Jogou-me de quatro no estofado e abaixou meu shortinho. Minha buceta já estava molhada, mas, mesmo assim, ele quis retribuir o favor: chupou minha buceta inchada ali mesmo, enquanto distribuía tapas fortes na minha bunda. Eu sentia o calor e o ardor dos tapas, mas era tão gostoso que não me importava. Logo em seguida, enfiou o pau bem fundo em mim. Ficou alguns segundos parado, apertando minha bunda sem se mover, para só então começar a ritmar as estocadas. Ele bombava forte na minha xana molhada, apertando minha carne com firmeza. Algumas estocadas depois, abaixou o meu tronco e empinou ainda mais a minha bunda, deitando o corpo sobre o meu. Puxou meu cabelo e continuou a bombar movendo apenas o quadril. Conseguia ir incrivelmente fundo assim, e eu ficava cada vez mais louca sentindo aquele pau dentro de mim. Ele aumentou a intensidade até tirar o pênis de mim. Puxou-me pelo cabelo novamente, deixou-me de joelhos no chão e começou a se masturbar com o pau bem perto do meu rosto. Entendi na hora o que ele pretendia: abri a boca e juntei meus seios para não perder uma gota sequer do que viria. Ele gozou no meu rosto e nos meus seios. No final, o safado ainda roçou o pênis melado na minha língua, exibindo um sorriso malicioso no canto da boca. Enquanto ele se vestia, perguntei: — Para quem só veio buscar um pouco de açúcar, você saiu no lucro, hein? Ele me olhou com um sorriso aberto: — Na próxima, vou querer o sorvete também... E vou prová-lo em cima de você. Ele pegou o pote de açúcar e saiu do apartamento. Não faço ideia de qual é o nome dele ou o número do telefone, mas já sei de uma coisa: sempre que ele precisar de algo emprestado, virá direto aqui em casa.
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